《Minha Esposa Muda》
CapÃtulo 1
Cap¨ªtulo 1
via Lopes encarava o rel¨®gio na parede, que marcava meia¨Cnoite, enquanto aida na mesa esfriava novamente.
levou as refei??es de volta para a cozinha e as aqueceu mais uma vez.
As 00h50, a porta do quarto se abriu, e virou a cabe?a para ver Thales Duarte entrando.
Ele carregava seu palet¨® no bra?o e seu rosto bonito mostrava sinais de embriaguez quando caminhou em dire??o a via.
se levantou e serviu¨Clhe uma sopa para curar a ressaca, mas ele a derrubou assim que lhe entregou.
Em seguida, ele segurou seu queixo e a beijou.
O cheiro de ¨¢lcool invadiu o ambiente, misturado o perfume feminino, e via tentou empurr¨¢¨Clo sem sucesso. Ao contr¨¢rio, ele a levantou e a carregou diretamente para o quarto.
Ele a jogou rudemente na cama e se debru?ou sobre , sem dizer uma pvra.
via mordeu o l¨¢bio, suportando silenciosamente, enquanto desviava o olhar para uma nta verde no canto da parede.
N?o havia amor, apenas desejo.
Ele virou o rosto d para si, seus olhos profundos fixos n enquanto acariciava seu rosto o dedo, ¡°Por que voc¨º n?o f?¡±
via o encarava diretamente, seus olhos brilhando l¨¢grimas, ele sabia que n?o podia fr.
era muda.
Mas ele sempre perguntava, incansavelmente.
As vezes, via n?o conseguia distinguir se ele estava tentando humilh¨¢ ou sementava.
segurou a m?o em seu rosto, inclinou a cabe?a, e esfregou seu rosto na palma da m?o dele,o um gato buscando agradar seu dono.
Era a ¨²nica maneira d corresponder a ele nesses momentos.
Os olhos escuros do homem escureceram ainda mais,o se uma tempestade estivesse prestes a irromper. Ele segurou a m?o d e a levantou acima de sua cabe?a, inclinando¨Cse para beij¨¢.
Quando via abriu os olhos, j¨¢ era dia l¨¢ fora. A cama estava vazia, mas ouviu o som de ¨¢gua vindo do banheiro.
recolheu suas roupas do ch?o ee?ou a se vestir, e foi nesse momento que o celr no criado¨Cmudo tocou. Era de Thales.
via olhou para a silhueta borrada atrav¨¦s da porta do banheiro e depois para a t do celr.
Rosana Coelho: Voc¨º voltou?
Rosana: Voc¨º sempre faz isso, precisa mesmo ir atr¨¢s daqu muda para me irritar?
Os c¨ªlios de via tremeram.
A porta do banheiro se abriu, e Thales saiu enrdo em uma toalha.
Ele ainda estava molhado, gotas de ¨¢gua pingando de seus cabelos e escorrendo pelo seu peito, seguindo o contorno de seus m¨²sculos abdominais.
via desviou o olhar, abaixando a cabe?a para abotoar sua camisa.
Thales se aproximou da cama e pegou seu celr,n?ando um olhar para via, que continuava vestindo¨Cse.
¡°Voc¨º viu?¡±
.via esbo?ou um leve sorriso e bn?ou a cabe?a negativamente.
No dia do casamento, ele lhe disse: ¡°Voc¨º precisa ser sempre obediente, n?o me ame. N¨®s continuaremoso antes, e eu cuidarei de voc¨º pelo resto da vida¡±
Ele disse para n?o am¨¢¨Clo.
P
Ent?o, o que importava se visse?
Ele n?o se importaria se ficasse ci¨²mes, triste ou magoada.
Quem n?o era valorizado, n?o tinha o direito de se enfurecer.
Seu amor e suas emo??es s¨® seriam um fardo para ele.
temia que ele tamb¨¦m pisasse em seu cora??o.
via temia que ele¡ n?o a quisesse mais.
gesticulou em Lingua Gestual: ¡°Vou preparar o caf¨¦ da manh?.¡±
Arrastando seu corpo dolorido, via levantou¨Cse e foi para a cozinha.
Thales observou a silhueta fr¨¢gil d se afastar, e ent?o olhou novamente para o celr, deletando as mensagens de Rosana.
via preparou o caf¨¦ da manh? e colocou na mesa, servindo uma tig de mingau para Thales em seu lugar.
Algum tempo depois, Thales, j¨¢ vestido, juntou¨Cse a na mesa.
Estava em sil¨ºncio no quarto. Thales costumava dizer que conversar erao fr consigo mesmo.
Como tempo, Thales quase n?o fva mais , e s¨® o som de suas colheres batendo nas tigs preenchia o ambiente.Content ? N?velDrama.Org.
¡°Depois venhaigo at¨¦ a Casa de Duarte,¡± Thales disse de repente.
via parou por um momento, colocando a colher de volta na borda da tig.
via Certo.
Thalesn?ou¨Clhe um olhar r¨¢pido. O rosto d sempre exibia aqu express?o d¨®cil e inalter¨¢vel.
nunca remava, nunca se exaltava, sempre sorria para todos, n?o importava o qu?o grande fosse a injusti?a.
De repente, Thales sentiu o mingau em sua tig perder todo o sabor.
Ele jogou a colher de volta na tig, produzindo um som nitido de colis?o. O som n?o era alto, mas era bastante proeminente no sil¨ºncio do restaurante.
CapÃtulo 2
Cap¨ªtulo 2
Ao ver a situa??o, via estremeceu levemente, pensando que ele havia se irritado, e apressadamentee?ou a gesticr em L¨ªngua Gestual: ¡°A canja n?o est¨¢ do seu agrado?¡±
Thales ajustou o crinho da camisa, visivelmente impaciente, ¡°N?o,a de pressa¡±
Ele n?oia, e via tamb¨¦m perdeu o apetite. se levantou ee?ou a recolher os pratos ¨¦ talheres.
Thales observava¨Ca friamente, sem proferir uma pvra.
Quando terminou e voltou, tendo trocado de roupa, Thales j¨¢ a esperava no carro.
O carro deslizava p estrada, a paisagem passando rapidamente ao redor. via virou¨Cse para olhar o cen¨¢rio que se desdobrava l¨¢ fora.
via havia chegado ¨¤ fam¨ªlia Duarte quando ainda era muito jovem, trazida pelo patriarca de fam¨ªlia Duarte, Rafael Duarte, que era av¨® de Thales, a tratando grande carinho,o se fosse sua pr¨®priaa.
Durante a vida, o Rafael sempre expressou sua preocupa??o via.
Tr¨ºs anos antes, ¨¤ beira da morte, ele praticamente obrigou Thales a casar¨Cse para poder morrer sem arrependimentos.
O Rafael dizia que ele n?o se sentiria tranquilo casando¨Cse outra pessoa dada a situa??o de via, somente Thales ele poderia descansar.
Naqu ¨¦poca, Thales tinha uma namorada.
Era Rosana Coelho.
Talvez por terem crescido juntos, ou talvez devido ¨¤ promessa feita ao Rafael, Thales casou¨Cse sem relutancia, sem trat¨¢ frieza ou mal¨ªcia. Mas era s¨® isso, ele n?o a amava.
Ele nunca mais chamaria de Vivi ternura.
Eles se tomaram os estranhos mais familiares um para o outro.
A fam¨ªlia Duarte estava em festa hoje, pois o filho de irm? de Thales havia nascido, e hoje era o banquete de celebra??o para a crian?a nova.
via seguia Thales, atravessando a multid?o do sagu?o at¨¦ chegar ao sal?o principal.
No sal?o principal, Dona Duarte brincava seu sobrinhoo, radiante de alegria, mas seu rosto escureceu ao ver via.
via cumprimentou¨Ca, mas foio se Dona Duarte n?o a tivesse visto, continuando a conversar sua filha.
¡°Vejam s¨®, este pequenino ¨¦ a cara do Thales quando era crian?a.¡±
Gabri Duarte acariciou a bochecha do beb¨º, sorrindo, ¡°Todos dizem que ele se parece o Thales, mas eu realmente n?o vejo isso.¡±
Dona Duarte bn?ou suavemente a m?ozinha do beb¨º, um sorriso cheio de ternura, ¡°ro que voc¨º n?o v¨º, naqu ¨¦poca o Thales era t?o pequeno quanto ele, e voc¨º nem tinha nascido.¡±Content is ? 2024 N?velDrama.Org.
Ignorada, via n?o se irritou e permaneceu quietinha aodo.
¡°M?e,¡± Thales a chamou.
Dona Duarte finalmente se virou, respondendo de maneira neutra, ¡°Por que est¨¢ de p¨¦? Sente¨Cse.¡±
Gabrin?ou um olhar para via. Assim que seu irm?o Thales se sentou, disse de repente: ¡°Thales, voc¨ºs precisam se apressar. Quando v?o ter outro filho?¡± Antes que Thales pudesse responder, Dona Duarte resmungou: ¡°N?o o incentive, j¨¢ ¨¦ bastante vergonhoso ter uma muda na fam¨ªlia, imagina ter outro pequeno mudo? Nossa fam¨ªlia Duarte ainda querer¨¢ mostrar a cara?¡±
Ao ouvir isso, Thales olhou para via, que baixou a cabe?a, impossibilitando a leitura de suas emo??es.
¡°Gabri trouxe o assunto ¨¤ tona ramente m¨¢s inten??es.
Todos sabiam que via tinha engravidado no ano passado e, medo de que desse ¨¤ luz a outro mudo, Dona Duarte for?ou¨Ca a abortar.
Depois que Thales soube, n?o disse nada, fazendo que a j¨¢ insignificante presen?a de via na familia Duarte se tornasse ainda menos not¨¢vel.
Se o beb¨¦ tivesse nascido, estaria quase meio ano agora.
Al¨¦m do Rafael, ningu¨¦m na familia Duarte gostava de via.
Gabri a odiava desde muito jovem, at¨¦ mais do que Dona Duarte.
Quando via entrou na familia Duarte aos cinco anos de idade, Gabri atormentava via por sua mudez, trancando¨Ca em um arm¨¢rio de armazenamento, queimando seu cabelo um isqueiro e uma vez a empurrando escada abaixo, sendo grada por Thales.
Thales repreendeu Gabri, que j¨¢ detestava o fato de seu av? preferir via, e at¨¦ seu querido irm?o mais velho a censurou por causa da muda. Como poderia n?o
odiar?
Naqu ¨¦poca, via n?o sabia seunicar em L¨ªngua Gestual, tampouco sabia escrever, e muito menos fazer queixa. Mais tarde, Gabrie?ou a intimid¨¢ ainda mais, descontando n qualquer m¨ªnima insatisfa??o.
Agora que ambas cresceram, Gabri n?o recorreria mais a tais m¨¦todos rudimentares. A t¨¢tica que preferia hoje em dia era a de ferir o cora??o.
¡°A muda ¨¦ uma condi??o gen¨¦tica recessiva, contanto que exames regres sejam feitos, n?o h¨¢ tantas chances de ser heredit¨¢ria¡°, disse Gabri.
Dona Duarte apertou as t¨ºmporas, sentindo uma dor de cabe?a ao dizer, ¡°Chega, para que fr disso? Eu s¨® quero o melhor para via. Se a crian?a tiver algum problema por acaso, quem vai sofrer ¨¦ mesma, n?o ¨¦? Thales, voc¨º n?o acha que isso faz sentido?¡±
CapÃtulo 3
Cap¨ªtulo 3
Thales se levantou, ¡°Gabri, deixei as coisas aqui, vamos embora.¡±
Gabri ficou um pouco ansiosa, levantando¨Cse tamb¨¦m: ¡°Por que essa pressa, Thales? Ainda tem gente que n?o chegou, dever¨ªamoser antes de ir pelo menos.
¡°N?o, tenho assuntos na empresa.¡± Thales pegou via sem olhar para tr¨¢s e deixou a fam¨ªlia Duarte.
Gabri ficou ainda mais irritada, nem entendia o que Thales queria dizer, proteger a muda j¨¢ era uma coisa, mas agora?
Depois que ele j¨¢ tinha uma namorada e foi for?ado a casar a muda, n?o apenas n?o tornou a vida d dif¨ªcil,o tamb¨¦m se mudou por .
Se ele gosta de via, ele n?o tomou uma posi??o quando o filho de via foi abortado, e ainda estava envolvido outra mulher.
Se ele n?o gosta de via, ele a protege em todos os aspectos, sem se divorciar d.
Thales voltou para o carro e acendeu um cigarro, ramente irritado.
via sentou¨Cse quietamente, esperando que ele terminasse de fumar.
Ap¨®s o cigarro, ele se virou para olhar para via.
ainda tinha aquele olhar obediente, um sorriso suave nos l¨¢bios,o uma criada esperando ps ordens do seu patr?o.
Thales sentiu¨Cse ainda mais frustrado.
Ele n?o conseguia entender por qu¨º, n?o parecia diferente de antes.
¡°O que voc¨º acha do que a Gabri disse?¡±
via: O qu¨º?
Thales segurava o vnte, olhando diretamente para , ¡°Temos um filho.¡±
Ele viu ramente o sorriso de via congr, e teve que ajust¨¢¨Clo v¨¢rias vezes antes de voltar a um sorriso suave.
sinalizou: Sua m?e est¨¢ certa, n?o devemos ter um.
Desde pequena, via aprendeu uma li??o, tudo o que esperava, eventualmente, se quebraria em peda?os.
As fantasias mais bs, quando quebradas, doem mais.
Como seu av?prou um bolo de anivers¨¢rio para quando queria um quando crian?a, e estava feliz em fazer um pedido quando Gabri empurrou sua cabe?a para dentro do bolo.
ergueu a cabe?a desajeitadamente, o rosto coberto de bolo, enquanto risadas soavam ao redor, achando muito divertido.
via s¨® podia secretamentember o canto da boca, n?o era t?o gostoso quanto imaginava.
Eles achavam que o bolo n?o era paraer, assimo Thales, que tamb¨¦m n?o queria realmente ter um filho .Content ? N?velDrama.Org.
¡°N?o tomamos precau??es ontem ¨¤ noite?¡±
¨C via: Eu tomei a p¨ªl.
Thales observou os dedos d sinalizando, seus dedos eram t?o finos e longos por causa da frequente movimenta??o provavelmente, parecendo dan?ar enquanto fazia sinais, muito bonitos.
Thales a observou por um momento, desviou o olhar e ligou o carro, ¡°Que bom.¡±
via baixou a cabe?a, ele ainda estava testando¨Ca.
Ele, assimo Dona Duarte, tinha medo de ter um filho mudo e se envergonhar.
. estava grata por ter resistido ¨¤quele impulso momentaneo, sem tornar seu amor p¨²blico.
Ele disse para n?o am¨¢¨Clo, mas ele n?o sabia que, cada vez que ele estendia a m?o para ajudar via, ntava uma semente de amor no cora??o d.
¨¤s vezes, via pensava que seria melhor se ele a maltratasseo os outros, assim, apenas seu corpo doeria, e n?o seu cora??o.
Thales a deixou na cafeteria onde trabalhava, e assim que o carro parou na frente, ele viu Rosana parada l¨¢.
Rosana sempre encontrava um jeito de ach¨¢¨Clo.
Rosana era muito bonita, alta pernas longas, cabelos cacheados ca¨ªdos nas costas, atraindo olhares onde quer que estivesse.
olhou para Thales e via saindo do carro, sua raiva atingindo o pico imediatamente, f¨²ria em seus olhos.
Quem n?o soubesse, pensaria que era a esposa leg¨ªtima.
¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui?¡± Thales a viu sem surpresa ou culpa.
ramente, n?o era a primeira vez que algo assim acontecia.
CapÃtulo 4
Cap¨ªtulo 4
Rosanan?ou um olhar para via aodo e, ao ver as marcas de beijo semiocultas em seu pesco?o, conteve sua f¨²ria e disse um sorriso for?ado: ¡°Como eu poderia encontr¨¢¨Clo se n?o viesse aqui?¡±
Thales virou¨Cse para via e disse: ¡°Entre e v¨¢ trabalhar ent?o.¡°¨C
via acenou a cabe?a e passou por Rosana, entrando na cafeteria.
trabalhava l¨¢, pois apenas esse lugar aceitou acolh¨º ap¨®s procurar por muitos empregos.
Assim que se afastou, Rosana se aproximou e e?ou o bra?o de Thales, um tom de voz que misturava charme e manha, ¡°Ainda est¨¢ zangado?¡±
¡°Vamos conversar no carro.¡±
Rosana, de maneira carinhosa, continuou seu bra?o entr?ado ao dele, e ele n?o a repeliu.
Antes de entrar no carro, Rosana pegou um desinfetante de sua bolsa e borrifou v¨¢rias vezes no assento do passageiro, em seguida, levantou a cabe?a e sorriu radiante, dizendo, ¡°Precisa de desinfetar aqui.¡±
via havia sentado ali, e considerava isso um mau press¨¢gio.
Thales a observava fixamente, sem dizer uma pvra, consentindo seuportamento.
Mesmo via logo atr¨¢s deles.
Atrav¨¦s do vidro, via testemunhou tudo.
viu a indulg¨ºncia de Thales para Rosana, viu o carinho que ele tinha por .
Aqueles favorecidos sempre s?o audaciosos. Thales ama Rosana, ent?o, por mais irracional que agisse, tudo era justificado nos olhos de Thales.
Mesmo que isso incluisse humilhar sua esposa diante dele.
Ap¨®s a desinfec??o, Rosana finalmente entrou no carro.
ajeitou seus cachos e segurou a m?o de Thales, ¡°Por que essa cara feia? Eu n?o vou mais fr de seu div¨®rcio , t¨¢ bom?¡±
Thales a mimava muito, mas sempre que mencionava o div¨®rcio a muda, ele prontamente se zangava.
Embora ele sempre dissesse que n?o amava aqu muda, que sua r??o era puramente de responsabilidade e uma promessa a Rafael, Rosana ainda assim se irritava.
desejava um amor exclusivo, n?o este tipo de afeto que precisava ser escondido.
Todos diziam que era o tesouro de Thales, que, ele dava tudo a exceto pelo casamento.
Mas apenas Rosana sabia que n?o era bem assim.
Se Thales realmente a amasse o suficiente, ele n?o permitiria que enfrentasse esses desprezos. O que valem as promessas? Seu av? morreu h¨¢ tr¨ºs anos, por que ainda se importar essas coisas?This belongs ? N?velDra/ma.Org.
Quem ele ama? Ele n?o ama ningu¨¦m, apenas a si mesmo.
Thales acendeu um cigarro, recostou¨Cse no assento e deu duas longas tragadas, enchendo o carro de fuma?a.
Thales disse: ¡°Rosana, eu disse que vou garantir que nada lhe falte enquanto voc¨º estiverigo, e posso cuidar de voc¨º para o resto da vida se voc¨º nunca se casar. Eu cumpro o que prometo.¡±
Dizendo isso, ele virou a cabe?a para olh¨¢, ¡°Essa ¨¦ a minha promessa para voc¨º, mas da mesma forma, minha promessa ao meu av? tamb¨¦m permanece.¡±
Rafael, em seu leito de morte, o fez jurar que cuidaria de via pelo resto da vida, mesmo sem am¨¢.
Thales jurou.
*Ele fez apenas duas promessas em sua vida, uma a Rafael e a outra, a Rosana.
Promessas! Sempre essas malditas promessas, Rosana sentia vontade de explodir toda vez que ouvia essa pvra!
¡°Sim, eu sei que voc¨º cumpre suas pvras,¡± Rosana disse, reprimindo a raiva que sentia, um tom abafado: ¡°Mas ramente, fui eu quem esteve voc¨º primeiro.¡±
Depois de dar a ¨²ltima tragada, Thales jogou a bituca p jan, segurou a m?o de Rosana de volta e disse, um tom ainda mais indulgente, ¡°Eu te devo desculpas. O que voc¨¦ quer, apenas pe?a.¡±
Rosana pensou por um momento e disse, ¡°Eu n?o quero mais dirigir aquele Ferrari, quero trocar por um Maserati.¡±
Thales sorriu levemente: ¡°Trocado.¡±
¡°E, n?o quero que voc¨¦ volte para encontrar aqu muda por um m¨ºs.¡±
¡°Est¨¢ bem.¡±
S¨® ent?o Rosana sorriu satisfeita, ¡°Ent?o, vamos trabalhar.¡±
via observou o carro se afastar e ent?o se virou, enquanto o pano que segurava em suas m?os j¨¢ estava todo amassado.
colocou o pano na mesa e o alisou,o se estivesse acalmando seu pr¨®prio cora??o apertado.
¡°N?o fica zangada por tudo agora mesmo?¡±
CapÃtulo 5
Cap¨ªtulo 5
Uma figura encostava¨Cse ¨¤ beira da mesa, um leve aroma de perfume se espalhava pelo ar, e via levantou a cabe?a para olhar para a pessoa que fva.
Era Bianca Tavares, a propriet¨¢ria da cafeteria.
Bianca era alta, medindo um metro e setenta e oito, cabelos curtos e vestindo uma camiseta preta e cal?as casuais. Quando n?o fva, muitos poderiam confundi um homem.
Quando via veio para a entrevista, Bianca brincou pin?ando suas bochechas, assustando¨Ca terrivelmente, at¨¦ que falou e via percebeu que era uma mulher.
via p?s dedo a toalha de mesa, sorrindo e gestualizando para : Acostumei¨Cme.
Bianca fixou o olhar nos dedos d, notando tamb¨¦m seus olhos levemente avermelhados.
As sobrancelhas de Bianca franziram ligeiramente, ¡°Acostumei¨Cme¡°, essas simples pvras pareciam conter muita amargura e resigna??o para .Content is ? 2024 N?velDrama.Org.
Bianca the passou um copo, ¡°O seu preferido, Vitamina de Frutas. Toma, ¨¦ para todo mundo.¡±
via agradeceu e tomou um gole.
O l¨¦ite ficou em seus l¨¢bios, e Bianca estendeu o dedo para limp¨¢¨Clo, aproveitando para beliscar suas bochechas novamente, ¡°Que tolinha voc¨º ¨¦.¡±
O tom de Bianca carregava um misto de mncolia e carinho,o se estivesse insinuando algo.
via tinha um pouco de bochecha de beb¨¦, olhos grandes e c¨ªlios longos, uma apar¨ºncia muito limpa e pura. Quando olhava fixamente para algu¨¦m, parecia um filhote de cachorro ador¨¢vel e digno de pena.
Por isso Bianca gostava de belisc¨¢. No in¨ªcio, via n?o estava acostumada, mas gradualmente, se acostumou.
A habitua??o era uma coisa terr¨ªvel.
Bianca era uma pessoa muito boa, at¨¦ aprendeu L¨ªngua Gestual assistindo v¨ªdeos para entender o que via dizia, e agora conseguiapreender a maioria dos sinais de via.
Mas via n?o ousava mais fazer amigos.
A pessoa que havia feito amizade , pouco antes, havia desinfetado ¨¢gua sanit¨¢ria v¨¢rias vezes o carro em que havia sentado.
De repente, Bianca puxou via escada acima, ¡°Venha me ajudar algo.¡±
via rapidamente colocou o copo dedo e seguiu¨Ca escada acima at¨¦ chegarem ao segundo andar, em um canto, onde entraram em um quarto cheio de pinturas coloridas.
Al¨¦m de ser a propriet¨¢ria da cafeteria, Bianca tamb¨¦m era uma pintora famosa, ¡°famosa¡± erao se autodenominava.
Sua fam¨ªlia n?o a deixava estudar arte, ent?o abriu a cafeteriao uma fachada para pintar secretamente ali.
Ao entrar, Bianca pressionou via contra uma cadeira, ¡°N?o se mexa, seu trabalho hoje ¨¦ ser minha modelo.¡±
via sentou¨Cse obedientemente, sem se mover.
Bianca gostava de praticar suas habilidades de pintura , criando muitos retratos de via.
O tempo passava segundo a segundo.
Quando estava quase meio¨Cdia, uma tempestadee?ou l¨¢ fora, uma chuva leve batendo na jan, enquanto o quarto permanecia excepcionalmente silencioso
No entanto, a cafeteria embaixo estava ficando sobrecarregada, e os celres de via e Bianca n?o paravam de tocar, mas n?o se atrevia a se mover.
Bianca tamb¨¦m estava ficando impaciente,rgou o pincel, ¡°Deixe para l¨¢, vamos continuar em outro dia. Vamos ver o que essas pessoas est?o t?o ansiosas.¡±
Por causa da chuva, muitas pessoas tinham entrado na loja, a maioria procurando abrigo da chuva.
Mas n?o era bom ocupar o espa?o sem consumir, ent?o eles pediram um caf¨¦ simbolicamente, e a loja ficou movimentada.
¡°Chefe, aqui est?o alguns pedidos de entrega, j¨¢ faz um tempo que ningu¨¦m os pegou. Que tal voc¨º fazer as entregas?¡± Uma funcion¨¢ria correu at¨¦ os pedidos de entrega.
Bianca pegou os pedidos e franzindo a testa disse, ¡°Tantos assim? Tudo bem, me d¨º todos eles.¡±
Depois de fr, Bianca olhou ao redor da loja e viu que via j¨¢ estava ocupada novamente.
Bianca encontrou¨Ca e puxou¨Ca, ¡°Vamos, me ajude as entregas.¡±
via rapidamente tirou seu avental e seguiu Bianca at¨¦ o balc?o, pegando v¨¢rios caf¨¦s para entrega.
Metade deles era nas proximidades, entregues rapidamente, mas havia alguns que eram mais distantes, e Bianca teve que usar sua motocicleta.
¡°via, segure¨Cos para mim, sente¨Cse atr¨¢s de mim, eu dirigirei.¡± Bianca colocou um capacete na cabe?a d e, sem mais delongas, a puxou para a rua.
via queria voltar para pegar um guarda¨Cchuva, mas Bianca a impediu.
Montar numa moto segurando um guarda¨Cchuva, isso ainda ¨¦ andar de moto?
Portanto, via s¨® pode abra?ar seu caf¨¦, tremendo de frio enquanto se sentava na moto de Bianca.
A chuva estava intensa, relampagos cortando o c¨¦u e trov?es retumbantes, enquanto o firmamento se mantinha sombriamente carregado.
Era apenas meio¨Cdia, mas parecia que a noite estava prestes a cair.
Quando a moto de Bianca parou em frente a um grande edificio, a express?o de via mudou.
Aquiera a empresa de Thales.
CapÃtulo 6
Cap¨ªtulo 6
Bianca ajudou¨Ca a tirar o capacete, ambas j¨¢ estavam encharcadas, mas o caf¨¦ que via segurava em seus bra?os estava intacto.
¡°Essa gente ¨¦ realmente louca, uma empresa t?o grande e n?o tem nem uma cafeteira?¡±
Bianca resmungava, pegando o caf¨¦ das m?os de via e sorrindo para : ¡°Fica tranqu aqui, eu j¨¢ volto.¡±
via acenou a cabe?a, caminhando silenciosamente at¨¦ o port?o para esperar.
A chuva ca¨ªa cada vez mais forte, parecia que o inverno estava chegando .
via encarava a cortina de chuva ¨¤ sua frente, parecendo um pouco distra¨ªda.
No dia em que Rafael a levou para a casa da fam¨ªlia Duarte, tamb¨¦m chovia tanto assim. se escondia t¨ªmidamente atr¨¢s de Rafael, enquanto Thales, nove anos, a
observava.
Thales perguntou quem era.
O Rafael brincou naquele momento: ¡°Trouxe uma esposa para voc¨º, quer?¡±
Thales, apenas nove anos, zombou: ¡°Eu n?o quero uma macacao esposa.¡±
¨¦, naqu ¨¦poca era magra e seu cabelo estava seco e amardo, talvez at¨¦ pior que um macaco no zool¨®gico.
Mas depois ele disse: ¡°Como vai ser minha esposa sendo t?o magra se voc¨º n?oer mais?¡±
Mesmo sabendo que era uma brincadeira, sempre levava a s¨¦rio.
Enquanto via se perdia em seus pensamentos, uma voz a trouxe de volta ¨¤ realidade.
¡°Com essa chuva toda, n?o estou a fim de trabalhar hoje, vou embora.¡±
Rosana, seus saltos altos, sa¨ªa da empresa um andar elegante. Ao virar¨Cse, viu viapletamente encharcada.
¡°via?¡±
estava ao telefone Thales, e o ¡®via¡® foi ouvido por Thales do outrodo da linha.
Rosana olhou de volta para a empresa e depois para via, desligando o telefone, ¡°Voc¨º veio procurar o Thales?¡±
via acenou a m?o, indicando que n?o era por isso que estava ali.
Rosana arqueou uma sobrancelha, caminhando em dire??o a via. Seus olhos vasculhavam via de cima a baixo,o um raio¨CX.
¡°Thales disse que voc¨º ¨¦ inocente, mas eu n?o acho que voc¨º seja t?o inocente assim, se molhando toda para encontr¨¢¨Clo.¡± Rosana estendeu a m?o, puxando uma mecha do cabelo molhado de via, ¡°Ah, isso at¨¦ que d¨¢ uma certa pena de ver.¡±
via olhava para Rosana, cujo rosto transbordava de orgulho e arrogancia, ¡°Mas de que adianta? Para ele, voc¨º ¨¦ apenaso um pequeno gato ou cachorro de estima??o.¡±
¡°Ele afaga a cabe?a do cachorro, e voc¨º acha que isso ¨¦ amor? Melhor n?o perder seu tempo.¡±
via pressionava seus l¨¢bios, que eles estavam um pouco p¨¢lidos talvez pelo frio da chuva.
Esse era um pensamento que via n?o precisava que Rosana lhe dissesse, sabia muito bem.
Muitas vezes, o jeito que Thales a olhava n?o era diferente do jeito que olhava para o animal de estima??o que tinham em casa.
Ele tamb¨¦m amava o gato que tinha, ¨¤s vezes esquecia de aliment¨¢¨Clo antes do trabalho e voltava apenas para isso.
Gostar e amar, no fim das contas, s?o duas coisas diferentes.
Bianca, que acabara de entregar o caf¨¦, ouviu essa frase e rapidamente se colocou na frente de via, protegendo¨Ca enquanto olhava Rosana de cima a baixo. ¡°Ah, de onde veio essa galinha velha, fazendo rde aqui? Perdeu o caminho de volta para o galinheiro?¡±
Rosana mudou de cor, encarando Bianca, ¡°Voc¨º nemvou a boca depois do caf¨¦ da manh?, n¨¦? J¨¢ chega espalhando merda? Quem te deu voz para fr?¡± Bianca cruzou os bra?os, observando¨Ca divers?o.
¡°E o que voc¨º ¨¦, afinal? Acha que por intimidar os outros, se coloca em uma posi??o superior? S¨¦rio, ¨¦ a primeira vez que vejo algu¨¦mo voc¨º, invadindo a casa dos outros para cacarejar, medo de que ningu¨¦m saiba que voc¨º ¨¦ uma outra, n¨¦?¡±
¡°Voc¨º..¡± Rosana ficou vermelha de raiva a resposta.
odiava que a chamassem assim, se n?o fosse por via, a pessoa que deveria ter se casado Thales seria ! Como ousava insult¨¢?
Acostumada o favorecimento de Thales, Rosana sempre foi arrogante, nunca ningu¨¦m ousou insult¨¢ assim na sua frente, levantou a m?o para bater em Bianca. Mas Bianca n?o permitiria isso, antes que Rosana conseguisse acert¨¢, Bianca deu¨Clhe um tapa primeiro.
¡°Ah¨C¡±
Rosana estava usando saltos altos quando, ap¨®s um tapa, trope?ou alguns passos e caiu diretamente no ch?o.
Rosana segurava o p¨¦, as l¨¢grimas ca¨ªam de dor.
Esse incidente tamb¨¦m deixou via chocada.
Bianca olhou para Rosana de cima, desd¨¦m. ¡°Voc¨º acha que pode me bater? Est¨²pida.¡±
Rosana, aguentando a dor, fixou seu olhar em Bianca, seu peito subindo e descendo violentamente de raiva.Content ? N?velDrama.Org.
Bianca pegou a m?o de via. ¡°Vamos¡±
via olhou para tr¨¢s repetidamente. viu Thales correndo para fora, levantando Rosana do ch?o. A preocupa??o em seu rosto era vis¨ªvel mesmo atrav¨¦s da cortina de
chuva distante.
Mas ele n?o olhou nem uma vez para via na chuva.
Bianca ligou o motor da moto e desapareceu atr¨¢s da cortina de chuva.
A forte chuva turvava a vis?o de via, e aquele edif¨ªcio que se erguia para o c¨¦u tamb¨¦m perdeu sua forma na chuva.
øB
Na entrada da empresa.
CapÃtulo 7
Cap¨ªtulo 7Property ? N?velDrama.Org.
¡°O que aconteceu?¡± Thales sentou¨Cse aodo de Rosana, segurando sua perna para examinar, e viu que o tornozelo j¨¢ estava inchado.
Rosana resmungou frustrada e virou o rosto, evitando olh¨¢¨Clo.
Nesse momento, o seguran?a trouxe as grava??es para Thales, entregando¨Cas a ele, ¡°Presidente Duarte, aqui est?o as imagens de seguran?a.¡±
Ao ver as imagens, a express?o de Thales imediatamente se tornou sombria. Ele j¨¢ havia visitado o local de trabalho de via e, naturalmente, conhecia Bianca. ro, ele tamb¨¦m estava ciente da outra identidade de Bianca.
Thales jogou o tablet sobre a mesa e disse a Rosana: ¡°Vou te levar para o hospital.¡±
Vendo que ele n?o express ou outra rea??o, Rosana ficou ainda mais irritada, ¡°Eu n?o vou! Melhor deixar minha perna quebrar, assim evito sair e ouvir as pessoas me
chamarem de outra.¡±
Thales franziu a testa, ¡°N?o seja teimosa, vamos ao hospital.¡±
¡°Eu n?o vou!¡±
Thales n?o discutiu , simplesmente a pegou no colo e saiu.
via estava sentada atr¨¢s d, a chuva forte batendo em seu rosto, estendeu a m?o cuidadosamente e segurou a cintura de Bianca.
Apesar do frio da chuva, as costas de Bianca eram quentes.
queria agradecer a Bianca, mas n?o conseguia fr.
Por vinte e tr¨ºs anos, al¨¦m de Rafael e Thales, Bianca foi a primeira a defend¨º.
Bianca ficou surpresa por um momento, olhou para a m?o em sua cintura e suspirou silenciosamente. ¨C
Essa chuva fria, mas que ca¨ªa quente nas costas de Bianca, era porque via estava chorando?
Aproveitando a chuva forte, finalmente chorou ¨¤ vontade.
Bianca n?o voltou para a cafeteria, mas levou via de volta para onde morava.
Sotto Majestic ¨C era o nome da vi, tamb¨¦m or conjugal de via e Thales.
Chegando l¨¢, Bianca desceu do carro, levou¨Ca at¨¦ a porta, tirou o capacete de via e alisou os cabelos molhados d.
¡°V¨¢ trocar de roupa rapidamente, n?o v¨¢ pegar um resfriado. Se voc¨º ficar doente, aquele homem insuport¨¢vel n?o vai ter pena de voc¨º.¡±
via concordou a cabe?a e sinalizou: espere um momento.
Depois, correu para dentro de casa e voltou um guarda¨Cchuva na m?o.
entregou o guarda¨Cchuva a Bianca.
Bianca sorriu, aceitando o guarda¨Cchuva, ¡°Est¨¢ bem, eu aceito. Agora entre.¡±
via n?o entrou, parecendo querer ver Bianca se afastar.
¡°Est¨¢ bom.¡± Bianca abriu o guarda¨Cchuva, colocou¨Co sobre o ombro, montou em sua moto e partiu elegantemente.
Sua voz chegou atrav¨¦s da chuva, ¡°Estou indo!¡±
via observou¨Ca se afastar, um sorriso genu¨ªno aparecendo em seus l¨¢bios. Se Thales estivesse ali, notaria que seu sorriso era diferente do usual, era um sorriso verdadeiro.
via espirrou.
voltou para dentro, tomou um banho quente, tomou rem¨¦dio para resfriado, mas ainda se sentia leve e a cabe?a pesada.
via mediu sua temperatura, 39.5
estava febre.
Tomou um rem¨¦dio para baixar a febre e dormiu um pouco na cama.
Quando via acordou, viu algu¨¦m sentado aodo da cama, mas o quarto estava t?o escuro que pensou ter visto alucina??es.
Esfregou os olhos e levantou¨Cse para acender a luz.
Era Thales sentado ali, as pernas cruzadas, vestindo uma camisa preta o crinho aberto e as mangas arrega?adas, exibindo um peda?o do seu bra?o musculoso, um rel¨®gio simples e elegante em seu pulso, destacando seu status.
Seu olhar severo estava fixo em via, sem revr muitas emo??es, ¡°Voc¨º parece ter dormido bem.¡±
via, ajoelhada na cama, gesticulou: Desculpe, eu dormi demais. Voc¨º j¨¢eu?
Thales n?o respondeu ¨¤ sua pergunta, mas disse: ¡°N?o quero mais que voc¨º trabalhe naquele lugar.¡±
via ficou um pouco surpresa e rapidamente gesticulou: Por qu¨º?
Thales disse: ¡°Voc¨º vai acabar sendo mal influenciada. N?o permitirei que voc¨º volte l¨¢, e vou encontrar outro emprego para voc¨º.¡±
via sempre foi obediente, aceitando tudo o que ele dizia, mas dessa vez, n?o concordou.
via: Eu gosto muito de l¨¢, quero continuar trabalhando.
¡°Eu disse que voc¨º n?o estaria permitida a ir!¡± Sua tonalidade de voz subitamente se tornou fria, e at¨¦ seu olhar parecia carregar laminas de gelo. via, mordeu o l¨¢bio, fixando o olhar nele.
Era a primeira vez que ousava encar¨¢¨Clo dessa maneira.
via ¨¦ por causa do que aconteceu na empresa?
Voc¨º ainda terh a coragem de mencionar isso? Quem permitiu que voc¨º levou a Bianca para l¨¢?¡±
via baixou os olhos, sem se defender, apenas obstinada em fazer sinais as m?os: Eu preciso ir trabalhar.
¡°Ent?o fa?a uma tentativa!¡±
via parou de gesticr, e Thales tamb¨¦m se levantou, virando¨Cse para sair do quarto.
Ao chegar ¨¤ porta, ele olhou para tr¨¢s e disse a via: ¡°N?o quero te ver novamente aqu Bianca.¡±
Dizendo isso, ele saiu sem olhar para tr¨¢s.
via sentia uma tontura intensa, tocou a testa e percebeu que estava ardendo em febre, at¨¦ sua respira??o estava quente.
sacudiu a cabe?a, desceu da cama rapidamente, e descal?a, correu para alcan?¨¢¨Clo, agarrando a barra da camisa de Thales na entrada da escada.
Thales parou abruptamente, virou¨Cse para olh¨¢, ¡°O que voc¨º quer agora?¡±
CapÃtulo 8
Cap¨ªtulo 8
via apertou os l¨¢bios, olhando fixamente para ele por um bom tempo, antes de parecer tomar uma decis?o, soltando a ponta de sua camisa. Atravessou¨Co e desceu as escadas, chegando ao sof¨¢ da s de estar, inclinou¨Cse e abriu a gaveta abaixo da mesa de centro.
Thales a seguiu, e ao olhar, a gaveta guardava silenciosamente um acordo de div¨®rcio.
P
Havia sido colocado ali h¨¢ tanto tempo que Thales nem havia percebido.
Ele nunca tinha aberto aqu gaveta.
De repente, ele olhou para via, seus olhos cheios de surpresa e confus?o.
via o encarava seriamente, tudo o que queria dizer estava em seus olhos.
Vamos nos divorciar.
Thales de repente sorriu, foi um sorriso provocado p raiva, ¡°Voc¨º est¨¢ bravaigo?¡±
via acenou a m?o, fazendo gestos: N?o estou brava, j¨¢ faz tempo que queria te dar isso.
Era algo que queria dar h¨¢ muito tempo, mas nunca teve coragem de entregar, por que agora? Ser¨¢ por estar prestes a perder uma amiga, ou porque uma febre alta confundiu sua mente, n?o tinha certeza.
Mas quando finalmente o entregou, sentiu¨Cse aliviada.
Como um espinho cravado em seu cora??o, finalmente sendo removido.
¡°¨¦ por causa da Bianca que voc¨º quer se divorciar?¡± ele confirmou novamente.
via: N?o ¨¦ por causa d, sou eu que quero me divorciar de voc¨º.
Havia determina??o em seus olhos, transmitindo a Thales que fva s¨¦rio.This belongs ? N?velDra/ma.Org.
Thales a encarou por um longo tempo, de repente se sentou no sof¨¢, ¡°Div¨®rcio ¨¦ poss¨ªvel, mas voc¨º sair¨¢ sem nada, e todo o dinheiro que gastei voc¨º ao longo dos anos deve ser devolvido, ent?o eu concordo o div¨®rcio.¡±
via ent?o correu de volta para o andar de cima.
Thales observou a silhueta d desaparecer, o semnte sombrio em seu rosto se dissipou um pouco.
Depois de um tempo, via desceu novamente, entregando a Thales um cart?o.
Olhando para aquele cart?o, a express?o anteriormente suavizada de Thales rachou novamente, ele levantou os olhos para via, a f¨²ria dan?ando em seu olhar profundo. Sua voz era calma, ¡°O que isso significa?¡±
via colocou o cart?o na mesa, gestdo: Todo o dinheiro que voc¨º deu est¨¢ aqui.
¡°Voc¨º entendeu errado? Eu disse, todo o dinheiro gasto voc¨º desde que era pequena, n?o apenas o dinheiro que eu te dei,¡± sua voz estava baixa, contendo a raiva. via: Eu posso devolver aos poucos.
Thales riu, ¡°Voc¨º, uma muda, assim que sair por essa porta, n?o conseguir¨¢ sobreviver, que voc¨º vai pagar?¡± via insistiu em pegar o acordo de div¨®rcio, colocando¨Co diante dele uma obstina??o nunca vista antes. via Nos divorciando, voc¨º pode se casar Rosana, voc¨ºs podem¡
ficarem juntos para sempre.
hesitou por um momento, suas m?os parecendo congr, rigidamente gestdo a ¨²ltima meia frase ¡°Chega!¡± ele de repente agarrou o acordo de div¨®rcio e o jogou n, os pap¨¦is se espalharam pelo ch?o, e as m?os d tamb¨¦m pararam no ar. Thales se levantou, olhando para de cima, um risco vermelho desenhado em seu rosto p¨¢lido ps folhas de papel, acentuado pelos cabelos soltos.
Ele desviou o olhar, sua voz se suavizou um pouco, ¡°Quando voc¨º pagar o dinheiro, ent?o podemos fr sobre div¨®rcio.¡±
Ele deixou essa frase l¨¢, virou¨Cse e saiu da mans?o.
De volta ao carro, ele tirou um cigarro, acendeu e deu uma profunda inda, acalmando um pouco a raiva em seu cora??o.
A pequena muda se atrevendo a fr em div¨®rcio.
Ele nem havia mencionado, e ousou trazer isso ¨¤ tona?
