Capítulo 82
Já <b>que </b><b>n?o </b>era seu <b>próprio </b>filho<b>, </b>naturalmente <b>n?o </b>se importava tanto assim.
Eliana <b>pegou </b>a crian?a nos bra?os,n?ou um olhar <b>frio </b>para via e entrou em casa.
Lá fora<b>, </b><be?ava </b>a chover, e todos foram entrando.
via permaneceu parada, observando a familia entrar.
Marcelo se agachou para pegar uma sac de frutas que estava no ch?o, recolheu as frutas <b>que </b>haviam caído e as colocou <b>de </b><b>volta </b>na sac, aproximando–se de via.
“via, estas frutas est?o todas machucadas, <b>você </b>ainda as quer?”
via desviou o olhar, virando–se para o homem. O rosto dele ainda exibia aquele sorriso perfeitamente equilibrado<b>, </b>nem muito intimo, nem distante.
Seu sorriso erao uma máscara, escondendo sua verdadeira face, inalcan?ável para os outros.
via estendeu a m?o para pegar a sac de frutas, agradecendo um aceno de cabe?a.
Quando pegou as frutas, seus dedos acidentalmente ro?aram a pele dele. Marcelo colocou a m?o para trás, seus dedos levemente acariciando a área,o <b>se </b>estivesse saboreando o toque recente.
Levantando a cabe?a, via notou o brilho em seus olhos, e seus lábios se apertaram num gesto contido.
Após um momento, selecionou uma ma?? intacta da sac e a ofereceu.
Marcelo arqueou uma sobrancelha, “Para mim<b>?</b><b>”</b>
via acenou a cabe?a.
Ele riu suavemente, estendendo a m?o para pegar a ma??, “Obrigado, via.”
via baixou o olhar, apertando os dedos ao redor da sac.
Marcelo disse, “Vamos entrar, o pai está nos esperando lá dentro.”
Ele caminhou à frente, <b>e </b>via seguiu.
Gabri<b>, </b>ao ver os dois entrando juntos, escureceu o rosto, mas foi apenas por um instante, logo retomando seu sorriso habitual.
“<b>Marcelo</b>, parece que Breno fez coc? de novo, você pode trocar a fralda dele?”
Gabri pegou a crian?a do carrinho <b>e </b>a entregou a Marcelo.
*Certo, vou verificar.” Marcelo pegou a crian?a<b>, </b>mantendo <b>seu </b>sorriso inalterado.
Quando ele subiu, Reinaldo olhou para via, perguntando,<b>/</b>E o Thales, por que n?o veio você?”
via bn?ou a cabe?a, sinalizando: N?o sei<b>, </b>ele deve estar ocupado.
Reinaldo franziu <b>a </b>testa, e depois perguntou a Gabri<b>, </b>“Gabri, você n?o avisou <b>ele</b><b>?</b><b>”</b>
Gabri respondeu rapidamente<b>, </b>“Eu mandei uma mensagem para ele à tarde,o eu saber o que ele está fazendo.”
<b>Talvez </b>esteja panhando o amor da sua vida na virada do ano, pensou, mas n?o disse, embora todos soubessem.
“Esse moleque.” Reinaldo disse desaprova??o, e continuou, “Liga para ele<b>.”</b>
Gabri assentiu, pegando <b>o </b>celr para ligar para Thales.
Enquanto esperavam a liga??o, de repente umaranja atingiu via. olhou para cima e viu An fazendo caretas para .
<b>Reinaldo </b>também viu e dirigiu um <b>olhar </b>fulminante para o menino, que correu para os bra?os da m?e assustado.
<b>“</b>Eliana<b>, </b><b>você </b>precisa <b>disciplinar </b>esse menino, ele n?o tem modos!”
Eliana empalideceu e explicou<b>, </b>“Ele ainda é pequeno, <b>eu </b>vou ensinar o tempo.”
<b>“</b><b>Sete </b><b>anos </b>e <b>ainda </b>pequeno<b>? </b>Quando Thales tinha a idade dele, já passava <b>no </b>TOEFL. E <b>o </b><b>seu </b>filho?<b>”</b>
Eliana <b>for?ou </b>um sorriso<b>, </b><b>dividida </b>entre a divers?o e a irrita??o.
<b> n?o </b>sabia <b>se </b><b>Reinaldo </b>estava se gabando ou se realmente achava que todas as crian?as deveriam <b>ser </bo Thales.
Ao <bdo</b><b>, </b>Dona Duarte também sorriu orgulho, mas ao pensar que seu filho <b>t?o </b><b>talentoso </b>teve que se contentar <b>via</b><b>, </b><b>sua </b>raiva <b>ressurgiu</b>.Content ? N?velDrama.Org.
<b>Dona </b><b>Duarte </b><b>se </b>virou para via e disse <b>baixinho</b><b>, </b><b>“</b>Por que essa <b>cara </b>de funeral? Vá ajudar na <b>cozinha</b>.
Foi nesse <b>momento </b><b>que </b>Thales <b>finalmente </b>atendeu, captando tudo o que Dona Duarte havia