<b>Capítulo </b><b>84</b>
<b>Toda </b>vez que Marcelo e via estavam juntos, sentia um pánico surgir em seu sexto sentido, um pánico sem maston aparente
Gabri frequentemente pensava que talvez fosse porque via fingiu ser pobre e enganou–a, quando crian?a, levando Thales embora uma vez, e por isso estava sempre assustada.
Agora até os empregados tinham visto, as evidências eram irrefutáveis, que desculpa podería usar para acalmar a inquieta??o em seu cora??o?
Gabri advertiu: “Essa história morre aqui, se eu ouvir qualquer um de vocês fndo sobre isso novamente, n?o me culpem por ser
cruel!*
Depois de deixar essas pvras, se virou e saiu.
<b> </b>voltou para a s de estar, onde Marcelo estava conversando tranqumente os outros, sem sequer olhar para Gabri.
Gabri sentou–se aodo dele, <b>e </b>justo quando estava prestes a fr, Thales chegou dodo de fora.
Sua apari??o instantaneamente mudou a atmosfera do lugar, e as vozes gradualmente se tornaram mais baixas.
Thales chegou, venha aqui.” Dona Duarte o cumprimentou calorosamente, era só quando vía Thales que mostrava tal alegria
irradiante.
Thales respondeu secamente, olhando ao redor, e perguntou: “Onde está a via?”
O sorriso no rosto de Dona Duarte congelou, esse era seu filho, mas assim que entrou, perguntou p muda, fazendo que o fogo ardesse em seu cora??o.
Marcelo disse: “via deve estar ocupada na cozinha agora.”
Thales sorriu friamente: “Está sem empregados em casa?”
Dona Duarte ficou descontente,n?ando um olharteral para Marcelo, suspeitando que ele estivesse deliberadamente causando problemas.
“Thales, via só foi ajudar na cozinha, n?o éo se a estivéssemos mandando para a guerra. Por que tanta tens?o? Quem n?o sabe poderia pensar que estamos maltratando sua esposa.”
Thales olhou para , fndo calmamente: “Com tantas pessoas aqui, por que ninguém mais vai ajudar? Ou será que o jantar n?o pode ser feito sem via?”
Havia uma press?o intimidadora em suas pvras, e Dona Duarte ficou ainda mais surpresa por ele defender via na frente de todos, sem lhe dar nenhum respeito.Property ? N?velDrama.Org.
“Thales, o que você quer dizer isso? Está dizendo que estou intencionalmente dificultando as coisas para ?”
“Eu n?o disse isso, apenas acho que n?o há necessidade de chamá se n?o gostam de sentar à mesa juntos.”
“Você…”
Dona Duarte estava prestes a replicar quando Reinaldo falou voz firme: “Chega! Eu os chamei para jantar, n?o para discutir!”
“Se querem discutir, saiam. Injustificável!”
Com Reinaldo fndo, todos se cram, e Dona Duarte mordeu o lábio em frustra??o, amaldi?oando internamente o velho.
Quando via apareceu os pratos, de repente ouviu Thales chamando–a.
hesitou, olhando <b>para </b>ele antes de colocar os pratos na s de jantar e se aproximar.
Thales segurou sua m?o, olhando–a profundamente, “Por que n?o me chamou para virmos juntos?<b>”</b>
via baixou os olhos, sem responder.
Afinal, quando precisava dele, ele nunca <b>estava </b>lá, ent?o qual era o ponto de chamar<b>?</b>
“Chega, é hora de jantar.” Reinaldo disse.
Todose?aram a caminhar em dire??o à s de jantar, e via mal tinha dado alguns passos quando An <b>surgiu </b>de algum lugar uma pist de brinquedo na m?o.
“biu<b>!</b><b>”</b>
“Te matei! Muda idiota<b>!</b><b>”</b>
O menino exibiu um sorriso que ele achava ser de justi?a, mas que na verdade era sinistro, apertando o gatilho em dire??o a via, e a b <b>de </b>plástico atingiu precisamente o <b>canto </b>do seu olho.
Pega de surpresa, uma dor aguda a invadiu, e via escureceu a vista, segurando o olho enquanto se curvava lentamente.