Thales nunca havia ficado t?o irritado via, talvez ele mesmo n?o soubesse o motivo de sua raiva.
via ficou parada na casa, sem chorar ou fazer rde.
Quando o som do carro se afastando chegou, finalmente se agachou lentamente, recolhendo os pap¨¦is do div¨®rcio espalhados.
Por que ele se recusou a permitir quando finalmente encontrou a coragem de se libertar¡
estava tonta, tomou outro rem¨¦dio para febre, e desta vez, n?o conseguia dormir.
Thales se foi, e a mans?o vazia restou apenas .
via se encolheu no sof¨¢, a mans?o estava escura, abra?ava os joelhos, perdida em pensamentos.
Por volta das dez horas, recebeu uma liga??o de Daniel Carvalho.
Daniel era um amigo pr¨®ximo de Thales, sabendo que via n?o podia fr, ent?o assim que a liga??o foi atendida, ele foi direto ao ponto.
¡°via, venha at¨¦ o Clube Boate, Thales enlouqueceu!¡±
Assim que terminou de fr, a pessoa do outrodo desligou o telefone, e via p?de ouvir algum barulho ao fundo, parecia tamb¨¦m haver a voz de Bianca. levantou¨Cse do sof¨¢, trocou de roupa e saiu de casa.
CapÃtulo 9
Cap¨ªtulo 9
-Clube Boate.
Era um clube privado renomado em S?o Siena, um para¨ªso para os ricos, onde qualquer homem pego ao acaso poderia ser uma figura proeminente de S?o Siena.
Era a primeira vez de via ali, e seu vestu¨¢rio simples destoavapletamente do das outras pessoas presentes.
No camarote, havia muitas pessoas,
incluindo Bianca.
estava rxada, as m?os atr¨¢s da cabe?a, e sua postura era mais desleixada do que a de alguns homens presentes.
¡°S¨¦rgio, voc¨º me chamou aqui s¨® para o Presidente Duarte me repreender?¡±
Bianca falou,n?ando um olhar para Thales e para Rosana, ao seudo.
Thales estava apoiado no sof¨¢, sem express?o, as pernas cruzadas. A luz fraca incidia apenas sobre seu peito, e seu rosto estava nas sombras, o que o fazia parecer misterioso e impr¨¢vel.
S¨¦rgio Tavares franzia a testa e fva em voz baixa, ¡°Por que voc¨º n?o pede desculpas ¨¤ Srta. Coelho? Acaba isso se voc¨º faze isso.¡±
Bianca deu uma risada fria: ¡°Quem pensa que ¨¦ para receber um pedido de desculpas meu?¡±
¡°Bianca, n?oplica as coisas!¡±
Todos sabiam que Rosana era o xod¨® de Thales, e Bianca estava realmente flertando o perigo ao provoc¨¢ assim.
¡°Eu n?o estouplicando. S¨® n?o gosto d e bati n, e da¨ª? Ei, S¨¦rgio, voc¨ºe caldo de galinha e n?o vejo voc¨º pedindo desculpas ¨¤s galinhas, n¨¦?¡±
Ao ouvir isso, o rosto de Rosana ficou verde de raiva, e se levantou rapidamente, mas devido ¨¤ dor nos p¨¦s, sentou¨Cse novamente.
¡°N?o exagere! Thales nem tinha se casado aqu muda quando fivava Thales!¡±
Bianca a olhou dedo, e, de repente, sentou¨Cse ereta, sorrindo ironicamente: ¡°Se for por isso, eles viveram juntos por mais de uma d¨¦cada. Onde voc¨º estava nessa §Ö§â§à§ã§Ñ?¡±
¡°Mas isso n?o ¨¦ a mesma coisa! era apenas uma ¨®rf?, a fam¨ªlia Duarte teve pena d e a deixou¡¡±
¡°Bang-¡±
Rosana n?o terminou sua frase quando o copo de Thales caiu na mesa tanta for?a que se partiu em peda?os, espalhando o l¨ªquido pelo balc?o.
Thales se inclinou para frente, revndo seu rosto severo ¨¤ luz, e olhou para Bianca um olhar sombrio: ¡°Pe?a desculpas.¡±
Bianca levantou uma sobrancelha e murmurou duas pvras, ¡°N?o vou.¡±
Daniel falou timidamente: ¡°Thales, ¨¦ necess¨¢rio tanta raiva? Somos amigos h¨¢ tanto tempo.¡±
Ele n?o ousou dizer que n?o valia a pena se aborrecer tanto por uma mulher.
Thales lhen?ou um olhar, e Daniel rapidamente se calou, recuando para seu canto.
S¨¦rgio tinha um semnte preocupado e suspirou, ¡°Eu pe?o desculpas por , voc¨º conhece o temperamento da Bianca, pedir para se desculpar ¨¦ mais dif¨ªcil que mat¨¢.¡±
Afinal, ele era o irm?o de Bianca.
Thales pegou alguns guardanapos, recostou¨Cse e voltou para as sombras. Ele limpava os dedos calmamente e falou despreocupadamente, ¡°Voc¨º vai pedir desculpas por ? Tudo bem, ent?o termine de beber todo o ¨¢lcool da mesa.¡±
S¨¦rgio hesitou por um momento, mas ent?o concordou um aceno de cabe?a: ¡°Certo.¡±
Bianca se levantou rapidamente, ¡°Voc¨º t¨¢ louco? Pedir desculpas por essa mulher, merece?¡±
¡°C a boca!¡± S¨¦rgio a repreendeu um olhar e sinalizou para parar de causar mais problemas, antes de pegar uma garrafa de ¨¢lcool da mesa.
Bianca correu at¨¦ ele, arrancou a garrafa de suas m?os e a jogou no ch?o, onde se estilha?ou um barulho ensurdecedor.
¡°Beber o qu¨º! Fui eu quem bateu n, o que isso tem a ver voc¨º? Se tem coragem, venha para cima de mim. Thales, vai, se tem coragem de me matar hoje!¡± Assim que terminou de fr, v¨¢rios seguran?as robustos invadiram o camarote, bloqueando a sa¨ªda.
A express?o de S¨¦rgio mudou, ele estava prestes a fr quando Bianca segurou seu pulso.Content is ? 2024 N?velDrama.Org.
Bianca olhou para Thales, ¡°Ah, Thales, voc¨º ¨¦ t?o capaz, negligencia sua pr¨®pria esposa, mas trata essa mulhero um tesouro, eu realmente desprezo voc¨º.¡± Thales a observava calmamente, sem dizer uma pvra.
¡°Thales, voc¨º¡ enlouqueceu?¡± S¨¦rgio queria dizer algo, mas n?o sabia o que dizer.
Parecia que ele realmente amava Rosana at¨¦ os ossos, ao ponto de, por , ignorar tantos anos de amizade.
Ele tinha enlouquecido.
Bianca tamb¨¦m sabia que Thales estava fndo s¨¦rio, viu o rosto em apuros de seu irm?o mais velho, sabia que ele n?o queria ser inimigo de Thales, mas tamb¨¦m n?o queria que sofresse, ent?o, no final, o sofrimento ainda recairia sobre ele mesmo.
n?o poderia superar um guarda¨Ccostas t?o bem treinado.
Bianca apertou os dedos, respirou fundo e ent?o se abaixou para pegar uma garrafa de vinho.
Tudo bem, ¨¦ s¨® um pedido de desculpas, n?o ¨¦ necess¨¢rio que o Presidente Duarte se envolva. Eu dei um tapa n, agora vou devolver em dobro, para que a Srta. Coelho se sinta vingada.¡±
Dizendo isso, pegou a garrafa de vinho e a bateu na pr¨®pria cabe?a.
CapÃtulo 10
Cap¨ªtulo 10
Um estrondo alto e a garrafa de vinho se partiu em peda?os, o l¨ªquido derramando por cima, misturado sangue, turvou a vis?o de Bianca.
Tudo aconteceu muito r¨¢pido, ningu¨¦m conseguiu reagir, provavelmente tamb¨¦m ningu¨¦m esperava que Bianca fosse t?o dura consigo mesma.
¡°Bianca!¡± S¨¦rgio se assustou, segurando firmemente Bianca que bn?ava prestes a cair, ele repreendeu em voz baixa, ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo?!¡±
Essa garota, preferindo bater em si mesma uma garrafa de vinho a pedir desculpas, essa teimosia n?o sei de quem herdou!
Bianca se apoiou em S¨¦rgio, recuperando o f?lego, olhou para Thales, ¡°Isso ¨¦ o suficiente? Se n?o estiver satisfeito, posso continuar.¡±
Dizendo isso, tentou pegar outra garrafa de vinho, mas foi impedida por S¨¦rgio.
S¨¦rgio tamb¨¦m estava furioso, seus olhos ardendo de raiva ao olhar para Thales, ¡°Thales, nos conhecemos h¨¢ quase trinta anos, voc¨º tem certeza que quer que a situa??o desta noite fique sem solu??o?¡±
Quando via entrou, viu essa cena.
correu at¨¦ Bianca, vendo o sangue em sua testa, seus olhos cheios de culpa, e as l¨¢grimas giravam em seus olhos.
Bianca tamb¨¦m viu via, fndo fracamente, ¡°Como voc¨º veio?¡±
Thales tamb¨¦m franzia a testa, ¡°Quem permitiu que voc¨º veio?¡±
No canto, Daniel disse timidamente para Aline, ¡°Eu, eu a chamei.¡±
via olhou para Thales, e para Rosana ao seudo, os dois sentados juntos,o um par celestial.
andou rapidamente em dire??o a Rosana.
Rosana agarrou o bra?o de Thales, n?o se sabe se por medo ou para derar sua posse.
Thales franziu a testa, seu olhar seguindo o movimento de via.
via parou na frente de Rosana, Rosana erguendo o queixo, encarando via um olhar provocativo.
Ap¨®s alguns segundos, via fez uma rever¨ºncia para .
via gesticulou em L¨ªngua Gestual pedindo desculpas: a culpa ¨¦ minha, por favor, Srta. Coelho, me perdoe.
Rosana virou a cabe?a, espiando a express?o de Thales, al¨¦m de suas sobrancelhas franzidas, era dif¨ªcil dizer mais alguma coisa.
¡°O que est¨¢ gestdo, n?o entendo.¡± Rosana murmurou baixinho, expressando sua insatisfa??o.This belongs ? N?velDra/ma.Org.
n?o entendia L¨ªngua Gestual, mas conhecendo via h¨¢ tanto tempo, ainda podia entender o b¨¢sico, desculpa, era o sinal de m?o maisum usado por via, s¨® estava fingindo n?o entender.
Rosana pensou que as coisas poderiam ficar ainda mais turbulentas, seria melhor se Thales e S¨¦rgio se tornassem inimigos, isso se espalhando, quem ousaria subestim¨¢ em S?o Siena?
via mordeu o l¨¢bio, olhando para Thales um olhar suplicante.
Thales n?o disse uma pvra, apenas uma aura fria o envolvia.
ent?o se aproximou de Thales, segurando seu bra?o e bn?ando¨Co, n?oo se estivesse fazendo charme, mas sim implorando.
Bianca tentou se aproximar, mas foi contida por S¨¦rgio, que pressionava um len?o de papel contra sua ferida, que rapidamente ficou encharcado de sangue.
Rosana tamb¨¦m segurou mais forte o bra?o de Thales, temendo que ele sepadecesse da muda.
levantou o rosto, as l¨¢grimas escorrendo pelos cantos dos olhos, parecendo extremamentement¨¢vel.
via levantou a m?o gestdo para Thales: eu n?o vou mais trabalhar, nunca mais, por favor, n?o fa?a Bianca sofrer, est¨¢ bem?
Thales olhou para os dedos delicados d, quando viae?ou a aprender a L¨ªngua Gestual, ele perguntou o que aquele gesto significava. via the disse que significava ¡°Querido¡°.
Apenas via sabia que aquele era o nome dele, e n?o ¡°Querido¡°.
nunca o chamou de ¡°Querido¡°.
O ambiente no camarote estava terrivelmente silencioso, podia¨Cse ouvir um alfe cair.
Todos estavam olhando para via, vendo¨Ca se humilhar diante de Thales, vendo¨Ca em uma situa??o desesperadora diante de sua rival no amor.
CapÃtulo 11
Cap¨ªtulo 11
Instantes depois, Thales retirou sua m?o e n?o olhou mais para via.
Ele virou¨Cse para Rosana, dizendo suavemente: ¡°Eu te levo de volta ao hospital.¡±
¡°Mas¡¡± Rosana relutou, mas ao encontrar o olhar gdo de Thales, engoliu suas pvras antes de diz¨ºs.
Naquele momento, ele erao um marshmallow envolto em laminas de faca, aparentemente gentil, mas mord¨º¨Clo resultaria em sangramento profundo; Rosana n?o ousou desafi¨¢¨Clo.
¡°Meu p¨¦ est¨¢ doendo, me abrace.¡±
Thales inclinou¨Cse, e diante de via, levantou¨Ca nos bra?os. Rosana envolveu seu pesco?o,n?ando um olhar provocativo para via.
Como se dissesse: Veja, voc¨º n?o significa nada para ele.
Ele carregou Rosana, passando por via sem olhar para tr¨¢s, o vento levantado p sua roupa fazendo dan?ar os fios de cabelo d.
via baixou os olhos, e sua m?o suspensa no ar lentamente caiu.
Assim que Thales partiu, o ar tenso da s finalmente circulou, e Daniel correu at¨¦ , ajudando¨Ca a se levantar.
¡°via, voc¨º est¨¢ bem?¡±
via baixou a cabe?a em sil¨ºncio por um momento, antes de olhar para Daniel um leve sorriso e bn?ar a cabe?a, indicando que estava bem.
Um vislumbre de pena passou pelos olhos de Daniel. A pessoa amada oferecendo carinho a outra mulher, sem sequern?ar um olhar para ,o poderia estar bem? ¡°Thales ¨¦ um idiota! N?o fique triste.¡±
Todo mundo podia ver o quanto via o amava, exceto ele pr¨®prio, que a tratavao uma familiar, mimando outra mulher bem diante d.
Se isso n?o ¨¦ ser um idiota, o que ¨¦?
¡°S¨¦rgio, me leva ao hospital, estou quase sem sangue.¡± Bianca disse meio brincando, tentando animar o ambiente.
S¨¦rgio olhou para desd¨¦m: ¡°Voc¨º ainda percebe que est¨¢ perdendo sangue? Quem te mandou ser t?o impulsiva?¡±
Bianca fez uma careta, e ent?o disse a via: ¡°Vivi, vem me ajudar, ai¡ n?o consigo andar.¡±
Ao ouvir isso, via tamb¨¦m se apressou a ajudar, segurando o bra?o de Bianca, olhando¨Ca culpa. Bianca encostou a cabe?a em seu ombro, sem dar a a chance de se desculpar.Content ? N?velDrama.Org.
Daniel tamb¨¦m se juntou, dizendo: ¡°Vamos, vamos, antes que morra em cima da via!¡±
¡°Vai ¨¤ merda! P¨¦¨Cfrio!¡± Bianca chutou em sua dire??o.
Daniel esquivou¨Cse rapidamente: ¡°Uau! Voc¨º est¨¢ cada vez mais vulgar, n?o vai conseguir se casar assim!¡±
¡°N?o ¨¦ da sua conta!¡±
O ambiente de repente se tornou mais leve, todos protegendo a dignidade de via, exceto Thales, que permitia que fosse pisoteada repetidamente pelos outros. Ouvindo a troca de insultos, via baixou a cabe?a, lutando para segurar as l¨¢grimas, sem querer estragar o clima de alegria.
S¨¦rgio interrompeu a briga, ¡°Chega, vamos ao hospital, ferimentos assim e ainda provocando.¡±
Enquanto fva, olhou para via, tamb¨¦m sentindo pena d.
Mas ele n?o disse mais nada, guiando Bianca para fora.
via tamb¨¦m foi ao hospital.
. e S¨¦rgio esperavam dodo de fora enquanto Bianca estava examinada, sentindo¨Cse tonta por causa da febre, e muito frio, tremendo constantemente. S¨¦rgio notou sua condi??o e perguntou: ¡°Voc¨º est¨¢ bem?¡±
via levantou a cabe?a, tentando sorrir para ele, sacudindo a cabe?a para indicar que estava bem.
S¨¦rgio n?o disse mais nada, tirou seu casaco e o colocou sobre via.
ficou tensa, seus olhos se arregndo um pouco em panico ao olhar para S¨¦rgio.
Vendo que tentava tir¨¢¨Clo, S¨¦rgio falou: ¡°Vi que voc¨º estava frio, use por enquanto, quando sairmos voc¨º me devolve.¡±
viaprimiu os l¨¢bios, incapaz de seunicar ele por n?o saber a L¨ªngua Gestual.
Naquele momento, Bianca saiu da s de tomografia, e ambos olharam para .
S¨¦rgio perguntou: ¡°E ent?o?¡±
Bianca segurando a cabe?a,n?ou¨Clhe um olhar irritado, ¡°Ainda n?o saiu o resultado, mas acho que n?o ¨¦ nada.¡±
¡°A cabe?a ¨¦ algo que se pode bater ¨¤ toa? Volte para casa e pense emo vai explicar isso ao pai.¡±
Bianca se assustou, apressando¨Cse em agarrar o bra?o de S¨¦rgio, ¡°N?o, por favor, n?o conte ao pai, eu te imploro! N?o sou t?o t, foi apenas uma garrafa de cerveja, eu n?o seria est¨²pida a ponto de usar uma garrafa de licor para me acertar.¡±
Enquanto conversavam, via, aodo, bn?ou¨Cse e caiu estatda no ch?o.
CapÃtulo 12
Cap¨ªtulo 12
Felizmente, S¨¦rgio foi r¨¢pido e a segurou, sentindo o calor que emanava de seus ombros e olhando surpresa para Bianca, disse: ¡° est¨¢ febre.¡± Bianca ficou surpresa, ¡°R¨¢pido, encontre um m¨¦dico!¡±
Parecia que via havia tido um longo sonho, no qual voltava ¨¤ sua infancia.
foi trancada por Gabri no dep¨®sito, e a casa estava muito escura,o se estivesse sendo engolida p escurid?o, caindo em um vortice negro. batia desesperadamente na porta, mas ningu¨¦m respondia.
Quando estava desesperada, aqu porta fechada se abriu lentamente, e um feixe de luz se infiltrou p fresta, tornando¨Cse cada vez maior e mais brilhante, iluminando seus olhos sombrios.
Aqu figura imponente estava banhada nessa luz divina,o se um deus tivesse descido para dissipar as sombras ao seu redor.
Ele estendeu a m?o, a manga da camisa branca arrega?ada, e seus dedos esguios se apresentaram diante d, derrubando todas as suas defesas internas.
Como a m?o de Deus salvando a humanidade, a partir daquele momento, se tornou sua seguidora mais devota.
Quando , tremendo, estendeu a m?o para agarrar a dele, a m?o de repente se retraiu.
se apressou em se levantar, tentando alcan?¨¢, mas acabou falhando, e at¨¦ a porta se fechou novamente.
estava de volta ¨¤ escurid?o.
via abriu os olhos de repente, a luz acima d era cegante, e respirava pesadamente, o panico do sonho ainda inesquec¨ªvel.
¡°Voc¨º acordou,¡± a voz de Bianca veio de perto.
¡°Voc¨º f .¡±
¡°Eu¡ melhor voc¨º fr.¡±
¡°..Voc¨º acha que ¨¦ apropriado?¡±
via virou a cabe?a e viu S¨¦rgio e Bianca parados em frente ¨¤ cama, discutindo algo.
S¨¦rgio tossiu levemente, deu um tapinha no ombro de Bianca e se virou para sair.
via se apoiou para se sentar e gesticulou para Bianca: O que voc¨ºs est?o fndo?
Bianca parecia desconfort¨¢vel, sentou¨Cse aodo da cama, segurou a m?o de via, hesitando em fr.
via a encarou diretamente, mas n?o conseguiu esperar que Bianca dissesse o que queria.
soltou a m?o de Bianca e gesticulou: Bianca, n?o me diga que ¨¦ uma doen?a terminal? Tudo bem, pode fr, estou preparada.
Se fosse realmente uma doen?a terminal, n?o precisaria ponderar todos os dias sobre o significado da vida.
Bianca deu um tapa na m?o d, ¡°N?o fale besteira. Voc¨º n?o tem nenhuma doen?a terminal, voc¨º est¨¢ apenas gr¨¢vida.¡±
-Ap¨®s dizer isso, Bianca fechou os olhos frustrada, quase preferindo que fosse uma doen?a terminal.
A cabe?a de via zumbiu,o se um trov?o tivesse ca¨ªdo sobre , ficou chocada sentada na cama, olhando para Bianca.
Depois de um tempo, se recuperou, gestdo fricamente.
¡°Calma, voc¨º est¨¢ r¨¢pido demais, n?o consigo entender.¡±
Bianca, que tinha aprendido a L¨ªngua Gestual por pouco mais de um ano, ainda tinha que pensar muito para lembrar, e n?o conseguia entender a velocidade d,o se estivesse tocando piano.
.via pausou, tentando se acalmar e diminuir a velocidade da L¨ªngua Gestual.
via: Ser¨¢ que foi um erro m¨¦dico? Eu tomei rem¨¦dio, e n¨®s tomamos precau??es.
Desta vez, Bianca entendeu e pegou o resultado do exame aodo, entregando¨Co a via: ¡°Ent?o, veja por si mesma.¡±
via pegou o resultado do exame e leu cada pvra cuidadosamente, onde estava escrito: 5 semanas de gesta??o.Property ? N?velDrama.Org.
Mais de um m¨ºs atr¨¢s.
colocou a m?o sobre o cora??o, que batia aceleradamente, fechou os olhos e tentou se lembrar do que aconteceu h¨¢ mais de um m¨ºs.
Foi no anivers¨¢rio de Thales, e eles foram para a casa da fam¨ªlia Duarte, aqu noite Thales bebeu um pouco demais e a arrastou para uma longa noite de fazer.
No dia seguinte, acordou tarde e foi repreendida por Dona Duarte, e acabou esquecendo.
Devia ter sido aqu vez.
Bianca, observando seu rosto, suspirou e a confortou: ¡°N?o se preocupe, ¨¦ muito cedo, fazer um aborto n?o ter¨¢ grandes consequ¨ºncias.¡±
CapÃtulo 13
Cap¨ªtulo 13
Bianca falou que ia procurar um m¨¦dico, mas foi agarrada por via.
Bianca ficou surpresa, ¡°Voc¨º¡ n?o vai ficar, vai? Por que teria um filho desse canalha?¡±
via bn?ou a cabe?a, gestdo: ele n?o vai querer.
¡°Ent?o est¨¢ resolvido, faz um aborto.¡±
via moveu seus dedos de forma rigida: eu quero.
Bianca n?o entendeu muito bem, ¡°Por qu¨º?¡±
via: ele ¨¦ meu.
Bianca ficou em sil¨ºncio por um momento, sem saber o que dizer, apenas se sentou novamente.
¨¦, esse filho n?o ¨¦ apenas de Thales, ¨¦ tamb¨¦m de via.
Agora, via n?o tinha mais ningu¨¦m, nem mesmo seu marido se importava , anseiava por ter algu¨¦m que fosse realmente seu. precisaria tanto de amor, seja ser amada ou amar algu¨¦m, sempre deveria haver algo para depositar esse amor.
Bianca estendeu a m?o, tocou sua bochecha suavemente, e disse: ¡°Ent?o tenha o beb¨º, se for o caso, eu te ajudo a Suas pvras fizeram via ficar os olhos marejados.
criar¡±
via olhou fixamente para Bianca, a cabe?a ainda enfaixada, os olhos cheios de carinho e ternura incrivelmente sinceros.
via nunca imaginou que teria algu¨¦m disposto a arriscar a vida por .
¡°N?o chore, sen?o o beb¨º tamb¨¦m vai ficar triste.¡±
via engoliu em seco, engolindo o n¨® em sua garganta, e for?ou um sorriso.
assentiu a cabe?a, j¨¢ decidida em seu cora??o que iria se divorciar de Thales.
Somente o div¨®rcio, poderia ter seu pr¨®prio beb¨º.
se lembrou de que ingenuamente tinha pensado que Thales a amaria mais e a atitude dele e de Dona Duarte mudaria ao mostrar o exame de pr¨¦¨Cnatal quando estava gr¨¢vida no ano passado.Property ? N?velDrama.Org.
Mas a realidade lhe deu um tapa na cara.
Thales, de forma desinteressada, jogou o exame no sof¨¢, onde pousou levemente, assimo seu cora??o, que caiu do c¨¦u para o lodo.
Ele esfregou as t¨ºmporas, dizendo: Que inc?modo.
Inc¨®modo.
Ele nem sequer considerava isso uma vida, apenas um ?nus.
Dona Duarte at¨¦ fez que a segurassem, for?ando¨Ca a deitar na mesa de cirurgia, uma inje??o de anestesia e, ao acordar, tudo que restou foi uma cama fria e um corpo
vazio.
Depois de ficar no hospital por uma manh?, a febre j¨¢ havia passado ¨¤ tarde.
Bianca a panhou para fazer um examepleto novamente, o feto estava um pouco inst¨¢vel, mas o resto estava normal.
¡°Voc¨º precisa ter cuidado no in¨ªcio da gravidez, esse feto ¨¦ realmente resistente, mas n?o se faria mais, sen?o pode n?o ter tanta sorte na pr¨®xima vez.¡±
a
A m¨¦dica falou seriamente, advertindo¨Ca, e via sabia o que queria dizer, sentindo suas orelhas esquentarem embara?o, e assentiu timidamente.
-A m¨¦dica prescreveu um monte de medicamentos para estabilizar a gravidez, e via saiu do hospital eles, o c¨¦u ap¨®s a chuva estava incrivelmente fresco,o se pudesse cheirar o aroma da terra.
via olhou para o c¨¦u, o sol escondido atr¨¢s das nuvens, aparecendo timidamente.
Algumas poucas aves migrat¨®rias circvam no c¨¦u, depois voavam para o horizonte infinito, desaparecendo de vista.
Fazia muito tempo que n?o olhava para o c¨¦u, era t?o azul, t?o vasto,
Bianca ia lev¨¢ de volta em sua moto, mas S¨¦rgio interveio, e no final foi S¨¦rgio quem a levou de volta.
Chegando l¨¢, via n?o desceu do carro, mas pegou seu celr, abriu o bloco de notas e mostrou a mensagem preparada para S¨¦rgio.
¡ª
Por favor, senhor S¨¦rgio, mantenha minha gravidez em segredo.
S¨¦rgio olhou para a mensagem por um momento, depois olhou para via, seus olhos implorando.
¡°Entendido.¡±
Depois de receber a resposta de S¨¦rgio, via lhe agradeceu um aceno de cabe?a, depois abriu a porta do carro e desceu.
Ao chegar em casa, via colocou os medicamentos na gaveta abaixo da mesa de centro, e pegou o ultrassom para examinar.
No meio da imagem, havia dois pequenos contornos, passou os dedos pelo contorno daqu forma ainda indefinida do beb¨º, os cantos de sua boca se elevando
inconscientemente.
A partir de agora, n?o precisava mais pensar sobre o significado da vida.
Porque sua vida agora tinha um significado.
¡°O que voc¨º est¨¢ olhando?¡±
Enquanto estava distra¨ªda em seus pensamentos, uma voz magn¨¦tica soou atr¨¢s d.
CapÃtulo 14
Cap¨ªtulo 14
via assustou¨Cse tanto que seus dedos se apertaram subitamente, amassando o exame de pr¨¦¨Cnatal que segurava. Quando se deu conta, virou o exame de cabe?a para baixo sobre o sof¨¢.
se levantou do sof¨¢ e virou¨Cse para encarar Thales, tentando se acalmar.
via: O acordo de div¨®rcio, voc¨º quer dar uma olhada?Content ? N?velDrama.Org.
Thales fixou o olhar nos dedos d, e ent?o, seu olhar se deslocou para o rosto d, e seus olhos escureceram,o se a temperatura da s tivesse ca¨ªdo v¨¢rios graus.
Ele caminhou at¨¦ via e parou diante d, estendendo seus dedos longos. ¡°Deixe¨Cme ver.¡±
via engoliu em seco, encarando o olhar profundo dele, os dedos apertados juntos.
¡°N?o ¨¦ para nos divorciarmos? Me mostre.¡± Ele estendeu a m?o um pouco mais, olhando para intensamente,o se pudesse v¨º por dentro.
via n?o sabia se ele havia mudado de ideia ou se percebera que estava mentindo.
Mas n?o teve coragem de mostrar, havia perdido um filho, e esse filho, n?o ousava arriscar novamente.
Finalmente, via, tremendo, estendeu a m?o e a colocou na dele.
Ent?o, encostou o rosto no peito dele e esfregou levemente.
Thales manteve¨Cse inexpressivo, sem se mover.
Depois de um momento, via soltou¨Cse dele, deu um passo para tr¨¢s e gesticulou.
via: N?o vamos nos divorciar, eu estive errada.
Ele levantou ligeiramente as sobrancelhas, ¡°¨¦ mesmo?¡±
assentiu, olhando diretamente para ele olhos sinceros.
Ap¨®s um momento, ele suavizou a express?o, levantou a m?o para acariciar seu rosto, e sua voz tornou¨Cse mais suave. ¡°Ent?o, n?o me fa?a ver essas pvras novamente/ ok?¡±
via apertou os dedos, assentiu e sorriu para ele.
Ele retirou a m?o e subiu as escadas.
via soltou um suspiro, sentando¨Cse sem for?as no sof¨¢, pegou novamente o exame de pr¨¦¨Cnatal, rasgou¨Co em peda?os, formou uma b e jogou no lixo, destruindopletamente qualquer vest¨ªgio.
Thales foi para o estudo, aparentemente sem nos de sair ¨¤ noite.
via foi para a cozinha e preparou um jantarpleto.
se aproximou da porta do estudo e bateu quatro vezes, o sinalbinado entre e Thales.
Quatro batidas significavam que era hora de jantar, tr¨ºs que precisava fr ele, e duas que tinha algo para lhe entregar.
Pouco depois, Thales desceu, vestindo uma roupa de casa cinza escuro, solta, o que o fazia parecer magro.
Seu cabelo tamb¨¦m estava solto, as arestas frias haviam desaparecido, fazendo¨Co parecer v¨¢rios anos mais jovem,o um estudante universit¨¢rio de vinte anos. Vestindo essa roupa, ele indicava que n?o sairia mais, a menos que o mundo acabasse.
E essa rotina se provou verdadeira.
Durante o jantar, o celr dele tocou, via deu uma olhada de rnce, era Rosana ligando.
*Como esperado, ele deu uma olhada e colocou o celr no modo silencioso, virado para baixo na mesa.
Nem mesmo a pessoa amada ferida no hospital poderia quebrar suas regras.
Ele olhou para via, que imediatamente baixou a cabe?a, continuando aer em sil¨ºncio.
Eles terminaram o jantar em sil¨ºncio.
Quando via terminou devar os pratos, Thales estava sentado no sof¨¢, acenou para via, ¡°Venha aqui.¡±
via hesitou por um momento e, em seguida, sentou¨Cse aodo dele.
Ele pegou o controle remoto e ligou a TV, liberando uma m?o para envolver o ombro d, virando a cabe?a para perguntar, ¡°Qual desenho animado voc¨º quer assistir? Eu assisto voc¨º.¡±
via olhou para o rosto dele, t?o perto, e por um momento, pareceu perdida em pensamentos.
Por um instante, pareceu que haviam voltado ao tempo de crian?a.
Vendo que n?o respondia, elee?ou a assistir a ¡°M?nica e seus Amigos¡°.
A melodia familiare?ou a tocar, e um brilho apareceu nos olhos de via.
Quando tinha dez anos, foi ridicrizada por Gabri por assistir ¡°M?nica e seus Amigos¡°, que trocou o canal do controle remoto.
Thales veio, dominador, trocou de volta para ¡°M?nica e seus Amigos¡± e sentou¨Cse aodo d para assistir.
Mas¡ j¨¢ n?o assistia mais desenhos animados.
ja havia crescido.
CapÃtulo 15
Cap¨ªtulo 15
j¨¢ tinha o beb¨º dele em seu ventre, mas aos olhos dele, ainda era aqu crian?a que adorava assistir desenhos animados. Thales pareceu perceber algo e virou¨Cse para olh¨¢.
¡°N?o gosta de assistir?¡± Ele estendeu a m?o, acariciou o rosto d, a ponta dos dedos passando ps bordas de seus olhos. via voltou a si, for?ou um sorriso, acenou a cabe?a e gesticulou: Gosto.
rapidamente virou a cabe?a para ver a televis?o, levantou a m?o para tocar a bochecha, sentindo o toque fr¨ªo de uma l¨¢grima. O celr aodo dele continuava tocando, soando a cada dez minutos.
Ap¨®s dois epis¨®dios, ele finalmente atendeu o telefone.
A voz de Rosana veio do outrodo: ¡°Onde voc¨º est¨¢?¡±
¡°Em casa.¡±
Essas duas pvras bloquearam Rosana. A pvra ¡°casa¡± soava ir?nica,o um espinho cravado no cora??o de Rosana.
¡°Em casa, ent?o o que ¨¦ o meu lugar? Um hotel?¡± A voz de Rosana estava embargada, Deus sabe o quanto se sentia ciumenta e enfurecida toda vez que ouvia a pvra ¡°casa¡± quando ele dizia que estava em casa.
Thales franziu a testa, ¡°O que aconteceu dessa vez?¡±
¡°Voc¨º n?o prometeu que n?o a veria por um m¨ºs? Como pode quebrar sua pvra!¡± A voz de Rosana j¨¢ estava carregada de choro.
O volume da televis?o estava alto, via n?o podia ouvir a conversa no celr, mas p tonalidade de Thales, podia dizer que ele estava fndo Rosana.
Ele suspirou silenciosamente: ¡°Vamos fr disso quando voc¨º estiver melhor.¡±
Ap¨®s dizer isso, ele n?o deu a Rosana chance de responder e desligou o telefone.
Elergou o celr e continuou assistindo desenhos animados via.
Ele assistia aten??o, mesmo que ele n?o gostasse, ainda assim assistiria , sem fazer outra coisa.
via sabia que ele teria paci¨ºncia para fazer coisas tediosas s¨® quando ele estava de bom humor.
Nesse momento, ele parecia uma pessoapletamente diferente daquele que estava no clube, um segundo atr¨¢s t?o frio , e agora de volta para assistir desenhos animados .
Ele sempre foi imprevis¨ªvel.
Apesar de ele a trataro uma crian?a que n?o cresceu, ainda ansiava por essa ternura ilus¨®ria.
encostou a cabe?a no ombro dele, inndo o cheiro dele, que era o aroma dos seus detergentes fragrancia de gard¨ºnia que adicionava ¨¤s roupas durante avagem.
Ele estava usando as roupas que haviavado.
Thales levantou a m?o, afagou a cabe?a d e a envolveu naturalmente seus bra?os.
via aconchegou¨Cse em seus bra?os, ouvindo seu cora??o bater, cheirando o aroma familiar, e por um momento, quis dizer a ele.
Estou gr¨¢vida.
N¨®s vamos ter um beb¨º.
Voc¨º vai gostar dele?
via fechou os olhos, e as l¨¢grimas ca¨ªram silenciosamente.
sabia ramente que ele n?o iria.
As l¨¢grimas ca¨ªram em sua roupa, umedecendo seu peito.
Ele baixou a cabe?a, perguntando suavemente: ¡°Por que est¨¢ chorando de novo? Por causa da Bianca?¡±
via levantou a m?o para enxugar as l¨¢grimas, bn?ando a cabe?a.
Ele levantou o queixo d, beijou seus l¨¢bios, ¡°Eu n?o vou dificultar as coisas para desde que voc¨º obede?a e n?o encontre mais .¡± via apertou os l¨¢bios, sem tomar uma posi??o.
Ele beijou seus l¨¢bios novamente, e enquanto beijava, acabou deitada no sof¨¢, at¨¦ que a m?o dele deslizou sob sua roupa, via subitamente acordou. agarrou a m?o dele.
Thales hesitou por um momento, olhando para sem entender.
via levantou a m?o e gesticulou: Estou menstruada.Property ? N?velDrama.Org.
Seus olhos escuros a fixaram intensamente, e depois de um tempo, ele finalmente falou em um tom baixo e rouco, ¡°Por que n?o disse antes?¡± via: Desculpe.
Ele fechou os olhos, demorando um momento para respirar fundo e ent?o se sentou. Percebendo sua express?o descontente, gesticulou: Eu, eu posso te ajudar m?o.
Elen?ou um olhar para os dedos d se movendo.
Nesse aspecto, ele havia ensinado muito bem a via, entendia de tudo.
Sabia fazer tudo.
CapÃtulo 16
Cap¨ªtulo 16
Ele afastou a m?o de via e levantou¨Cse, dizendo: ¡°N?o precisa.¡±
Ap¨®s fr, dirigiu¨Cse ao banheiro e, em pouco tempo, o som da ¨¢gua correndo foi ouvido.
via tamb¨¦m suspirou aliviada, mas logoe?ou a se desesperar ao tocar sua barriga.
estava naqueles dias, mas isso definitivamente n?o poderia durar dez meses.
Esse panico a puxou de volta dama gentil em que se encontrava, por mais gentil que fosse, ainda era umama.
Ele n?o a amava, assimo n?o se encontram flores em umama.
O amor d, era apenas brincadeira de crian?as para ele.
Quase vinte minutos depois, Thales saiu do banheiro, sua express?o j¨¢ normalizada.
Ele pegou seu celr, olhou as horas e disse a via: ¡°S?o dez horas, voc¨º deveria ir dormir.¡±
via levantou a cabe?a, mas antes que pudesse dizer algo, o homem j¨¢ a havia levantado nos bra?os.
envolveu seu pesco?o os bra?os, observando o contorno de seu queixo, mordeu o l¨¢bio e ent?o baixou os olhos em sil¨ºncio.
Durante a noite, via n?o conseguiu dormir, ficando acordada at¨¦ a madrugada. Nem notou quando pegou no sono.
De manh?, foi acordada pelo som de seu celr. Tocando ao celr meio sonolenta, ouviu a voz de Bianca do outrodo.
¡°Vivi, checa o Whatsapp.¡± Bianca desligou ap¨®s fr.
via desbloqueou seu celr e abriu o Whatsapp, encontrando um v¨ªdeo que Bianca havia enviado.This belongs ? N?velDra/ma.Org.
Era uma pintura feita por Bianca, retratando via ros e l¨ªmpidos, que brilhavam, mas carregavam uma tristeza que n?o condizia a de uma jovem.
na pintura, estava sentada perto de uma jan, olhando para o c¨¦u l¨¢ fora, o sol brilhando em seus olhos Havia outro video abaixo.
No v¨ªdeo mostrava um gato branco, tamb¨¦m sentado no peitoril da jan, olhando para fora de forma semelhante. Na segunda metade do video, o gato transformava¨Cse em um retrato d.
Erao se o gato tivesse se transformado de repente, e o efeito de sobreposi??o fazia parecer que era o pr¨®prio gato, express?es id¨ºnticas.
ent?o ouviu v¨¢rias mensagens de voz de Bianca.
Bianca: ¡°Vivi, voc¨º ficou famosa, sabia? Esse v¨ªdeo j¨¢ tem mais de duzentos mil de curtidas!¡±
via digitou rapidamente em resposta: ¡°Bianca, o que est¨¢ acontecendo?¡±
Logo, Bianca ligou, explicando: ¡°Eu costumo postar videos das minhas pinturas online, e n?o sei qual blogueiro usou essa sua pintura, e voc¨º ficou famosa.¡± ¡°Muitas pessoase?aram a seguir minha conta, perguntando se voc¨º era real. Para provar que voc¨º ¨¦ de verdade, postei sua foto tamb¨¦m, mas eles ainda acham que montagem. Voc¨º est¨¢ livre agora? Eu podia ir a¨ª a fazer um video!¡±
via: ¡
¡°Thales est¨¢ em casa? Se estiver, melhor eu n?o ir. Se n?o, bata duas vezes na t que eu j¨¢ apare?o.¡±
Olhando ao redor, via viu que ele n?o estava no quarto. Rapidamente desceu da cama e procurou p casa. Confirmou que Thales n?o estava e bateu duas vezes na
t.
Ao receber a resposta, Bianca riu e disse: ¡°¨®timo, me d¨º vinte minutos!¡±
Antes dos vinte minutos passarem, via ouviu o som de uma moto dodo de fora.
Correu para fora da mans?o e viu Bianca chegando de moto, que parou destreza na entrada.
Bianca tirou o capacete, sacudiu seus cabelos curtos e o curativo em sua testa n?o diminuiu seu charme.
¡°via!¡± Bianca correu at¨¦ , segurando sua m?o enquanto caminhavam para dentro.
Bianca mostrou o celr para , dizendo: ¡°Olha s¨®, esses s?o os retratos que fiz de voc¨º, tem gente querendoprar. Voc¨º vai virar uma celebridade na inte.¡± via olhou para confusa, gestualizando: E da¨ª se eu virar uma celebridade na inte?
¡°Ora, voc¨º vai poder ganhar dinheiro!¡±
CapÃtulo 17
Cap¨ªtulo 17
via ficou surpresa, arregndo os olhos, sem entendero as celebridades da inte ganhavam dinheiro, pois nunca havia se interessado por essas coisas. nca explicou. ¡°Voc¨º pode criar uma conta de video pr¨®pria, e ent?o postar videos, promover produtos, fazer publicidade, e assim ganhar dinheiro.¡±
via ficou paralisada por um momento, antes de gesticr: Posso ganhar muito dinheiro isso?
¡°ro, quanto mais seguidores voc¨º tiver, mais dinheiro voc¨º vai ganhar.¡± Bianca acariciou sua barriga, ¡°Voc¨º n?o quer ganhar dinheiro para sustentar o beb¨º?¡±
via assentiu, sim, queria ganhar muito dinheiro, sustentar o beb¨º, e tamb¨¦m se divorciar de Thales.
Assim que devolvesse todo o dinheiro que a familia Duarte gastou , poderia se divorciar de Thales.
Ent?o, ele n?o teria mais raz?es para n?o se divorciar.
Bianca, decidida, imediatamente registrou uma conta de videos curtos para e a ensinouo usar.
¡°Oh, certo, ontem ¨¤ noite uma ag¨ºncia de publicidade me contactou, perguntando se voc¨º estaria dispon¨ªvel para gravar umercial para eles, sua imagem ¨¦ perfeita para o produto deles.¡±
via piscou, apontando para si mesma: Eu n?o sou uma celebridade.
¡°Quem disse que so celebridades podem ser garotas¨Cpropaganda?¡± Bianca a repreendeu um olhar, ¡°Na verdade, n?o ¨¦ bem uma garota¨Cpropaganda, ¨¦ mais para voc¨º gravar um video promocional de um jogo, se vestiro um personagem do jogo.¡±
Tendo medo de ser uma fraude, Bianca passou a noite investigando a empresa e os videos promocionals anteriores, para se certificar de que eram leg¨ªtimos, antes de ligar para via.
Depois de ver oserciais anteriores da empresa, via perguntou: Quanto pagam por isso?
