<b>Capítulo </b>83
<b>via </b><b>apertou </b>os <b>lábios </b>e se <b>virou</b>, retirando–se.
<b>chegou </b><b>ao </b><b>banheiro</b>, mas <b>viu </b>Marcelo lá dentrovando as m?os.
<b>Ao </b><b>vê</b><b>–</b<b>, </b>Marcelo <b>puxou </b><b>duas </b>toalhas <b>de </b>papel descartáveis para secar as m?os<b>, </b><b>“</b><b>Entre</b>, eu já terminei<b>.</b><b>”</b>
via esbo?ou um leve sorriso e acenou <b>a </b>cabe?a, entrando.
<b>“</b><b>Está </b><b>um </b>pouco escorregadio no ch?o, tenha cuida…” Antes que pudesse terminar a frase, via já havia escorregado para trás.
<b>Desesperada </b>por <b>algo </b>a que se agarrar, em meio ao caos, agarrou o bra?o de Marcelo,
Com reflexos rápidos, Marcelo estendeu as m?os para segurá, envolvendo sua cintura em um abra?o<b>, </b>posicionando via de maneira bastante íntima em seus bra?os.
via segurou firmemente seu bra?o, levantando o olhar para Marcelo.
Marcelo, ligeiramente surpreso, sentiu <b>a </b>m?o em sua cintura aquecer subitamente.
Gabri estava certa, via tinha olhos que cativavam<b>, </b>seus olhos ros e puros pareciam <b>conter </b>uma profundidade sem fim.
N?o havia sedu??o<b>, </b>mas instigava o desejo de perturbar aqu reza.
Como muitos se sentem ao ver filhotes adoráveis, um impulso incontrolável para atormentar<b>, </b>despertando um instinto violento.
<b>A </b>express?o habitual de Marcelo apresentou uma pequena fissura.
Naquele momento, dois empregados passavam e, ao verem a posi??o íntima dos dois<b>, </b>exmaram <b>surpresos</b>.
Ao se darem conta<b>, </b>saíram correndo, envergonhados.
Marcelo imediatamente soltou via, um ar <b>um </b><b>tanto </b>desconfortável, “Está <b>tudo </b>bem?<b>”</b>
via também deu um passo para trás<b>, </b>distanciando–se dele, e bn?ou a cabe?a: Estou bem<b>, </b>obrigada.
Marcelo acenou a cabe?a levemente e saiu do banheiro.
Ouvindo <b>o </b><b>som </b>da porta se fechando, Marcelo <b>parou </b>por um momento e olhou <b>para </b>trás para a porta fechada do banheiro.
O sorriso em seus lábios <b>se </b>atenuou.
Aqu muda n?o tinha medo dele.Property ? N?velDrama.Org.
Interessante.
Em uma mans?o deste tamanho, as fofocas nunca ficam contidas, e logo a história de via e Marcelo abra?ados no banheiro se espalhou.
“Eu disse,
celo sempre teve um olhar estranho para a muda, <b>sabia </b><b>que </b>tenha <b>algo</b><b>?</b>
“Sim<b>, </b>sim<b>, </b>ele <b>nunca </b><b>olhou </b>para a Srta. Gabri daquele jeito, aquele olhar era <bo </b>mel.”
“Verdade<b>, </b>mas a senhora <b>n?o </b>pode fr<b>, </b>mesmo que algo tenha acontecido… n?o ousaria <b>dizer</b>.”
<b>“</b><b>Que </b><b>pena</b><b>, </b>eu até vi o Sr. Marcelo sendo um pouco atrevido <b </b> antes.”
As conversas fervilhavam de entusiasmo, sem notarem Gabri parada atrás <b>ds</b>.
<b>Foi </b>só uma ds perceber<b>, </b>que <b>se </b>levantou num pulo, gaguejando um “<b>Se</b><b>… </b>Srta. Gabri.”
<b>Gabri </b>os olhava friamente<b>, </b><b>“</b>O que est?o fndo<b>?</b><b>”</b>
<b>“</b>Nada, <b>nada</b>.”
“Nada? Continuem, eu ainda n?o ouvi <b>o </b>suficiente.” Gabri <b>cruzou </b>os bra?os, encostada na porta, observando<b>–</b><b>os </b um <b>sorriso </b>que <b>n?o </b>era bem um sorriso.
As empregadas ficaram pálidas<b>, </b>olhando umas para as outras<b>, </b>sem ousar fr.
Gabri disse: “<b>Contem tudo </b><b>o </b>que viram, detalhe <b>por </b><b>detalhe</b>.<b>”</b>
“Estávamos apenas fndo bobagens./
Antes que a empregada pudesse terminar, Gabri <b>mudou </b><b>a </b>express?o, <b>“</b>Bobagens<b>? </b><b>Vocês </b>se atrevem a fr <b>bobagens </b>sobre <b>isso</b>, n?o querem mais trabalhar, <b>é</b><b>?</b><b>”</b>
<b> </b><b>olhou </b>para s <b </b>um <b>sorriso </b>frio, <b>e </b>ent?o <b>disse </b>repentinamente: “Falem, quero ouvir <b>tudo </b><b>o </b>que viram e <b>ouviram</b>.<b>”</b>
Uma <b>das </b>empregadas <b>engoliu </b>em seco, <b>contando </b>a história <b>tremor </b><b>na </b><b>voz</b>.
A <b>express?o </b><b>de </b>Gabri era <b>uma </b>mistura <b>de </b><b>cores</b><b>, </b>n?o que n?o confiasse em Marcelo.
Capitulo <b>83</b>
Mas depois de mais de dois anos de casamento, nunca conseguiu entender realmente quem ele era. Ele sempre usava uma máscara perto d, parecendo íntimo, mas na verdade havia uma parede espessa entre eles.
Uma parede invisível e intocável, mas que sempre os separava, impedindo–a de se aproximar.
Capitulo <b>84</b>