¡°Ainda n?o discutimos isso, voc¨º precisa ir l¨¢ pessoalmente para conversar, eles querem te conhecer primeiro.¡± Bianca abra?ou seus ombros, um sorriso: ¡°Que tal se eu agiro sua agente? Se voc¨º estiver interessada, posso contat¨¢¨Clos agora mesmo para agendar uma reuni?o.¡±
via hesitou por um momento, instintivamente tocando sua barriga, mas finalmente concordou.This belongs ? N?velDra/ma.Org.
Bianca imediatamente entrou em contato o respons¨¢vel de l¨¢, e logo receberam uma liga??o, conversando por um tempo. Finalmente, ficou decidido que se encontrariam ¨¤s tr¨ºs da tarde.
Bianca a ajudou a se arrumar, via era naturalmente bonita, especialmente seus grandes olhos, que irradiavam uma inoc¨ºncia pura.
Quando fixava seu olhar em algu¨¦m, fazia a pessoa se sentir culpada,o se tivesseetido um crime imperdo¨¢vel.
Bianca escolheu cuidadosamente no closet, e ent?o exmou surpresa: ¡°Voc¨º tem tantas roupas bonitas, por que se veste todos os diaso uma senhora mais velha?¡± via olhou para as roupas, todaspradas por Thales, mas ele s¨® permitia que as usasse em casa, nunca fora.
¡°Esse homem ¨¦ bem pervertido, hein.¡± Bianca retirou de algum lugar uma meia¨Ccal?a branca de renda, cinta¨Cliga, e uma minissaia.
Ao ver a meia¨Ccal?a, o rosto de via ficou levemente vermelho.
Bianca deu uma olhada nas pernas de via, suas pernas eram longas e finas, seria ficar ¨®timo em .
S¨® de imaginar, Bianca, mesmo sendo mulher, sentia¨Cse um pouco abda, uma pena nunca a ter visto vestida assim.
remexeu no closeto se estivesse no Mercado Livre, encontrando algumas coisas indescrit¨ªveis.
Seu olhar para via mudou.
A cabe?a de via quase se enfiou no ch?o, as pontas das orelhas vermelhaso se fossem sangrar.
Vendo¨Ca assim, Bianca n?o a provocou mais, escolheu um vestido branco para vestir.
Finalmente, fez um penteado em via, enrndo seu cabelo longo e prendendo¨Co em um coque.
Bianca, ao ver o reflexo no espelho, engoliu em seco.
A luz do exterior incidia sobre via, fazendo sua pele parecer branca e transl¨²cida,o se estivesse irradiando luz.
. ¡°Realmente existe pessoa t?o b que n?o parece real. Bianca murmurou.
No caf¨¦.
CapÃtulo 18
Cap¨ªtulo 18
Bianca havia marcado o encontro em seu caf¨¦, e via sentou¨Cse perto da jan, olhando preocupada para a cicatriz na testa de Bianca.
Thales havia proibido seu encontro Bianca, e certamente ficaria furioso se ele descobrisse.
Pensando que via estava nervosa, Bianca confortou¨Ca um tapinha no ombro e disse um sorriso: ¡°N?o fique nervosa, eu converso por voc¨º logo.¡± Olhando para o sorriso no rosto de Bianca, via tamb¨¦m for?ou um sorriso.
se sentia t?o sozinha h¨¢ tantos anos.
Sem amigos al¨¦m de Thales, todos a rejeitavam.
A atitude de Bianca, assimo Thales fez no passado, irrompeu inesperadamente em sua vida,o um feixe de luz iluminando seu mundo desdo.
Ap¨®s cerca de dez minutos, uma figura apressada entrou, sacudindo o guarda¨Cchuva, e caminhou rapidamente em sua dire??o.
Bianca levantou¨Cse para cumpriment¨¢¨Clo: ¡°Gerente Martins.¡°.
O Gerente Martins, um homem de cerca de quarenta anos, n?o muito alto e magro, usava ¨®culos de arma??o preta e tinha uma apar¨ºncia bastante amig¨¢vel.
¡°Srta. Tavares, certo? Ah, sempre chuvosa nesta ¨¦poca do ano em S?o Siena, muito inconveniente.¡±
A manh? ainda estava ensrada, mas ao meio¨Cdia, a chuva finae?ou novamente, deixando tudo nebuloso l¨¢ fora.
Bianca estendeu a m?o para o Gerente Martins, ¡°Obrigada por Gerente Martins vir pessoalmente, via, este ¨¦ o agente da Ascens?o M¨ªstica que mencionei, Elton Martins.¡±
via tamb¨¦m se apressou em se levantar e lhe fez uma rever¨ºncia.
Elton observou via, um brilho de admira??o passando por seus olhos, e um sorriso, acenou para que se sentassem novamente, ¡°Vamos sentar e conversar.¡± ¡°Gerente Martins, ¨¦ exatamenteo descrevi,n¨¦?¡±
Elton riu, ¡°Mais que isso, Srta. Lopes ¨¦ ainda mais b do que na descri??o, a escolha perfeita para o que tinha em mente.¡±
Bianca j¨¢ havia informado a ele sobre a condi??o de via, que n?o era capaz de fr, mas isso n?o era um impedimento para Elton.
¡°Tenho maispromissos logo mais, ent?o vamos direto ao ponto. Vou explicar brevemente sobre o an¨²ncio, que, na verdade, ¨¦ mais um v¨ªdeo promocional para o Ano Novo. Anteriormente, sempre us¨¢vamos anima??es, mas, alguns dias atr¨¢s, o departamento de nejamento viu uma foto da Srta. Lopes e sugeriu a grava??o uma pessoa real.¡±
Ascens?o M¨ªstica era uma grande empresa de jogos, dois t¨ªtulos que eram sucessos nacionais e internacionais, mas gerenciados por equipes diferentes, o que criou umapeti??o interna.
Essa promo??o seria tamb¨¦m umapeti??o entre os dois jogos, e Elton teve a ideia inovadora de usar uma pessoa real para um v¨ªdeo promocional.
Uma personagem dos jogos, muito amada pelos f?s, exigia uma escolha cuidadosa para o papel, e a imagem de via se encaixava perfeitamente.
Ap¨®s ouvir a explica??o do Elton, Bianca olhou para via ao seudo e ent?o perguntou: ¡°Estamos de acordo sobre tudo o que o Gerente Martins disse. E quanto ¨¤ quest?o do pagamento?¡±
Elton sorriu, ¡°N?o se preocupem isso, j¨¢ contratamos celebridades antes. Apesar de a Srta. Lopes n?o ser muito conhecida, estamos sinceramente interessados em cooperar. O que acha dessa proposta?¡±
Ele estendeu a m?o, mas n?o estava ro se se referia a cinco mil ou cinquenta mil.
via, sem entender, olhou para Bianca buscando ajuda.
Bianca sorriu, ¡°Gerente Martins realmente mostra seriedade! Cinquenta mil ¨¦ um pre?o justo, vamos direto ao ponto, quando assinamos o contrato?¡±
Elton riu alegremente, ¡°Muito bem, a Srta. Tavares realmente ¨¦ direta. Assim, vou voltar e realizar uma reuni?o para preparar o contrato. Depois, notificarei voc¨ºs duas, e ai ¨¦ s¨® vir at¨¦ a nossa empresa para finalizarmos.¡±
¡°Combinado.¡± Bianca levantou¨Cse, apertou a m?o do Elton, sndo a parceria.
via tamb¨¦m se levantou, sorrindo enquanto se despedia do Elton..Property ? N?velDrama.Org.
Assim que Elton saiu, o celr d vibrou duas vezes. Ao verificar, viu que era uma mensagem de Thales.
¡°Volte¡±
CapÃtulo 19
Cap¨ªtulo 19
Eram apenas uma pvra, sem nenhum excedente.
via sentiu um frio no cora??o, olhou para Bianca, que ainda se banhava em alegria, e silenciosamente guardou o celr no bolso.
Bianca abra?ou seus ombros, sorrindo disse: ¡°Veja, Vivi, voc¨º mesma pode ganhar dinheiro, certo? Voc¨º pode sustentar seu pr¨®prio beb¨º, para que precisaria daquele homem nojento?¡±
via for?ou um sorriso, levantou a m?o fazendo sinal: Bianca, eu preciso voltar agora.
¡°Voltar para qu¨º? Vamos jantar juntas esta noite paraemorar.¡±
via acenou a m?o e tocou sua barriga: Eu preciso voltar para tomar meu rem¨¦dio.
¡°Ah, certo, eu me esqueci disso, voc¨º est¨¢ a gravidez fr¨¢gil agora. Ent?o eu te levo para casa, quando o contrato estiver assinado n¨®semoramos.¡± via sorriu e acenou a cabe?a.
seguiu Bianca para fora da cafeteria e montou na moto de Bianca.
Devido ¨¤ sua gravidez, Bianca n?o dirigiu de forma imprudenteo antes, foi especialmente cuidadosa, n?o ultrapassou sinais vermelhos e at¨¦ preparou uma capa de chuva para .
Depois de chegar ¨¤ mans?o, Bianca a ajudou a tirar o capacete e a capa de chuva, amassando a capa em uma b e disse: ¡°Entre agora. Eu te ligarei quando o neg¨®cio o Gerente Martins estiver acertado.¡±
via acenou a cabe?a e entrou na casa.
A porta da mans?o estava aberta, o que significava que Thales estava em casa.
entrou nervosamente, segurando a barra de sua roupa.
Como esperado, ele estava sentado no sof¨¢ da s, fndo ao celr.
Suas pernas estavam cruzadas, uma m?o segurava o celr e a outra estava apoiada no encosto do sof¨¢, a g de sua camisa estava aberta, revndo o crinho abaixo.
¡±
Thales tinha uma express?o severa e, ao ver via entrar, disse ao celr: ¡°Parece que algu¨¦m est¨¢ nos sabotando, e n?o ¨¦ um pe?o qualquer, verifique as raz?es das restri??es daqueles pa¨ªses.¡±
Ap¨®s dizer isso, ele desligou e olhou para via.
Seu olhar percorreu seu corpo, da cabe?a aos p¨¦s, at¨¦ finalmente voltar ao seu rosto.
¡°Para onde voc¨º foi?¡±
via mordeu o l¨¢bio, parecendo uma estudante que haviaetido um erro diante dele.
via: Eu fui fazerpras.This content provided by N(o)velDrama].[Org.
Thales a observava calmamente, sem expressar emo??o, ¡°Sair para fazerpras vestida assim? O que eu disse?¡±
via apertou os dedos, espiou a express?o de Thales e depois baixou a cabe?a.
sinalizou: N?o posso usar isso fora.
Ele estendeu a m?o, puxando¨Ca para o seu colo, envolvendo a cintura d os bra?os e disse: ¡°Por que voc¨º n?o obedeceu?¡±
¡°O que voc¨º faria se encontrasse algu¨¦m mal¨Cintencionado, hein?¡± Enquanto fva, sua m?o j¨¢ estava em sua perna.
estava vestindo um vestido longo e um su¨¦ter solto por cima, uma escolha de roupa bastante conservadora.
Conforme ele tocava, seu vestido foi levantado, revndo um par de pernas longas.
via sentou¨Cse obedientemente em seu colo, abra?ando seu pesco?o, sem responder.
De repente, ele falou novamente, ¡°Voc¨º est¨¢ precisando de dinheiro?¡±
Ao ouvir isso, via ficou tensa.
Ele levantou a cabe?a, encontrou seus olhos escuros e prantes, e p?de ver ramente o reflexo dele em seus olhos. Refletindo seu rosto, uma face r¨ªgida.
Seu olhar inquisitivo carregava uma press?o, via involuntariamente apertou a camisa dele atr¨¢s.
Thales continuou perguntando: ¡°Me diga, para que voc¨º quer o dinheiro?¡±
Seu olhar era prante, e apesar de sua voz soar calma, via sentiu um ar de perigo.
via estava sem sabero responder.
Ele perguntou isso, obviamente sabendo que havia sa¨ªdo para fazer algo.
Embora ele permitisse antes que n?o ficasse em casa o dia todo e fosse trabalhar, ganhando uma ninharia na cafeteria que ele desprezava.
Mas desta vez, por cinquenta mil, at¨¦ se atreveu a aceitar um contrato para aparecer em v¨ªdeos, al¨¦m de ter mencionado o div¨®rcio no dia anterior. Thales n?o era tolo, naturalmente poderia adivinhar.
Seu sorriso se rgou, mas seus olhos n?o mostravam alegria, esse sorriso era um tanto arrepiante.
¡°Fale.¡±
CapÃtulo 20
Cap¨ªtulo 20
Sua voz n?o era alta, mas via estremeceu ao ouvi.
gesticulou, um tanto atordoada: Eu, eu quero, queroprar algo.
¡°Comprar o qu¨º?¡±
via engoliu em seco: Comprar roupas,prar roupas para voc¨º.
Os olhos profundos dele a encararam fixamente, e, de repente, ele sorriu, ¡°Comprar roupas para mim?¡±
via assentiu.
¡°Vivi.¡± Ele de repente chamou seu nome, j¨¢ fazia muito tempo que ele n?o a chamava assim.
Seus dedos acariciaram a face de via, sua voz soou fria, ¡°Agora voc¨º aprendeu a ser m¨¢, a mentir sem piscar os olhos, foi a Bianca que te ensinou?¡±
Os olhos de via se estreitaram, e gesticulou negativamente as m?os.
Thales segurou sua m?o, interrompendo suas tentativas de explica??o, enquanto a outra m?o envolvia sua cintura, beijando seus l¨¢bios.
¡°N?o fique t?o nervosa, estou s¨® brincando contigo, ent?o, que tipo de roupa voc¨º nejaprar para mim?¡±
As m?os de via estavam imobilizadas, e s¨® podia olh¨¢¨Clo fixamente.
Mas parecia que ele tamb¨¦m n?o esperava uma resposta, seus dedos deslizavam pelo corpo d, adentrando sua blusa, abrindo o z¨ªper nas suas costas.
via olhou para fora da porta, onde uma garoa ca¨ªa, o c¨¦u estava nudo, e eram apenas um pouco mais de cinco horas.
tentou se libertar, mas ele segurava firmemente seus pulsos, deixando¨Ca sem nenhum meio deunica??o.
Sua respira??o se tornou ofegante, bn?ava a cabe?a, s¨® podendo implorar o olhar.
E Thales,o havia dito, parecia apenas querer provoc¨¢, sem tomar nenhuma atitude concreta.
At¨¦ que l¨¢grimase?aram a se formar em seus olhos, e ele finalmente a soltou.
via se levantou de seu colo, arrumando suas roupas de maneira desordenada, e gesticulou: Eu vou cozinhar.
Ele tamb¨¦m se levantou, ¡°N?o precisa, hoje ¨¤ noite voc¨ºe sozinha.¡±
Thales deixou essas pvras para tr¨¢s, abotoando o crinho, deu alguns passos e ent?o se virou, dizendo: ¡°Isso n?o se repetir¨¢.¡± via mordeu o l¨¢bio, desviando seu olhar.
Seu olhar vacilou, mas ele n?o disse mais nada, virando¨Cse e saindo.
via se sentou no sof¨¢, sem for?as, levantando a m?o para tocar seu ventre, sabendo o que Thales queria dizer.This belongs ? N?velDra/ma.Org.
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n?o poderia mais ver Bianca, nem trabalhar para ganhar dinheiro.
Embora ele tivesse dito que concordaria o div¨®rcio assim que o dinheiro fosse devolvido, ele a impedia de ganhar dinheiro.
Mesmo que ele n?o a amasse, n?o queria deix¨¢ ir.
Talvez,o Bianca havia dito¨Cprote??o possessiva, mesmo que ele n?o gostasse, n?o a descartaria facilmente, muito menos permitiria que algo de sua posse escapasse do controle.
Mesmo que n?o a quisesse, somente ele poderia se desfazer d, n?o mesma ir embora.
Thales dirigiu sob a chuva fina at¨¦ o hospital, dirigindo¨Cse diretamente ao setor.
Rosana havia torcido o p¨¦, na verdade, n?o precisava ficar internada, mas insistia.
Depois de passar dois dias sozinha, Thales foi v¨º uma vez, e decidiu que n?o havia sentido em permanecer internada, ent?o ligou para ele busc¨¢. Thales estava no elevador, junto uma fam¨ªlia de quatro pessoas.
A mulher carregava um beb¨¦, enquanto o homem a abra?ava, um menino de cinco anos ao seudo.
¡°¨¦ sua culpa por ter dado ¨¤ nossa filha o nome de ¡®Redonda¡®, esse rostinho quanto mais eu olho, mais redondo fica, espero que n?o cres?a uma cara toda redonda,¡± a mulher remava, mas seu rosto estava repleto de um doce sorriso.
O homem riu: ¡°O rosto redondo ¨¦ t?o ador¨¢vel, quando nossa filha crescer, certeza ser¨¢o voc¨º.¡±
¡°Melhor que sejao eu, se foro voc¨º, n?o vai conseguir se casar.¡±
¡°Ent?o minha pequena filha poder¨¢ ficarigo para sempre.¡±
O menino puxou a m?o da m?e, ¡°Mam?e, eu tamb¨¦m quero abra?ar a irm?zinha.¡±
A mulher liberou uma m?o para afagar a cabe?a do menino, ¡°V¨¢ abra?ar quando chegarmos em casa, n?o vai fugir, voc¨º ter¨¢ muitas chances de abra?¨¢.¡±¨C Quando as portas do elevador se abriram, a fam¨ªlia saiu rindo e conversando. Ao passarem por Thales, ele olhou para o beb¨º nos bra?os da mulher.
Ele os observou partir, at¨¦ que as portas do elevador se fechassem
Quando via chegou ¨¤ fam¨ªlia Duarte, seu rosto tamb¨¦m era redondo.
Na verdade, conforme cresceu, n?o era mais t?o redondo.
CapÃtulo 21
Cap¨ªtulo 21
¡°Thales, o que h¨¢ voc¨º, t?o distraido?¡± Rosana entrou no carro e ficou sentada por um bom tempo, enquanto ele continuava ali, fumando um cigarro atr¨¢s do outro, j¨¢ chegou o seguando, e o carro ainda estava parado no estacionamento.
Thales deu a ¨²ltima tragada no cigarro e jogou a metade restante p jan, virando a cabe?a para olhar para Rosana.
¡°Sua perna est¨¢ melhor?¡±
Rosana torceu a boca, ¡°Olha s¨®, o grande ocupado se lembrou da minha perna, n?o vou morrer por isso.¡±
ainda estava ressentida sobre o assunto, pensou que poderia fazer um grande drama sobre isso, mas acabou n?o sendo t?o importante assim, e no final, n?o saiu nenhum pio.
¡°N?o estou paci¨ºncia para te consr agora, o que voc¨º querer?¡± Thales massageou as t¨ºmporas, um vislumbre de cansa?o entre suas sobrancelhas. Rosana ficou surpresa, olhando para o homem, ¡°O que aconteceu? Algum problema no trabalho?¡±
¡°Apenas um pequeno inc?modo.¡± Thales ligou o carro e saiu dirigindo.This belongs ? N?velDra/ma.Org.
Rosana era apenas uma secretaria de nome aodo dele, recebendo um sal¨¢rio sem realmente trabalhar. Para ser honesta, at¨¦ agora n?o tinha reza sobre quais neg¨®cios a empresa de Thales realmente tinha.
Mesmo que quisessepartilhar e confort¨¢¨Clo, se sentia impotente.
optou por ficar em sil¨ºncio.
Rosana pegou seu jogo eletr?nico, costumava jogar para passar o tempo no trabalho. O jogo se chamava V¨¦u do Drag?o, urn jogo bastante popr, no qual havia investido bastante dinheiro.
No m¨ºs passado, gastou mais de quinhentos mil no jogo parapetir pelo segundo lugar no ranking, ro, tudo no cart?o de Thales.
Thales havia dado a um cart?o adicional, que podia usar livremente, apenas as quantias muito grandes, superiores a milh?es, precisavam serunicadas a ele anteced¨ºncia, mas geralmente ele concordava.
¡°Ei, Thales, eles est?o fazendo umercial de Ano Novo para o jogo, v?o usar atores reais, e est?o recrutando pessoas, eu quero tentar.¡± ¡°Hm.¡± Ele segurava o vnte e respondeu de forma indiferente.
¡°Voc¨º pode me ajudar a entrar em contato eles? Com a sua influ¨ºncia, eles n?o ousariam recusar, n¨¦?¡± Rosana pensou secretamente. adorava jogar esse jogo ser a embaixadora em umercial seria uma ¨®tima oportunidade.
As pessoas do clube de jogos j¨¢ a chamavam de madame rica, se tamb¨¦m aparecesse em umercial, todos os jogadores saber¨ªam que n?o era apenas rica, mas tamb¨¦m bonita.
S¨® de pensar na admira??o dos jogadores, n?o p?de evitar sorrir.
ro, Thales n?o recusaria tal pedido, afinal, ele sempre atendia aos pedidos de Rosana.
Na verdade, muitas pessoas dentro do c¨ªrculo n?o entendiam por que Thales era t?o devotado a Rosana. Essa mulher, sem intelig¨ºncia emocional, sem muita intelig¨ºncia, temperamental, mimada, arrogante, pregui?osa, vaidosa¡ era dif¨ªcil contar todos os seus defeitos.
Exceto por ser bonita, praticamente n?o tinha qualidades, e havia muitas outras pessoas mais bonitas do que , o que realmente era um mist¨¦rio.
Muitos diziam que isso era amor, al¨¦m de todas as condi??es externas, Thales amava Rosana, amava sua alma simples.
Mas apenas Rosana sabia, o carinho de Thales por erao andar na corda bamba, parecendo est¨¢vel, mas na verdade, muito prec¨¢rio.
n?o ousava usar truques ele; Thales podia ver seus pequenos esquemas apenas um olhar, ent?o, era muito consciente sobreo agir.
Dentro dos limites que ele poderia aceitar, podia fazer praticamente qualquer coisa.
Thales era muito decisivo. Ap¨®s Rosana expressar seu desejo de estrr noercial, ele imediatamente pegou seu celr e ligou para seu assistente, instruindo¨Co a cuidar disso.
CapÃtulo 22
Cap¨ªtulo 22
E l¨¢ estava a equipe de Ascens?o Mistica tudo acertado, quando de repente um telefonema os pegou de surpresa, deixando os produtores boquiabertos.
¡°Por que esse Thales resolveu de repente agora? Ele est¨¢ precisando de dinheiro?¡°, Elton se perguntou, confuso.
Uma das produtoras, visivelmente irritada, soltou uma risada, ¡°Aqu Rosana, ¨¦ a nossa Topo da Lista de Nobres do Servidor Inteiro, al¨¦m de ser o xod¨® do Presidente Duarte, certeza ¨¦ para agradar a namorada.¡±
O homem de porte mais robustoentou: ¡°Na verdade, acho que usar a Rosana n?o ¨¦ uma m¨¢ ideia. Com sendo a n¨²mero um do servidor, talvez chame mais aten??o do que usar uma novatao a via¡±
¡°Agora parece que n?o temos muita escolha. investiu milh?es no nosso jogo, vamos arriscar desagrad¨¢¨Cfa?¡±
¡°E por que n?o podemos usar as duas? Afinal, n?o ¨¦ s¨® uma personagem.¡±
¡°Mas a Rosana quer exclusividade para interpretar ra Luna, e a via j¨¢ estava cotada para esse papel. N?o ¨¦ um conflito?¡± ¡°Bem, talvez possamos chamar as duas para discutir a situa??o, e ver se a Rosana, essa grande divindade, est¨¢ disposta a ceder.¡±
No dia seguinte, via recebeu uma mensagem de Bianca, convidando¨Ca para discutir o contrato na empresa Ascens?o M¨ªstica. ainda estava hesitante; Thales havia a alertado no dia anterior, e temia que ele pudesse criar problemas para Bianca. Depois de muito pensar, via finalmente respondeu: [Bianca, eu n?o vou.]
Em menos de dois minutos, Bianca enviou uma mensagem de voz de uns segundos.
¡°Por que n?o? Foi aquele Thales que disse algo para voc¨º? O que ele tem a ver isso? Voc¨º n?o est¨¢ pegando dinheiro dele, voc¨º ganha o seu por m¨¦rito pr¨®prio. Pense no beb¨º que est¨¢ esperando, voc¨º quer se divorciar dele?¡±
¡°Pense bem e depois me responda. Se voc¨º n?o quiser se separar dele, eu mesmo recusarei o Gerente Martins agora mesmo.¡±
Ao ouvir as ¨²ltimas pvras de Bianca, cheias de irrita??o, o cora??o de via se apertou; parecia que Bianca tamb¨¦m estava zangada.
mordeu o l¨¢bio, dividida.
via n?o queria perder a amizade de Bianca, mas tamb¨¦m temia que Thales pudesse prejudic¨¢.This belongs ? N?velDra/ma.Org.
Segurando o celr for?a, hesitou por um momento antes de responder: Bianca, ele n?o quer que eu te veja.
via queria explicar, mas a rea??o de Bianca foi ainda mais enfurecedora.
A resposta d veio carregada de f¨²ria: ¡°Quem ele pensa que ¨¦? Ele n?o tem o direito de impedir nosso encontro. Voc¨º acha que eu tenho medo dele? Vivi, vou ser direta, se voc¨º quer cortar r??esigo por causa dele, ent?o ¨¦ isso.¡±
via entrou em panico, apressando¨Cse em responder, mas v¨¢rias mensagens foram enviadas, mas nenhuma foi respondida¡
se levantou em panico e correu para fora da mans?o, chamando um carro online.
via chegou ao caf¨¦ de carro e foi direto para o est¨²dio no segundo andar.
Ao abrir a porta, Bianca estava l¨¢,o esperado.
Ao puvir a porta se abrir, Bianca se virou e viu via, ofegante e vestida em pijamas, parada na porta. Bianca se surpreendeu por um momento.
rgou o pincel e caminhou at¨¦ via, n?o conseguindo evitar um sorriso, ¡°Como voc¨º veio assim?¡±
via ainda estava tentando recuperar o f?lego, o peito subindo e descendo rapidamente, o rosto vermelhoo se estivesse prestes a chorar, n?o, talvez j¨¢ tivesse chorado no caminho.
via levantou a m?o, gestualizando: n?o quero perder a nossa amizade.
CapÃtulo 23
Cap¨ªtulo 23
O somso nosbios de Bianca desvaneceu¨Cse levemente, abriu a boca e imediatamente segurou a m?o de via, ¡°Desculpa, eu s¨® quer¨ªa que voc¨º viesse, n?o era minha inten??o realmente te excluir.¡±
J¨¢ que voc¨º veio, isso significa que eu sou mais importante que aquele cachorro de homem, certo?¡±
viaprimiu os l¨¢bios, olhando para Bianca um olhar suplicante.
¡°Est¨¢ bem.¡± Bianca pegou o celr e adicionou de volta, em seguida perguntou: ¡°E ent?o, voc¨º ainda vai para o Ascens?o Mistica?¡±
via acenou a cabe?a sem hesitar.
¡°Isso mesmo. Mas voc¨º n?o pode ir vestida assim, espera ai, vou pegar uma roupa para voc¨º.¡±
Bianca trouxe uma roupa para , todas as pe?as de Bianca eram casuais e ficavam um pouco desajustadas em via, mas n?o era um grande problema, afinal via
tamb¨¦m era alta.
Rapidamente, Bianca levou¨Ca at¨¦ o Ascens?o Mistica.
Ap¨®s explicarem o prop¨®sito da visita na recep??o, foram direto para o departamento de publicidade.
Elton recebeu¨Cas calorosamente, mas ao entrar, viram Rosana sentada l¨¢.
De repente, a atmosfera tornou¨Cse um tanto tensa.
Rosana, rxada em sua cadeira, brincava suas unhas rec¨¦m¨Cfeitas, ¡°Gerente Martins, ent?o essa ¨¨ a pessoa que voc¨º disse que iria desempenhar ra Luna?¡±
¡°Sim, sim, Srta. Coelho, veja, voc¨º e a Srta. Lopes t¨ºm estilos diferentes, se voc¨º se fantasiar de Sofia da Luz, o efeito pode ser ainda melhor.¡±
Rosana sorriu friamente: ¡°Mas e se eu quiser ser ra Luna?¡±
¡°Isso¡¡±
Todos os produtores pareciam um pouco constrangidos, se insistisse em se fantasiar de ra Luna, ent?o n?o haveria necessidade de via se fantasiar de outra
personagem.
Bianca franzia a testa, virou¨Cse para Elton, ¡°Gerente Martins, o que est¨¢ acontecendo?¡±
Elton se aproximou d, sussurrando: ¡° est¨¢ no Topo da Lista de Nobres do Servidor Inteiro, e foi o pr¨®prio Presidente Duarte que a convidou.¡±
Ao ouvir isso, Bianca n?o p?de deixar de rir, deliberadamente elevou o tom de voz ¡°Ah, ent?o ¨¦ melhor contribuidora? Ent?o, Presidente Duarte ¨¦ realmente generoso, seria bom se ele fosse assim t?o generoso a pr¨®pria esposa¡±
Ao dizer isso, um murmurio se espalhou pelo escrit¨®rio, e o rosto de Rosana tamb¨¦m mudou, se levantou abruptamente, furiosa olhando para Bianca.
via discretamente puxou a manga de Bianca, sinalizando para n?o provocar, a ferida na cabe?a de via ainda n?o tinha cicatrizado.This belongs ? N?velDra/ma.Org.
Algu¨¦m coch¨ªchou: ¡°Presidente Duarte ¨¦ casado?¡±
¡°N?o sei, pelo jeito d, a esposa do Presidente Duarte n?o ¨¦ essa Srta. Coelho?¡±
¡°Quem sabe, essas pessoas do c¨ªrculo, quem n?o tem alguns casos por fora?¡±
Ouvindo essesent¨¢rios, Rosana ficou enfurecida, at¨¦ podendo ver o desprezo nos olhares das pessoas.
respirou fundo para acalmar sua raiva e sentou¨Cse novamente, ¡°Gerente Martins, minha inten??o ¨¦ ra, eu quero interpretar ra Luna, converse o Presidente Duarte se voc¨º tem alguma obje??o.¡±
Elton parecia embara?ado, olhou para Rosana e depois para Bianca, ¡°Srta. Tavares, o que voc¨º acha disso¡¡±
via puxou a m?o de Bianca, gestdo: vamos embora.
¡°Voltar para fazer o qu¨º?¡± Bianca resmungou friamente. Se fosse outra pessoa, poderia ter cedido, mas justamente por ser Rosana, se recusava a ceder. ¡°Quanto gastou no jogo de voc¨ºs?¡± Bianca perguntou.
Presidente Duarte respondeu sem jeito: ¡°Mais de dois milh?es.¡±
Bianca ergueu o queixo e disse: ¡°Eu dou a voc¨ºs tr¨ºs milh?es, essa personagem tem de ser de via!¡±
via tamb¨¦m ficou surpresa, estava ali para ganhar dinheiro, n?o para gastar.
A inten??o de Bianca era ra, o dinheiro poderia n?o ser ganho, mas essa afronta definitivamente n?o poderia ser tolerada.
CapÃtulo 24
Cap¨ªtulo 24
¡°Senhorita Tavares, por que a necessidade disso¡
Elton tamb¨¦m n?o era bobo, Bianca conhecia Rosana, e tamb¨¦m conhecia o Presidente Duarte, o que indicava que sua posi??o social provavelmente tamb¨¦m era elevada, e os tr¨ºs milh?es realmente poderiam ser vi¨¢veis para .
Bianca tamb¨¦m puxou via para sentar, cruzou as pernas e disse: ¡°Voc¨ºs decidam, se tr¨ºs milh?es n?o forem suficientes, eu posso adicionar mais.¡±
Foi a primeira vez que Elton sentiu dor de cabe?a porque algu¨¦m estava oferecendo dinheiro.
Rosana tamb¨¦m disse: ¡°Otimo, da quanto eu dou o mesmo, fndoo se s¨® voc¨º tivesse dinheiro.¡±
Bianca a olhou desprezo, ¡°Voc¨º tem dinheiro, mas esse dinheiro ¨¦ seu?¡±
E o seu dinheiro ¨¦ seu de verdade?¡±
Bianca respondeu: ¡°Pelo menos ¨¦ da familia Tavares, mesmo que eu n?o fa?a nada, eu tenho minha parte. E voc¨º?¡±
¡°Voc¨º¡¡±
Elton rapidamente levantou a m?o para impedir a discuss?o entre as duas, ¡°Senhoras, por favor, sem brigas. Assim, vou ligar para o Presidente Duarte.¡±
¡°Fa?a isso, coloque no viva¨Cvoz, queremos ouvir!¡± Bianca tamb¨¦m estava irritada, queria ver se esse Thales realmente favorecer¨ªa Rosana.
Elton rapidamente pegou seu celr, ele n?o tinha o n¨²mero de Thales, s¨® podia ligar para o assistente de Thales.
Depois que a chamada foi conectada, Elton explicou brevemente a situa??o.
Ao ouvir o nome de via, o assistente percebeu que n?o poderia resolver o problema sozinho, e teria que rtar a Thales. ¡°Presidente Duarte, basicamente ¨¦ isso, a Senhora e a Senhorita Rosana Coelho est?o disputando o mesmo papel, o que acha¡¡±
Thales olhou para os documentos, sem levantar a cabe?a, ¡°D¨º para Rosana.¡±
¡°Ah.?¡±
Thales levantou os olhos,n?ando um olhar ao assistente, ¡°N?o ouviu direito?¡±
¡°Mas a Senhora¡¡±
Thales escureceu a express?o e interrompeu o assistente diretamente, ¡°Eu disse, d¨º para Rosana, n?o entendeu?¡±
O assistente rapidamente baixou a cabe?a, ¡°Entendido, vou cuidar disso imediatamente.¡±
Depois de receber a chamada, o Elton olhou para Bianca dificuldade, ¡°Senhorita Tavares, o Presidente Duarte j¨¢ respondeu.¡±
Bianca percebeu pelo seu tom, ¡°¨¦ para aqu mulher, n¨¦? Gerente Martins, voc¨º d¨¢ tanto cr¨¦dito para Thales, e a fam¨ªlia Tavares n?o merece o mesmo respeito?¡±
¡°Eu¡¡±
Elton estava quase chorando, realmente se arrependeu, se soubesse que seria assim, n?o teria aceitado essa proposta absurda, o deixando agora em uma situa??oplicada, onde escolher seria um problema.
via baixou a cabe?a, um resultado esperado.
ainda podia sentir o olhar triunfante e zombeteiro de Rosana sendo direcionado a .
Thales n?o a apoiava, que capital tinha parapetir Rosana?
queria ir embora, mas Bianca n?o permitia, parecendo determinada a n?o deixar o papel ser decidido hoje, e Rosana tamb¨¦m estava na mesma posi??o.
Elton e eles discutiram por muito tempo, ainda sem chegar a uma conclus?o, e no final, s¨® puderam rtar a situa??o para os superiores.
No entanto, os superiores tamb¨¦m n?o se envolveram, dizendo que eles que se ev¨ªrassem, e o conselho deles foi que, de qualquer forma, algu¨¦m ser¨ªa ofendido, ent?o eles deveriam pesar qualdo seria menos prejudicial se ofendido.
Na verdade, o resultado j¨¢ estava ro, Bianca, de longe, n?o erapar¨¢vel a Thales.
Thales j¨¢ tinha dado sua pvra, enquanto Bianca s¨® podia representar a si mesma, e n?o toda a fam¨ªlia Tavares.
Ap¨®s ponderar pr¨®s e contras, o Elton s¨® pode recusar Bianca e via pesar.
¡°Senhorita Tavares, , mas decidimos escolher a Senhorita Coelhoo a porta¨Cvoz desta campanha ap¨®s nossa discuss?o unanime.
Cap¨ªtulo 24This belongs ? N?velDra/ma.Org.
nca, num impeto, bateu na mesa e levantou¨Cse. ¡°O que voc¨ºs est?o insinuando? O que o Thales pensa que est¨¢ fazendo?! ¨¦ assim que ele trata a pr¨®pria esposa?¡±
¡°Esposa? Ah¡? Quem, quem ¨¦¡?¡± Elton estremeceu,n?ando um olhar inconsciente para via, temendo que fosse o que ele estava pensando.
CapÃtulo 25
Cap¨ªtulo 25
Bianca nu ironicamente e fixou o olhar no Elton, dizendo: ¡°Gerente Martins, por acaso, o senhor acredita que eu estou aqui por capricho, disputando a Rosana por uma propaganda insignificante?¡±
O Presidente Duarte sentiu um suor frio escorrer p testa, finalmentepreendendo que a quest?o n?o era apenas sobre disputar um papel, mas sim uma quest?o de orgulho!
O olhar das pessoas sobre a Rosana mudou novamente,n?ando olhares indescritiveis que quase a fizeram explodir de raiva.
se levantou bruscamente e, apontando para Bianca, exmou furiosamente: ¡°Bianca, voc¨º est¨¢ doente? via ¨¦ sua m?e? Por que voc¨º a defende tanto? O que voc¨º ganha me atacando?¡±
¡°Eu fa?o o que me agrada! At¨¦ o marido d n?o a defende, se eu n?o ajud¨¢, quem vai? Voc¨º acha que todo mundo ¨¦o voc¨º, que n?o pode ver um homem sem perder apostura, seduzindo maridos alheios e se gabando na frente da leg¨ªtima,o se n?o tivesse vergonha. Nossa Vivi n?o tem a cara de pau que voc¨º tem.¡±
¡°Bianca!!¡± Rosana, incapaz de conter sua raiva, avan?ou contra Bianca.
Por sorte, as pessoas ao redor conseguiram separ¨¢s a tempo.
O Presidente Duarte chegou!¡± Algu¨¦m gritou.
Por um momento, o escrit¨®rio ficou em sil¨ºncio, todos se viraram para olhar para a porta, onde viram Thales, vestido elegantemente, parado ¨¤ entrada, as m?os nos bolsos, observando a cena indiferen?a.
Seu olhar percorreu o escrit¨®rio, passando de Rosana para Bianca, e finalmente pousando no rosto de via.
No momento em que via encontrou seu olhar, baixou a cabe?a, nervosa.
Rosana, vendo¨Coo um salvador, arrastou seu p¨¦ machucado em sua dire??o.
¡°Thales, finalmente voc¨º chegou, essa Bianca vive me atormentando!!¡±
Bianca, vendo sua atitude desesperada, sentiu nojo, ¡°Melhor guardar essa sua irrita??o para si, em vez de passar vergonha.¡±
Elton, recuperando¨Cse do choque, apressou¨Cse em fazer um gesto convidativo, ¡°Presidente Duarte,o veio parar aqui? Por favor, entre.¡±
Thales levantou a m?o, recusando o convite, e perguntou, ¡°Ent?o, ainda n?o decidiram?¡±
*Isso mesmo, a Srta. Tavares se recusa a ceder¡¡±
Thalesn?ou um olhar para o Elton, ¡°Voc¨ºs est?o fazendo um bom trabalho no jogo, vou investir vinte milh?es. Se a fam¨ªlia Tavares tamb¨¦m estiver interessada, pe?a ao S¨¦rgio para me procurar.¡±
Quando disse a segunda parte, seu olhar estava fixo em Bianca, ramente dirigindo¨Cse a tamb¨¦m.
Elton: ¡°.
¡°Thales, o que voc¨º quer dizer isso?¡±
Thales a olhou friamente, ¡°¨¦ simples, Bianca, voc¨º ainda n?o est¨¢ ¨¤ altura de discutirigo.¡±
¡°Voc¨º¡¡± Bianca ficou sem pvras, em seguida, riu sarcasticamente, ¡°Thales, sua esposa ainda est¨¢ aqui. Se voc¨º n?o se importa , deveria simplesmente se divorciar, em vez de enojar.¡±
O olhar de Thales escureceu, e sua voz esfriou, ¡°Quem ¨¦ voc¨º para ?¡±
¡°N?o importa quem eu seja, de qualquer forma, sou melhor do que um enfeiteo voc¨º! Pelo menos eu n?o a deixo ser humilhada na frente dos outros!¡±
Thales sorriu friamente, ¡°A educa??o da fam¨ªlia Tavares ensina a se intrometer nos assuntos de outras fam¨ªlias? Se voc¨º n?o quer que sofra, n?o a ter¨ªa trazido aqu¨ª. O que voc¨º acha que isso vai mudar?¡±
Bianca ficou sem resposta, sabendo bem a atitude de Thales para via, mas ainda assim insistiu wm tentar defend¨º, resultando no inevit¨¢vel ¨C via se tornou motivo de chacota para todos.
Embora Thales tenha contribu¨ªdo para essa situa??o, ao insistir nisso, sabendo o resultado, Bianca tamb¨¦m tinha grande parte da culpa.
¡°Certo, eu superestimei o lugar d no seu cora??o, a culpa ¨¦ minha.¡±
Depois que Bianca disse isso, S¨¦rgio tamb¨¦m chegou.N?velDrama.Org owns ? this.
S¨¦rgio chegou ofegante,o se tivesse corrido at¨¦ ali, entrou no escrit¨®rio e foi diretamente at¨¦ nca.
¡°Bianca, voc¨º est¨¢ fazendo besteira de novo, voltaigo!¡± S¨¦rgio segurou sua m?o, mas n?o conseguiu pux¨¢.
CapÃtulo 26
Cap¨ªtulo 26
Bianca prendeu a respira??o, mas n?o tinha para onde desabafar.
¡°via, venha aqui.¡± Thales de repente chamou.
Bianca virou a cabe?a para olhar para via,n?ando¨Clhe um olhar fulminante, ¡°N?o v¨¢.¡±
via ficou parada ali, p¨¦rdida e desamparada, viu o frio nos olhos de Thales e lentamentee?ou a andar.
Mas Bianca a agarrou de repente, ¡°J¨¢ que as coisas chegaram a este ponto, por que voc¨º ainda iria l¨¢? Hoje, Thales tem que tomar uma posi??o, ou se divorcia ou termina aqu mulher. Com tantas pessoas olhando, voc¨º n?o pode ter um pouco de dignidade?¡±
via mordeu o l¨¢bio, olhando para Thales.
Thales estava uma express?o grave, sem dizer uma pvra, apenas olhando fixamente para .
S¨¦rgio tamb¨¦m estavae?ando a ficar irritado, ele repreendeu em voz baixa: ¡°Bianca, voc¨º pode parar isso? Isso ¨¦ problema deles, o que tem a ver voc¨º?¡±
¡°via ¨¦ minha amiga, o problema d ¨¦ meu! Eu vou me meter at¨¦ o fim, eles t¨ºm que se divorciar hoje¡¡±
¡°Chega!¡±
¡°ft-¡±
Um tapa soou alto no escrit¨®rio, silenciando todo o ambiente.
S¨¦rgio usou toda sua for?a naquele tapa, deixando uma marca vis¨ªvel na face de Bianca.
olhou para S¨¦rgio incr¨¦d, cujos olhos tamb¨¦m demonstravam raiva pulsante, misturada uma sutileza de culpa eplexidade.
via tamb¨¦m olhava fixamente para Bianca, e ap¨®s um momento, se libertou do aperto de Bianca.
Bianca n?o falou mais nada, apenas olhou para as costas de via.
via caminhou em dire??o ¨¤ porta, chegando diante de Thales, levantou o olhar para ele e depois para Rosana, aodo dele.
Rosana abra?ava Thales for?a,o se temesse que ele fugisse.
via for?ou um sorriso, eles eram o par perfeito, era a sobra.
Depois, via passou pelos dois, sem olhar para tr¨¢s.
S¨¦rgio puxou Bianca para sair, passando por Thales, Bianca disse um sorriso frio, ¡°Thales, espero que voc¨º n?o se arrependa no futuro.¡±
A chuva ainda ca¨ªa l¨¢ fora, uma chuva fina,o n¨¦voa flutuando sobre a cidade.
Rosana seguia Thales, sem ousar dizer uma pvra, podia sentir, Thales estava muito irritado.
Chegando ao estacionamento, Thales de repente parou, ¡°Volte sozinha.¡±
¡°Voc¨º n?o vai me levar?¡± Rosana tentou segurar sua m?o, ¡°Vamos para minha casa, eu cozinho para voc¨º.¡±
¡°Eu tenho coisas a fazer, volta sozinha.¡± Disse ele, retirando a m?o e entrando no seu carro.
via saiu da Ascens?o M¨ªstica e pegou um ?nibus na rua.Property ? N?velDrama.Org.
n?o sabia para onde aquele ?nibus ia, assimo sua vida, sem dire??o.
via tocou sua barriga suavemente, olhando p jan para as imagens turvas l¨¢ fora, seu olhar distante.
N?o importa qu?o longe o ?nibus v¨¢, ele sempre chegar¨¢ ao seu destino final.
O motorista olhou para v¨¢rias vezes, a si, agradecendo ao motorista um aceno de cabe?a, e ent?o desceu do ?nibus.
estava em um bairro antigo, os pr¨¦dios n?o eram altos, apenas oito ou nove andares, muitas pessoas corriam para l¨¢ e para c¨¢ seus guarda¨Cchuvas.
Seu cabelo estava cheio de gotas de chuva, caminhou por um bom tempo, parando em frente a uma casa de massas.
Era um pouco mais de quatro d¨¢ tarde, e n?o havia muitas pessoas na loja. O dono, vendo¨Ca em p¨¦ l¨¢ fora em estadoment¨¢vel, chamou¨Ca para entrar.
via gesticulou, indicando que n?o entraria.
13:04
Capitulo 26
Mas o dono pensou que n?o tinha dinheiro, epaix?o disse: ¡°Entre, n?o vou cobrar de voc¨º
Uma tig de sopa de came quente foi colocada ¨¤ sua frente, olhou para o sorriso bondoso do dono, seus l¨¢bios se moveram e, finalmente, as l¨¢grimase?aram a cait.
Estranho que nunca conheceu podia lhe oferecer calor, enquanto a pessoa mais pr¨®xima a feria
CapÃtulo 27
Cap¨ªtulo 27
O dono suspiroupaix?o e levou o prato em dire??o a , ¡°Coma logo.¡±
via enxugou as l¨¢grimas e esbo?ou um sorriso.
e?ou a encher a boca, vorazmente.
Para o patr?o, parecia que n?oia h¨¢ dias.
Enquanto enchia a boca, as l¨¢grimas ca¨ªam sem controle, gotas grandes que ca¨ªam na tig e se misturavam ao sopa que consumia.
Os donos do estabelecimento eram um casal de meia¨Cidade, por volta dos quarenta anos, que tinham perdido um filho em um acidente de carro quando eram mais jovens.N?velDrama.Org owns ? this.
Eles mantiveram o restaurante aberto, procurando ajudar aqueles que n?o podiam pagar pida,o uma forma de acumr boas a??es p alma do filho falecido.
via passou a tarde inteira l¨¢, e n?o saiu mesmo depois de escurecer.
A dona do restaurante estava preocupada e consultou seu marido, ¡°Essa menina parece t?o desamparada, ser¨¢ que n?o tem para onde ir?¡±
¡° n?o f, deve ter vindo para c? em busca de trabalho.¡±
Quando a noite chegou e quase todos os clientes j¨¢ haviam partido, a dona se aproximou de via, ¡°Mo?a, onde ¨¦ a sua casa?¡±
via bn?ou a cabe?a.
n?o tinha umr; desde os cinco anos de idade, j¨¢ n?o tinha mais uma fam¨ªlia.
A dona suspirou, ¡°Se voc¨º n?o tem para onde ir, pode ficar aqui conosco para ajudar no restaurante. Temos um quartinho nos fundos onde voc¨º pode dormir. Durante o dia, voc¨º pode nos ajudarvando pratos e limpando o lugar.¡±
via ficou surpresa, olhando para a dona do restaurante.
A dona sorriu, ¡°Mas ¨¦ bom avisar que nosso restaurante n?o d¨¢ muito lucro, ent?o n?o podemos te pagar um sal¨¢rio.¡±
via assentiu e aceitou a oferta, fazendo um gesto de agradecimento, mesmo que a dona n?o pudessepreenderpletamente.
A dona olhou para via um olhar distante,o se pudesse ver algo mais longe atrav¨¦s d, ¡°Se minha filha ainda estivesse viva, provavelmente teria a sua idade.¡±
via baixou os olhos, sem dizer nada.
A dona arrumou o quartinho nos fundos, onde havia uma cama de ferro que eles usavam ¨¤s vezes quando o trabalho se estendia at¨¦
tarde.
via passou a noite naquele pequeno espa?o. Embora n?o fosse t?o luxuoso quanto a grande mans?o de Thales, sentia uma estranha sensa??o de paz.
tocou sua barriga, pensando que, poderia ficar ali, esperando o beb¨º nascer se Thales n?o a procurasse.
Quando Thales chegou em casa ¨¤ noite, estava vazia na mans?o.
Ele olhou para o rel¨®gio de pulso, quase meia¨Cnoite, e via ainda n?o havia voltado.
Thales foi ¨¤ cozinha, depois ao quarto no andar de cima, mas n?o encontrou.
A medida que procurava, sua express?o escurecia a cada porta que abria.
Por fim, ele foi ao closet e viu que as roupas de via ainda estavam l¨¢, o que
Thales voltou para a s de estar e pegou o celr para ligar para seu assistente, ¡°Veja onde via est¨¢.*
¡°A senhora desapareceu?¡±
fez rxar um pouco.
Thales acendeu um cigarro, dando uma tragada profunda, n?o se sabia se estava irritado ou sorrindo, ¡°Est¨¢ ficando esperta.¡±
O assistente, percebendo o tom de seu chefe, apressou¨Cse em concordar e desligou o telefone.
N?o foi dif¨ªcil encontr¨¢. Bastou verificar as cameras de seguran?a dodo de fora da Ascens?o M¨ªstica para ver onde tinha ido.
desceu do ?nibus na esta??o final e foi para o centro antigo, via estava l¨¢.
O assistente observava sua express?o enquanto fixava os olhos na t doputador, sem mostrar emo??o.
Tentando sondar, o assistente perguntou, ¡°Preciso trazer a senhora de volta?¡±
¡°N?o, congele todos os cart?es d,¡± disse Thal
Cap¨ªtulo 27
O dono suspiroupaix?o e levou o prato em dire??o a , ¡°Coma logo.¡±
via enxugou as l¨¢grimas e esbo?ou um sorriso.
e?ou a encher a boca, vorazmente.
Para o patr?o, parecia que n?oia h¨¢ dias.
Enquanto enchia a boca, as l¨¢grimas ca¨ªam sem controle, gotas grandes que ca¨ªam na tig e se misturavam ao sopa que consumia.
Os donos do estabelecimento eram um casal de meia¨Cidade, por volta dos quarenta anos, que tinham perdido um filho em um acidente de carro quando eram mais jovens.
Eles mantiveram o restaurante aberto, procurando ajudar aqueles que n?o podiam pagar pida,o uma forma de acumr boas a??es p alma do filho falecido.
via passou a tarde inteira l¨¢, e n?o saiu mesmo depois de escurecer.
A dona do restaurante estava preocupada e consultou seu marido, ¡°Essa menina parece t?o desamparada, ser¨¢ que n?o tem para onde ir?¡±
¡° n?o f, deve ter vindo para c? em busca de trabalho.¡±
Quando a noite chegou e quase todos os clientes j¨¢ haviam partido, a dona se aproximou de via, ¡°Mo?a, onde ¨¦ a sua casa?¡±
via bn?ou a cabe?a.
n?o tinha umr; desde os cinco anos de idade, j¨¢ n?o tinha mais uma fam¨ªlia.
A dona suspirou, ¡°Se voc¨º n?o tem para onde ir, pode ficar aqui conosco para ajudar no restaurante. Temos um quartinho nos fundos onde voc¨º pode dormir. Durante o dia, voc¨º pode nos ajudarvando pratos e limpando o lugar.¡±
via ficou surpresa, olhando para a dona do restaurante.
A dona sorriu, ¡°Mas ¨¦ bom avisar que nosso restaurante n?o d¨¢ muito lucro, ent?o n?o podemos te pagar um sal¨¢rio.¡±
via assentiu e aceitou a oferta, fazendo um gesto de agradecimento, mesmo que a dona n?o pudessepreenderpletamente.
A dona olhou para via um olhar distante,o se pudesse ver algo mais longe atrav¨¦s d, ¡°Se minha filha ainda estivesse viva, provavelmente teria a sua idade.¡±
via baixou os olhos, sem dizer nada.
A dona arrumou o quartinho nos fundos, onde havia uma cama de ferro que eles usavam ¨¤s vezes quando o trabalho se estendia at¨¦
tarde.
via passou a noite naquele pequeno espa?o. Embora n?o fosse t?o luxuoso quanto a grande mans?o de Thales, sentia uma estranha sensa??o de paz.
tocou sua barriga, pensando que, poderia ficar ali, esperando o beb¨º nascer se Thales n?o a procurasse.
Quando Thales chegou em casa ¨¤ noite, estava vazia na mans?o.
Ele olhou para o rel¨®gio de pulso, quase meia¨Cnoite, e via ainda n?o havia voltado.
Thales foi ¨¤ cozinha, depois ao quarto no andar de cima, mas n?o encontrou.
A medida que procurava, sua express?o escurecia a cada porta que abria.
Por fim, ele foi ao closet e viu que as roupas de via ainda estavam l¨¢, o que
Thales voltou para a s de estar e pegou o celr para ligar para seu assistente, ¡°Veja onde via est¨¢.*
¡°A senhora desapareceu?¡±
fez rxar um pouco.
Thales acendeu um cigarro, dando uma tragada profunda, n?o se sabia se estava irritado ou sorrindo, ¡°Est¨¢ ficando esperta.¡±
O assistente, percebendo o tom de seu chefe, apressou¨Cse em concordar e desligou o telefone.
N?o foi dif¨ªcil encontr¨¢. Bastou verificar as cameras de seguran?a dodo de fora da Ascens?o M¨ªstica para ver onde tinha ido.
desceu do ?nibus na esta??o final e foi para o centro antigo, via estava l¨¢.
O assistente observava sua express?o enquanto fixava os olhos na t doputador, sem mostrar emo??o.
Tentando sondar, o assistente perguntou, ¡°Preciso trazer a senhora de volta?¡±
¡°N?o, congele todos os cart?es d,¡± disse Thales desligando a monitora??o, um sorriso frio nos l¨¢bios, ¡° volta por conta
Cap¨ªtulo 27
pr¨®pria depois de sofrer um pouco¡±
No entanto, as coisas n?o pareciam estar indo t?o bem quanto ele esperava.
O neg¨®cio do restaurante n?o era nern ruim nem bom; costumava ficar movimentado depois do trabalho, maso asidas eram vendidas a um pre?o baixo, o lucro di¨¢rio n?o era muito.
s desligando a monitora??o, um sorriso frio nos l¨¢bios, ¡° volta por conta
Cap¨ªtulo 27
pr¨®pria depois de sofrer um pouco¡±
No entanto, as coisas n?o pareciam estar indo t?o bem quanto ele esperava.
O neg¨®cio do restaurante n?o era nern ruim nem bom; costumava ficar movimentado depois do trabalho, maso asidas eram vendidas a um pre?o baixo, o lucro di¨¢rio n?o era muito.
CapÃtulo 28
Cap¨ªtulo 28
via era muito diligente, al¨¦m devar lou?as, quando os clientesm embora, tomava a iniciativa de arrumar as mesas.
O casal de propriet¨¢rios via o seu esfor?o e se sentia reconfortado, at¨¦ eles mesmo pensavam que n?o pagar sal¨¢rio seria um exagero. via n?o agiuo Thales pensou, de n?o aguentar o tranco e correr de volta. Pelo contr¨¢rio, gostava muito dali.
Os donos tratavam¨Cna muito bem,i Thales.
juntos, iam fazerpras juntos, e estava muito feliz, mais feliz do que quando estava
quase chegou a pensar que tinha encontrado umr de verdade.
A dona ensinou¨Ca a cozinhar macarr?o e a preparar pratos, mas via j¨¢ sabia fazer tudo isso.
Thales era muito exigente aida, e se algo n?o estava ao seu gosto, ele percebia. Depois de casados, praticava suas habilidades culin¨¢rias todos os dias.
aperfei?oou suas habilidades para se adequar a todos os gostos dele.
Assim, os pratos que via preparava deixavam a dona do estabelecimento impressionada, ¡°via, voc¨º j¨¢ tinha aprendido antes?¡± via sorriu e acenou a cabe?a.
¡°Que bom, parece que te fazervar pratos ¨¦ um desperd¨ªcio. Que tal ser a cozinheira?¡±
via acenou negativamente as m?os, o cheiro da fuma?a do ¨®leo a fazia querer vomitar, e temia que um dia acabasse vomitando na pan.
O dono ainda queria dizer algo, mas via sentiu seu est?mago revirar e correu para o canto perto do lixo para vomitar.
Depois de um tempo, s¨® conseguiu vomitar um pouco de ¨¢cido.
Ao ver isso, a dona se aproximou e deu¨Clhe tapinhas nas costas, ¡°O que aconteceu? Voc¨º est¨¢ se sentindo mal?¡±
via se recuperou um pouco, levantou¨Cse, limpou o canto da boca e tocou sua barriga para indicar que estava gr¨¢vida.
A express?o da dona era de total surpresa, ¡°Voc¨º est¨¢ gr¨¢vida? E o seu marido?¡±
via mordeu o l¨¢bio e digitou em seu celr ¨C ele nos abandonou.This belongs ? N?velDra/ma.Org.
via sentiu que n?o estava errada; tinha ido embora h¨¢ alguns dias e Thales n?o tinha sequer mandado uma mensagem, talvez ele nem tivesse voltado para a mans?o.
partiu, e ele provavelmente estava aliviado.
Dessa forma, ele n?o traiu a promessa feita ao seu av? e poderia ficar Rosana sem preocupa??es.
Era algo esperado, mas ainda assim, era dif¨ªcil n?o sentir um peso no cora??o.
Ao ver a mensagem, a dona ficou um pouco irritada, ¡°Que tipo de homem ¨¦ esse! T?o irrespons¨¢vel, te deixando desse jeito,o voc¨º vai viver?¡±
via baixou os olhos, a si mesma e ao beb¨º depois que o beb¨º nascer.¡±
As pvras da dona acenderam uma esperan?a em via, que levantou a cabe?a, olhando¨Ca olhos brilhantes e um sorriso, acenando a cabe?a.
via j¨¢ estava nejando seu futuro, mas meio m¨ºs depois, Thales apareceu naqu loja decadente.
Ele viu via agachadavando pratos, vestida uma velha camis cinza, um avental amarrado e as mangas arrega?adas, revndo seus bra?os finos e brancos.
estava de costas para ele, e turva.
A dona, carregando um prato de macarr?o, viu um homem de apar¨ºncia distinta parado na porta e ficou surpresa.
¡°Por quem voc¨º est¨¢ procurando?¡±
Neste mundo, h¨¢ diferen?as ras entre as pessoas, e algumas, apenas por estarem ali, mostram que n?o pertencem ¨¤quele lugar. Thales permaneceu em sil¨ºncio, observando atentamente a figura ocupada.
Mas foi via quem ouviu a voz e virou a cabe?a para olhar.
CapÃtulo 29
Cap¨ªtulo 29
Uma figura esguia estava parada na porta, ele contra a luz, tornando imposs¨ªvel ver seu rosto.
via apertou inconscientemente o prato em suas m?os.
n?o sabia por que ele havia vindo de repente, ele n?o deveria estar desfrutando de um tempo a s¨®s Rosana?
¡°J¨¢ se divertiu o suficiente?¡± Ele falou, sua voz soavao de costume.
havia desaparecido por quase meio m¨ºs, aos olhos dele, estava apenas se divertindo.
A dona do estabelecimento ficou at?nita, o olhar vagando entre os dois.
*Quem ¨¦ voc¨º para a via?¡± A propriet¨¢ria perguntou instintivamente.
¡°Sou o marido d.¡±
A mulher abriu a boca em choque, isso era diferente do que imaginava; pensava que o marido da via era o tipo de homem¡ pregui?oso e desleixado.
Ou aquele que ¨¦ todo cheio de si,andando a torto e a direito.
De todas as possibilidades, jamais imaginou que seria um homem jovem, atraente, uma presen?a t?o imponente.
¡°via disse que voc¨º n?o a queria mais, o que voc¨º veio fazer aqui?¡±
Thales inclinou levemente a cabe?a, olhando para a propriet¨¢ria, ¡° disse isso a voc¨º?¡±
A mulher hesitou, incerta deo responder, parecia que as coisas n?o eramo pensava.
¡°Isso¡¡±
O canto da boca de Thales se curvou levemente em um sorriso amig¨¢vel, ¡° estava chateadaigo e saiu de casa, sinto muito pelo inc?modo.¡±
¡°Ah, entendi.¡± A mulher sorriu timidamente, aliviada, ¡°Que bom, ent?o. Eu estava realmente preocupada que n?o pudesse gra¡¡±
n?o terminou a frase quando, de repente, o prato na m?o de via caiu no ch?o, quebrando¨Cse em peda?os.
via se aproximou rapidamente da mulher, gestdo: Desculpe, n?o fui de prop¨®sito.
Na verdade, foi de prop¨®sito; se n?o quebrasse o prato, a mulher acabaria revndo que estava gr¨¢vida.
A mulher n?o conseguiu entender o que estava tentando dizer, apenas sorriu constrangida: ¡°N?o tem problema, eu limpo depois. J¨¢ que seu marido veio busc¨¢, ¨¦ melhor voc¨ºs irem.¡±
olhou para Thales, que segurou a m?o de via, levando¨Ca para fora do estabelecimento.
Durante todo o caminho, nenhum dos dois falou, Thales dirigia, levando¨Ca de volta ¨¤ mans?o.
Os momentos felizes sempre s?o curtos, e estava de volta ¨¤qu mans?o fria e isda, um contraste total a pequena casa de macarr?o, cheia de solid?o e frieza.
Thales manteve uma express?o s¨¦ria durante todo o caminho, e ao chegarem ¨¤ mans?o, ele subitamente agarrou o queixo de via, envolvido por uma aura fria e amea?adora.
¡°via, voc¨º aprendeu a ser independente, hein? Aprendeu a sair de casa?¡±
A for?a em seus dedos era intensa,o se ele estivesse despejando toda sua raiva ali, fazendo que o queixo de via doesse terr¨ªvelrnente.
olhou dificilmente para o homem, cujos olhos fervilhavam uma tempestade ramente vis¨ªvel.
via apertou os dedos, encarando¨Co por um momento, levantou a m?o para gesticr, mas foi jogada no sof¨¢ antes que pudesse fazer qualquer gesto.
Tudo girou ao seu redor, e quando ele se aproximou, prendendo sua m?o, perguntou: ¡°Quem te ensinou isso?¡±
via for?ou um sorriso, olhando diretamente para ele, seus olhos enchendo¨Cse de l¨¢grimas.
puxou a m?o for?a, gestdo: Ningu¨¦m me ensinou, voc¨º n?o se importa para onde eu vou, ent?o por que n?o posso sair? Apesar de n?o poder fr, sua express?o e gestos deixavam ra sua tristeza e raiva.
Thales a encarou intensamente, sem dizer nada por um momento.
via: Voc¨º gosta tanto da Rosana, n?o seria melhor eu deix¨¢¨Clos em paz? Por que voc¨º me trouxe de volta?
raramente fva de volta, nunca remava,o um gato obediente, concordando tudo o que ele dizia, satisfeita apenas um carinho na cabe?a.N?velDrama.Org owns ? this.
Capitulo 29
Afinal, tamb¨¦m tinha seus momentos de raiva.
Thales ficou atordoado por um momento, antes de dizer: ¡°Voc¨º est¨¢ zangadaigo?¡±
via hesitou, os dedos suspensos rio ar, de repente incerta deo responder.
n?o sabia se estava realmente zangada, mas a indiferen?a dele, o fato de ele n?o se importar o beb¨º em seu ventre, a fazia querer fugir desse lugar sufocante.
CapÃtulo 30
Cap¨ªtulo 30
E foi nesse momento que o celr de viae?ou a vibrar.
pegou o celr para ver, era uma mensagem de Bianca..
vian?ou um olhar para Thales, que tamb¨¦m fixava o olhar no celr d. Sem esperar p rea??o de via, ele tomou o celr de suas m?os e abriu a mensagem.
Bianca: Vivi, fui colocada em confinamento, e at¨¦ o caf¨¦ foi revistado, uma pena sobre os meus desenhos, mas eu consegui salvar os seus a todo custo, j¨¢ te enviei, n?o esque?a de verificar, viu?
Ap¨®s ler a mensagem, Thales olhou novamente para via, que ramente estava nervosa.
Ele riu friamente e disse: ¡°Ent?o voc¨º j¨¢e?ou a ignorar minhas pvras, ¨¦ isso?¡±
O sorriso nos l¨¢bios de Thales deu a via um vislumbre de perigo. sacudiu a cabe?a fricamente, tentando explicar alguma
coisa.
Mas Thales jogou o celr no sof¨¢ e se dirigiu para fora.
via percebeu algo e correu atr¨¢s dele rapidamente.N?velDrama.Org owns ? this.
Havia um pequeno quarto dodo de fora da mans?o, usado especificamente para entregas. Thales foi direto para esse quarto, chutando um monte de pacotes no caminho.
No fundo, encontrou uma caixa.
Era exatamente a caixa de desenhos enviada por Bianca.
A pup de via se contraiu, e correu at¨¦ l¨¢, agachou¨Cse no ch?o e protegeu a caixa seu corpo.
*Saia da frente!¡°, ele ordenou.
via, l¨¢grimas nos olhos, bn?ou a cabe?a, implorando para que ele poupasse os desenhos. N?o eram apenas um presente de Bianca, mas o esfor?o d e a amizade entre as duas.
Thales, uma express?o sombria, levantou a m?o e segurou o pulso de via, puxando¨Ca para cima.
via, sem for?as para resistir, segurou firmemente a caixa, mas ainda assim foi se afastando d, pouco a pouco.
Thales pegou a caixa e caminhou para fora, at¨¦ o jardim, e jogou a caixa no ch?oo se fosse lixo.
via tentou correr at¨¦ l¨¢, mas foi firmemente segurada por ele.
Ent?o, Thales tirou um isqueiro do bolso, e um leve toque em seu dedo, uma chama surgiu.
via observou a chama dan?ando em sua m?o, seus olhos gradualmente se arregndo, sua boca aberta, mas sem emitir som algum.
Ele segurava seu pulso, tirando d o ¨²nico meio de seunicar.
Thales olhou para tr¨¢s, para , ¡°Voc¨º se importa tanto assim esses desenhos?¡±
¨C
As l¨¢grimas de via corr¨ªam enquanto olhava implorante para Thales, pedindo para que ele n?o queimasse.
Um sorriso cruel e frio surgiu em seus l¨¢bios.
Parecia que, quanto mais se importava algo, mais ele desejava destru¨ª¨Clo impiedosamente, queria v¨º assistir seus tesouros se desfazendo diante de seus olhos, for?ando¨Ca a suportar apenas a sombra de sua presen?a.
Ent?o, ele soltou o dedo, e o isqueiro, ainda aceso, caiu sobre a caixa, as chamas lentamente se espalhando por .
via, de repente,e?ou a se debater, desesperada para se soltar, chegou at¨¦ a morder o bra?o de Thales.
Thales, sentindo dor, quase a soltou, mas ent?o apertou ainda mais, trazendo¨Ca de volta para junto de si.
As chamas diante dos olhos de via cresciam, tomandopletamente sua vis?o.
assist¨ªa, impotente, enquanto os desenhos revdos p caixa eram devorados ps chamas, transformando¨Cse em cinzas.
Um vento soprou, estendendo as chamas, espalhando os peda?os de cinzas negras pelo ar.
Thales n?o a soltou, e a luta silenciosa e os apelos de via parec¨ªam insignificantes.
esticou a m?o, mas s¨® conseguiu agarrar fragmentos de papel voando.
via enfraqueceu em seus bra?os, e finalmente, o homem a soltou; caiu sentada no ch?o, os fragmentos de papel girando ao seu redor.
Como se zombassem d, assimo Thales, ambos pareciam achar que o que valorizava era trivial.
nem terve a chance de olhar uma ¨²tima vez, aqueles desenhos simplesmente desapareceram diante d.
Como se nunca tivessem existido
CapÃtulo 31
Cap¨ªtulo 31
via estendeu lentamente a m?o, recolhendo um punhado de cinzas do ch?o. Ao sopro do vento, s voaram de suas m?os.
, sem for?as, levantou a cabe?a, olhando para Thales.
Ele a contemva de cima, um ar de superioridade,o se o que havia sido destru¨ªdo fosse apenas lixo sem valor.
Para ele, erao esse lixo, sua amiga, mesma, tudo o que valorizava n?o tinha o menor valor aos seus olhos.
via se ergueu do ch?o, gesticultando: Por qu¨º? Por que me tratar assim?
Thales deu um passo ¨¤ frente, estendeu a m?o, enxugando as l¨¢grimas de seus olhos, e disse em voz baixa: ¡°Essas coisas n?o deveriam estar aqui.¡±
¡°Eu te avisei para ficar longe da Bianca, por que voc¨º n?o pode simplesmente obedecer?¡±
chegou a mord¨º¨Clo por causa desse monte de lixo.
via: Eu n?o posso ter nem mesmo uma amiga?
¡°¨¦ o suficiente ter a mim. Para que quer amiga?¡± Sua voz era suave, mas para via, era aterrorizante.
via fixou o olhar em seus olhos frios, mais gdos que o vento.
deu um passo para tr¨¢s instintivamente: Eu sempre tive apenas voc¨º, desde pequena, s¨® voc¨º, mas voc¨º tem muitas pessoas ao seu redor exceto mim¡
via: O que eu sou para voc¨º, afinal? Um gato, ou um cachorro?
Thales a encarou, sem dizer uma pvra.
via, os dedos r¨ªgidos e l¨¢grimas escorrendo: Eu sou uma pessoa, n?o sou um gatinho ou um cachorrinho, eu tenho cora??o, eu tamb¨¦m ficaria triste, eu tamb¨¦m me magoaria, mas voc¨º nunca se importa.
via: Eu n?o quero sero um cachorrinho, sentado em casa todos os dias, esperando ansiosamente por voc¨º voltar, e ent?o, esperando voc¨º me acariciar a cabe?a para eu abanar o rabo felizmente.
Seus movimentos eram lentos, cada gesto carregava um grito de cora??o partido.
Mas n?o conseguia fr, seus gestos eram silenciosos, e n?o se podia ver, enquanto seus dedos se moviam, que seu cora??o estava sangrando.
E Thales nunca saberia, ele nunca entenderia.
Assimo um cachorro n?o f, nunca se saber¨¢ o que ele sente, apenas ele mesmo sabe, s¨® pode se encolher em um canto ember suas feridas em sil¨ºncio.
estava no frio vento, gestdo diante dele, uma express?o vazia, parecia um palha?o.
via parou lentamente seus movimentos, suas m?os pendiam frouxas aodo do corpo, um sorriso amargo surgindo em seus l¨¢bios.
Era um amargor mais desesperador e desdor do que a tristeza e o desespero.
Quando Thales estendeu a m?o para peg¨¢, colocou as m?os atr¨¢s do corpo, evitando¨Co.
Seus olhos escureceram, ele a agarrou pelo bra?o, puxando¨Ca para si.
Ele a envolveu em seus bra?os, dizendo baixinho: ¡°Voc¨º n?o ¨¦ um cachorrinho, nem um gatinho, voc¨º ¨¦ minha fam¨ªlia, uma fam¨ªlia insubstituivel, no passado e agora.¡±N?velDrama.Org owns ? this.
Ele disse: ¡°Voc¨º ¨¦ a joia rara minha, ¨¦ minha garotinha.¡±
via apertou os dedos, mas n?o queria ser da fam¨ªlia, o que queria era o amor que ele dava a Rosana.
via olhava para ele, enquanto uma brisa suave levantava peda?os de papel do ch?o, cido entre eres.
Seu olhar erao as fa¨ªscas lutando nas cinzas, que ap¨®s lutas, acabou por se acalmar
via: Eu j¨¢ cresci.
tentou dizer a ele que n?o era mais ¨¢ pequena de antes, agora tinha vinte e quatro anos.
Mas ele ainda a olhava da mesma forma de antes, dizendo que gostava d, um gostar barato.
se sentiao uma mendiga, ele ignorava sempre que tentava pedir um pouco de seu amor, nem sequer dava esm.
E ent?o dizia a , essa porta n¨²nca estar¨¢ fechada, deve sempre mendigar aqui, sem poder ir a lugar algum.
Ele passou o dedo por seu olho, dizendo baixinho: ¡°Agora que cresceu, ainda menos deve chorar.¡±
CapÃtulo 32
Cap¨ªtulo 32
via abaixou o olhar, ele realmente n?o entendia?This content provided by N(o)velDrama].[Org.
Ele era apenas egoista.
virou¨Cse e correu para dentro da mans?o, trancando¨Cse em seu quarto,
Thales ficou dodo de fora por um momento, esperando at¨¦ que o lixo fossepletamente queimado, e a ¨²ltima fa¨ªsca desaparecesse antes de entrar.
via estava agachada no ch?o, abra?ando¨Cse fortemente, o olhar vazio fizo na jan.
Observando o c¨¦u escurecer aos poucos, o mundo mergulhou novamente na escurid?o.
Mais tarde, Thales entrou, abriu a porta e caminhou at¨¦ o canto onde via estava, agachando¨Cse diante d.
¡°Est¨¢ fome?¡±
via virou o rosto, evitando olh¨¢¨Clo. Ap¨®s um momento de sil¨ºncio, ele estendeu a m?o, acariciando sua cabe?a, e disse: ¡°Seu anivers¨¢rio est¨¢ chegando, que tal se euemorasse voc¨º?*
via ficou surpresa por um instante, olhando inconscientemente para Thales.
n?o sab¨ªa ao certo o d¨ªa de seu anivers¨¢rio. Rafael havia considerado o dia em que chegou ¨¤ fam¨ªlia Duarteo seu anivers¨¢rio,
Afinal, estava na fam¨ªlia Duarte h¨¢ exatamente 20 anos.
Ao ver que n?o reagia, Thales segurou sua m?o, ajudando a a se levantar. ¡°Vou te levar para jantar fora eprar roupas novas via baixou a cabe?a, ele sempre encontrava um jeito, a cada vez que seu cora??o se quebrava em peda?os, de remend¨¢¨Clo aos
poucos,
Mesmo o afeto dele sendo t?o modesto, era um tipo de ternura da qual n?o consegu¨ªa fugir.
Porque, s¨® tinha ele para .
o seguiu at¨¦ a garagem, olhando para o assento do passageiro, mas hesitando em se sentar.
A imagem de Rosana desinfetando surgiu em sua mente.
¡°O que foi?¡± Thales perguntou de repente.
via levantou o olhar para ele, perguntando: Eu sou suja?
Thales olhou em seus olhos ros, sua vulnerabilidade e dor estavam todas ali, refletidas em seu olhar.
Ap¨®s um momento, ele desviou o olhar, segurando sua m?o e caminhando em dire??o a outro carro. ¡°Vamos trocar de carro.
Veja s¨®, ele sab¨ªa de tudo.
Ele sab¨ªa que as a??es de Rosana a machucariam, mas ainda assim n?o interveio.
Ele permitiu que Rosana a machucasse, nunca foi sua primeira escolha.
via entrou no assento do passageiro de outro carro, um Porsche que ele raramente usava, coberto por uma fina camada de poeira.
O jantar, naturalmente, n?o foi t?o caloroso quanto imaginado.
Ele passou o tempo todo olhando para o celr, respondendo mensagens, enquanto via sentava ¨¤ sua frente,o se estivesse em um mon¨®logo.
Thales tamb¨¦mprou muitas roupas para , enchendo o porta¨Cms.
Havia vestidos e roupas que normalmente usar¨ªa, todo o arm¨¢rio estava cheio de roupas ds, enquanto ele tinha apenas algumas
pe?as.
Sua roupa no arm¨¢rio parecia t?o deslocada, t?o fora de lugar,o se ele n?o pertencesse ¨¤quele lugar
J¨¢ eram dez da noite quando voltaram para casa. Ele foi para o escrit¨®rio, e via ficou na cama, virando de umdo para o outro, sem conseguir dormir.
Bianca enviou muitas mensagens, perguntando se havia recebido as pinturas. via n?o cusou dizer que, Thales as havia queimado antes de conseguir olh¨¢s.
Bianca disse que no mundo n?o existia apenas Thales, mas tamb¨¦m muitas coisas e pessoas maravilhosas.
tamb¨¦m disse para via amar a si mesma para poder amar melhor seu beb¨º.
¡°Veja aqus pinturas, tem c¨¦us vastos e montanhas, e a mais b de todas, voc¨º. s v?o fazer voc¨º se sentir melhor.
Cap¨ªtulo 32
via olhou para essas pvras, todas se entrcandoo uma corda, apertando seu cora??o.
Bianca estara t?o desapontada se soubesse que as pinturas foram queimadas.
via pegou o celr, sem for?as, fechou os olhos, sem ousar responder uma pvra.
Talvez algu¨¦mo realmente n?o merecesse ter amiga.
CapÃtulo 33
Cap¨ªtulo 33
Thales passou a noite fora do quarto, e quando via acordou p manh?, ele j¨¢ n?o estava mais na mans?o.
via ficou deitada, olhando para o teto por duas horas, at¨¦ que finalmente se levantou.
Embora n?o tivesse apetite, pr¨¦parou uma canja e se for?ou a tomar dois pratos, al¨¦m de tomar os medicamentos que havia prescrito.
No final da tarde, algu¨¦m tocou a campainha.
Ao abrir a porta, via se deparou Lucas Barros, o assistente de Thales.This content provided by N(o)velDrama].[Org.
¡°Senhora, bom dia. O Presidente Duarte me enviou para busc¨¢¡°, disse Lucas, curvando¨Cse respeitosamente.
via franzia a testa, confusa. Lucas n?opreendia L¨ªngua Gestual, ent?o n?o fez nenhum gesto.
o m¨¦dico
Lu?as explicou: ¡°Hoje ¨¦ o seu anivers¨¢rio, senhora. O Presidente Duarte pediu para que a senhora vestisse a roupa nova que tinhaprado ontem.¡±
via ficou surpresa por um momento, pensando que Thales estava apenas tentando agrad¨¢ ao dizer que passariam seu anivers¨¢rio juntos, mas percebeu que era verdade.
mordeu o l¨¢bio, sem se mover.
Lucas perguntou: ¡°O que houve, senhora? A senhora n?o quer ir?¡±
via permaneceu em sil¨ºncio; ele havia queimado as coisas d no dia anterior, e hoje agiao se nada tivesse acontecido, pronto para jantar ,prar roupas e celebrar seu anivers¨¢rio.
Seus sentimentos n?o importavam para ele.
Lucas observou sua express?o e suspirou, dizendo: ¡°Senhora, de qualquer forma, o Presidente Duarte ¨¦ seu marido. O lugar onde voc¨º est¨¢ sempre ser¨¢ or dele, e legalmente, ele pertence a voc¨º.¡±
via olhou para Lucas, surpresa.
Ele continuou: ¡°Se ele ainda quer voltar, quer passar o seu anivers¨¢rio voc¨º, isso significa necessidade de empurr¨¢¨Clo para longe de voc¨º.¡±
ele ainda se importa. N?o h¨¢
Lucas n?o gostava de Rosana, que n?o fazia nada no escrit¨®rio al¨¦m de dar ordens, enquanto os gerentes de departamento tinham que respeit¨¢. Rosana, contando o favoritismo de Thales, n?o levava a s¨¦rio a alta administra??o da empresa.
Se Rosana se tornasse a esposa de chefe, a vida de Lucas seria ainda mais dif¨ªcil.
¡°Senhora, se voc¨º ainda se importa o Presidente Duarte, n?o o empurre para longe. Voc¨º precisa lutar por si mesma.¡±
via apertou os l¨¢bios, as pvras de Lucas mexeram seus sentimentos.
Mas tinha um beb¨¦ agora; n?o podia abandonar seu filho para se agarrar a um homem que n?o a tinha em seu cora??o.
E Thales, que se recusava a se divorciar d, eventualmente descobriria sobre a crian?a, e talvez n?o pudesse manter.
se sentia confusa,o se tivesse um peso no peito, e subiu para trocar de roupa.
N?o se tratava de uma escolha; simplesmente n?o tinha op??o.
Enquanto Thales ocupasse seu cora??o, n?o conseguiria afast¨¢¨Clo.
Ele era o amor de sua vida por vinte anos, desde a adolesc¨ºncia at¨¦ se tornar um homem.
Por vinte anos, seu mundo girou em torno dele, e somente dele.
dele
n?o podia mentir para o pr¨®prio cora??o.
A roupaprada no dia anterior era mais quente, apropriada para o clima frio.
escolheu um su¨¦ter vermelho e cal?as brancas, prendendo o cabelo em um rabo de cavalo alto, uma escolha alegre para a ocasi?o. Lucas, ficou um tanto surpreso ao v¨º descer as escadas.
Se pudesse ignorar o brilho sombrio em seus olhos, causado por anos de tristeza, pareceria uma jovem de dezessete ou dezoito anos, capaz de encantar seu sorriso.
Talvez Thales tivesse visto esse sorriso uma vez.
Mas ele raramente valorizava o que conseguia facilmente.
Voltando a si, Lucas fez um gesto para que o seguisse.
via assenti¨² e saiu ele. Ao ver o Bentley estacionado no quintal, Lucas lembrou¨Cse de algo e disse a via: ¡°Ah, senhora, espere
Capitulo 33
um momento, preciso ir ¨¤ garagem trocar de carro.¡±
Dizendo isso, ele pegou duas chaves, levou o Bentley de volta para a garagem e trouxe um Porsche para fora.
CapÃtulo 34
Cap¨ªtulo 34
Lucas n?o sabia por que Thales quis trocar de carro, mas via provavelmente tinha uma ideia ra
Na noite anterior a pergunta que fez, ele realmente levou a s¨¦rio
olhou para o c¨¦u segurando as l¨¢grimas de volta, n?o ¨¦ de se admirar que Thales pudesse ignord sem remorso, porque era realmente¡ muito f¨¢cil de apaziguar
Lucas a levou a um restaurante ocidental, que geralmente ¨¦ frequentado por casals, e estava lotado.
Mas o lugar perto da jan ainda estava vago, Lucas a gulou at¨¦ l¨¢, dizendo: ¡°Senhora, o Presidente Duarte chegar¨¢ ap¨®s a reuni?o, por favor, espere um momento.¡±
via somriu e acenou a cabe?a.
Lucas n?o demorou muito, deu algumas instru??es ao gerente do restaurante e saiu.
via estava sentada perto da jan, dodo de fom, as luzes de neon brilhantes, arranha¨Cc¨¦us deslumbrantes ¨¤ noite, e por dentro, a agita??o das vozes.
N?o muito longe, ouviu¨Cse alvoro?o, virou a cabe?a para olhar, era algu¨¦m fazendo um pedido de casamento.
Todos no restaurante estavam aben?oando o casal, ausos, e at¨¦ gritos
A mulher, emocionada, cobriu a boca, l¨¢grimas correndo pelo rosto, o homem segurou sua m?o, colocando um anel de diamante n, e ambos se abra?aram firmemente sob os ausos.
Vendo essa cena, o canto da boca de via tamb¨¦m se levantou involuntariamente
Eles eram felizes realmente, podendo abra?ar abertamente a pessoa que amavam
Nas m?os de via, no entanto, nada restava.
No dia do casamento, Dona Duarte disse que uma muda n?o precisava de cerim?nia, ficar no palco seria apenas motivo de riso, uma vergonha
Thales disse que estava muito ocupado, que apenas assinar os pap¨¦is estava bom.
e Thales se tomaram casal, entre vozes que n?o aben?oavam.
Ao longo dos anos, ele the deu muitas coisas, roupas, sapatos, js caras, exceto um anel.Property ? N?velDrama.Org.
Para ele, algo que simbolizasse o amor,o poderia ser dado t?o f¨¢cilmente?
Quando Lucas voltou ¨¤ empresa, Thales acabara de terminar uma reuni?o:
Ele entrou no escrit¨®rio e encontrou Rosana l¨¤, que estava entediada brincando o celr, realmente despreocupada
¡°Presidente Duarte, est¨¢ tudo organizado.¡±
¡°Hm.¡± Thales acenou a cabe?a, pegou um documento sobre a mesa, folheu descuidadamente, e em seguida assinou.
Ao ver que ele havia voltado, Rosana tamb¨¦m correu para fora imediatamente,n?ou um olhar para Lucas, erguendo o queixo: ¡°O que ainda est¨¢ fazendo aqui?¡±
Lucas abriu a boca, querendo lembrar Thales de algo mais, mas silenciosamente retirou uma caixa de seu bolso e a colocou aodo de Thales ao v¨º¨Clo ocupado os documentos.
¡°Presidente Duarte, est¨¢ aqui o presente que me pediu paraprar¡±
Ap¨®s dizer isso, Lucas se retrou
Rosana viu a caixa, levantou uma sobrancelha, estava prestes a estender a m?o para pega, mas Thales foi mais r¨¢pido e segurou a
Rosana ficou surpresa. ¡°N?o ¨¦ para mim?¡±
Thales nem respondeu, nem mesmo a ouhou, apenas guardou a caixa consigo a continuou a examinar os documentos
Esta rea??o deixou Rosana um pouco imitada, sem precisar adivinhar, era certamente para aqu muda
Rosana rangeu os dentes, de repente se inclinou para perto de Thales, sussurrando: ¡°Querido, estou gr¨¢vida¡±
¡°Fa?a o aborto.¡±
Thales n?o mostrou rea??o alguma, dizendo estas duas pvras enquanto assinava outro documento.
Rosana mordeu o l¨¢bio, frustrada, disse ¡°Estou fndo s¨¦rio, n?o estou mentindol¡±
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Thales parou por um momento, virando¨Cse para olhar Rosana,
Rosana piscou para ele, indicando que estava fndo a verdade.
Seu olhar percorreu o rosto de Rosana, ap¨®s um momento, ele finalmente disse: ¡°Ent?o que nasca, se n?o for meu, voc¨ºs dols
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Cap¨ªtulo 35
O somiso de Rosana subitamente congelou, e lutou para trazer de volta um sorriso for?ado ap¨®s um momento de esfor?o.
¡°Estou so brincando! Por qu¨¦ t?o s¨¦ria assim?¡±
Thales levantou levemente os l¨¢bios, somindo levemente. ¡°Eu tamb¨¦m estava brincando.¡±
O restaurante estava cheio de idas e vindas, e via esperava em sil¨ºncio, uma hora ap¨®s outra, mas Thales n?o apareceu
Els apoiava o queixo nas m?os, olhando para fora de jan, onde as luzes das cosasm se apagando uma a uma, e as nuas cheias de gente se tomavam espa?os vazios e dispersos.
As pessoas no restaurante foram embora gradativamente,o a mar¨¦ se retirando, deixando para tr¨¢s um vasto deserto de solid?o. Quando as luzes l¨¢ fora se apagaram, at¨¦ as do restaurante tamb¨¦m se extinguiram.
Aqu pessoa que disse que passara seu anivers¨¢rio , nunca apareceu
¡°Sra. Duarte.¡±
Algu¨¦m chamou por por tr¨¢s.
via voltou ¨¤ realidade, virando¨Cse para ver o gerente panhado de dois gar?ons ao seudo.
O gerente, um somiso, disse: ¡°Estamos fechando agora.¡±
via, percebendo tarde demais, olhou para as luzes tenues do restaurante, entendendo que todos j¨¢ tinham ido embora.
N?o se podia dizer que se sentia perdida, afinal, j¨¢ estava acostumada
O tempo de espera n?o foi t?o longo, apenas cinco horas, nadaparado ¨¤s noites solit¨¢rias que j¨¢ passou sozinha em casa; cinco horas realmente n?o eram nada.
Um dos gar?ons trouxe um bolo de anivers¨¢rio quando via estava prestes a se levantar para ir embora.
¡°Sra. Duarte, hoje ¨¦ o seu anivers¨¢rio, este ¨¦ o bolo que preparamos antecipadamente para voc¨º, desejamos um feliz anivers¨¢rio.¡±
O gar?om colocou a bolo de aniversario diante d, e o gerente disse: ¡°J¨¢ ¨¦ quase meia¨Cnoite,a o bolo antes de ir, ou fa?a um pedido.¡±
via fixou o olhar nas vs piscando sobre o bolo, as chamas dan?antes n?o eram de felicita??es, mas de simpatia e piedade do gerenteN?velDrama.Org owns ? this.
tentou arduamente for?ar um sorriso, embora n?o fosse muito bonito.
via fechou os olhos, murmurando em seu cora??o: Feliz anivers¨¢rio, via.
n?o fez um pedido.
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Fazer pedidos a bolos de anivers¨¢rio nunca se realizaria, j¨¢ tinha tentado antes.
O gerente observou sua figura fr¨¢gil e suspirou interamente
Ele a viu sentada ali por v¨¢rias horas, o homem de antes tinha arranjado tudo, dizendo que algu¨¦m viria mais tarde, mas a pessoa prometida nunca apareceu ap¨®s cinco horas.
Ser deixada esperando no pr¨®prio anivers¨¢rio era realmente triste.
via abriu os olhos e soprou as vs, o gerente imediatamente avan?ou para cortar o bolo para .
via dividiu o bolo eles, e o gerente, sorrindo, pegou um boneco de pl¨¢stico do bolso e entregou a , ¡°Este ¨¦ um souvenir do nosso restaurante, considere o um presento de anivers¨¢rio do restaurante para a Sra. Duarte,¡±
pegou o boneco, agradeceu um sorriso e um aceno de cabe?a
Foi ent?o que o gerente percebeu surpresa que n?o fva.
via n?o quis tomar mais do tempo deles, pegou o garfo e provou um peda?o do bolo.
O sabor da gordura do creme invadiu sub boca, fazendo seu est?mago revirar. apertou os dentes e engoliu a for?a.
n?o ousou tentar uma segunda mordida, pegou o celr para escrever so gerente: ¡°Obrigada por tudo, vou indo¡±
¡°Sra. Duarte. Voc¨º quer que embaleros o bolo para voc¨º?¡±
via olhou para o bolo, embora n?o pudesse¨¦¨Clo, pediu que a embrulhassem.
Segurando o bolo, salu do restaurante e imediatamente correu para um lixo pr¨®ximo para vomitar
Depois de vomitar at¨¦ se sentir vazia, se sentiu um pouco melhor
Capitulo 35
O vento da noite era frio, se abra?ou, o ar ¨²mido de S?o Siena trazia um frio que pintava
seu nariz de vermelho.
caminhava p cal?ada deserta, as luzes fracas ao longe esticavam sua sombra, pisava sobre , avan?ando passo a passo.
N?o sabendo quanto tempo havia passado, via avistou uma silhueta perto de umata de lixo.
piscou, aproximando se.
Ao chegar mais perto, via viu que era uma idosa curva
curvada, algo n se sentiu familiar, se aproximou e tocou seu ombro.
CapÃtulo 36
Cap¨ªtulo 36
Idosa foi assustada at¨¦ estremecer, vimu se bruscamente e, suspirou aliviada no ver que era vis.
Ent?o, ¨¤ idosa tirou de tria de si melo p?o que estava escondendo ee?ou a¨¦¨Clo na frente de via.
via olhou fixamente para a senhora, levantou a m?o, segumu a d e bn?ou a cabe?a, sinalizando para n?oer
¡°Voc¨º querer tamb¨¦m?¡± A idosa examinou Fimin de cima a baixo, notando que o vestu¨¢rio d n?o parecia de algu¨¦m que estava sem dinheiro
via colocou um bolo no ch?o e gesticulour Marisa, voc¨º n?o se lembm de mim? Sou eu, via.
A idosa fixou os olhos nos dedos de via, que sob a luz do poste ganhamm um brilho,a borboletas dan?ando ao vento.
Depois de um tempo, a idosa finalmente desviou o olhar para o rosto de vin, sua voz envelhecida e tr¨¦m, ¡°via?¡±
via, l¨¢grimas nos olhos, assentiu e gesticulou: Sou eu,o voc¨º velo parar aqu¨ª?
¡°Voc¨º cresceu tanto.¡±
Marisa Oliveira, l¨¢grimas nos olhos, suspirou profundamente. pegou sua beng ao ,
via seguiu ate
Marisa era anteriormente uma empregada da familia Duarte e uma pessoa pr¨®xima a Rafael. Quando via foi para a familia Duarte, fol Mansa quem cuidou d.
Postenomente, Marisa caiu da escada ao salvar Gabri, fraturando a perna, e Rafael permitiu que se aposentasse mais cedo para Se recuperar a casa.
tinha
via sempre achou que tinha voltado para sua cidade natal, e n?o esperava encontr¨¢ aqui,
entregou o bolo a Marisa e fez sinal os dedos: Marisa, hoje ¨¦ meu anivers¨¢rio, venhaemorarigo.
Marisa ficou surpresa, um sorriso gentil apareceu em seu rosto enrugado, ¡°E seu anivers¨¢rio, feliz anivers¨¢rio, via, ¨¦ uma pena que n?o tenha nada para te dar.¡±
via bn?ou a cabe?a, indicando que n?o era necess¨¢rio
Todos estavam the desejando um feliz anivers¨¢rio, mas, por que n?o se sentia feliz.
via sentou¨Cse silenciosamente aodo d, observando¨Ca devorar o bolo. decidiuprar uma garrafa de ¨¢gua, mas descobriu que seu cart?o tinha sido bloqueado.
Ainda tinha mais de dez reais no bolso.Property ? N?velDrama.Org.
voltou a ¨¢gua e entregou a Manisa, perguntando o que havia acontecido.
Fol ent?o que Marisa revelou que, tendo passado a vida inteira na familia Duarte e se aposentado, seu filho e sua nora usaram todas as suas economias paraprar um apartamento na cidade.
Antes de Rafael falecer, a familia Duarte the dava uma pens?o mensal, e vivia bero, mas ap¨®s a morte de Rafael, a familia Duarte cortou sua pens?o, e sua nora a expulsou de casa.
Sando uma velha coxa, n?o conseguia encontrar trabalho e s¨® podia revirar o lixo para vender e sobreviver.
via olhou para a senhora em sua mis¨¦ria, sentimentos misturados. Marisa havia servido a familia Duarte por toda a vida, e agora, at¨¦ mesmo suas necessidades b¨¢sicas eram um problema.
Que tristeza profunda.
Quando Marisa terminou deer o bolo, via ofereceu¨Cse para lev¨¢ de volta para casa.
Marisa perguntou, preocupada, ¡°E voc¨º? O senhor n?o estar¨¢ cuidadopor n?o voltar ainda?¡±
via baixou o olhar, mesmo a promessa deemorar seu anivers¨¢rio foi quebrada,o ele poderia se preocupar?
Marisa percebeu sua tristeza e n?o perguntou mals, apoiando¨Cse em sua beng para levantar, ¡°Ent?o vamos, voc¨º n?o vai se importar a simplicidade do lugar onde eu moro, n?o ¨¦?¡±
Enquanto isso, Thales levou Rosana para casa, colocando a no sof¨¢.
Ele estava prestes a sair, quando Rogana o segurou novamente, dizendo uma voz cheia de m¨¢goa: ¡°Voc¨º realmente precisa ir? Estou quase momendo de dor aqui,
Rosana tinha uma faixa de gaze enrda ao redor do joelho e da testa. Enquanto estava na empresa, insistia Thales para que. a panhasse para jantar Quando Thales recusou, , num impulso de raiva, correu para form
Acabouendo para o meio da rua, onde por pouco n?o foi atingida por um carro que passou voando. At¨¦ agora, ainda sentia o
16:04
Capitulo 36%
cora??o acelerado susta
¡°Maria, cuide d, disse ele, antes de se dirigir n Rosana: ¡°Voc¨º fica em casa desconsando por alguns dias. Amanh? eu venho te
O que voc¨º vai fazer 150 tarde assim?¡±
Thales baixou os olhos para o rel¨®gio de pulso, eram doze e meia. Ao ver o hor¨¢rio na t, ele ficou surpreso.
CapÃtulo 37
Cap¨ªtulo 37
¡°Eu vou embora.¡±
Thales del vou essa fase para tr¨¢s e virou¨Cse para ir embora, enquanto Rosana ficou t?o imitada que quase pulou. ¡°Thales!¡±
Infelizmente, o homem nem sequer alhou pa tr¨¢s.
Rosana estava funesa, acabara de voltar do hospital, e esse homem repugnante nem sequer pensou em confort¨¢
Thales dinglu aet¨¦ o restaurante, mas quando chegou l¨¢, o restaurante j¨¢ estava fechado,pletamente escuro por dentro.
Ele sentou se no camo, olhando fixamente para o restaurante escuro, ficou em sil¨ºncio por um momento e ent?o pegou o celr para
gar para via
Mas o telefone mostrava que estava desligado.
Ele, frustrado, tirou um cigarro para acender, deu algumas tragadas e ent?o jogou o cigarro fora, segurando o vnte para virar e voltar para a mans?o.
Na mans?o, tamb¨¦m n?o encontrou, a cama estava amimada, o que provava que via n?o havia voltado
Foi ent?o que Thales se lembrou de que tinha bloqueado o cart?o de via, provavelmente nem tinha dinheiro po poderia voltar?
Pensando nisso, ele imediatamente ligou para Lucas, enquanto sa¨ªa para fora.
Do outrodo, via estava levando Marisa de volta para casa, que mal poderia ser chamada de casa, en apenas montada sobre o esqueleto de um carro velho perto de um lix?o..
para pegar um t¨¢xi,
uma cabana
Segundo Mansa, esse esqueleto de carro foi um presente do dono do lix?o, que a viu em situa??o de mis¨¦ria e ajudoura a construir a
cabana
via ficou emocionada, colocou as coisas que tinhaprado em uma loja dentro da cabana, e ao entrar, sentiu um cheiro indescritivel.
Manisa acendeu a luz sr pendurada acima, e via finalmente pode ver o qu?o sujos estavam os cobertores no ch?o.
abnu a boca, olhandoplexomente para Marisa, uma express?o depaix?o nos olhos.
via se lembrou de quando em pequena, Marisa a ensinando a escrever a dobrar papel, contando hist¨®rias para faz¨º dormir, todos esses momentos de carinho, e seus olhos se encheram de l¨¢grimas.This content provided by N(o)velDrama].[Org.
A Marisa em sua mem¨®ria n?o deveria estar assim.
Marisa tentou estender a m?o para pux¨¢, mas a m?o que estendeu estava magra e fraca, coberta de sujeira negrao uma armadura, e silenciosamente recuou a m?o
via agarrou a m?o d, sentando¨Cse aodo da Mansa
*Isso est¨¢ t?o sujo, n?o suje suas roupas, s?o t?o bonitas, Marisa provavelmente se lembrou de seu filho e nora, e seus olhos tamb¨¦m se encheram de l¨¢grimas.
via mordeu o l¨¢bio, levantou a m?o em um gesto: Marisa, de agora em diante, eu cuidarei de voc¨º
L¨¢grimas brilharam nos olhos da Marisa enquanto for?ava um somriso: ¡°N?o precisa, voc¨º tamb¨¦m n?o tem uma vida f¨¢cil na familia Duarte, estou velha, s¨® de voc¨º vir me visitar de vez em quando j¨¢ est¨¢ bom, n?o precisa se preocupar em cuidar de mim.¡±
via n?o respondeu, apenas arrumou a cama rapidamente e ent?o gesticulou para Marisa: Posso dormir aqui a senhora esta noite?
¡°Este lugar ¨¦ muito sujo, crian?a, n?o se humilhe. Ao dizer isso, engasgou¨Cse, sentindo¨Cse envergonhada e culpada, o lugar era muito remoto, nem sequer tinha um lugar decente para via ficar.
via bn?ou a cabe?a: N?o est¨¢ sujo, n?o est¨¢ sujo nem um pouco, aqui, ¨¦ mais limpo do que qualquer outro lugar Marisa n?o pode evitarnir, mas sua risada carregava uma indefinivel mistura de experi¨ºncia de vida e tristeza.
via trou os sapatos e deltou¨Cse aodo de Marisa, todo o dinheiro que tinha estava gasto aspras, dinheiro para voltar, e a celr tamb¨¦m estava sem bateria.
E sendo t?o tarde, tamb¨¦m n?o ousava sair para pegar um taxi.
Mesmo que voltasse, seria para uma casa fria e vazia, preferia dormir all
¡°Que menina t, Manisa suspirou no escuro.
via fechou os olhos, e apesar do cheiro desagrad¨¢vel da cama, adormeceu.
Na manh seguinte, acordou frio.
n?o tinha mais
1/2
Ao abrir os olhos, via virou¨Cse e viu a luz do amanhecer derramando¨Cse no c¨¦u, um alvorecer misterioso cobria o lugar um tom
dourado
Marisa j¨¢ estava acordada, sentada em uma pedra dodo de fora, fervendo ¨¢gua para
fazer algo.
via caminhou at¨¦ l¨¢, agachou¨Cse aodo de Marisa e s¨® ent?o viu que estava cozinhando ovos, que haviaprado na noite
anterior
¡°Acordou? Espere um pouco, os ovos estar?o prontos em breve.¡±
CapÃtulo 38
ap¨ªtulo 38
via sonlu e acenou a cabe?a.
Thales a procurou a noite inteira, percorrendo o caminho de casa, incluindo os anedores do restaurante, mas ainda assim n?o conseguiu encontra
Ele puxou a gravata, mas ainda assim sentia dificuldade para respirar, ent?o arrancou a gravata e a jogo
a jogou no sof¨¢
Lucas, parado aodo, falou hesita??o: Presidente Duarte, talvez a senhorn volle por conta pr¨®pria daqui a pouco
¡°Voc¨º tamb¨¦m n?o a encontrosu?¡±
Lucas bn?ou a cabe?a, ¡°N?o, a rua onde a senhora desapareceu n?o tem cameras de vigilancia, mas j¨¢ conseguimos delimitar a ¨¢rea aproximada, as pessoas que enviamos logo a encontrar?o¡±
¡°Essa mulher insensatal Thales desabotoou os bot?es da camisa e se jogou no sof¨¢, ¡°N?o tem medo de seguir qualquer um.¡±
Lucasn?ou¨Clhe um olhar dedo, pensando consigo mesmo que s¨® agora elee?a a se preocupar, sem lembrar quem foi que a deixou para tr¨¢s na noite anterior
ro, ele apenas ousava dizer isso em pensamento, pois n?o queria perder o emprega
¡°You sair e procurar novamente. Lucas disse, virando se para sair
via tinha acabado deer um ovo quando partiu, encontrou as pessoas enviadas por Thales numa parada de ?nibus.
Reconhecendo¨Cos, seguiu eles para o cano
Quando voltou para a mans?o, sentiu imediatamente uma atmosfera tensa no ambiente. Levantou o olhar e viu Thales no sof¨¢.
Ele estava uma express?o sombria, e seus cabelos estavam levemente desalinhados, alguns fios pendendo.
E ele a olhava fixamente.
Vendo a cena, as outras pessoas n?o ousaram ficar, saindo rapidamente da mans?o.
via mordeu o l¨¢bio e caminhou em dire??o a Thales.
Axtes que pudesse fazer qualquer movimento, ele se levantou de repente, assustando¨Ca a ponto de dar um passo para tr¨¢s.
¡°De que voc¨º est¨¢ fugindo?¡± ele agarrou seu pulso, puxando¨Ca de volta, ao perceber o medo em seus olhos, ele zombou: ¡°Do que tem medo? N?o estava medo quando seguiu outra pessoa?¡±
Ele apertou forte, e via lutou para se soltar, mas n?o conseguiu, franzindo a testa de doc
Thales observou¨Ca, suja e desarrumada, sem saber por onde tinha andado!
ergueu uma m?o em sinal de dor.
¡°Voc¨º ainda sabe o que ¨¦ dor?¡± Thales apertou ainda mais o pulso d, sem se importar a vermelhid?o que se formava, ¡°Agora, qualquer uma que apare?a voc¨º segue, sabe o que ¨¦ sentir dor?¡±
via tentou explicar que n?o em qualquer pessoa, era Marisa, algu¨¦m que a ajudou a crescer
Mas Thales a segurava, sem lhe dar chance de se explicar,
¡°Voc¨º est¨¢ cada vez mais desobediente, parece que preciso te ensinar uma li??o¡±
via arregalou os olhos, ao ouvir suas pvras, e?ou a lutar instintivamente.
Thales a arrastou em dire??o ¨¤ escada, e via, percebendo para onde ele a levava, lutou mais for?a.
agarrou o sof¨¢, mas foi facilmente puxada para longe
Thales a levou at¨¦ uma porta, chutou¨Ca, abrindo¨Ca, e a jogou para dentro.
¡°Fique ai dentro e reflita, eu te deixo sair quando entender,¡±
via carbaleou, mas logoeu para a porta, agamando¨Cse ao batente, bn?ando a cabe?a em desespero.
Um dep¨®sito, seu pior pesadelo, a sombra de sua vida.
Foi ele quem a salvou l¨¢ de dentro, e agora ele a estaria colocando l¨¢ novamente?
via olhava para ele um apelo ¨®margo, mas Thales a ignorou, segurando a ma?a da porta, sem se importar sua luta, fechou¨Ca sem piedade.
De repente, a escurid?o a envolveu, e os medos que jaziam no fundo de seu cora??o a atingiramo uma mar¨¦.
girou a fechadura, que j¨¢ estava trancada por fora.
bateu na porta, socando¨Ca, mas o homem dodo de fora n?o respondia.N?velDrama.Org owns ? this.
14.06
O som que via emitia era muito fraco, incapaz de expressar nem um d¨¦cimo do desespero em seu cora??o, soando t?o fr¨¢gil e Impotente
se apoiou na porta, querendo dizer a Thales que estava medo.
CapÃtulo 39
Capitulo 39
via bateu na porta por um longo tempo at¨¦ que, sem for?as, deslizou para o ch?o, sentando¨Cse no estreito e apertado dep¨®sito. envolta empleta escurid?o.
Era t?o silencioso que parecia que at¨¦ o ar estava quieto.
A escurid?o envolvia viao in¨²meras redes de seda, apertando¨Ca at¨¦ que mal conseguia respirar.
se encolheu no ch?o frio, abra?ando os joelhos.
No quarto, o ¨²nico som era sua respira??o e o bater do s
do seu cora??o
Thales havia dito a para refletir, mas n?o sabia sobre o que deveria refletir¨Cse era sobre ter esperado sozinha no restaurante por cinco horas, ou por ter levado Marisa para casa.
n?o sabia o que tinha feito de errado.
via tocou o bolso, tirou o celr, mas estava sem bateria e n?o podia lig¨¢¨Clo.
se encolheu atr¨¢s da porta, fechou os olhos e cobriu os ouvidos, s¨® podendo fingir que ainda estava em seu quarto, s¨® que
escureceu
Quando crian?a, Gabri tamb¨¦m a havia trancado em um dep¨®sito assim, por um di
por um dia e uma noite, onde ratos e insetos ¨¤s vezes rastejavam sobre . Para via, que tinha apenas seis anos, esses eram, sem d¨²vida, os seus plores medos.
E o mais triste era que n?o conseguia nem gritar para expressar
sar seu medo. s¨® podia arranhar desesperadamente a porta batendo n at¨¦ seus dedos sangrarem, mas ningu¨¦m veio salv¨¢.
No final, foi Thales quem abriu a porta e a levou para fora.
Foi a primeira vez que Thales a abra?ou, e ainda se lembra ramente daquele abra?o e de sua temperatura
Cheirava a sol, um leve aroma de menta, uma fragrancia ¨²nica da juventude.
Agora, ele a havia levado de volta para esse abismo, trazendo¨Ca ao ponto de partida.
A imagem daquele jovem em sua mente agora estava rachada.
via se lembrava de tudo,o se un, m?o invis¨ªvel apertasse seu cora??o, os insetos entrando nele, roendo suas mem¨®rias, fazendo¨Ca sentir dificuldade para respirar.
puxava o crinho da camisa, respirando pesadamente, seu cora??o batendo mais r¨¢pido e sua respira??o se tomando cada vez mais dificil
via se ajoelhou no ch?o, batendo na porta a ¨²ltima esperan?a, at¨¦ que seus movimentos desaceleraram
Nesse momento, Thales j¨¢ havia partido em seu carro, incapaz de ouvir os pedidos de ajuda vindos do dep¨®sito
Ele estava a caminho do escrit¨®rio quando nca de repente ligou, mas Thales apenas olhou para o celr antes de jog¨¢ lo no assento do passageiro.
Do outrodo, Bianca, depois liga??o
s de te
tentar por tanto tempo sem resposta, franzia a testa, embora soubesse que Thales n?o atenderia sua
Ent?o, voltou a bater na porta, ¡°Antonio, Antonio!¡±
Sua voz em alta, e o mordomo, Antonio Soares, subiu as escadas rapidamente, parando respeitosamente na porta, ¡°Srta. nca, posso ajudar em algo?¡±
¡°Onde est¨¢ meu irm?o? Chame¨Co, preciso fr ele!¡±
¡°Sr. S¨¦rgio ainda n?o retomou, senhorita. N?o adianta se esfor?ar, mesmo que ele volte, n?o ir¨¢ libert¨¢.¡±
Ao ouvir isso, Bianca estava quase explodindo de raiva, e gritou para fora da porta: ¡°Ent?o ligue para ele agora mesmo para voltar, ou eu you pr da jan do terceiro andar!¡±
Antonio se assustou, conhecendo o temperamento da senhorita, sabia que era capaz de tal ato.
Ent?o, ele tentou acalm¨¢ antes deer para ligar para S¨¦rgio.
Do outro , S¨¦rgio estava em uma reuni?o clientes quando recebeu a liga??o de Antonio. Ele suspirou, pressionando a testa irrita??o, antes de se levantar e sair da s de reuni?es para retomar a liga??o para Bianca.
¡°Bianca, voc¨º n?o pode ficar em casa quietinha por alguns dias? Quem ordenou que voc¨º ficasse trancada foi nosso pai, eu n?o tenho escolha.
nca rapidamente disse: ¡°N?o ¨¦ isso. Estou tentando ligar para via e n?o atende, n?o retoma minhas mensagens. Voc¨º pode ligar para Thales e ver se aconteceu algo ?¡±
Capitulo 39
via bateu na porta por um longo tempo at¨¦ que, sem for?as, deslizou para o ch?o, sentando¨Cse no estreito e apertado dep¨®sito envolto empleta escurid?o,
Era t?o silencioso que parecia que at¨¦ o ar estava quieto
A escund?o envolvia viao in¨²meras redes de seda, apertando a at¨¦ que mal conseq respirer.
se encolheu no ch?o frio, abra?ando os joelhos.
No quarto, o ¨²nico som era sua respira??o e o bater do seu cora??o.
Thates havia dito a para refletir, mas n?o sabia sobre o que deveria refletir¨Cse era sobre ter esperado sozinha no restaurante por cinco horas, ou por ter levado Marisa para casa.
n?o sabia o que tinha feito de errado.
via tocou o bolso, timu o celr, mas estava sem bateria e n?o podia liga-lo.
se encolheu atr¨¢s da porta, fechou os olhos e cobriu os ouvidos, s¨® podendo fingir que ainda estava em seu quarto, s¨® que
escureceu
Quando crian?a, Gabri tamb¨¦m a havia trancado em um dep¨®sito assim, por um dia e uma noite, onde ratos e insetos ¨¢s vezes rastejavam sobre . Para via, que tinha apenas seis anos, esses eram, sem d¨²vida, os seus piores medos.
E o mais triste era que n?o conseguia nem gritar para expressar seu medo. s¨® podia arranhar desesperadamente a porta, batendo n at¨¦ seus dedos sangrarem, mas ningu¨¦m veio salv¨¢.
No final, foi Thales quem abriu a porta e a levou para fora.
Foi a primeira vez que Thales a abra?ou, e ainda se lembra ramente daquele abra?o e de sua temperatura.
Cheirava a sol, um leve aroma de menta, uma fragrancia ¨²nica da juventude.
Agora, ele a havia levado de volta para esse abismo, trazendo¨Ca ao ponto de partida.
A imagem daquele jovem em sua mente agora estava rachada.
via se lembrava de tudo,o se uma m?o invis¨ªvel apertasse seu cora??o, os insetos entrando nele, roendo suas mem¨®rias, fazendo a sentir dificuldade para respirar.
puxava o crinho da camisa, respirando pesadamente, seu cora??o batendo mais r¨¢pido e sua respira??o se tomando cada vez mals dificil.This content provided by N(o)velDrama].[Org.
via se ajoelhou no ch?o, batendo na porta a ¨²ltima esperan?a, at¨¦ que seus movimentos desaceleraram.
Nesse momento, Thales j¨¢ havia partido em seu carro, incapaz de ouvir os pedidos de ajuda vindos do deposito.
Ele estava a caminho do escrit¨®rio quando Bianca de repente ligou, mas Thales apenas olhou para o celr antes de jog¨¢¨Clo no assento do passageiro.
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Do outrodo, Bianca, depois de tentar por tanto tempo sem resposta, franzia a testa, embora soubesse que Thales n?o atenderia sua liga??o.
Ent?o, voltou a bater na porta, ¡°Antonio, Antonio!¡±
Sua voz era alta, e o mordomo, Antonio Soares, sublu as escadas rapidamente, parando respeitosamente na porta, ¡°Srta. nca, posso ajudar em algo?¡±
¡°Onde est¨¢ meu irm?o? Chame¨Co, preciso fr ele
¡°Sr. S¨¦rgio ainda n?o retomou, senhorita. N?o adianta se esfor?ar, mesmo que ele volte, n?o ir¨¢ libert¨¢.¡±
Ao ouvir isso, Bianca estava quase explodindo de raiva, e gritou para fora da porta: ¡°Ent?o ligue para ele agora mesmo para voltar, ou eu vou pr da jan do terceiro andar!¡±
Antonio se assustou, conhecendo o temperamento da senhorita, sabia que era capaz de tal ato.
Ent?o, ele tentou acalma antes de correr para ligar para S¨¦rgio
Do outrodo, S¨¦rgio estava em uma reuni?o clientes quando recebeu a liga??o de Antonio. Ele suspirou, pressionando a testa Irrita??o, antes de se levantar e sair da s de reuni?es para retornar a liga??o para Bianca.
¡°nca, voc¨º n?o pode ficar em cas¨¦ quietinha por alguns dias? Quem ordenou que voc¨º ficasse trancada foi nosso pal, eu n?o tenho escolha¡±
Bianca rapidamente disse: ¡°N?o ¨¦ isso. Estou tentando ligar para via e n?o atende, n?o retorna minhas mensagens. Voc¨º pode ligar para Thales e ver se aconteceu algo ?¡±
CapÃtulo 40
Cap¨ªtulo 40
Ao ouvir que era via novamente, S¨¦rgio falou um tom um pouco hostil, ¡°Voc¨º j¨¢ est¨¢ em uma situa??oplicada, e ainda quer se meter nos assuntos da casa alheia, voc¨º n?o quer mais sair?¡±
¡°N?o importa se eu sair ou n?o, primeiro me ajude a confirmar se via est¨¢ bem ou n?o. Essa t, mesmo que Thales a maltrate, n?o diria.¡±Property ? N?velDrama.Org.
S¨¦rgio ficou surpreso ao ouvir isso, de fato, via estava gr¨¢vida agora, se Thales fizesse algo e se via pensasse em fazer algo ruim¡.
¡°Entendi, vou ligar para perguntar, n?o se preocupe por enquanto, embora Thales n?o tenha via em seu cora??o, eles cresceram juntos, ainda devem ter algum afeto, ele n?o permitiria que algo acontecesse via.¡±
¡°Deixa disso, acha que aquele homem sem cora??o realmente pode ter algum afeto?¡±
Bianca n?o estava errada, Thales n?o tinha cora??o. Se ele realmente amasse Rosana, j¨¢ teria se divorciado para se casar , em vez de manter um rcionamento conjugal via enquanto se envolvia outras mulheres.
¡°Tudo bem, vou perguntar. S¨¦rgio interrompeu¨Ca e, depois de desligar o telefone, ligou para Thales.
Desta vez, Thales atendeu, mas S¨¦rgio n?o sabiaoe?ar.
¡°Que foi?¡±
S¨¦rgio tossiu levemente, fndo de maneira um pouco for?ada: ¡°Bianca n?o consegue contactar via, queria sabero est¨¢.¡±
Houve um sil¨ºncio de dois segundos do outrodo da linha, seguido p voz sarcastica de Thales, ¡°Ah, a familia Tavares inteira est¨¢ t?o interessada nos assuntos dom¨¦sticos alheios agora?¡±
¡°Thales, n?o seja assim, Bianca e via s?o amigas, ¨¦ natural que se preocupe.¡±
¡°¨¦ mesmo?¡± Thales deu uma risada, mas sua voz ficou mais fria, ¡°S¨¦rgio, Bianca ¨¦ sua irm?, eu n?o a conhe?o bem, mas n?o acredito que voc¨º tamb¨¦m n?o. ¨¦ melhor voc¨º cuidar d, caso contr¨¢rio, n?o me culpe por n?o ter avisado.¡±
Depois de dizer isso, Thales desligou. S¨¦rgio olhou para o telefone desligado, suspirando sem poder fazer nada.
O temperamento de Bianca realmente era um pouco impulsivo, n?o parecendo uma garota
Na verdade, Bianca n?o era assim antes, mas dois anos atr¨¢s, quando a familia a for?ou a um casamento arranjado, fugiu de casa
em um acesso de raiva.
Quando voltou, tinha cortado o cabelo longo, vestia¨Cseo um homem, e ainda dizia que n?o gostava de homens.
Quando essa noticia se espalhou, todos os jovens das familias nobres de S?o Siena a evitavam. Como irm?o acreditava nas pvras de Bianca.
o mais velho, ele n?o
Mas, nos ¨²ltimos dois and
anos, oportamento de Bianca estava cada vez mais parecido o de um rapaz, correndo de carro, frequentando bares, andando de moto, at¨¦ elee?ou a duvidar.
Provavelmente, Thales tamb¨¦m n?o acreditava, mas os eventos recentes fizeram que Thalese?asse a se precaver contra Bianca.
Desta vez, se envolveu nos assuntos entre Thales e via, assustando tanto o pai de S¨¦rgio, que estava em viagem de neg¨®cios, que ele voltou correndo para S?o Siena durante a noite e trancou Bianca em casa
S¨¦rgio voltou ao presente e retornou a liga??o para Bianca.
Bianca disse: ¡°S¨¦rgio, v¨¢ at¨¦ a casa d e veja.¡±
S¨¦rgio ficou surpreso, ¡°Voc¨º est¨¢ brincando?¡±
¡°N?o estou brincando, eu estou fndo s¨¦rio, de uma olhada, por favor.¡±
S¨¦rgio recusou sem hesitar, ¡°N?o,o eu poderia ir
¡°via est¨¢ gr¨¢vida, se algo acontecer , voc¨º conseguiria viver isso?¡±
*Isso n?o tem nada a verigo.¡±
Vendo que n?o conseguia persuadi¨Clo, Bianca, ent?o, empurrou a jan for?a, ¡°Ent?o eu vou pr do terceiro andar, ta?¡±
fez um barulho grande ao abrir a jan, fazendo que S¨¦rgio achasse dificil ignorar
CapÃtulo 41
Capitulo 41
¡°Voc¨º¡ S¨¦rgio ficou frustrado, ¡°Voc¨º pode parar de fazer bobagem?¡±
¡°Eu n?o estou fazendo bobagem, voc¨º vai ou n?o?¡± Naquele momento, Bianca j¨¢ havia se sentado, olhou para baixo e n?o p?de evitar
Um arrepio.
Para ser honesta, realmente n?o tinha coragem de pt mas sabia que isso funcionaria S¨¦rgio.
¡°T¨¢ bom, t¨¢ bom, eu vou!¡± Sergio malmente temia que fizesse alguma loucura, ¡°Desce logo.¡±
Com um somrisinho, Bianca desceu egilmente do parapeito, ¡°Vai logo, estou esperando aqui.¡±
¡°Voc¨º realmente ¨¦ S¨¦rgio suspirou, ele realmente n?o sabia o que fazer sua irm?.
Ap¨®s terminar a liga??o, S¨¦rgio pediu desculpas ao cliente e dirigiu at¨¦ a casa de Thales.This content provided by N(o)velDrama].[Org.
O port?o da mans?o estava fechado, ele n?o conseguia ver nada de dentro do carro, ent?o desceu e tocou a campainha, mas ainda assim n?o houve resposta.
Assim que ele estava prestes a voltar, Bianca the enviou a senha da fechadura do port?o no Whatsapp.
Ao ver essa mensagem, S¨¦rgio pensou profundamente: Ser¨¢ que ele vai mesmo amombar uma casa particr?
ea
Mas ap¨®s apenas alguns segundos de hesita??o, ele digitou a senha no port?o, e a porta se abriu
Entrando na mans?o, Sergio n?o subiu as escadas, apenas chamou algumas vezes.
Ap¨®s esperar alguns minutos e ver que realmente n?o havia ningu¨¦m, ele estava prestes a sair quando, de repente, ouviu um som fraco,o se algo pesado tivesse caldo.
S¨¦rgio pensou que fosse sua imagina??o, mas ficou em sil¨ºncio e ouviu novamente.
Depois de alguns segundos, o som se repetiu, e ele rapidamente se deslocou ¨¤ origem do barulho. Parando em frente a uma porta, ele chamou cautelosamente. ¡°via?¡±
Mas n?o houve resposta.
S¨¦rgio chamou mais algumas vezes, tentou girar a ma?a e descobriu que a porta estava trancada.
¡°via, voc¨º est¨¢ al?¡±
via moveu seus dedos, a voz de S¨¦rgio soava um pouco distante, mas sabia que havia algu¨¦m dodo de fora.
meio que ouviu algu¨¦m chamando seu nome antes, pensou que estava alucinando, tentou alcan?ar a voz, mas n?o se lembra do que derrubou.
Mas agora ouvia ramente, havia mesmo algu¨¦m chamando por .
estendeu a m?o dificuldade e bateu levemente na porta.
Era um som muito fraco, quase imperceptivel, S¨¦rgio hesitou, ent?o pediu confirma??o, ¡°via, se estiver al, bata tr¨ºs vezes.
Logo, velo um som, muito suave.
Depois o segundo.
Mas ele esperou um bom tempo e n?o ouviu o terceiro som.
S¨¦rgio quase podia ter certeza de que havia algo ali, s¨® n?o sabia se era uma pessoa ou algo mais.
Ap¨®s um momento de hesita??o, ele encontrou uma cadeira dentro da casa, usou¨Ca for?a para quebrar a fechadura.
Com a fechadura danificada, a porta se abriu um pouco.
Ele empurrou a porta e viu uma despensa cheia de caixas de papel?o e livros.
No ch?o, um monte de livros caidos bloqueava a porta, e quando S¨¦rgio foi entrar, notou uma m?o entre os livros.
Seus olhos se arregram, e ele rapidamente se abaixou, afastando os livros, at¨¦ finalmente ver a pessoa escondida sob eles.
via estava encolhida no ch?o, a t¨¦sta, o nariz e at¨¦ o pesco?o cobertos¨Cde suor fino, os cabelos molhados e bagun?ados cobriam seu rosto.
Mesmo S¨¦rgio, que preferia n?o se envolverem problemas alheios, sentiu seu cora??o apertar ao ver essa cona.
Como Thales poderia fazer algo assim?!
era sua esposa, e estava gr¨¢vida,o ele poderia ser t?o cruel!
Sem perder tempo, S¨¦rgio a pegou nos bra?os,eu para fora da mans?o e dingiu a toda velocidade para o hospital.¡±
nca ligou v¨¢rias vezes, mas s¨® depois de deixar via na s de emerg¨ºncia, ele conseguiu atender a telefone de nca
16:05
¡°E ent?o, S¨¦rgio, encontrou ?¡±
S¨¦rgio olhou para a s de emerg¨ºncia e, para evitar preocupa??es desnecess¨¢rias de Bianca, ele mentiu, ¡° est¨¢ bem, est¨¢ em
CapÃtulo 42
Cap¨ªtulo 42
¡°Por que n?o me respondeu as mensagens?
¡°O celr d foi confiscado pelo Thales, rxa, melhor voc¨º ficar em casa tranquilo, tenho mais o que fazer¡±
S¨¦rgio desligou, e depois voltou a olhar para o n¨²mero do Thales, hesitou por um momento, mas no fim n?o fez a liga??o. Ele n?o tinha o direito de questionar Thales, al¨¦m disso, ele tinha invadido uma propriedade privada anteriormente. S¨¦rgio esperou quase meia hora, at¨¦ que via foi trazida para fora, e ele correu para encontr¨¢¨Clo, ¡°Como est¨¢?¡±
?¡± Om¨¦dico disse: ¡° desmalou por causa de aritmia card¨ªaca, sorte que foi trazida a tempo. O que aconteceu
S¨¦rgio n?o conseguiu explicar para o m¨¦dico, ent?o perguntou de nova: ¡°E o beb¨¦, est¨¢ bem?¡±
¡°Est¨¢ bem, s¨® teve um susto, precisa de cuidados agora. N?o deixe a gestante fazer atividades to estimntes da pr¨®xima vez.¡±
S¨¦rgio somiu amargamente e concordou as a??es de Thales fizeram o m¨¦dico pensar que ele era o verdadeiro vil?o.
Enquanto isso, Thales na empresa, tamb¨¦m recebeu notifica??es da campanha e da senha sendo digitada, mas apenas deu uma olhada e jogou o celr para odo.
Lucas bateu na porta e entrou, notando que Rosana n?o estava l¨¢, ele suspirou aliviado e entregou os documentos para Thales.
¡°Presidente Duarte, descobri que aqueles paises disseram que nossos produtos t¨¦m problemas de seguran?a, ent?o restringiram a entrada¡¡±
Lucas falou, mas percebeu que Thales estava distraido, olhando para oputador e obviamente n?o estava ouvindo.
¡°Presidente Duarte?¡±
Thales voltou a si. ¡°Hmm?¡±
Parecia que ele se lembrou de algo, e disse: ¡°N?o precisa mais ir.¡±
Lucas ficou surpreso por um momento, ent?o lembrou que Thales tinha pedido para ele checar a mans?o depois que terminasse o trabalho, ele acenou a cabe?a, ¡°Entendido, quer dar uma olhada nesse documento?¡±
¡°Deixe al¡± Thales se recostou e arendeu um cigaro desinteressadamente.
Lucas franzir a testa, percebendo que Thales parecia estar fora de si hoje, algo ium para ele, que geralmente n?o fuma no
escrit¨®rio.
Lucas ent?o pensou que talvez fosse porque Thales tinha passado a noite procurando via sem dormic
Assim, Lucas sugeriu ¡°Presidente Duarte, talvez voc¨º deves?e descansar um pouco.¡±
Thales olhou para ele, a fuma?a cido entre seus dedos, e depois desviou o olhar, recostando¨Cse na cadeira e fechando os olhos,
¡°Pode sair¡±This content provided by N(o)velDrama].[Org.
Lucas deixou o documento sobre a mesa e saiu.
Pensando que, Rosana ausente, o Presidente Duarte nem mesmo queria trabalhar, ele n?o conseguia entender o que Rosana tinha
de t?o especial.
No hospital, via acordou lentamente, olhando fixamente para o teto branco por um momento, antes de se lembrar abruptamente de
algo.
se levantou da cama, tocou seu abdomen sem sentir nada anormal, e suspirou almada.
n?o sabia por que estava no hospital. Thales a deixou sair?
Lembrando¨Cse deo ele tinha a empurrado sem piedade, seu rosto frio ainda parecia estranho para agora.
via n?o ficou muito tempo no hospital, levantou¨Cse da cama e estava pensando emo voltaria pam casa quando encontrou S¨¦rgio voltando do pagamento.
S¨¦rgio parou, ¡°Por que voc¨º j¨¢ est¨¢ de p¨¦?¡±
via tocou seu bolso, parecendo ter deixado o celr na mans?o
tentou seunicar S¨¦rgio sando¨Csinais, mas ele n?o entendeu, apenas adivinhou: ¡°Voc¨º quer voltar?¡±
via na verdade queria perguntaro ficava no hospital, mas parecia que n?o importava, j¨¢ que ele n?o entendia.
acenou a cabe?a.
S¨¦rgio olhou para os pap¨¦is que acabara de preencher, suspirou. ¡°Tudo bem, eu te levo para
S¨¦rgio guardou os documentos e diriglu de volta para casa.
Mas assim que chegaram ¨¤ porta, ambos viram um Bentley estacionado, o motor ainda ligado e as luzes traseiras acesas,o se estivesse esperando algu¨¦m.
S¨¦rgio n?o parecia muito bem.
o Thales
CapÃtulo 43
Cap¨ªtulo 43
via virou a cabe?a para olhar S¨¦rgio, que, ap¨®s um breve sil¨ºncio, disse: Eu vou descer primeiro.¡±
via certamente n?o podia deix¨¢¨Clo ir sozinho, ent?o rapidamente segulu atr¨¢s dele e desceu do carro.
Ao chegar em frente ao carro de Thales, cuja jan estava aberta, ele estava sentado dentro, fumando.
¡°Thales, eu trouxe a via de volta para voc¨º, voc¨º¡ S¨¦rgio ainda n?o tinha terminado de fr quando Thales virou a cabe?a, e seu olhar severo interompeu imediatamente as pvras de S¨¦rgio.
Thales tamb¨¦m n?o disse nada, ele apenas bateu a cinza do cigarro o dedo, em seguida, jogou a bituca no ch?o e salu do carro. via sentiu a atmosfem tensa entre os dois homens e se aproximou de Thales, puxando a manga dele.
Thales olhou para dedo, seu olhar estava frio.
¡°Entre primeiro.
via gesticulou: foi o S¨¦rgio quem me salvou¡
¡°via!¡± Thales interrompeu seu gesto, um somso ir¨®nico apareceu em seus l¨¢bios, ¡°Ele to salvou, voc¨º quer que a gente lhe de uma medalha de honra por isso?¡±
via parou a m?o no ar, olhando a zombaria nos olhos dele, e silenciosamente baixou a m?o.
S¨¦rgio disse: ¡°Thales, voc¨º n?o sabe que a via tem ustrofobia?
A express?o de Thales permaneceu inalterada, elen?ou um olhar para S¨¦rgio, um sorriso frio apareceu em seus l¨¢bios
¡°Voc¨º parece saber muito bem d.¡±
S¨¦rgio ficou atordoado, sem nada a dizer, suspirou e disse: ¡°Ok, eu n?o vou me meter nos assuntos da sua familia. via acabou de voltar do hospital, voc¨º deveria saber se contrr.¡±
Depois de fr, ele voltou para seu pr¨®prio carro e partiu.
S¨¦rgio j¨¢ esperava essasplica??es quando havia prometido a nca.
Hoje estava nudo, eram apenas cinco horas, mas j¨¢ havia escurecido.
As luzes na entrada da mans?o j¨¢ estavam acesas, e alguns pequenos insetos voavam ao redor dampada,o se procurassem uma fenda que os levasse ¨¤ ..
via baixou os olhos e ficou aodo de Thales, que a encarou por um momento e, sem dizer nada, entrou na mans?o.
:
silenciosamente o seguiu para dentro, um atr¨¢s do outro, at¨¦ a s de estar
Thales parou, e tamb¨¦m parou a tempo, evitando colidir ele
Ele se virou para olh¨¢, seus cabelos estavam desordenados, e seu rosto ainda tinha algumas manchas.
olhou para baixo em sil¨ºncio, sem fazer nenhum movimento.
¡°O que o m¨¦dico disse?¡±Content ? N?velDrama.Org.
via lentamente levantou a cabe?a, encontrando o olhar do homem. Ele parecia estar perguntando casualmente,o se n?o se importasse realmente , esquecendo¨Cse de quem a havia confinado.
ustrofobia, ele realmente n?o se importava.
via hesitou por um momento
Thales franzia a testa ligeiramente.
via apertou os l¨¢bios, uma l¨¢grima brilhou em seus olhos, virou a cabe?a para
Thales segurou seu queixo, for?ando¨Ca a olho, ¡°Voc¨º est¨¢ se sentindo injusti?ada?¡±
n?o o olhaar.
Sua voz estava cheia de esc¨¢rio, n?o parecia realmente se preocupar se se sentia injusti?ada ou n?o.
via afastou sua m?o, gestdo: Varnos nos divorciar.
Thales olhou para friamente, ¡°O que queria?¡±
via o encarou, desta vez, fez of gestos determina??o.
Vamos nos divorciar.
¡°Voc¨º realmente quer se divorciar?¡± Para surpresa d, ele n?o ficou t?o enfurecidoo da ¨²ltima vez, embora a raiva estivesse escondida em seus olhos.
via assentiu, sim, realmente queria se divorciar.
16:06
Ele a observou por um momento, sua express?o era Indecifr¨¢vel.
De repente, ele sorlu, mas era um sorriso que n?o alcan?ava seus olhos, ¡°Ok, agora anume suas coisas e saia, volte daqui a meio m¨¦s para assinarmos os pap¨¦is.¡±
Ele deixou essas pvras para tr¨¢s de forma indiferente e saiu da mans?o.
via ficou parada dentro da casa, virou¨Cse para olhar sua figura se afastando, suas m?os estavam firmemente apertadas.
ficou em sil¨ºncio por um momento antes de subir para arrumar suas coisas.
n?o tinha muitas coisas, n?o levou nada do que Thales haviaprado para , apenas puxou uma m simples e salu p porta da mans?o.
via olhou para tr¨¢s, para a mans?o onde e Thales viveram por tr¨ºs
CapÃtulo 44
Cap¨ªtulo 44
No final, saiu pucendo sua m sem olhar para iris.
n?o sabia para onde poderia it caminhou sem rumo p estrada fora da mans?o, perdida na escurid?o da noite.
O que ele queria provar dando a melo m¨¦s?
Queria provar que n?o poderia viver semn ele?
via n?o tinha um centavo sequer de fato n?o tinha para onde ir, assimo Thales havia dito, estaria semr sem ele.
N?o sabia por quanto tempo havia caminhado, a noite se aprofundava e a temperatura c cada vez mais, abra?ava seus bra?os, tremendo de frio.
via chegou a um viaduto, onde as luzes eram brilhantes e havia v¨¢rias pessoas all
25 5 8 2
Cada um ocupava seu pr¨®prio espa?o, cuidando de seus pertences.N?velDrama.Org owns ? this.
Ap¨®s hesitar por um momento, via se dirigiu a um local mals afastado deles e se agachou sua m contra a parede.
As pessoas pareceram notar algo,n?ando olhares em sua dire??o.
via se encolheu, evitando olh¨¢¨Clos.
Os que donmem sob viadutos s?o geralmente desabrigados sem um tost?o, trabalhadores migrantes tentando economizar, ou vadios sem prop¨®sito.
Entre eles, havia dois sujeitos mal¨Cencarados, vestidos melhor que os outros e celres.
Eles se aproximaram de via, assondo, ¡°Mo?a, por que est¨¢ sozinha aqui?¡±
via segurava sua m firmemente, de cabe?a baixa, ignorando¨Cos.
Eles se agacharam um de cadado d, trazendo o cheiro forte de cigarro e o odor de quem faz tempo que n?o toma banho, e ao fr, seu mau halito era evidente.
¡°N?o somos pessoas ruins, s¨® queremos conversar consigo.
¡°Iaso al voce parece bem vestidao velo parar aqui a gente?¡±
Eles a encurrram, fazendo que via mal conseguisse respirar. tentou se levantar para ir ernbora, mas um deles a puxou de
volta
via perdeu o equilibrio e caiu sentada no ch?o.
*J¨¢ dissemos que n?o somos ruins, por que est¨¢ fugindo? Diz alguma coisa.¡± O da esquerda at¨¦ colocou o bra?o sobre o ombro d.
O cora??o de via batia acelerado, suas m?os suavam de medo.
¡°Por que n?o f? ¨¦ muda?¡±
Os mal¨Cencarados rimm, um deles tentou tocar seu rosto, mas via virou a cabe?a, esquivando¨Cse. O gesto, embora brincalh?o, surpreendeu o sujeito.
¡°¨¦ muda mesmo?¡±
via mordeu os l¨¢bios firmemente, levantando o olhar para o sujeito, seu rosto iluminado p luz.
Surpresa passou pelos olhos do mal¨Cencarado, surpreso a beleza d.
Surpreso que uma mulher t?o bonita pudesse estar vivendo sob um viaduto.
Eles trocaram olhares, concordando silenciosamente em tirar vantagem d
¡°Mo?a, deve estar frio aqui, deixa a gente te levar para um hotel.¡±
¡°Isso, ¨¦ bem mais quente no hotel:
Elese?aram a pux¨¢ em dire??o ¨¤ saida do viaduto, mas via n?o era ing¨ºnus, sabia que eles tinham m¨¢s inten??es.
e?ou a se debater
Vendo que se debatia sem gritar eles ficaram ainda mais ousados, amastando¨Ca para um lugar sem ilumina??o.
Vendo se incapaz de se solta via/em um momento de p¨¢nico, mordeu o bra?o de um deles.
¡°Ah!¡± O mal¨Cencarado soltou a de dor
Quando via tentou fugir, o outro a puxou de volta, torcendo seu pulso atr¨¢s de seu corpo, Imobilizando¨Ca
O mal¨Cencarado mordido somriu, esfregando o local da mordida, agarrou o rosto de via firmemente.
Capitulo 44
¡°Ent?o ¨¦ mesmo muda¡± Ele riu, feliz a descoberta, apertando as bochechas d enquanto o outro for?ava sua boca aberta.
¡°Por que n?o morde agora?¡±
O sujeito enfiou seu dedo sujo na boca d, que n?o conseguia fechar os dentes por causa da press?o em suas bochechas.
O gosto salgado e f¨¦tido invadia seu pda, revirando seu est¨®mago e fazendoc
CapÃtulo 45
Cap¨ªtulo 45
As l¨¢grimas de via misturadas a saliva escoriam por seu queixo, umedecendo a palma da m?o do homem, de modo que j¨¢ n?o se podia distinguir se era saliva ou l¨¢grima.
Um dos v¨¢ndalos olhava para olhos cada vez mais ardentes. Ele bellscou a lingua d, duvidoso, e disse. ¡°Por que n?o consegue fr a lingua?¡±
¡°O que importa se tem lingua ou n?o, vemos cuidar do que interessa!¡± outro v¨¢ndalo respondeu impacientemente, ¡°Estou perdendo a paci¨¨ncia aqui,¡±
¡°Qual a pressa!¡± O v¨¢ndalo retirou a m?o, limpando os dedos na roupa de via, o olhou para , l¨¢grimas escorrendo pelo rosto, ¡°Vamos encontrar um lugar seguro.¡±
Apesar de ser muda, a movimenta??o constante de carros e a possibilidade de encontrar algu¨¦m que se intrometa nos nos eram um inc¨®modo.
via, desesperada, olhava ao redor. Al¨¦m de algumas pessoas indiferentes sob a ponte, quase ningu¨¦m passava por ali
Thales havia deixado for por melo m¨¦s, e isso era apenas a primeira noite. Thales havia provado para que, longe dele, n?o era nada
Qualquer um poderia humilh?
Os dois v¨¢ndalos a arrastaram para um lugar ainda mais escuro, e, sem for?as para resistir, via trope?ava enquanto era puxada para dentro de um parque.
Aqu hora, no parque estava deserto, apenas algumas luzes fracas espalhadas, incapazes de revr toda a sua extens?o.
via foi levada para um canto do parque, cercado por ¨¢rvores de clusia, um local que parecia apropriado para atos nefastos.
Os homens exibiam um somso sinistro e ganancioso, pressionando¨Ca contra o ch?o, m?os e p¨¦s imobilizados. sacudia a cabe?a fricamente, abrindo a boca em tentativas v¨¢s de gritar por so, mas nenhum som saia.
A incapacidade d de gritar apenas os encorajava mais.
Um deles sentou¨Cse sobre suas pemas, segurando¨Cas firmemente enquanto rasgava empolga??o a roupa d.
O¡¯butro segurava suas m?os por mais que lutasse, n?o conseguia evitar que suas roupas fossem rasgadas, e um arrepio de frio a cobriu, provocando arrepios pelo corpo.
Orosto pendurado sobre ria de forma ternivel,o se fosse um dem?nio. fechou os olhos, enquanto as l¨¢grimas deslizavam ps suas bochechasProperty ? N?velDrama.Org.
O v?ndalo que
estava sobre suas pernas levantou¨Cse para retirar suas cal?as, mas suas m?os encontraram um liquido pegajosa.
Ele levantou a m?o, olhando¨Ca sob a luz, e viu que seus dedos estavam cobertos de sangue.
¡°Caralho!¡±
O outro tamb¨¦m se assustou, e ambos se inclinaram para ver melhor. Era a cal?a branca que Thales the dera de anivers¨¢rio.
Suas pernas estavam manchadas de sangue, uma vis?o chocante.
¡° est¨¢ menstruada?¡±
¡°Com tanto sangue assim?¡±
Eles trocaram olhares, sentindo um misto de medo e sobriedade.
Um deles, engolindo em seco, disse resignadamente. ¡°Melhor deixar pra l¨¢, n¨¦?¡±
¡°Essa muda deve ter sido usada por outro cara.e engravidado. Nojento, vamos embora!¡±
¡°Voc¨º tem raz?o, melhor n?o pegar alguma doen?ar
Eles associaram imediatamente a situa??o ao fato de estarem prestes aeter aquele ato, considerando que uma pessoa surda e muda certamente teria sido abusada por muitos.
Os dois, sentindo¨Cse azarados, levantaram¨Cse e cuspiram em via, jogando as roupas rasgadas sobre antes de sairemendo do parque.
rosto de via estava p¨¢lido, suor frio escorrendo p testa. tentou se levantar, mas a dor era intensa, e caiu de volta
r¨¢rias vezes.
estendeu a m?o, tentando agarrar os homens, mas eles correram r¨¢pido demais.
Os dedos de via se fecharam lentamente, as unhas afundando na terra, e a ¨²mida espremia¨Cse entre seus dedos
Ningu¨¦m veio salv¨¢
16:06
Ningu¨¦m velo salvar seu bebe
Sua consci¨¨ncia se tomava cada vez mais turva, as luzes distantese?avam a se
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Cap¨ªtulo 46
Provavelmente estaria morrendo.Content ? N?velDrama.Org.
Talvez fosse melhor assim¡
A exist¨ºncia d, por si¡¯ed, j¨¢ n?o tinha significado.
Se Thales, naqu ¨¦poca, n?o tivesse a salvado,o fez agom, talvez¡ tiver um pouco de felicidade?
Quando via desistiu de esperan?a de viver, um feixe de luz prou ps frestas das folhas das ¨¢rvores e atingiu seus olhos.
Os cilios de via tremeram, e levantou a cabe?a dificuldade, enxergando vagamente a silhueta de algu¨¦m atrav¨¦s das folhas de uma nta sempre verde.
segurou seu abdomen, usando toda sua for?a para se arrastar para fora do mato
A pessoa estava muito distante, mais de cem metros.
via n?o conseguia fazer nenhum som, s¨® podia tentar se aproximar todo o esfor?o que tinha.
precisava salvar seu beb¨¦.
A luz vinha de umanterna, pertencente a um seguran?a em ronda, mas infelizmente, ele n?o podia v¨º no ch?o.
Antema varreu o local brevemente antes de se afastar, e o seguran?a se fol
via assistiu o seguran?a se afastar seus dedos rxaram e cairam sem for?as
Junto a isso, o ¨²ltimo brilho em seus olhos tamb¨¦m se apagou
Rosana gritou de
de dor, sentando¨Cse bruscamente no sof¨¢
¡°Vai can era profunda, ainda n?o tinha cicatrizado, o sangue coagdo pegajoso, enquanto a pele ao redor estava roxa e assustadora.
Thales, que estava aplicando medicamento, havia tocado a ferida um cote, fazendo quase chorar de dor.
Thales olhou para o cote istraidamente e suspirou, ¡°N?o se mexa.¡±
¡°Eu nem me mexi! Voc¨º est¨¢ distraido enquanto cuida de mim, pensando em qual mulher?¡± Rosana falou um tom que misturava rema??o e manha, sem muita for?a acusat¨®ria.
Thales deu¨Clhe um olhar meio sorridente, ¡®Qual mulher?¡±
¡°H¨¢ tantas querendo pr na sua cama, quem sabe qual mulher.¡± Rosana revirou os olhos e continuou, ¡°Vai calma, doi muito, tenho muito medo de dor
¡°E de quem ¨¦ a culpa?¡±
¡°A culpa ¨¦ minha, ro! ¨¦ t?o dif¨ªcil querer que voc¨º me panhe para jantar!¡± Rosana falou, imitada
Thales n?o disse mais nada, pegou o lodo e continuou a aplicar o medicamento meticulosamente desta vez.
Rosana observou seu semnte s¨¦rio e um sorriso doce apareceu em seu rosto.
Thales ainda se importava , n?o ¨¦?
Pelo menos, ele se importava mais do que aqu muda.
Quando ele estava quase terminando de aplicar o medicamento, o celr na mesa tocou, era Lucas ligando.
Mas ele n?o atendeu
Lucas desligou, sentindo uma dor de cabe?a, certo de que Thales n?o estava dormindo e n?o atendeu sua liga??o porque sabia o que
ele ditia.
Esse Presidente Duarte, entendia de tudo, so era demasiado fro
Vendo que ele permanecia em sil¨ºncio, Rosana pegou seu celr para se distraic mas de repente, sentouse novamente.
¡°Querido, voc¨º lembra quando ¨¦ meu anivers¨¢rio?¡±
¡°Vinte e cinco de novembro.¡± Thales respondeu sem levantar a cabe?a, e embora n?o demonstrasse emo??o, sua resposta deixou Rosana satisfeita
Para um homemo ele, n?o deveria haver muitas pessoas cujos anivers¨¢rios ele lembrasse, certo?
Rosano somu feliz rosto: ¡°Bom que voc¨º lembrou. Voc¨º tem que se preparar bem para o meu Bniversano este ano,¡±
¡°O medicamento est¨¢ aplicado, descanse cedo.¡± Thales soltou a p¨¦ d e levantou¨Cse, dizendo: ¡°Eu vou indo.¡±
O sorriso de Rosana desapareceu, substituido por um olhar de p¨¢nico enquanto o segurava, ¡°Voc¨º vai embora de novo?¡±
CapÃtulo 48
Capitulo 48
via olhava para sua m vazia, restavam apenas duas pe?as
de
roupa
Intima
puxou levemente o canto da boca, optando pelo sil¨ºncio.
A mulher n?o sabia que aqus poucas pe?as de roupa que segurava nas m?os poderiam pagar a entrada de uma casa.
Atualmente, via n?o tinha animo pam se preocupar roupas, sua maior preocupa??o era a beb¨¦ que carregava em seu
ventre
Quando todos se foram, via se apoiou e foi em busca de um m¨¦dico.
Este hospitalunit¨¢rio n?o era grande. Podia ser considerado no m¨¢ximo uma clinico. Tinha apenas dois andares. O andar de batxo era para ambt¨®rio e o andar de cima era para infus?o ou intera??o, Havia apenas cinco m¨¦dicos e trabalhavam em turnos.
chegou ao ambt¨®rio e, vendo que n?o havia pacientes l¨¢ dentro, bateu na porta e entrou
O m¨¦dico a olhou surpreso, j¨¢ que na noite anterior, quando via foi trazida, todos os m¨¦dicos foram chamados para fazer hora extra e, naturalmente, ele a reconheceu.
deveria ter sido transferida para um hospital maior, maso via n?o tinha familiares, optaram por deix¨¢ naqu clinica para
tratamento.
¡°Como voc¨º est¨¢ se sentindo?¡± *O m¨¦dico perguntou, levando ca e papel em dire??o a via.
pegou a ca e escreveu no papel: Doutor,o est¨¢ o meu bebe?
O m¨¦dico, ao ler o que escreveu, ficou em sil¨ºncio por um momento e disse: ¡°Tenho que lhe dizer que seu feto est¨¢ em p¨¦ssimas condi??es. Mesmo que supere o perigo desta vez, haver¨¢ v¨¢rios problemas no futuro.¡±
Depois de uma pausa, o m¨¦dico continuou ¡°¨¦ rendado que voc¨º fa?a o aborto, o que ¨¦ bom para voc¨º e para o beb¨¦.¡±
Ao ouvir isso, via n?o sabia se deveria ficar feliz por seu filho ainda estar vivo ou triste pelos perigos no futuro.
continuou escrevendo: Por qu¨¦?
Com paci¨ºncia, o m¨¦dico explicou: ¡°O mau desenvolvimento fetal pode estar rcionado aos seus h¨¢bitos de vida di¨¢rios, dieta etc. Juntamente o acidente de ontem, a situa??o plorou. Ent?o, ¨¦ melhor fazer um aborto agora. Quanto mais tempo demorar, mais doloroso ser¨¢ o seu aborto no futuro.
via pressionou os l¨¢bios, sem se apressar em concordar o m¨¦dico.
Tudo o que fez foi por o beb¨¦, ele era sua esperan?a. Se fosse para abortar, n?o teria arriscado tudo quebrando o vidro na noite
anterior.
escolheria morrer junto seu beb¨º.
O m¨¦dico continuou tentando convenc¨º, mas via escreveu no papel: Eu quero
mant¨º¨Clo.
O m¨¦dico franziu a testa, ¡°Voc¨º ¨¦ teimosa, mas se lembre, quem sofrer¨¤ as consequ¨ºncias ser¨¢ voc¨º
via assoc
via assentiu, escrevendo: Eu sei, obrigada, Doutor. Posso enfrentar qualquer consequ¨ºncia.
Vendo essa resposta, o m¨¦dico suspirou, ¡°Bem, se ¨¦ assim que voc¨º quer, n?o insistirei mais. Descanse um pouco e depois v¨¢ para casa. Voc¨º precisar¨¢ de um hospital maior, nossa clinica n?o tem recursos para cuidar do seu caso.¡±
¡°Voc¨º tem dinheiro?¡±
via ficou surpresa, n?o tinha dinheiro, estavapletamente sem nada, at¨¦ seu celr havia ficado na despensa da mans?o. ficou parada na entrada do hospital por um momento, debatendo consigo mesma, antes de decidir voltar para buscar seu celr.
Caminhou de volta, sentindo uma dor leve no baixo ventre.
via n?o podia andar r¨¢pido, ent?o parando de vez em quando, at¨¦ que finalmente chegou ¨¤ mans?o por volta das quatro da tarde.Property ? N?velDrama.Org.
Nesse hor¨¢rio, Thales n?o deveria estar em casa.
Ent?o entrou sem hesitar, digitou a senha, abriu a porta e foi direto para a despensa, onde encontrou seu celr entre um monte de livros desorganizados.
Pegou o celr e subiu ¨¤ procura do carregador, mas assim que abriu a porta do quarto.
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via prendeu a respira??o de repente, aliviou inconscientemente os passos, andando de forma furtiva para pegar o camegador na
mesa.
conectou o cabo de dados no celr, precisava apenas de dois minutos, apenas o suficiente para que o celr ligasse.
Contudo, contrariando suas expectativas, mal havia passado um minuto desde que ¨¢gua no banheiro cessou, e rapidamente desconectou o carregador e correu para fora do quarto.
¡°Parada!¡±
via congelou em seus passos, parando abruptamente na porta, mordeu o l¨¢bio, segurando firmemente o carregador, sem ousar olhar para tr¨¢s.
O som de passos aproximou¨Cse por tr¨¢s d, seguido por uma risada leve de um h homern.
Essa risada continha tantas nuances, via sentiu seu rosto queimar, coberta por uma vergonha constrangedora.
¡°Vire¨Cse.¡±
Apertando o carregador em sua m?o, via tomou coragem e se virou, encontrando¨Cse o peito nu do homem e uma toalha amarrada em sua cintura.
Ainda havia gotas d¡¯¨¢gua em seu peito, escorrendo lentamente pelos contomos de seus m¨²sculos abdominais at¨¦ a toalha.
¡°N?o foi embora decididamente? O que trouxe voc¨º de volta?¡±
via levantou a cabe?a para mostrar¨Clhe o carregador
s sem alegria.
O sorriso em Thales diminulu um pouco, ou melhor, seus l¨¢bios ainda estavam curvados em um sorriso, mas
Sua voz tornou¨Cse mais fria, ¡°Carregar seu celr? Voc¨º se esqueceu de que o celr tamb¨¦m foiprado por mim? Permiti que Voc¨º o timsse?¡±Property ? N?velDrama.Org.
via baixou o olhar, segurando firme o carregador. queria pedir dinheiro emprestado, sem celr, sem dinheiro¡o poderia proteger este beb¨¦?
As pvras de Thales cortaram todas as suas possibilidades de fuga.
e?ou a duvidar, se saindo d. qui, poderia realmente sobreviver?
A noite passada ainda estava vivida em sua mem¨®ria, s¨® de pensar seu cora??o se enchia de medo.
Uma m?o longa se estendeu diante d, o gesto era ro.
No entanto, via escondeu o celr e o carregador atr¨¢s de si, numa tentativa futil de esconder.
Isso fez Thales rir, ¡°D¨¦ aqui¡±
via fechou os olhos, lentamente estendeu a m?o, colocando a celr e o carregador na palma da m?o dele.
O celr girou entre seus dedos, brincando o aparelho, ele levantou os olhos para via, ¡°Voc¨º pode ir agora.¡±
via baixou a cabe?a, virou¨Cse e salu.
Thales passava os dedos sobre a t do celr seu olhar fixo na silhueta delicada que se afastava, mas seus olhos se tomaram frios.
Ao sair da mans?o, a tristeza e a amargura subiram por sua garganta, e as l¨¢grimas de via n?o puderam mais ser contidas, caindo livremente enquanto cobria o ventre, sentando¨Cse nos degraus aodo da mans?o.
ainda era incapaz de proteger este beb¨¦.
n?o era digna, algu¨¦mo , que mal conseguia sobreviver,o poderia merecer ter um filho.
O beb¨¦ em seu ventre provavelmente tamb¨¦m n?o desejaria ter uma m?eo ¡.
enterou a cabe?a nos joelhos, chorando sem conseguir emitir um som, incapaz at¨¦ mesmo de expressar sua tristeza b¨¢sica.
Sentada sozinha, a luz do sol p¨¢lida caia sobre , enfatizando sua pequenez e solid?o.
Andando o dia todo, semer nada no dia anterior, via estava t?o exausta e sonolenta que at¨¦ desmalou inconscientemente.
foi para um sonho, um sonho longo, cheio de momentos Thales.
No sonho, o jovem era frio e sereno, alto e magro, vestindo uma limpa camisa branca.
Ele a esperava na porta da esc, inclinando a cabe?a, seus olhos e sobrancelhas soniam.
Naqu ¨¦poca, ele j¨¢ atra¨ªa os olhares de in¨²meras garotas, mas naquele tempo¡ parecia que apenas a presen?a d poderia atrair a aten??o dele.
Capitulo 49
Ele era o her¨®i d, sempre estendendo a m?o quando precisava, sua sombra alta e majestosa fazia que at¨¦ olhar para cle parecesse uma sf¨¦mia,
Naqu ing¨ºnua juventude, n?o sabia o que era amor so sabia que onde quer que alhasse, l¨¢ estava a sombra dele.
Tudo o que guardava em seu cora??o eram as mem¨®rias de cada encontro ele.
Mas sempre, todos os seus devenelos eram desfeitos.
Capitolo 50
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sentia que seus pensamentos eram sordidos, suas ilus?es apaixonadas tinham macdo ele, assimo o?o que existia entre
Ele erao um rato escondido nas sombras, seu amor era indigno de ser vista.
via abriu os olhos, a luz brilhante invadiu sua vis?o, causando uma moment¨¢nea Imita??o,
fechou os olhos por um instante, antes de abri¨Clos novamente.
Olhando para odo, estava o quarto familiar mas sem Thales.
Provavelmente acabara de acordar de um sonho, a sensa??o de perda ainda pesava em seu cora??o, girando e puxando, causando uma dor aguda no seu peito.Content ? N?velDrama.Org.
via se apolou para sentar¨Cse, encontrou um absorvente na gaveta e estava prestes a ir ao banheiro quando a porta do quarto se abriu de repente, e Thales entrou
ficou surpresa, apertando o absorvente em sua m?o.
Thales tamb¨¦m notou o objeto em sua m?o, mas n?oentou apenas disse: ¡°J¨¢ que voc¨º acordou, des?a paraer
Ap¨®s dizer isso, ele virou e saiu.
via mordeu o l¨¢bio, foi ao banheiro, felizmente, n?o havia mais sangue.
piscou, pensando se ainda havia uma chance de salvar o beb¨¦..
via trocou o absorvente,vou as m?os e desceu.
Na s de jantar, Thales estava de roupas casuals, servindo sopa
via pensou que estava alucinando, esfregou os olhos vigorosamente e, olhando novamente, ele realmente estava l¨¢, servindo a
sopa
Os pratos na mesa, n?o poderiam ser obra dele tamb¨¦m?
Com um cora??o inquieto, via aproximou¨Cse e sentouse, olhando fixamente para a sopa de frango ¨¤ sua frente, momentaneamente distraida.
nunca tinha visto Thales cozinhar antes. Como ele sabia?
Notando seu ar distraido, Tiles de repente falou, ¡°Voc¨º n?o est¨¢ fome?¡±
via voltou a si, apressadamente pegou a colher e provou, e n?o estava ruim!
olhou para Thales surpresa
Thales limpava as m?os um guardanapo, ¡°Por que est¨¢ me olhando assim? Eu contrate algu¨¦m para fazer.¡±
via silenciosamente baixou a cabe?a ee?ou aet percebendo que tinha pensado demais
realmente estava faminta, devorou aida vorazmente, enquanto Thales mal tocava na sua, passando todo o tempo observando¨Caer
Depois deer Fl¨¢via levantou¨Cse e tirou a mesa por h¨¢bito.
Quando terminou devar os pratos, Thales j¨¢ estava na s de estar
via hesitou por um momento, ele n?o foi para o escrit¨®rio, provavelmente queria conversar
, percebendo o sinal, aproximou¨Cse e parou diante de Thales.
Ele Inclinou ligeiramente a cabe?a, uma express?o indiferente, ¡°Sente¨Cse.¡±
via apertou os dedos e sentou¨Cse em frente a ele, aguardando que ele fsse.
¡°Voc¨º ainda insiste no div¨®rcio?¡± ele perguntou.
via abaixou a cabe?a, sem saber conto responder ¨¤ pergunta dele. O que aconteceu na noite passada realmenten?ou uma sombra sobre . Voltando a este lugar famir e ouvindo sua vez, n?o p?de evitar hesitat
n?o pode deixar de pensar que tal se contentar o status quo, ficar Thales, aceitar o fato de que Thales n?o a amava e n?o
mais pedir amor. Esta parecia ser a melhor escolha agora. Afinal, exceto por n?o am¨¢, Thales era um marido perfeito.
Thales pegou o acordo de div¨®rcio que estava aodo, jogou¨Co diante d, ¡°Voc¨º tem um minuto para pensar.¡±
Ap¨®s dizer isso, ele ainda olhou pam o rel¨®gio de pulso, definindo um tempo.
Em seguida, cruzou as pemas, recostou¨Cse no sof¨¢, observando¨Ca atentamente.
via olhava fixamente para aquele acordo de div¨®rcio, sua mente estava em branco, as pvras impressas passavam por seus olhos. mas nenhuma entrava em sua mente.
Voc¨º ainda tem trinta segundos.¡±
via mordeu o l¨¢bio, pegou o acordo de div¨®rcio e a ca na mesa, virando para a p¨¢gina de assinatura.
Seus dedos apertaram a ca, a ponta parando sobre a linha para assinar, sous dedos tremiam incontrvelmente.
Thales a observava sem express?o, mais precisamente, estava observando sua ca.
CapÃtulo 51
Cap¨ªtulo 51
Em apenas um minuto, in¨²meras cenas passaram p mente d.
Havia o descaso de Thales, sua frieza e abandono, mas tamb¨¦m havia seus cuidados, o jeitoo ele acariciava sua cabe?a e sorria para .
Vendo sob a perspectiva de que ele n?o a amava, o descaso e o abandono pareciam justific¨¢veis.
Foi por isso que via, segurando firme a ca, se fortaleceu, assinando seu nome na linha destinada determina??o.
deveria permitir que ele pudesse perseguir seu verdadeiro amor.
El¨¢ tamb¨¦m deveria se permitir abandonarpletamente esse amor unteral, longo e torturante.
Assim que ¡°via¡± foi escrito, a ca em sua m?o de repente escorregou, tra?ando um longo risco no documento.
No momento seguinte, o acordo de div¨®rcio j¨¢ estava nas m?os de Thales.
Ele disse: ¡°O tempo acabou.¡±
via olhou para ele, at?nita, apenas para v¨º¨Clo casualmente rasgar o documento de div¨®rcio ao meio e jog¨¢¨Clo no lixo.
Os olhos profundos do homem encontraram os d, ¡°Voc¨º n?o tem mais chance, via.¡±
via n?o sabiao reagir, apenas o observava, ainda segurando a ca,pletamente perdida.
Thales se levantou e se aproximou d, impondo¨Cse diante d, as costas contra a luz, bloqueando toda a ilumina??o atr¨¢s dele,n?ando uma sombra sobre .
¡°De agora em diante, n?o quero saber que voc¨º est¨¢ pensando em div¨®rcio mais uma vez.¡±
via levantou o olhar para ele, suas longas pestanas tremendo.
Ele se inclinou, apoiando uma m?o no sof¨¢, aproximando¨Cse, seus l¨¢bios a menos de dois cent¨ªmetros dos d.
Thales disse: ¡°Voc¨º ouviu?¡±
via olhou nos olhos profundos dele, abriu a boca, mas ent?o a fechou silenciosamente.
n?o respondeu.
O olhar de Thales brilhou, ele segurou seu pesco?o, n?o for?¨¤, mas uma intimidade indiz¨ªvel.
¡°J¨¢ ouviu?¡± Sua voz era suave,o quando ele costumava cham¨¢, ¡°Vivi.¡±
Sua voz suave instantaneamente a levou de volta ao passado distante, atrav¨¦s dos olhos de parecia ver o jovem que sorria para sob o sol.
Ele tamb¨¦m a chamava assim, cheio de sedu??o.
via,o se fosse possu¨ªda, assentiu.
¡°Isso ¨¦ minha boa menina.¡±N?velDrama.Org owns ? this.
O canto da boca de Thales se curvou, ele se inclinou e beijou seus l¨¢bios.
via arregalou os olhos, olhando para ele.
Ele tamb¨¦m a olhava,o se esperasse algo, ouo em um jogo de estrat¨¦gia, esperando que o oponente se rendesse.
Mais ainda,o um rei orquestrando seus nos, esperando o inimigo se curvar em submiss?o.
O olhar de via brilhou, e naqu longa batalha que parecia ter durado um s¨¦culo, lentamente fechou os olhos, admitindo a derrota.
Ele beijou-a livremente, e via envolveu seu pesco?o, respondendo ao seu beijo.
Thales sabia que estava em per¨ªodo menstrual e n?o a iodou, mas n?o faltaram car¨ªcias.
Ele nunca foi de se privar.
Os quinze dias entre eles terminaramo uma , sua insist¨ºncia em se divorciar era apenas uma farsa.
tocou levemente seu baixo ventre, e a m?o dele tamb¨¦m cobriu a d, segurando¨Ca firmemente contra seu ventre.
Sua palma estava quente, atrav¨¦s do pijama, podia sentir o calor de sua m?o.
O cora??o de via acelerou sem raz?o, virou a cabe?a, o quarto estava escuro, n?o conseguia ver o rosto dele.
Capitulo 51
Mas a respira??o regr dele disse a via que ele provavelmente estava dormindo.
No entanto, via n?o conseguiu dormir aqu noite.
At¨¦ o amanhecer, finalmente adormeceu.
Ao acordar, a cama aodo j¨¢ estava fria, se apoiou para se sentar e viu o celr sobre o criado¨Cmudo.
pegou o celr e viu que estavapletamente carregado.
CapÃtulo 52
Cap¨ªtulo 52
J¨¢ eram meio¨Cdia.
via apressou¨Cse em se levantar da cama, trocou de roupa e foi para o hospital.
Quando estava se registrando, tentou abrir o Whatsapp para pedir dinheiro emprestado a nca, mas descobriu que Thales havia transferido para PagSeguro. A quantia transferida n?o era muita, apenas cinco mil..This content provided by N(o)velDrama].[Org.
via abriu a conversa Thales.
hesitou por um momento, pensando que tinha de sustentar o beb¨¦ dinheiro, ent?o, enviou uma mensagem de agradecimento
a ele.
Quando Thales ouviu o som de seu celr, pegou para ver que a mensagem de ¡°obrigada¡± de via, um sorriso inconsciente surgiu em seus l¨¢bios,
Lucas bateu na porta e entrou, trazendo consigo uma pilha de documentos at¨¦ ele, ¡°Presidente Duarte, estas s?o as grava??es de ontem ¨¤ noite, j¨¢ encontramos aqus duas pessoas.¡±
Thales pegou os documentos, olhou as fotos e sua express?o foi se tornando cada vez mais sombria.
N?o havia cameras perto do incidente, esta foto foi tirada de um gravador de carro pr¨®ximo, portanto estava um pouco distante e emba?ada, mas dava para ter uma ideia.
Lucase?ou a resmungar novamente, remando que ele n?o atendeu ao telefone na noite anterior, pensando que ele realmente n?o se importava o bem¨Cestar de via.
Lucas estava Thales h¨¢ bastante tempo. Embora n?o pudesse estarpletamente certo de outras coisas, ele sabia, at¨¦ certo ponto, sobre os sentimentos de Thales por via.
Apesar de Thales parecer desinteressado e at¨¦ mesmo gostar de provoc¨¢, se algu¨¦m al¨¦m dele se atrevesse a ter inten??es ruins via, sua natureza protetora explodia.
Thales jogou as fotos de volta na mesa, ¡°Onde eles est?o?¡±
*Foram sequestrados por n¨®s,o devemos proceder? Entregamos para a pol¨ªcia ou¡¡±
Thales se levantou da cadeira, ¡°Vamos dar uma olhada.¡±
Lucas imediatamente concordou e levou Thales at¨¦ onde os dois arruaceiros estavam detidos.
Eles chegaram a uma mans?o isda nos arredores da cidade.
Era um local bastante remoto, s¨® de dirigir at¨¦ l¨¢ j¨¢ levava uns quinze minutos at¨¦ l¨¢, nessa ¨¢rea, havia apenas essa mans?o.
Se n?o fosse por essa mans?o, talvez nem mesmo a estrada tivesse sido constru¨ªda.
No quintal da mans?o, havia muitos animais ferozes, nem era preciso entrar para ouvir os sons vindos de dentro. Latidos de c?es, uivos de lobos¡
Entrando, tamb¨¦m se viam caixas transparentes cobras e at¨¦ crocodilos.
Lucas n?o estava ali p primeira vez, mas sempre se sentia nervoso a cada visita.
Aquilo mais parecia um zool¨®gico do que uma mans?o.
No meio dessas jas, dois homens estavam deitados no ch?o, j¨¢ apavorados pelos c?es e lobos ao redor. Os grandes animais estavam uivando para eles.
Enquanto os dois tremiam de medo, ostidos e uivos gradualmente cessaram,o se os grandes c?es sentissem algo e, um a um, voltaram a se sentar.
1 3 2 2 8 5 9 2 8 6 F 9 ¡ê ¡ì
Abanando as caudas, esticando as l¨ªnguas no se estivessem excitados.
Os arruaceiros engoliram em seco e seguiram o olhar dos c?es, avistando uma figura alta e imponente se aproximando.
O homem vestia um terno, por cima um sobretudo marrom que destacava oprimento de suas pernas.
Thales chegou perto dos dois, olhando¨Cos sem express?o,o se estivesse olhando para lixo.
¡°Senhor, n¨®s n?o fizemos nada para voc¨º, certo?¡± Os arruaceirose?aram a fr, tremendo sob a intensa aura do homem.
Thales agachou¨Cse diante deles e perguntou calmamente: ¡°Sabem quem eu sou?¡±
Ambos bn?aram a cabe?a negativamente, ¡°N?o, n?o sabemos, por que voc¨º nos capturou?¡±
Thales sorriu gentilmente, estendendo a m?o enquanto Lucas, muito atento, colocou uma faca em sua palma.
¡°Por que captur¨¢¨Clos?¡± Thales sorriu amavelmente, ¡°Deixe¨Cme ajud¨¢¨Clos a lembrar.¡±
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Esse somiso fez que os dois se arressem, percebendo p primeira vez o verdadeiro significado da express?o ¡°sorriso segundas inten??es¡°.
Capitulo 58
CapÃtulo 53
Cap¨ªtulo 53
As duas pessoas estavam aterrorizadas, e no perceberem a faca na m?o de Thales, recuaram assustadamente,
Na verdade, n¨®s nunca te vimos, ser¨¢ que voc¨º nos confundiu algu¨¦m¡?¡±
Thales, ¡°Pense
bem.
O frio da l¨¤mina fez 6 arruaceiro estremecer, ele at¨¦ conseguia sentir a afia??o da lamina.
Com o pesco?o rigido, o mndro repassou todos os eventos recentes em sua mente, embora tivesse feito v¨¢rias besteiras, n?o chegava a ponto de ofender esse homem.
Ser¨¢ que foi ontem ¨¤ noite?
Os olhos do arruaceiro se arregram, ramente havia adivinhado, ele olhou para Thales tremendo, ¡°Foi¡ por causa daqu muda?¡±
*Muda?¡± O somiso nos l¨¢bios de Thales tinha um toque de frieza.
*N?o, n?o, a b dama de ontem ¨¤ noite¡ n¨®s n?o fizemos nada ah¡¡±
¡°O que ¨¦ n?o fazer nada?¡±
O arruaceiro, tr¨ºmulo, explicou, ¡°Bem, est¨¢vamos quase fazendo algo, mas, mas eu toquei no sangue, ent?o n?o fizemos¡¡±
Ele pensava ter sido ro o suficiente para que sua credibilidade aumentasse, mas ao ouvir a pvra ¡®tocar¡®, o sorriso em Thales desapareceu num instante.
S¨® restou uma terrivel inten??o de matar.
¡°Com qual m?o?¡±
O arruaceiro engoliu em seco, , esta aqui, ¨¦ esta.¡± O mndro, tremendo, mostrava a m?o ensanguentada, chorando e implorando.
¡°Ah ¨¦?¡±
8 9 8 2 2 2 5 3 5 5 3 5 5o ? ? ?? ? 3 8
Ent?o, Thales repetiu o gesto, esfaqueando a mesma ferida, ¡°Esta m?o?¡±
O mndro instantaneamente sentiu uma dor t?o forte que seus olhos viraram, soltando um grito de agonia, quase desmaiando v¨¢rias vezes, mas a dor o acordava.
Thales soltou a faca, levantando¨Cse, e a ¨²nica raz?o era que ambos tinham ficado medo ao ponto de se urinarem, exndo um cheiro insuport¨¢vel.
Thales se virou para ir embora, e Lucas apressou¨Cse em segui¨Clo.
¡°Presidente Duarte.¡±
Thales tirou um len?o para limpar os dedos, dizendo levemente: ¡°AbrN?velDrama.Org owns ? this.
¡°Certo¡¡±
a
a ja.¡±
Lucas enxugou o suor da testa, se n?o se enganava, o Presidente Duarte havia deixado uma faca l¨¢ dentro.
Dar¨Clhes uma esperan?a, por mais m¨ªnima que fosse, era mais cruel do que deix¨¢¨Clos esperar p morte.
Mas eram apenas dois mndros, se morressem, ningu¨¦m notaria.
Provavelmente n?o deixariam nada para tr¨¢s, apenas duas pessoas, insuficientes at¨¦ para encher os dentes de lobos.
via passou a tarde no hospital, fazendo f, exames e esperando pelos resultados.
Quando estava quase anoitecendo, os resultados finalmente sa¨ªram, e o m¨¦dico, olhando para a ficha, virou¨Cse para perguntar, ¡°E seus familiares?¡±
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Capitulo 53-
via pegou o celr para digitar: N?o vieram,
O m¨¦dico franzia a testa.
¡°Voc¨º quer salvar este beb¨º, certo?*
via assentiu.
¡°Ent?o voc¨º pode ser internada?¡±
via hesitou, ser internada significaria que Thales saberia.
Vendo sua hesita??o, o m¨¦dico acrescentou: ¡°Se n?o puder ficar internada, vou prescrever alguns medicamentos para manter a gravidez, e voc¨º ter¨¢ que fazer exames regres. Se conseguir salvar ou n?o, vai depender da sort¨¦.¡±
via assentiu novamente, quando Thales tinha tomado seu celr ontem, quase perderia toda esperan?a.
Agora, ter essa pequena chance, erao receber uma luz divina, um al¨ªvio concedido pelos c¨¦us.
O m¨¦dico prescreveu a medica??o, e via, ao sair do hospital, viu Dona Duarte.
CapÃtulo 54
Cap¨ªtulo 54
Dona Duarte abra?ava uma crian?a nos bra?os, aguardando algu¨¦m,
via, quase por instinto, apertou firme os medicamentos e a receita em suas m?os, abaixou a cabe?a para passar por Dona Duarte e deixou o hospital rapidamente.
Ao voltar para a mans?o, Thales ainda n?o havia retornado. escondeu os rem¨¦dios receitados pelo m¨¦dico e a preparar o
jantar.N?velDrama.Org owns ? this.
Aguardou at¨¦ meia¨Cnoite e, ao confirmar que ele n?o voltaria,eu um pouco daida que havia esfriado.
Querido estava sozinha, via preferia n?o voltar ao quarto para dormir. Gostaria de adormecer no sof¨¢, ouvindo o som da televis?o.
Assim que via ligou a TV, o celr de Bianca tocou.
hesitou por um momento, sem entender o motivo da liga??o a essa hora, mas atendeu.
O
¡°Voc¨º finalmente atendeu meu telefonema. Onde voc¨º tem estado esses dias? N?o consigo te ligar, e voc¨º tamb¨¦m n?o responde no Whatsapp. D¨¢ uma olhada l¨¢¡°, disse Bianca antes de desligar.
via abriu o Whatsapp e viu a mensagem de Bianca perguntando por onde andava.
via contou uma mentira qualquer.
Bianca enviou uma sequ¨ºncia de ¨¢udios: ¡°Que bom que voc¨º est¨¢ bem. Eu fugi da fam¨ªlia Tavares. Meu pai congelou todos os meus fundos. Voc¨º pode me emprestar algum dinheiro?¡±
Ao saber que Bianca estava sem dinheiro, via n?o hesitou em transferir o dinheiro que Thales havia lhe dado ¨¤ tarde, deixando apenas mil reais para emerg¨ºncias.
Afinal, ainda precisaria fazer mais exames.
via perguntou se o dinheiro era suficiente.
Bianca respondeu: ¡°¨¦ suficiente, sim. Assim que eu conseguir meu dinheiro de volta, eu te pago.¡±
Preocupada, via enviou outra mensagem: ¡°Voc¨º tem onde ficar?¡±
Bianca demorou cerca de dez minutos para responder: ¡°ro que sim. Vou ficar meus amigos corredores. Temos muitos lugares para ficar, e daqui a alguns dias teremos uma corrida. Voc¨º quer vir me ver? Se eu ganhar, n?o s¨® ganharei um carroo tamb¨¦m cem mil. Quando voc¨º se divorciar, posso te levar para viajar pelo mundo esse carro. Que tal?¡±
Ao ler a ¨²ltima linha, os dedos de via tremeram ligeiramente.
N?o era apenas ps pvras de Bianca; se lembrou que, seis ou sete anos atr¨¢s, Thales tamb¨¦m gostava de corridas de carros.
sempre ia assistir e torcer por ele.
x x o x u D a q as Y Z HOE W Z O 2 8 8 2 2 0 28 ¨±
Quando tinha dezoito anos, Thales e outro herdeiro apostaram um carro de corrida vermelho limitado, a ser encontrado foi o outro herdeiro, cujo carro rolou montanha abaixo, resultando em sua morte tr¨¢gica, irreconhec¨ªvel.
Temendo que Thales tivesse sofrido o mesmo destino, via adentrou a floresta, procurando por ele a noite inteira.
Caindo e se machucando, finalmente encontrou Thales sob um monte de galhos quebrados. Gra?as ao seu r¨¢pido reflexo de pr do carro e cair sobre uma ¨¢rvore, que amortizou sua queda, ele sobreviveu.
Naquele momento, ele estava ¨¤ beira da morte. via enviou uma mensagem e a localiza??o para Rosana, pedindo¨Clhe que ligasse para uma ambulancia.
Enquanto estancava o sangue de Thales, o carregou nas costas montanha abaixo.
Apesar de sua figura fr¨¢gil, carregando um homem de mais de cem quilos atrav¨¦s das dificuldades da montanha, nunca imaginou que conseguiria lev¨¢¨Clo para fora.
Ele, deitado em suas costas, murmurou em seu ouvido em um momento de del¨ªrio: ¡°Se eu morrer, minha pequena muda ser¨¢ intimidada. Por favor, proteja¨Ca por mim.¡±
CapÃtulo 55
Cap¨ªtulo 55
Naqu situa??o desesperadora, o que ele ainda tinha no cora??o era preocupa??o por que n?o podia fr.
Ao ouvir tais pvras, que raz?o via teria para n?o am¨¢¨Clo?
Naquele momento, o amor de via foi dado inteiramente a esse homem, naquele momento, ele se tornou mais importante do que a pr¨®pria vida d.
E sabia, toda a prote??o que ele lhe dava, n?o passava de piedade por uma muda, seu amor n?o floresceria.
De fato, foi o que aconteceu, depois ele ficou Rosana.
El¨¦ deu toda a prefer¨ºncia que tinha por a outra mulher, foi proteg¨º.
se tornou a pessoa que nunca seria escolhida.
Depois que ficaram juntos, via perdeu o seu amor e sua ¨²nica amiga ao mesmo tempo.
Enquanto via estava distra¨ªda, Bianca enviou v¨¢rias mensagens.
Voltando a si, via digitou rapidamente: Bianca, n?o v¨¢, ¨¦ perigoso.
Bianca: ¡°N?o vai ser, n?o se preocupe, eu vou ganhar certeza.¡±
via ainda estava preocupada, tentou persuadir Bianca todas as suas for?as: N?o v¨¢, eu te dou dinheiro.
Bianca n?o p?de evitar rir ao ver a mensagem, disse: ¡°Voc¨º me dar dinheiro? De onde voc¨º tem dinheiro, deixa pra l¨¢, eu n?o quero o dinheiro daquele homem desprez¨ªvel, me espera, assim que eu ganhar este carro, vou te levarigo.¡±
via ainda tentou persuadi, mas Bianca optou por ignor¨¢¨C.
No fim, via n?o teve escolha, s¨® p?de perguntar onde seria a corrida, s¨® podia ir l¨¢ para tentar persuadi pessoalmente.
Bianca era uma pessoa sem muitas ambi??es, n?o queria se envolver nos neg¨®cios e disputas familiares, muito menos se casar por conveni¨ºncia algu¨¦m de quem n?o gostava para garantir o futuro da fam¨ªlia.
era uma pessoa que ansiava p liberdade, queria pegar sua prancheta de desenho, dirigir pelo mundo afora, ver tudo o que o mundo tem a oferecer, s¨® assim sua vida n?o seria em v?o.
Antes disso, seus nos n?o inclu¨ªam via, mas agora, achava que terpanhia era algo bom.
Bianca deu o endere?o a via.
¡°via, pare de se preocupar esse homem desprez¨ªvel, o que ele tem de bom? Vou te mostrar o mundo, quando voc¨º expandir seus horizontes, vai ver que homens s?o dispens¨¢veis.¡±
¡°A vida de uma pessoa s?o apenas mais de vinte mil dias, por que perder tempo um homem que n?o te ama?¡±
via teve um momento de devaneio, o mundo¡ o que seria o mundo?
viveu tanto tempo e nunca saiu de S?o Siena, nem sabiao era o mundo fora de S?o Siena,o poderia sabero ¨¦ o grande mundo l¨¢ fora.
via e Bianca eram diferentes, Bianca erao o vento, adequada para voar livremente l¨¢ fora, enquanto via erao uma flor, adequada apenas para enraizar¨Cse no solo.Content ? N?velDrama.Org.
Levada pelo vento, acabaria murchando.
Thales n?o voltou para casa por v¨¢rios dias, provavelmente porque via n?o fva mais em div¨®rcio, ele pod¨ªa descart¨¢ em casa sem preocupa??es.
Com ele ausente, via tamb¨¦m n?o precisava viver o cora??o na m?o, temendo que ele descobrisse sobre sua gravidez.
poderia ir encontrar Bianca.
Sabendo que viria torcer por si, Bianca veio busc¨¢ de carro bem cedo, buzinando loucamente na porta.
via se levantou do sof¨¢, abriu a porta e convidou Bianca para entrar.
Bianca, vestida um traje de motociclista preto, parecia especialmente imponente, fazendo¨Ca parecer ainda mais alta. Assim que entrou, abra?ou via, ¡°Sen?iu minha falta nesses dias?¡±
via ficou at?nita por um momento e logo deu dois passos para tr¨¢s, gestdo: Voc¨º pode n?o participar da corrida? ¡°Por que n?o ir? J¨¢binei eles, al¨¦m disso,o vou conseguir dinheiro para viajar pelo mundo sem ir?¡°
via mordeu o l¨¢bio, ficou em sil¨ºncio por um bom tempo, antes de gesticr: Eu n?o vou me divorciar do Thales.
Bianca congelou um sorriso nos l¨¢bios, ¡°N?o vai se divorciar? Aquele cara te disse algumas pvras doces e voc¨º amoleceu o cora??o?¡±
CapÃtulo 56
Cap¨ªtulo 56
via bn?ou a cabe?a, sem sabero expressar o que sentia naquele momento.
estava preocupada nca, n?o queria que fossepetir.
Bianca suspirou, caminhou at¨¦ o sof¨¢ e sentou¨Cse, pegando umaranja que estava sobre a mesa de centro e olhando para via de
¡°Voc¨º contou a ele sobre a gravidez?¡±
¡õ 5 2 > 2 : 25
via hesitou, bn?ou a cabe?a negativamente.
¡°Por que voc¨º n?o o contou?¡±
Naturalmente, temia que ele n?o gostasse da not¨ªcia e acabasseo da ¨²ltima vez, pedindo para que interrompesse a gravidez.
¡®Se voc¨º n?o se divorcia dele e tamb¨¦m n?o quer que ele saiba da exist¨ºncia do beb¨º, ¡± Bianca, brincando distraidamente aranja em suas m?os, olhou para um sorriso.
via permaneceu em sil¨ºncio, sem responder.
Bianca a questionou novamente, ¡°Voc¨º quer deix¨¢¨Clo ou n?o?¡±N?velDrama.Org owns ? this.
via, apertando a roupa entre os dedos, sentiu¨Cse indecisa; afinal, mesmo que fosse embora Bianca, n?o significaria nada al¨¦m de trocar a depend¨ºncia de Thales p de Bianca.
N?o havia diferen?a.
n?o tinha a capacidade de vagar sozinha por a¨ª.
Bianca, percebendo sua hesita??o, levantou¨Cse e foi at¨¦ , dando um tapinha reconfortante no ombro de via.
¡°via, eu n?o souo os homens, que mudam de opini?o constantemente. Eu nunca me casarei nesta vida. Voc¨º ser¨¢ mais felizigo do que aodo de Thales.¡±
via, surpreendida, olhou para Bianca, que sorria radiante e era muito bonita; seu sorriso deixou via quase deslumbrada.
via: ¡°Por que eu? Por que voc¨º quer me levar embora?¡±
Bianca arqueou uma sobrancelha, sorrindo enquanto beliscava a bochecha de via, ¡°Porque sou bondosa n?o suportando ver uma beleza sofrer. E eu odeio Thales, de qualquer forma. S?o suficientes esses dois motivos juntos?¡±
Bianca tinha suas raz?es para detestar Thales; o jovem quem ele havia corrido, era o amigo de infancia de Bianca,
Mesmo sem amor romantico, a camaradagem de crescerem juntos n?o era algo que amigosuns poderiam igur.
Embora o incidente n?o fosse culpa de Thales, ele foi o ¨²nico sobrevivente, e os familiares e amigos do falecido precisavam de um alvo para desabafar suas emo??es.
E ningu¨¦m era mais apropriado do que Thales.
via permaneceu cda, pensando que, na verdade, era s¨® a ¨²ltima raz?o que contava.
Apenas o ¨®dio por Thales era real.
Bianca, vendo que n?o respondia, disse: ¡°N?o pense demais, n?o estou tentando me vingar de Thales ao querer te levar. N?o sou esse tipo de pessoa; eu realmente te considero uma amiga.¡±
via olhou para Bianca, hesitante por um momento.
Bianca sorriu, ¡°Enfim, pense sobre isso. Se quiser ficar, fique. Se quiser ir, eu te levo.¡±
¡°Vamos, venha ver minhapeti??o.¡± Bianca a pegou pelo bra?o e saiu.
via foi pega de surpresa e arrastada para fora, quando se deu conta, j¨¢ estava sentada na motocicleta de Bianca.
Bianca colocou o capacete na cabe?a d e acelerou.
No momento em que a motocicleta disparou, um carro veio de umdo, Bianca apertou os freios rapidamente.
Mas os ve¨ªculos estavam muito pr¨®ximos, e a motocicleta de Bianca ainda colidiu o carro.
Tudo aconteceu muito r¨¢pido, e quando via voltou a si, j¨¢ estava deitada no ch?o, sentindo uma dor ardente no bra?o e no pulso.
Levantando a cabe?a, viu que a porta do carro estava amassada para dentro, mas n?o havia grandes danos; a motocicleta apenas perdeu um espelho, e via estava um pouco machucada.
Do outrodo, a porta do carro se abriu, e Thales desceu, olhando para as duas que se levantavam do ch?o de maneira desajeitada.
Nos seus olhos, uma f¨²ria crescente se manifestava.
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CapÃtulo 57
Cap¨ªtulo 57
Por que voc¨º volta para casa logo cedo?¡± Pianca espanou a poeira de si mesma, ajudando via a se levantar tamb¨¦m.
Thales passou o olhar entre as duas, ignorando a pergunta de Bianca, fixou o olhar em via, ¡°Aonde pretende ir?¡±
Bianca tomou a pvra, um sorriso frio, disse: ¡°Isso ¨¦ da sua conta? As pernas s?o d, vai aonde quiser, via n?o ¨¦ sua marie! Por acaso precisa te informar sobre cada passo que d¨¢?¡±
Thales mudou o olhar para Bianca, uma voz sem muita varia??o, falou, ¡°nca, n?o pense que pode vir aqui desafiar minha paci¨ºncia repetidas vezes por ter S¨¦rgio ao seudo.¡±
Bianca engasgou, mas logo depois riu desdem, ¡°N?o envolva S¨¦rgio em tudo, se voc¨º ¨¦ capaz, venha direto para mim. Voc¨º acha que eu tenho medo de voc¨º?¡±
Um sorriso frio surgiu nos l¨¢bios de Thales, ¡°Uma mulher t?o ignoranteo voc¨º, nejando levar via embora, se n?o fosse a irm? de S¨¦rgio, voc¨º acha que ainda estaria viva?¡±
¡°Quem voc¨º est¨¢ chamando de ignorante?¡±
Thales nem se deu ao trabalho de discutir, puxou via e caminhou em dire??o ¨¤ casa.
Inconformada, Bianca o seguiu, gritando furiosamente: ¡°Thales, pare a¨ª! Quem voc¨º pensa que ¨¦? N?o passa de um bastardo que subiu na vida atrav¨¦s de um caso, e ainda imita seu pai tendo mulheres por fora, realmente a ma?? n?o cai longe da ¨¢rvore¡¡±
Antes que Bianca terminasse, Thales a agarrou pelo pesco?o for?a, pressionando¨Ca contra a parede, fazendo a parte de tr¨¢s da cabe?a d bater na parede. viu estrs e engoliu as pvras que ia dizer.N?velDrama.Org owns ? this.
Bianca, encarando os olhos escuros de Thales, apesar de n?o haver emo??o, sentiu um medo inexplic¨¢vel em seu cora??o.
A m?e de Thales n?o era a primeira esposa de seu pai, mas a segunda, e quando a m?e de Thales se casou a fam¨ªlia Duarte, Thales j¨¢ tinha quatro anos.
Assim, eraum ouvir rumores de que Thales era filho ileg¨ªtimo de Reinaldo Duarte, e sua m?e havia usurpado a posi??o atrav¨¦s de
um caso amoroso.
Esses rumores ainda eram ocasionalmente ouvidos.
via n?o esperava que Bianca dissesse algo assim na frente de Thales.
No entanto, Thales riu, apertando o pesco?o de Bianca, disse baixinho, ¡°Voc¨º deveria se considerar sortuda por ser mulher.¡±
O rosto de Bianca ficou vermelho devido ¨¤ falta de ar, queria rebater, mas n?o conseguiu emitir som algum.
Quando estava prestes a desmaiar por asfixia, Thales a soltou.
Thales n?o batia em mulheres, mas ele mataria uma.
E naquele momento, Bianca realmente sentiu sua inten??o de matar, confirmando as pvras de Thales; se n?o fosse irm? de S¨¦rgio, j¨¢ estar¨ªa morta.
Bianca era direta e teimosa por natureza, n?o conseguia esconder seus sentimentos.
Enquanto Rosana parecia mimada, sabia se contrr, ao contr¨¢rio de Bianca, que sempre fva o que pensava sem filtros.
Mas apoiada p fam¨ªlia Tavares, podia fazer o que quisesse, sem necessidade de disfarces, pois Bianca tinha esse privil¨¦gio.
No entanto, esse privil¨¦gio n?o parecia valer muito para Thales.
? ? ? ?? ?? ? ? ?? ? ??
Vendo que Thales a soltou, via respirou aliviada secretamente, fazendo sinal para Bianca se afastar dali.
Bianca tamb¨¦m percebeu que havia dito o que n?o deveria, apenasn?ou um olhar furioso para Thales, sem continuar a discuss?o. Ele faria o que Bianca n?o poderia aguentar se fosse provocado demais.
Afinal, quando Bianca se enfurecia, nem sabia do que era capaz.
Thales tamb¨¦m n?o deu mais aten??o a , puxando via para dentro da casa.
A TV da s ainda estava ligada, e o som doserciais ecoava pelo amplo espa?o, tornando¨Cseu
CapÃtulo 58
Cap¨ªtulo 58This content provided by N(o)velDrama].[Org.
via fol jogada for?a no sof¨¢, a raiva que n?o havia mostrado diante de nca explodiu naquele momento.
inst
nente protegeu o seu venire
Thales percebeu sou gesto e seu olhar brilhou.
No entanto, ele ainda apertou o pesco?o de via e disse voz profunda: ¡°Por que voc¨º ignora minhas pvras?¡±
Voc¨º ainda are viajar o mundo ? via, ainda n?o te conhe?opletamente vinte anos, n?o ¨¦?¡±
Os clios de via tremeram, por que ele sabia de tudo?
Ba de repente se lembrou que, ao acordar p manh?, seu celr estava totalmente carregado.
Ele monitorava seu celr e tinha acesso a tudo que enviava.
N?o ¨¦ ¨¤ toa que ele apareceu t?o oportunamente.
A respira??o de via estava dificultada, seu rosto gradualmente ficava vermelho, enquanto encarava intensamente o Thales, as bordas de seus olhose?ando a ficar vermelhas.
tinha olhos inocentes por natureza, que, ao contr¨¢rio do que poderia ser considerado fofo, n?obinavam sua apar¨ºncia. A primeira impress?o que todos tinham ao v¨º n?o era que era fofa, mas sim inocente.
Especialmente aqueles grandes olhos escuros, quando olhava para algu¨¦m, pareciam transmitir uma profundapaix?o.
Sua beleza era do tipo surreal, Thales tinha pensado em muitos adjetivos para descrev¨º, mas apenas ¡°elfo¡± se adequava perfeitamente.
Como um elfo que saiu de um antigo conto, distante e surreal.
Portanto, sempre que Thales olhava para esses olhos, at¨¦ a maior das raivas se dissipava.
Ele at¨¦ pensava que, se andasse na rua, poderia ser raptada, ou que um sopro de vento, poderia se desvanecer junto a
vento.
Thales de repente somriu, e a raiva se dissipoupletamente sua risada, mas para via, esse sorriso era mais aterrorizante do que sua express?o irada.
Thales disse: ¡°Mas, parece que n?o ter¨¢ a chance de te levar embora.¡±
As pups de via se contra¨ªram, e gesticulou fricamente: O que voc¨º vai fazer?
¡°Voc¨º saber¨¢ logo. Ele lentamente soltou o pesco?o de via, passando gentilmente pelos cantos de seus olhos, e seu gesto tomou¨Cse novamente suave, ¡°Quem n?o obedece, deve ser punido.¡±
O cora??o de via afundou severamente, olhou fixamente para Thales, e por um momento, sentiuo se n?o o conhecesse.
Thales j¨¢ havia se acalmado,o se a raiva em seu rosto fosse apenas uma ilus?o.
Ele desabotoou o crinho, ficou em sil¨ºncio por um momento, e ent?o se virou para via, dizendo: ¡°Fique em casa.¡±
Dito isso, ele saiu sem olhar para tr¨¢s.
Assim que ele sa¨ªu, a tens?o de via se dissipou, e se deitou no sof¨¢, sem for?as.
sentiu uma dor ardente no cotovelo, via se sentou, levantou a manga para ver, e de fato, estava arranhada.
se perguntava se Bianca havia se machucado.
Pensando em Bianca, se lembrou do que Thales havia dito e rapidamente pegou o celr.
Mas¡ pensando que Thales havia mexido em seu celr, seus dedos ficaram r¨ªgidos por um bom tempo, sem conseguir pressionar nada.
No final, desistiu, jogando o celr no sof¨¢ e levantando a m?o para cobrir os olhos.
Thales nunca havia mostrado seudo cruel na frente d, ent?o n?o tinha ideia do que ele poderia fazer Bianca.
Mas logo descobriu.
Foi ¨¤ noite, quando viu a not¨ªcia na televis?o, Bianca havia se envolvido em um acidente de carro enquanto corria outros.
via olhou para as fotos borradas da cena, suas pups dtaram e seu corpo tremia incontrvelmente.
Bianca e aquele grupo de herdeiros estavam correndo, e no caminho de volta, o carro entrou direto na multid?o que assistia.
Bianca¡ tinha tirado a vida de algu¨¦m.
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Cap¨ªtulo 59
Essa not¨ªcia fex o sangue de via gr un frio prante se espalhou por seus membros, fazendo¨Ca sentir um cfrio por todo o
§ã§à§Ô§â§à
ficou olhando para a televis?o, as pvras de Thales ecoando em sua mente.
n?o tem mais chance¡±
via sempre temou que ele fizesse algo a nca, mas, na verdade, fol ele quem fez nca fazer algo¡
Bianca estava ilesa, mas isso seria suficiente para arruin¨¢pletamente.
Com aquele acidente, n?o era apenas Bianca que seria afetada, mas toda a fam¨ªlia Tavares.
E Thales, meramente um espectador de fora.
S¨¦rgio e a familia correram de volta para a casa dos Tavares.
Bianca sentou¨Cse no sof¨¢, distante e desorientada, sua voz rouca e entrecortada por solu?os.
Quando S¨¦rgio lhe fez uma pergunta, apenas respondeu instintivamente, sem saber ao certo o que estava dizendo.
Ao saber da briga de Bianca em seu encontro Thales naqu manh?, S¨¦rgio suspirou resignadamente.
¡°Bianca, eu j¨¢ te disse para n?o provocar Thales, voc¨º n?o me ouviu,¡± disse S¨¦rgio, um tom de impot¨ºncia.
Bianca ficou p¨¢lida, seus dedos tremiam ligeiramente. Apesar de sua coragem e ousadia, nunca havia matado ningu¨¦m.
A imagem do carro avan?ando sobre as pessoas ainda estava ra em sua mente, a sensa??o grotesca dos pneus passando sobre corpos ecoava em sua cabe?a.
S¨® de pensar nisso, sentia uma n¨¢usea revirando seu est?mago, uma vontade incontrol¨¢vel de vomitar.
A m?e de Bianca, preocupada, disse: ¡°Agora que o assunto se tornou grande demais para ser contido p m¨ªdia, e parece que pessoas querendo ampliar as consequ¨ºncias disso, o que vamos fazer?¡±
¡°V¨¢ encontrar quem mexeu no carro e traz¨º¨Clo ¨¤ luz!¡± disse o pai de Bianca, o rosto tenso.
S¨¦rgio bn?ou a cabe?a: ¡°N?o adianta, Bianca dirigiu o carro para a multid?o pessoalmente, que achemos algu¨¦m, a m¨ªdia e o p¨²blico n?o v?o aceitar.¡±
¡°Eles v?o pensar que estamos usando nossa influ¨ºncia para culpar outra pessoa.¡±
? ?? ? ? ?? ?? ? ? ? ? ¡£ ? ¡£ ????? ¨², ? ?
O pai de Bianca ficou ainda mais preocupado ao ouvir isso, ¡°A lista de v¨ªtimas j¨¢ saiu?¡±
h¨¢
est¨¢ tudo gravado. Mesmo que
S¨¦rgio acenou a cabe?a, ¡°Sim, aqueles que morreram n?o tinham muita influ¨ºncia, O pai de Bianca se aliviou um pouco ao ouvir isso. Quanto vale uma vida humana, afinal?
O pre?o de uma vida ¨¦ determinado pelo status social, e as v¨ªtimas desse acidente de carro valiam apenas cem mil ou mais.
Se as fam¨ªlias continuassem remando, ent?o meio milh?o, milh?o, eles eventualmente se criam.
O mais importante agora era cr a m¨ªdia e o p¨²blico, minimizando o impacto deste evento.
Bianca permaneceu em sil¨ºncio.
sempre ouviu S¨¦rgio dizer que Thales era cruel e impiedoso, mas nunca havia visto por si mesma, nem acreditava.
Sua impress?o dele era a de um desgra?ado, um cachorro.
Agora sabia, Thales realmente n?o era uma boa pessoa.
Ele era realmente cruel.
De agora em diante, Bianca teria que viver carregando o peso de ter matado algu¨¦m, o que seria mais dif¨ªcil do que se pr¨®pria tivesse morrido.
¡°Eu vou me entregar,¡± Bianca de repente falou.
¡°Voc¨º est¨¢ louca?¡± S¨¦rgio franzia a testa.
1Content ? N?velDrama.Org.
O pai de Bianca tamb¨¦m disse, ¡°Isso foi apenas uma falha nos freios, n?o foi um assassinato intencional, por que voc¨º se entregaria?¡± Bianca cobriu o rosto, sua voz tremia, ¡°Mas ainda assim, eu matei.¡±
Thales estava certo, era apenas f e ignorante, ele lhe deu uma li??o suas a??es.
Se ele quisesse, Bianca poderia morrer de mil maneiras diferentes.
O pai de Bianca disse irritado, ¡°Depois de causar um problema t?o grande, n?o cause mais confus?o! Eu disse para voc¨º refletir em
12.10
Capitulo 59
casa, mas voc¨º n?o ouviu, teve que se achar esperta e sair. Voc¨º acha que ¨¦ t?o poderosa assim? Ousando se intrameter nos assuntos de outras pessoas!
¡°Thales, um bastardo que conseguiu abrir caminho no Grupo Duarte e assumir o controle, voc¨º acha que ele ¨¦ f¨¢cil de lidar?¡±
nca cobriu o rosto e n?o disse nada.
S¨¦rgio pensou por um momento e disse: ¡°Vou procurar o Thales, se ele concordar em recuar, podemos resolver esta situa??o
CapÃtulo 60
Cap¨ªtulo 60
Sergio sabia que essa era a ¨²nica solu??o. Se insistissem em n?o deixar passar o fato de que algu¨¦m havia mexido nos freios do carro, confrontando Thales at¨¦ o fim, seriam eles os ¨²nicos a sair prejudicados.
Afinal, fol nca quem atropelou a pessoa, a Thales detinha o controle da situa??o.
A ¨²nica op??o sensata era procur¨¢¨Clo para fazer as pazes e convenc¨º¨Clo a recuar.
O pai de Bianca assentiu um ar grave e disse: ¡°¨¦ a ¨²nica sa¨ªda mesmo. Voc¨º ter uma boa r??o ele, ent?o v¨¢ e tente apaziguar as coisas.¡±
¡°Certo. S¨¦rgio olhou para Bianca, cuja postura arrogante j¨¢ havia desaparecido, provavelmente ficaria quieta por um bom tempo.
via vasculhou a inte toda, mas s¨® encontrava cr¨ªticas ¨¤ Bianca. As pessoas online estavam muito hostis. Um acidente de carroum talvez mantivesse a aten??o do p¨²blico por um ou dois dias antes de ser esquecido.
Mas o acidente de Bianca era diferente. Como herdeira de uma fam¨ªlia rica, e envolvida em um incidente t?o grave, muitos blogueiros buscando aten??o e pessoas invejosase?aram a inmar a situa??o, tornando imposs¨ªvel acalmar os animos em poucas horas. A inte estava repleta de opini?es conflitantes, e no fim, via n?o conseguiu descobrir qual seria o destino de Bianca.
Mesmo assim, n?o resistiu e enviou uma mensagem para Bianca, que infelizmente n?o respondeu,
tamb¨¦m n?o ousou procurar Bianca novamente, temendo que Thales ficasse irritado e piorasse a situa??o. Restou¨Clhe apenas sentar¨Cse em casa, ansiosa.
Lucas tamb¨¦m estava reportando o incidente na empresa.
¡°Pelo jeito que as coisas est?o indo, definitivamente n?o conseguiremos abafar o caso. Os ¨®rg?ospetentes ter?o que intervir, Bianca provavelmente acabar¨¢ na pris?o.¡±
Thales folheava alguns documentos indiferentemente. ¡°E aqueles dois? Como ficaram?¡±
¡°Mortos, sem deixar vest¨ªgios.¡±
¡°Entendido.¡±
e
Lucas assentiu e, olhou para opartimento aodo. Rosana estava machucada e se recuperando em casa, n?o vinha ¨¤ empresa h¨¢ dias.
Sem , o ar da empresa parecia muito mais fresco.
Mas ele jamais imaginou que Thales tomaria uma atitude contra Bianca por causa de Rosana.
Afinal, foi s¨® um tapa, mas ele guardou rancor at¨¦ agora. Parecia que o lugar de Rosana no cora??o de Thales era mais importante do que ele imaginava.
Rosana estava euf¨®rica, pensou que Thales realmente n?o se vingaria por Bianca. Mas ele estava apenas esperando o momento certo. Se n?o fosse por sua perna machucada, certamente correria para a empresa para lhe dar um beijo.
Mas postou uma foto sua no Facebook, a legenda: ¡°O hemem que te ama, v¨¢i te amar ¨¤ maneira dele.¡±
Rosana tinha muitos amigos no Facebook, pois sempre estava aodo de Thales, ent?o muitas pessoas em seu c¨ªrculo eram adicionadas.
Como todos sabiam que Bianca havia batido em Rosana, e Thales havia obrigado Bianca a pedir desculpas no Clube Boate, muitos se perguntavam sobre a situa??o.
Ent?o, quando Rosana postou no Facebook, rapidamente se tornou viral.
via tamb¨¦m tinha Rosana no Facebook, e Rosana n?o a excluiu justamente para mostrar de vez em quando Thales quanto era amada.
Mas via deu uma olhada na postagem e viu alguns dosent¨¢rios.
Daniel: Incr¨ªvel.
Gabri: N?o pode ser o que estou pensando, pode?
O Sonho da Noite Passada: A partir de agora, Rosana ¨¦ meu ¨ªdolo!
Ryan: Do que voc¨ºs est?o fndo? Sa¨ª do pa¨ªs por alguns dias, fiquei sem inte?
via salu do Facebook, baixando o olhar em sil¨ºncio.
Ent?o, era por causa de Rosana. Antes, quando trabalhava na loja de Bianca, n?o havia problemas.
Mas desde que Bianca bateu em Rosana, a atitude de Thales para Bianca mudou. E agora, Bianca dizendo algo inapropriado,
12:18
Thales estava acertando as contas, velhas e novas.Content ? N?velDrama.Org.
E era apenas a fa¨ªsca que iniciou o fogo.
CapÃtulo 61
Cap¨ªtulo 61
S¨¦rgio estava sentado em frente a Thal¨¦s, naquele dia apenas os dois estavam presentes.
A mesa estava cheia de bebidas, um grande ecr? exibia um videoclipe, mas sem som.
Comparado o barulho l¨¢ fora, o camarote parecia especialmente silencioso.
S¨¦rgio serviu¨Cse primeiro de uma bebida, e num s¨® gole, a esvaziou, seguido rapidamente por um segundo e ent?o um terceiro copo; bebendo um total de tr¨ºs copos consecutivos.
Thales permanecia em sil¨ºncio, as pernas cruzadas, reclinado de forma rxada no sof¨¢, brincando um isqueiro na m?o. apoiada no encosto do sof¨¢, observando S¨¦rgio em sil¨ºncio.
Beber tr¨ºs doses de cacha?a t?o rapidamente quase fez S¨¦rgio engasgar, mas ele se for?ou a contrr, fazendo que seu rosto ficasse um tanto vermelho.
Foi ent?o que S¨¦rgio olhou para Thales, ¡°Thales, vamos conversar s¨¦rio agora.¡±
¡°Conversar sobre o qu¨º?¡± Thales perguntou de maneira despreocupada.
¡°Sobre o assunto da Bianca.¡±
Thales ergueu o canto da boca, olhando para ele um somso ir¨®nico, ¡° ¨¦ sua irm?, voc¨º veio me procurar, n?o acha que est¨¤ fndo a pessoa errada?¡±
¡°N?o tem mais ningu¨¦m aqui, n?o precisamos dar voltas. A Bianca j¨¢ aprendeu sua li??o desta vez, certeza n?o vai mais se meter nos assuntos da via. Eu pe?o desculpas em nome d pelo que fez antes, espero que voc¨º n?o permita que este assunto continue se espalhando.¡±
Thales o observou em sil¨ºncio, um sorriso enigm¨¢tico nos l¨¢bios.
Depois de um longo momento, Thales finalmente falou, ¡°Voc¨º realmente acha que tudo isso acabar¨¢ se eu parar?¡±
S¨¦rgio ficou surpreso, ¡°O que voc¨º quer dizer?¡±
¡°S¨¦rgio, depois de tantos anos no mundo dos neg¨®cios, voc¨º n?o entende a ditado de que quando algo vai mal, todos se aproveitam para piorar a situa??o?¡±
Ao ouvir isso, a express?o de S¨¦rgio mudou, pois ele entendeu. No mundo dos neg¨®cios, n?o h¨¢ amigos, e ¨¤s vezes, quem te apunh ps costas pode ser quem tinha uma ¡°boa¡± r??o voc¨º.
Os mais fortes temem que voc¨º os alcance, e os mais fracos desejam ver voc¨º cair. Assim, quando voc¨º est¨¢ em dificuldades, todos querem te ver por baixo, rindo da sua desgra?a
¨¦ assim que s?o as r??es entre as pessoas.
Thales inclinou a cabe?a e acendeu um cigarro, a luz do fogo iluminando seu olhar frio
Sua voz era desprovida de calor, ¡°Eu apenas me aproveitel da estupidez d. Quanto ao motivo pelo qual esse incidente causou tanto impacto, talvez voc¨º deva pensar nisso cuidado. S¨¦rgio, voc¨º velo fr a pessoa errada.¡±
S¨¦rgio ficou s¨¦rio e n?o disse nada por um momento.
Quando o video na t terminou e o pr¨®ximoe?ou o camarote ficou brevemente escuro
Foi ent?o que S¨¦rgio falou, ¡°¨¦ por sua causa que as consequ¨ºncias desse incidente foram ampliadas. Eu n?o errei ao procurar voc¨º, o lider.¡±
¡°Voc¨º conhece o efeito de b de neve? Quando a b de neve fica cada vez maior, j¨¢ n?o ¨¦ mais control¨¢vel p pessoa quee?ou a empurr¨¢.¡±
A atitude de Thales era ra, ele n?o iria parar.
Thales era algu¨¦m que n?o agia levianamente, mas uma vez que agia, era imc¨¢vel.
Depois de conhecer Thales por tanto tempo, S¨¦rgio sabia disso certeza
¡°Thales, somos ambos homens de neg¨®cios, e homens de neg¨®cios n?o brigam o dinheiro. Fa?a sua proposta.¡± S¨¦rgio suspirou, ja que apr para emo??es n?o adiantava, s¨® restava negociar.
Thales, a fuma?a do cigarro flutuando ao redor de seus dedos, ponderou por um momento antes de fr suavemente. ¡°A familia Tavares tem neg¨®cios bem estabelecidos na ¨¢frica, certo?¡±
¡°Sim, aqu ¨¦ uma das nossas principais rotas. S¨¦rgio concordou, franzindo a testa, ¡°O que voc¨º est¨¢ nejando?
Thales respondeu calmamente. ¡°Alguns paises l¨¢ est?o restringindo a entrada de mercadonas da minha empresa Cude disso
Grupo Duarte possu uma grandepanhia global de frete, cadeias de transporte em todo o mundo, m
Capitulo 61
limita??es.N?velDrama.Org owns ? this.
Esse assunto seriaplicado para Thales lidar, mas muito mais f¨¢cil para S¨¦rgio, dada a influ¨ºncia da fam¨ªlia Tavares naqu regi?o.
*Isso n?o ¨¦ problema.¡± S¨¦rgio assentiu, ent?o perguntou, ¡°¨¦ s¨® isso?*
Thales somriu, ¡°Primeiro cuide disso, depois conversamos.¡±
CapÃtulo 62
Cap¨ªtulo 62
Sergio vislumbrou o sorriso no canto da boca dele e, involuntariamente, sentiu um cfrio, percebendo que a situa??o n?o se limitava apenas a uma ordem de restri??o, definitivamente havia mais envolvido.
¡°Voc¨º n?o ter¨¢¡ transportado algum item proibido, n¨¦?¡± S¨¦rgio perguntou, tentando sondar a situa??o.
¡°Voc¨º s¨® precisa resolver isso. O que eu transportei n?o ¨¦ da sua conta.¡±
S¨¦rgio silenciou por um momento. ¡°Entendi.¡±
Thales pegou a ta?a de vinho que estava sobre a mesa, saboreando um gole lentamente.
S¨¦rgio, ent?o, lembrou¨Cse de outra coisa, ¡°Thales, desta vez, ¨¦ realmente por causa da Rosana?¡±
Era evidente que ele tamb¨¦m tinha visto a postagem d no Facebook, apenas n?o tinha reagido.
No Facebook, S¨¦rgio era praticamente invis¨ªvel.
¡°Voc¨º est¨¢ se metendo demais. O que voc¨º deveria estar fazendo agora ¨¦ cuidar da sua pr¨®pria Bianca.¡± Thales desviou da quest?o.
Mas, para S¨¦rgio, isso soavao uma confirma??o.
Sergio n?o p?de deixar de refletir, ¡°O amor ¨¦ realmente algo fascinante.¡±
Alguns n?o precisam ser excepcionais para serem amados de todo o cora??o.
Thales, acariciando a ta?a de vinho, uma express?o indecifr¨¢vel, n?o respondeu aoent¨¢rio de S¨¦rgio.
via estava deitada no sof¨¢, adormecida em um torpor, sonhando as imagens noticiadas e os insultos online.
sonhou que Bianca, incapaz de suportar o ass¨¦dio online, se atirou do alto de um edif¨ªcio.
No momento em que Bianca pulou, o cora??o de via tamb¨¦m despencou; no segundo seguinte, acordou.
via olhou para o teto, enquanto o som da TV aodo continuava, e l¨¢ forae?ou a chuviscar novamente.
S?o Siena, uma cidade conhecida por suas chuvas frequentes.
via, meio atordoada, ouviu o som da digita??o da senha na porta; se sentou reta, fixando o olhar na entrada.
A porta se abriu, e a figura de Thales apareceu.
Ele sacudiu as gotas de chuva dos ombros e entrou. Ao ver via no sof¨¢, hesitou.
Thales olhou para o seu rel¨®gio de pulso, eram duas e meia da madrugada.
¡°Voc¨º ainda n?o foi dormir?¡± Thales perguntou, percebendo qu?o in¨²til era a pergunta.Content ? N?velDrama.Org.
Quando ele voltava, via nunca estava dormindo.
Mas, diferente das outras vezes, n?o se levantou para pegar seu casaco.
Embora fosse um detalhe menor, isso o deixou ligeiramente desconfort¨¢vel.
Ele mesmo pendurou o casaco e caminhou em dire??o a via, sentando¨Cse ao seudo.
¡°Eu n?o disse para voc¨º n?o me esperar?¡± Seus dedos tocaram o rosto d, trazendo o frio do exterior.
via o observou intensamente; ele parecia o mesmo de sempre,o se nada tivesse acontecido.
¨¦ verdade, para ele, ainda era uma garot¨¤. Por que ele se irritaria uma garota?
via ergueu a m?o em um gesto de interroga??o.
Os dedos de Thales, que tocavam seu rosto, pausaram. Ele a olhou profundamente antes de finalmente fr, um sorriso desvanecendo: ¡°Voc¨º est¨¢ me acusando de algo?¡±
via apertou os l¨¢bios. n?o tinha posi??o para acus¨¢¨Clo de nada.
Question¨¢¨Clo era redundante.
Assimo quando ele queimou o quadro que Bianca lhe deu, ele n?o precisava
O ¨²nico motivo era Bianca ter ferido a mulher que ele amava.
de um
motivo.
O sil¨ºncio voltou a reinar na s, o som da TV ampliando a solid?o da mans?o.
¡°Vamos dormir.¡±
Thales n?o perdeu mais tempo em pvras, carregando¨Ca em dire??o ao andar de cima.
19
20:39
Capitulo 62
Na cama, suas m?ose?aram a se tornar inquietas, tocando e apertando¨Ca.
via se sentia sufocada, virou¨Cse de costas para ele, recusando¨Co seu gesto.
Mas essa recusa era in¨²til, ele segurou seus ombros, virando¨Ca para si.
Seus dedos pressionaram um lugar machucado, e via, de dor, quase perdeu a consci¨ºncia, respirando involuntariamente um sopro
de ar frio.
CapÃtulo 63
Cap¨ªtulo 63
Por n?o ter apagado as luzes, Thales p?de ver de imediato o rosto d franzido em desconforto, e seus movimentos se detiveram por
um instante.
Ele segurou o pulso de via, levantou a manga de seu pijama para olhar, e viu que o cotovelo estava rdo, exibindo um grande
hematoma.
Ao afastar a g de sua roupa, notou que seu ombro tamb¨¦m estava tomado por um hematoma.
Thales levantou o olhar para , via tinha os olhos fechados, os l¨¢bios levemente abertos, e demorou um bom tempo para se
recuperar.
¡°Por que n?o aplicou nenhum medicamento?¡± Thales perguntou ao remover um curativo adesivo, apenas para descobrir que n?o havia tratado a ferida.
via abriu os olhos, escondendo a express?o de dor em seu rosto, e respondeu a Thales gestos: N?o ¨¦ nada, n?o ¨¦ s¨¦rio.
temia aplicar qualquer medicamento que pudesse afetar o beb¨º, afinal, o beb¨º estava em uma situa??o delicada..
Thales saiu da cama,e?ou a revirar caixas e gavetas, e depois de um tempo, voltou perguntando: ¡°Onde est¨¢ o kit de primeiros socorros?¡±
Como via sempre cuidava da arruma??o da casa, ironicamente, Thales mal conhecia sua pr¨®pria casa.N?velDrama.Org owns ? this.
via bn?ou a cabe?a, indicando que n?o queria aplicar nenhum medicamento, e gesticulou: N?o temos kit de primeiros socorros.
Thales franziu o cenho, ent?o se aproximou para pux¨¢, ¡°Ent?o vamos ao hospital.¡±
via hesitou por um momento, depoise?ou a gesticr fricamente.
via: N?o precisa se iodar, eu j¨¢ cuidei disso, realmente n?o ¨¦ nada, j¨¢ cicatrizou.
via: Estou cansada, quero dormir.
Thales a observou por um momento, ¡°Certeza que n?o quer ir?¡±
via bn?ou a cabe?a vigorosamente,o se temesse que um movimento mais lento pudesse ser interpretadoo um convite. ¡°Ent?o n?o vamos.¡± Thales finalmente a deixou em paz, voltando a se deitar na cama.
Desta vez, ele n?o fez mais nada, apenas a abra?ou p cintura e adormeceu.
A luz do quarto estava brilhantemente acesa.
Ele n?o gostava de dormir as luzes apagadas, porque n?o podia fr, especialmente mais quando faziam. Se apagassem as luzes, ele n?o poderia ver nada.
Com o tempo, raramente apagavam as luzes do quarto.
Eles se casaram h¨¢ tr¨ºs anos.
Vivendo juntos, quando Thales a beijou p primeira vez, e via olhou para ele um rosto inocente, e Thales a observou por um am longo tempo, dizendo que se sentiao se estivesseetendo um crime.
Ele dizia isso, mas seu corpo sinceramente a guiava para o abismo.
A voz baixa do homem ecoava em seus ouvidos, dizendo¨Clhe para n?o ter medo, para ser obediente.
Naqu ¨¦poca, via pensou que essa era a maneira de estabelecer o amor entre um homem e uma mulher, ent?o obedecia, fazendo tudo o que ele dizia.
Mas, mais tarde, descobriu que isso n?o era amor.
Era desejo, uma obriga??o entre marido e mulher.
A frequ¨ºncia de suas ¨ªntimas n?o determinava a profundidade do amor.
Algu¨¦m lhe disse que esse tipo de coisa, mesmo sem amor, poderia ser intensamente apaixonante.
Amor e sexo nunca foram sin?nimos.
Quando via acordou novamente, era meio¨Cdia.
A primeira coisa que fez foi verificar seu celr, mas Bianca ainda n?o havia respondido.
via olhou para as mensagens enviadas, que pareciam ter afundado no mar, e seu cora??o afundou junto.
Tudo isso foi causado por , eta natural que Bianca a culpasse.
De fato,o algu¨¦mo poderia ter amigos¡
Cap¨ªtulo 63
via sentou¨Cse no sof¨¢, aumentou o volume da televis?o ao m¨¢ximo, mas ainda assim n?o conseguia encobrir o ar gdo da mans?o.
S¨¦rgio concordou as condi??es de Thales, ajudando¨Co os tramites de entrada no pa¨ªs. No entanto, a situa??o Bianca n?o foi bem contrda, pelo contr¨¢rio, piorou.
As a??es da fam¨ªlia Tavares ca¨ªam todos os dias, quase evaporando bilh?es, e o pai de Bianca ficou os cabelos brancos em apenas alguns dias.
Bianca parou na porta do escrit¨®rio, observando a figura abatida de seu pai, uma express?oplicada.
Thales, apenas movendo seus dedos, havia causado s¨¦rios danos para toda a fam¨ªlia Tavares.
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Cap¨ªtulo 64
As pvras altivas, os sonhos e a esperan?a no futuro de Bianca, agora pareciam uma piada.
Bianca bateu na porta, ¡°Pai.¡±
O pai de Bianca levantou os olhos para olh¨¢, n?o conseguindo esconder o cansa?o entre as sobrancelhas, e da mesma forma, a decep??o , ¡°Por que voc¨º n?o fica no seu quarto em vez de vir me procurar?¡±
¡°Eu posso entrar em um casamento arranjado.¡± Disse Bianca.
O pai de Bianca ficou momentaneamente at?nito, olhando para incredulidade, duvidando se tinha ouvido errado, ¡°O que voc¨º disse?¡±
Bianca ficou em sil¨ºncio por um momento, sua voz um pouco rouca, ¡°Apenas um casamento arranjado pode resolver a crise atual da fam¨ªlia Tavares e salvar o mercado de a??es.¡±
O pai de Bianca abriu a boca, sua express?o mudando imprevisivelmente.
Antes, ele a pressionou para se casar, esperando que tivesse um bom futuro e pudesse viver tranqumente o resto de sua vida. , no entanto, falou ele sobre ideais, sobre o significado da vida, sobre poesia e lugares distantes.
Agora que prop?s um casamento arranjado, embora inesperado, n?o era o que o pai de Bianca queria; ele nunca pensou em trocar a felicidade de sua filha por beneficios.
¡°At¨¦ quando voc¨º vai continuar essas ideias malucas? Volte para o seu quarto!¡±
Mas Bianca n?o se moveu, ¡°Eu n?o estou sendo irrespons¨¢vel, esta ¨¦ a maneira mais r¨¢pida de sair desta situa??o dif¨ªcil, pai, por favor, concorde!¡±
O pai de Bianca, um movimento brusco, jogou o que estava em suas m?os sobre a mesa, levantou¨Cse de repente, e gritou: ¡°Quantas vezes mais eu tenho que dizer? Volte! Mesmo nas piores circunstancias, eu n?o chegaria ao ponto de vender minha filha!¡± Antes, casamentos arranjados eram feitos entre fam¨ªlias de status semelhante, agora, s?o negocia??es, transa??es. Como Bianca poderia ser feliz casando¨Cse dessa forma?
Bianca olhou para o rosto furioso de seu pai, mas em vez de sentir a satisfa??o de antes, sentiu uma dor abafada e inexplic¨¢vel.
agora percebeu que tinha entendido mal seu pai.
Os sonhos que ansiava foram finalmente arrastados de volta ¨¤ dura realidade, aqus asas prontas para voar tamb¨¦m foram quebradas pelo vento violento da realidade.
Bianca saiu, voltando para o seu quarto.
Havia mensagens no seu celr, muitas pessoas tinham enviado mensagens, mas n?o respondeu.
olhou para o celr em cima da cama, restava apenas 1% de bateria.
Na v¨¦spera do desligamento, via ligou.
Bianca ficou em sil¨ºncio por um momento, estendeu a m?o para pegar o celr e atendeu.
Mas via n?o era capaz de fr, s¨® havia sil¨ºncio no celr.
Bianca tamb¨¦m permaneceu em sil¨ºncio.
No final, a liga??o terminou em sil¨ºncio.
via olhou para o telefone desligado, seus c¨ªlios tremeram, abriu o Whatsapp, temendo perder uma mensagem de retorno de Bianca.
L¨¢ fora, o som da chuva era suave, e dentro da casa tamb¨¦m havia um ar fresco.
via segurava o celr, na longa espera, o c¨¦u escureceu.
Algu¨¦m estava batendo na porta l¨¢ fora, via ficou surpresa por um momento, virou a cabe?a, ouvindo atentamente por um tempo.
Realmente algu¨¦m estava batendo na porta, n?o era a campainha.
via se levantou, foi abrir a porta, e ao ver o homem dodo de fora, seu instinto foi fechar a porta.
Mas o homem foi r¨¢pido e segurou o batente da porta, ¡°via, n?o fique nervosa, foi minha m?e que me mandou buscar voc¨º.¡±Content ? N?velDrama.Org.
O homem era bonito.
via n?o sabiao descrever sua apar¨ºncia; seus tra?os eramo¡ uma obra de arte habilmente moldada por Deus, cada parte perfeitamente em seu lugar, que se separada, perderia aquele charme especial.
Segundo Gabri, ele tinha o tipo de beleza cl¨¢ssica.
O homem usava uma terno vermelho¨Cescuro, cabelos longos suficientes para serem amarrados. Ele estava diante de via
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Cap¨ªtulo 65
Ningu¨¦m sabiao ele e Gabri se conheceram, eles se casaram h¨¢ dois anos e Marcelo tornou¨Cse genro da fam¨ªlia Duarte.
Por¨¦m, via tinha um certo medo dele.
via discretamente deu um passo para tr¨¢s e perguntou gesto: H¨¢ algo que deseja?
Marcelo sorriu e disse: ¡°Isso eu realmente n?o sei, via, por favor, siga.¡±
Ele fez um gesto de convite, aparentemente respeitoso, mas o sorriso em seus l¨¢bios n?o carregava o devido respeito, e seu olhar continha um que de agressividade, intencional ou n?o.
?
noite toda se n?o o seguisse..
via lembrou¨Cse do dia em que viu Dona Duarte no hospital, e seu cora??o apertou, pensando se¡
Marcelo a observava calmamente, uma postura que dizia que ficaria ali parada
via: N?o estou me sentindo muito bem hoje, posso ir amanh??.
Marcelo bn?ou a cabe?a levemente, ¡°via, ¨¦ melhor voc¨º virigo agora. Caso contr¨¢rio, quando a m?e vier pessoalmente, n?o ser¨¢ t?o amig¨¢vel quanto eu.¡±
via apertou o celr em sua m?o, incerta do que Dona Duarte queria , mas tinha um pressentimento ruim.
Talvez tivesse a ver o dia no hospital.
pensou que Dona Duarte n?o a tinha visto.
via: Ent?o, me espere um momento, quero trocar de roupa.
Marcelo ainda sorria, acenando a cabe?a em concordancia.
via virou¨Cse e subiu as escadas, pegou o celr e abriu o WhatsApp de Thales, digitando uma longa mensagem. Mas no ¨²ltimo momento, hesitou.
Se tudo j¨¢ estivesse decidido, e se at¨¦ Thales concordasse Dona Duarte, qual seria o sentido dessa mensagem?
Seria apenas mais uma pessoa a ferir seu cora??o.
e
Por fim, apagou o texto in¨²til e apenas enviou: Dona Duarte me chamou at¨¦ l¨¢.Content ? N?velDrama.Org.
A raz?o de Thales e via terem sa¨ªdo de casa era porque via n?o estava se dando bem na fam¨ªlia Duarte, e Dona Duarte n?o gostava de v¨º.
Ele deveria entender que Dona Duarte n?o tinha boas inten??es pelo contexto da mensagem.
Se ele se importasse¡ viria.
A mensagem enviada foio se tivesse ca¨ªdo em um abismo, sem resposta. via esperou alguns minutos e ent?o fechou o aplicativo.
Sem querer, viu o ¨ªcone familiar do Facebook e clicou nele, apenas para se arrepender imediatamente.
Era Rosana que havia postado no Facebook, uma caixa de presente delicada uma linda pulseira dentro.
Hoje era o anivers¨¢rio de Rosana, e ele havia idoemorar .
via baixou a m?o, e seu olhar se tornou sombrio.
Abaixo, Marcelo chamou: ¡°via, est¨¢ pronta?¡±
via ficou em sil¨ºncio por alguns segundos antes de sair do quarto, Marcelo ainda esperando na porta.
via saiu da mans?o, e o carro de Marcelo estava estacionado l¨¢ fora, ele fez um gesto para que entrasse.
via olhou para a porta do carro, hesitante, mas acabou entrando.
Sua ¨²nica esperan?a agora era rezar para que Dona Duarte a quisesse por outro motivo.
O carro estava silencioso, e Marcelo dirigia concentrado, enquanto via olhava para o celr.
Nem Bianca nem Thales haviam enviado mensagens, apenas duas mensagens indesejadas.
Marcelo de repente perguntou: ¡°Thales,anda trabalhando at¨¦ tarde hoje?¡±
Parecia uma pergunta casual, sem esperar realmente uma resposta de via.
continuava os olhos baixos, atualizando o Facebook repetidamente, onde Rosana havia postado v¨¢rias vezes.
Um jantar ¨¤ luz de vs, presentes delicados, m?os entr?adas
Aqu m?o, que na noite anterior estava segurando a d, agora segurava
Outr
pessoa da
mesma forma.
Cap¨ªtulo 65
Essas fotos eramo tapas em seu rosto, ardentes, e sorriu amargamente.
Logo, chegaram ¨¤ Casa de Duarte.
via saiu do carro e seguiu Marcelo at¨¦ a s de estar.
Gabri estava na porta e, ao ver Marcelo voltar, imediatamente o abra?ou pelo bra?o, ¡°Por que demoro
CapÃtulo 66
Cap¨ªtulo 66
Marcelo disse: ¡°Tinha um pouco de tr¨¢fego no caminho.¡±
Gabri um olhar para via, atr¨¢s dele. Se n?o fosse por Dona Duarte, nem teria permitido que Marcelo fosse buscar
via.
N
Essa muda, apesar de n?o fr, aqueles pequenos olhos sabiam seduzir de uma maneira que, toda vez que Gabri os v¨ªa, queria arranc¨¢¨Clos!
¡°Entre, minha m?e est¨¢ esperando l¨¢ dentro.¡±
Gabri guiou Marcelo para dentro; e depois de alguns passos, virou¨Cse para olhar para via, ¡°via, o que voc¨º est¨¢ esperando? Entre!¡±
Chovia levemente, e os cabelos de via estavam cobertos de pequenas gotas de ¨¢gua.
entrou na s de estar, onde Dona Duarte estava abra?ando seu preciosoo, embndo¨Co para dormir carinho.
via ficou aodo de Dona Duarte, olhando para o beb¨º em seus bra?os, gordinho, sorrindo para via a boca aberta.
via parecia um pouco distra¨ªda, era a primeira vez que via um beb¨º t?o de perto, e era t?o ador¨¢vel.
inconscientemente passou os dedos sobre seu ventre, imaginando se seu beb¨º seria t?o ador¨¢vel quanto aquele.
O beb¨º esticou a m?o,o se quisesse alcan?ar via.
via olhou para a pequena m?o gordinha e,o que por impulso, tamb¨¦m estendeu a m?o, mas antes que pudesse toc¨¢, Gabri se aproximou e a empurrou.
¡°via, voc¨º n?ovou as m?os, n¨¦? N?o passe germes para o Breno.¡±
Gabri estava sorrindo, mas seu empurr?o foi tudo menos leve, fazendo via trope?ar para tr¨¢s, quase caindo no ch?o.
via se segurou no sof¨¢ para manter o equil¨ªbrio.
Dona Duarte passou o beb¨º para Gabri antes de se levantar e olhar para via, sem a gentileza de antes em seu olhar.
Seus olhos, afiadoso facas, varreram via de cima a baixo, finalmente pousando em seu ventre.
¡°Daiana.¡±
Daiana, que j¨¢ estava de p¨¦ aodo, rapidamente se aproximou dois empregados, dizendo gentilmente para via: ¡°Senhora, Dona Duarte gostaria de fazer um exame para voc¨º, venha conosco.¡±
via ergueu a cabe?a abruptamente, encontrando o olhar frio de Dona Duarte.
abriu a boca, medo e surpresa brilhando em seus olhos, e instintivamente deu um passo para tr¨¢s.
O cora??o de via tamb¨¦m afundou.
Parecia que o destino ainda n?o estava ao seudo.
Dona Duarte riu friamente: ¡°Como assim, voc¨º pensou que escondendo de n¨®s, eu n?o saberia?¡±
¡°Eu j¨¢ tinha dito a voc¨º para n?o alimentar ilus?es v?s, mas voc¨º n?o escutou. J¨¢ que voc¨º pediu por isso, n?o pode nos culpar agora!¡±
via bn?ou a cabe?a, gestdo as m?os sem jeito, enquanto Dona Duarte desviava o olhar, ¡°Daiana, leve¨Ca.¡±
Os dois empregados imediatamente se aproximar¨¢m, seguraram os bra?os de via e a arrastaram para fora.
via segurou firmemente o batente da porta, seus olhos procurando o interior da casa, onde Dona Duarte j¨¢ havia voltado a segurar
seuo.
Gabri tinha um sorriso de esc¨¢rnio no rosto, se estivesse se deleitando o sucesso de sua travessura, seus bra?os, n?o conseguia despertar nenhumapaix?o n.
O que carregava em seu ventre tamb¨¦m era uma vida.
Maria desvencilhou as m?os de via do batente da porta e a levou para fora.
A mans?o permanecia silenciosa,o se via nunca tivesse estado l¨¢, o ¨²nico destaque era o choro do beb¨º nos bra?os de Dona
Duarte.
O choro alto ecoava por todo o Hall da mans?o.
As gotas de chuva batendo no rosto de via, aquele choro parecia tanto distante quanto pr¨®ximo, cada som cortando profundamente o cora??o de via.
172
CapÃtulo 67
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Capitulo 67
Dona Duarte e Gabri estavam em um alvoro?o tentando acalmar a crian?a, mas n?o conseguiam de jeito nenhum.
Gabri perguntou: ¡°O que aconteceu, por quee?ou a chorar t?o intensamente de repente?¡±
Deve ter se assustado, essa muda, toda vez que aparece n?o traz nada de bom!¡± disse Dona Duarte, ramente irritada.
via foi arrastada para um pequeno quarto, equipado tudo necess¨¢rio, inicialmente preparado para Gabri, mas agora tamb¨¦m destinado a via
Foi nesse quarto que a hist¨®ria se repetiu.
via foi pressionada contra a mesa de cirurgia, e um m¨¦dico de m¨¢scara se aproximou uma seringa. via arregalou os olhos, fixando¨Cse na ponta da agulha que brilhava sob a luz.
lutou desesperadamente enquanto o m¨¦dico segurava sua m?o e dizia: ¡°Se a agulha entortar, quern sofrer¨¢ ¨¦ voc¨º.¡±
via n?o conseguia ouvir, tentando se libertar das m?os dos servos que a prendiam.
erao um animal encurrdo, lutando at¨¦ o fim.
O m¨¦dico observava as veias em sua testa se sobressairem, abria a boca tentando gritar, mas o rosto ficava vermelho p incapacidade de emitir sons, tremendo inteira.
Seus olhos cinzentos fixavam¨Cse no m¨¦dico, cheios de s¨²plicas.
O m¨¦dico franziu a testa, de repente se sentindo um pouco isso r¨¢pido.¡±
O m¨¦dico desviou o olhar, n?o querendo encarar o rosto de via, levantou sua roupa e enfiou a agulha em sua espinha.
Uma dor fria e familiar se espalhou,o se n?o fosse na espinha, mas no cora??o.
Era uma dor que cortava a alma.
finalmente desistiu, toda luta e esperan?a desaparecendo a propaga??o do anest¨¦sico.
Ningu¨¦m se importava o cora??o partido de uma muda, nem se uma muda sentia dor.
Sem gritar,o os outros poderiam sentir sua dor?
As m?os de via, agarradas ¨¤ beira da cama, de repente rxaram, pendendo sem for?as.
ficou quieta, encarando o teto, l¨¢grimas escorrendo pelos cantos dos olhos, molhando em seu cabelo.
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At¨¦ perder a consci¨ºncia, seus l¨¢bios ainda se moviam levemente.
O m¨¦dico observava seus l¨¢bios e de repente pareceu entender o que queria gritar.
estava chamando: Thales, salve¨Cme.
Sim, s¨® Thales poderia salv¨¢.
Mas ele n?o veio.
Seu celr havia ca¨ªdo no jardim, A chamada era de Thales.
O fraco toque do celr era quase inaud¨ªvel sob a chuva suave.
Ap¨®s alguns piscar de luzes, o celr voltou ao sil¨ºncio.
Na s, Dona Duarte finalmente conseguiu acalmar a crian?a, olhou para a porta.
Gabri percebeu sua preocupa??o e disse:/¡°M?e, voc¨º est¨¢ preocupada que meu irm?o volte?¡±
Dona Duarte suspirou, ¡°N?o sei por que, mas sinto uma inquieta??o.¡±
Gabri sorriu, e?ando o bra?o de Dona Duarte: ¡°N?o se preocupe, onde ele teria tempo para se preocupar aqu muda agora? Est¨¢emorando o anivers¨¢rio de Rosana.¡±
Ao ouvir o nome Rosana, Dona Duarte mostrou um vislumbre de desd¨¦m, n?o gostava de via, e tamb¨¦m sua opini?o sobre
Rosana n?o era melhor.
¡°Ele realmente n?o me d¨¢ em paz!¡±This content provided by N(o)velDrama].[Org.
Gabri disse: ¡°O que podemos fazer se ele gosta d? Pelo menos Rosana ¨¦ melhor que uma muda, n?o ¨¦?¡±
Dona Duarte ficou s¨¦ria e n?o respondeu, ¡°Ele s¨® est¨¢ tentando me contrariar. Rafael morreu h¨¢ anos, eu disse para ele se divorciar e casar algu¨¦m de igual posi??o. Ele n?o se divorcia, e ainda mant¨¦m uma mulher inaceit¨¢vel por perto!¡±
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Isso n?o ¨¦ provoca??o?¡±
Gabri deu de ombros, resignada.
Mas meu irm?o tamb¨¦m deveria ter um filho. Ele disse que n?o gosta de crian?as, mas sempre traz um monte de coisas todas as Vezes que vem ver Breno.
Dona Duarte ficou pensativa, parecendo lembrar¨Cse de algo, um olhar um tanto mnc¨®lico.
¡±
CapÃtulo 68
Cap¨ªtulo 68
Dona Duarte despertou de seus devaneios, dizendo distraidamente: ¡°Era apenas uma formalidade voc¨º.¡±
¡°¨¦ mesmo?¡± Gabri franziu a testa, tinha a sensa??o de que n?o era bem assim.
Por outrodo, Thales estava sentado no carro, ap¨®s ter feito v¨¢rias chamadas sem obter resposta.
A chuva fina ca¨ªa l¨¢ fora, criando, atrav¨¦s da jan do carro, uma sensa??o de mncolia indescrit¨ªvel.
Lucas tamb¨¦m ligou, Thales ajusto? sua gravata antes de atender.
¡°Fale.
Lucas se assustou o tom de voz dele, e rapidamente foi direto ao ponto: ¡°Srta. Coelho recebeu o presente de anivers¨¢rio, mas n?o a agradou muito. pediu para te avisar que, ap¨®s a sua reuni?o o cliente, ¨¦ imprescind¨ªvel que voc¨º a visite. Caso contr¨¢rio¡ vai te ignorar.¡±
¡°Entendi.¡± Thales desligou o telefone, acelerou o carro e desapareceu na chuva da noite.
Ele dirigiu at¨¦ a Casa de Duarte, onde Dona Duarte e Gabri ainda estavam na s de estar aplicando m¨¢scaras faciais.N?velDrama.Org owns ? this.
Gabri foi a primeira a v¨º¨Clo. Ele estava na porta, os cabelos um pouco molhados, algumas mechas ca¨ªdas, parecendo trazer consigo o frio de fora.
Por alguma raz?o, ele parecia desdo.
¡°Thales, por que voc¨º voltou?¡± Gabri, surpresa, removeu sua m¨¢scara para olh¨¢¨Clo.
Dona Duarte tamb¨¦m olhou, ambas sentindo uma culpa inexplic¨¢vel.
¡°via est¨¢ aqui?¡±
Dona Duarte hesitou por um momento antes de responder. ¡° j¨¢ foi embora h¨¢ muito tempo.¡±
¡°¨¦, saju faz quase uma hora, deve estar em casa agora. Como voc¨º veio parar aqui?¡±
Dona Duarte se levantou e caminhou at¨¦ Thales, segurando seu bra?o preocupa??o: ¡°Voc¨º est¨¢ todo molhado, entre e troque de roupa.¡±
estava nervosa, pensando: Essa t n?o deve ter contado a ele, ser¨¢?
Mas depois pensou melhor, Afinal, o incidente em deix¨¢ abortar no ano passado foi o consentimento dele.
Haveria algo diferente desta vez?.
Thales a olhou rapidamente e se virou para sair.
O rosto de Dona Duarte escureceu instantaneamente, e gritou em sua dire??o: ¡°Thales!¡±
Sua face, tornou¨Cse feroz a raiva.
Mas Thales n?o respondeu, retornando ao seu carro e dirigindo de volta para Ilha B ¨C o lugar onde ele e via moravam. Thales abriu a porta, olhou ao redor da s de estar, onde a TV ainda estava ligada, mas n?o havia sinal de via no sof¨¢. Ele checou cada quarto, incluindo o banheiro, mas n?o estava em lugar nenhum.
¡®Thales franzia a testa, olhando inconscientemente para a t da TV, que ainda estava sintonizada no canal de not¨ªcias, A programa??o parecia deslocada naqu casa, onde deveriam estar passando desenhos animados.
Thales pegou o controle remoto do sof¨¢ e desligou a TV.
Agora, a vasta s de estar estava realmente tranqu.
Uma quietude um tanto assustadora.
Thales ajustou a g da camisa e saiu novamente.
Ao abrir a porta do carro, ele avistou uma silhueta na chuva, franzindo os olhos para enxergar melhor a figura que se aproximava lentamente.
A chuva parecia ter engrossado, emba?ando sua vis?o.
A figura se movia t?o lentamente na chuva que parecia quase ser derrubada ps gotas.
Ap¨®s cinco minutos, Thales finalmente reconheceu que era via.
estavapletamente encharcada, caminhando dificuldade at¨¦ ele.
Cap¨ªtulo 68
via levantou a cabe?a, o cabelo caindo pelosdos, a ¨¢gua da chuva fazendo que mal conseguisse abrir os olhos. Suas m?os pendiam inertes aodo do corpo, a ¨¢gua da chuva pingava de suas pontas dos dedos silenciosamente no ch?o.
simplesmente olhava para Thales.
Voc¨º voltou andando?¡±
Thales pegou um guarda¨Cchuva do carro, abriu¨Co sobre a cabe?a d, protegendo¨Ca da chuva.
via olhou para ele de forma ap¨¢tica, tentando esbo?ar um sorriso, mas sem for?as nem para
J¨¢ era tarde.
j¨¢ estava encharcada, e o guarda¨Cchuva n?o servia mais para nada.
CapÃtulo 69
Capitulo 69
ma estava sentada no sof¨¢, enquanto Thales, uma toalha nas m?os, en rugava seu cabelo
Els estera p¨¢lidao um cad¨¢ver, a luz do teto incidindo sobre intensificava a brancura de sua peleContent ? N?velDrama.Org.
O othar de via estava fixo no vazio, im¨®vel, enquanto Thales baixava o olhar para .
Mas ele n?o disse nada, continuou a secar seu cabelo.
Ele nem sequer perguntou o que havia acontecido na familia Duarte, n?o se sabia se ele tinha adivinhado e prefenu n?o perguntar, cu se simplesmente n?o se importava o que poderia ter acontecido l¨¢.
Assimo da ¨²ltima vez, ele manteve¨Cse em sil¨ºncio.
N?o perguntou se estava sentindo dor.
Afinal,o uma muda poderia sentir dor?
Thales terminou de secar o cabelo, permaneceu na mesma posi??o, sem se mover.
Seus cabelos longos e macios cm pelos ombros, fazendo sua palidez parecer ainda mais acentuada,o se pudesse desaparecer a qualquer momento.
Thales ficou parado atr¨¢s d, sem dizer uma pvra.
Os dois permaneceram em sil¨ºncio.
Um toque repentino de mensagem no celr quebrou o sil¨ºncio, era o de Thales. Ele colocou a secador dedo, tirou o celr do bolso e se afastou para atender
via piscou, virando¨Cse para v¨¦¨Clo atender a chamada una express?o ser¨ªa.
desviou o olhar, abaixando os olhos para o pr¨®prio ventre, tocando levemente os dedos.
Este filho, assimo , tamb¨¦m n?o era bem vindo
via fechou os olhos, sem chorat, talvez porque j¨¢ n?o conseguirane mara
Chorar s¨® expressa tristeza, n?o desespero. O diesespero ¨¦ indeserved.
Quando Thales terminou a chamada, voltou para perto die via, passou a m?o em seu cabelo e disse: ¡°Tente dormir cedo, tenho algo para sair.¡±
via levantou a cabe?a, olhando para Thales um brite res sites, un somas paldo apareceu em seu rosto, e assentiu
obedientemente.
Thales franziu a testa, quase imperceptivelmente
Ele tamb¨¦m n?o disse mais nada, vrou se e salu
Depois de alguns passos, ele se virou novamente para va e disse: ¡°Dia prowma vez que chamar me lique¡±
O olhar de via brilhou fixando¨Cse no rosto definido die Thules, uma angustia profunda tomou conta do seu cora??o
Haveria uma pr¨®xima vez?
Provavelmente n?o.
Ap¨®s dizer isso, Thales salu
via observouro se afastat o somiso seusbios desapan
n?o sabia para onde Thales estava indo. Peurse no sofa
sezha na vasta vi vazia
N?o demorou muto para que uma dorncinante surgiese em seu baixo¨Cventre,o se estivesse constantemente lembrando a de que uma vida estava se esvaindo de seu corp
Era a segunda vez
nunca conseguia
var aqueles
a caixa de medicamentos para pegar um analg¨¦sico.
pilules de espalharam pelo ch¨¢o
Capitulo 69
estava deitada no ch?o frio, chorando Inconsvelmente, na imensa vi silenciosa, apenas o som da chuva batendo no vidro podia ser ouvido.
N?o se sabia quanto tempo passou at¨¦ que via conseguiu respirar novamente, levantando¨Cse do ch?o, seu olhar fixou¨Cse em uma faca de cozinha n?o muito distante.
caminhou at¨¦ a faca, agarrande a entorpecida.
A luz refletida p lamina iluminava seu rosto, enquanto olhava fixamente para a faca, imagens incont¨¢veis pareciam passar
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Cap¨ªtulo 70
Diversas imagens surgiram em sua mente, at¨¦ chegarem aqu ferida ensanguentada.
O beb¨º devia ter sentido muita dor, n?o ¨¦?
via fechou os olhos, segurando a faca contra o pr¨®prio pulso.
A lamina afiada pressionou a pele, e imediatamente uma linha vermelha apareceu. Bastaria um leve pux?o para se libertar.
Foi ent?o que e celr em seu bolso de repente tocou.
via abriu os olhos, olhou para a faca em sua m?o, hesitou por um momento e pegou o celr.
Era uma mensagem de Bianca.
A mensagem que esperou tanto tempo, n?o esperava que viesse naquele momento.
Os c¨ªlios de via tremiam enquanto abria o WhatsApp e reproduzia aqu mensagem de voz.
Apenas ouviu Bianca suspirar levemente, ¡°via, eu sou muito t, n?o acha? Thales disse que eu sou, e ele estava certo.¡±
¡°Qual o sentido de viver sendo t?o t? ¨¦ apenas desperdi?ar ar, desperdi?arida¡ melhor estar morta.¡±
Parecia que Bianca tinha bebido, suas pvras estavam um pouco embriagadas..
A faca na m?o de via de repente escorregou, fazendo um som ro ao cair. rapidamente digitou: onde voc¨º est¨¢?
Infelizmente, Bianca n?o respondeu.
via enviou muitas mensagens, todas sem resposta. ent?o procurou no contato do WhatsApp por Daniel.
enviou uma s¨¦rie de mensagens para Daniel.
Daniel e Bianca eram pr¨®ximos, ele n?o deixaria Bianca por conta pr¨®pria.
Depois de um tempo, Daniel respondeu.
¡°via, n?o se preocupe, n?o iria realmente morrer, s¨® f, mas n?o faz. As pessoas que realmente querem morrer, n?o fm sobre isso.¡±
*N?o se preocupe tanto, vou encontr¨¢ agora. Cuide de voc¨º por enquanto! Bianca s¨® queria te assustar, vou fazer te levar paraer algo gostoso outro dia, vamos extorqui!¡±
Ouvindo as pvras de Daniel, via olhou para ¨¢ faca de cozinha no ch?o, mas n?o teve coragem de peg¨¢ novamente.
Talvez tenha sido o tom alegre de Daniel que dissipou as nuvens em sua vis?o, proporcionando¨Clhe um vislumbre de esperan?a.
Fazendo¨Ca sentir que o mundo ainda n?o estava t?o ruim.
Thales dirigia p estrada ¨¤ noite, o celr aodo n?o parava de tocar, mas ele n?o atendia.
Rapidamente, ele chegou ¨¤ casa de Rosana, digitou a senha da fechadura eletr?nica habilidade, abriu a porta e ouviu o choro
vindo de dentro.
¡°Maria, n?o me segure, ningu¨¦m se importaigo, ningu¨¦m se importa se eu morrer, n?o quero mais viver, viver n?o faz sentido!¡±
Rosana segurava uma faca de cozinha tentando cortar o pr¨®prio pulso, enquanto Maria segurava firmemente sua m?o.
¡°Minha senhora, por favor, se acalme! Se algo acontecer voc¨º, o Sr. Duarte vai me matar!¡±
¡°Solte¨Cme! Quero morrer por mim mesma, n?o ¨¦ da sua conta!¡±
Enquanto as duas discutiam, Maria levantou a cabe?a e viu Thales parado na porta da cozinha, o cabelo um pouco desarrumado, as roupas ainda ¨²midas e uma express?o sombria, um ar frio envolvendo¨Co.
¡°Sr. Duarte.¡± Maria fez sinais desesperados para Rosana, ¡°O senhor chegou.¡±N?velDrama.Org owns ? this.
Rosana hesitou, e ressentimento disse: ¡°E da¨ª que ele chegou! Ele pode se importar se eu morrer?¡±
Dizendo isso, tentou cortar o pr¨®prio pulso.
Mas Thales n?o se moveu, e Rosana, segurando a faca, de repente se sentiu sem sa¨ªda.
Felizmente, estava de costas para Thales, ent?o ele n?o podia ver que estava usando odo cego da faca para fingir.
Rosana gradualmente se acalmou, se n?o fosse p sensa??o de frio atr¨¢s d, teria pensado que Thales nem tinha vindo.
olhou para Maria. Maria tamb¨¦m sentindo¨Cse muito assustada, olhou para Rosana,o se dissesse, voc¨º que procurou por isso, agora vejao vai resolver.
Capitulo 70
Por que n?o continua?¡±
A voz de Thales finalmente soou atr¨¢s d, um leve toni de irrita??o mal perceptivel.
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Rosana sentiu sua espinha endurecer, a vergonha e o constrangimento eram inescap¨¢veis, mas o que predominava era uma mistura de injusti?a e raiva.
Isso a fez adotar uma express?o bastante peculiar.
Ap¨®s alguns segundos, virou¨Cse para olhar Thales, e ao perceber a indiferen?a em seus olhos, o cora??o de Rosana afundou um pouco mais, levando¨Ca a uma conclus?o.
Parecia que ele estava de mau humor naquele dia.
panhando Thales por tanto tempo, se havia algo que Rosana havia aprendido era a arte de ler as entrelinhas e os humores.
Por isso, naquele momento, sabia que, se agisse impulsivamente, era muito prov¨¢vel que ele n?o lhe desse aten??o.
hesitou por um instante, jogou a faca sobre a mesa e correu em dire??o a Thales, mergulhando em seus bra?os.
¡°Eu espere
esse anivers¨¢rio por um ano inteiro, e voc¨º n?o foi passar o diaigo, voc¨º tem no??o deo isso me magoa?¡± A voz de Rosana era carregada de tristeza genuina.
sabia que a ¨²nica coisa capaz de faz¨º¨Clo negligenci¨¢ assim era aqu muda!
Rosana sabiao amolecer e fazer charme, o que fez o semnte sombrio de Thales suavizar consideravelmente, enquanto ele a abra?ava p cintura e dizia: ¡°Voupensar voc¨º em outro dia.¡±
Levantando o olhar para o rosto atraente do homem, Rosana murmurou os l¨¢bios franzidos: ¡°S¨¦rio?¡±
¡°Sim.¡±N?velDrama.Org owns ? this.
¡°Voc¨º n?o pode me deixar esperando de novo.¡±
¡°ro.¡± Thales respondeu, dando uma olhada no tornozelo d, ¡°J¨¢ melhorou?¡±
¡°Um pouco, s¨® me doi ao andar.¡± Rosana disse, abra?ando seu pesco?o e : ¡°Me abracea at¨¦ l¨¢?¡±
Thales n?o a recusou, levantou¨Ca nos bra?os e caminhou em dire??o ¨¤ s de estar.
Rosana, abra?ada ao seu pesco?o, murmurou: ¡°Eu ainda n?o jantei, vemerigo.¡±
Thales olhou para e murmurou um assentimento.
Maria retirou a mesa e preparou outra refei??o, acendendo novas vs.
O clima esfriou, e uma chuva fina ca¨ªa h¨¢ v¨¢rios dias.
Depois de se molhar na chuva, viae?ou a ter febre alta, encolhida na cama, confusa, sem saber em que dia estava.
Parecia que, tinha sido esquecida.
O ¨²nico consolo era que estar confusa era melhor do que estar l¨²cida.
via achava que tinha muita sorte, sem tomar rem¨¦dio ou inje??o, aguentou tr¨ºs dias na cama at¨¦ a febre passar sozinha,
Thales provavelmente estava tentando cumprir sua promessa a Rosana, pois ap¨®s aqu noite, via n?o o viu mais.
via levantou¨Cse, tomou um banho, trocou de roupa e, incluindo um celr.
levou as sa¨ªdo para coletar lixo, ficando em sua pequena cabana. Antes mesmo de via se aproximar, podia ouvir a tosse vinda de dentro.
via apressou¨Cse e bateu na cabana.
Marisa abriu a cortina molhada e, ao ver Fl¨¢via, seus olhos emba?ados se iluminaram.
¡°via, voc¨º vejo parar aqui?¡± disse, apressando¨Cse a sair da cama para receber as coisas.
via olhou ao redor, percebendo que n?o havia muitos lugares para colocar as coisas, ent?o as colocou no p¨¦ da cama e sentou¨Cse ao de Marisa.
¡°Voc¨º est¨¢ uma cara p¨¦ssima, est¨¢ doente?¡± Marisa perguntou, preocupada.
via sorriu, negando a cabe?a, e tirou do bolso o celr de segunda m?o que acabara de , entregando¨Co a Marisa.
via: ¡°Meu n¨²mero j¨¢ est¨¢ salvo nele, se precisar de algo, ¨¦ s¨® me ligar.
Isso n?o pode ser, Isso ¨¦ muito valioso, e eu n?o tenho uso para um celr.¡±
via
gesticulou E um aparelho usado, n?o vale
multo. Fique
ele, assim
fica
mais f¨¢cil
f¨¢cil de nos .
Capitolo
CapÃtulo 72
Cap¨ªtulo 72
teimosamente colocou o celr nas m?os de Marisa, que n?o conseguiu recusar e acabou aceitando L¨¢grimas surgiram nos olhos de Marisa, ¡°N?o Imaginei que, no final, seria voc¨º quem estaria ao meudo.¡±
O nariz de via inexplicavelmente se tornou ¨¢cido, segurou a m?o de Marisa, sentindoo se ambas fossem pessoas desamparadas sob o mesmo c¨¦u.
tamb¨¦m n?o esperava que, quando se encontrassepletamente sozinha, estaria sentada aodo de uma idosa de cabelos
brancos.
Separadas por um s¨¦culo de vida, maspartilhando a mesma solid?o.
Afinal, a solid?o humana ¨¦ entr?ada.Content ? N?velDrama.Org.
via olhou ao redor, deu uma olhada na casa, que estava em p¨¦ssimo estado de conserva??o, e at¨¦ a colcha em que dormia tinha
um buraco.
Era dif¨ªcil imaginaro uma idosa conseguiu viver tanto tempo neste lugar.
De repente, percebendo algo, via se levantou e se despediu de Marisa, indo at¨¦ a beira da estrada pegar um t¨¢xi.
Depois de entrar no carro, primeiro mandou uma mensagem para Thales e s¨® depois ligou para ele.
Thales estava em uma reuni?o e, ao ver sua liga??o, imediatamente levantou a m?o para interromper a pessoa que estava fndo e desligou o celr.
Ele abriu o Whatsapp e viu a mensagem de via.
via escreveu que queria contratar uma empregada, Thales ficou em sil¨ºncio por um momento ao ler as mensagens.
Por tantos anos, via nunca tinha pedido nada a ele, essa era a primeira vez.
Naturalmente, Thales n?o recusou. Ele apenas respondeu um:o quiser.
via ficou um pouco surpresa ao ver sua resposta, n?o esperava que ele concordasse t?o rapidamente, nem que concordasse.
Thales n?o gostava de manter pessoas ociosas, s¨® poderia trazer Marisa para casa sob o pretexto de contratar uma empregada, afinal¡ Thales tamb¨¦m n?o voltaria.
Pensando nisso, via rapidamente deu um tapinha no ombro do motorista, mostrando a t do seu celr para ele.
O motorista assentiu empreens?o e levou via de volta.
Com alegria, via correu de volta para encontrar Marisa, dizendo a gesto e riu: ¡°Thales concordou que voc¨º trabalhe em
nossa casa.
Marisa ficou momentaneamente atordoada; afinal, s¨® tinha visto via duas vezes, mas nunca a tinha visto t?o feliz.
¡°Isso¡ isso est¨¢ bem?¡± Marisa hesitou.
via: ¡°N?o ¨¦ a Casa de Duarte, ¨¦ a nossa casa¡ a de mim e Thales.¡±
Marisa expressou surpresa: ¡°Voc¨ºs¡?¡±
via acenou a cabe?a,pletando automaticamente a frase de Marisa: ¡°N¨®s estamos casados.¡±
O sorriso de Marisa se tornou mais reconfortante, ¡°Eu sabia, voc¨ºs dois definitivamente dariam certo. O senhor sempre voc¨º desde pequeno, ele realmente gosta de voc¨º.¡±
O sorriso nos l¨¢bios de via desvaneceu um pouco, manteve o sorriso esfor?o.
Ele gostava d, da mesma forma que se gostava de um gato ou de um cachorro.
vinha visitar Marisa, Marisa tamb¨¦m gostaria d; modva para Bianca, Bianca tamb¨¦m gostaria d.
As pessoas podem gostar de muitas pessoas, mas o amor, s¨® pode ser dado a uma.
foi diferente
Percebendo a mncol¨ªa no rosto de via, Marisa mudou de assunto, ¡°Mas, via, eu j¨¢ estou t?o velha, melhor n?o causar problemas para voc¨ºs.¡±
via acenou a m?o, sinalizando: ¡°Thales espera que voc¨º volte para continuar cuidando dele.¡±
Marisa ficou atonita por um momento: ¡°Verdade?¡±
estava apenas dificuldade de movimento, mas ainda podia lidar as tarefas di¨¢rias da casa; s¨® n?o esperava que Thales ainda se lembrasse d, o que a fez pensar em seu pr¨®prio filho e, involuntariamente, seus olhos se encheram de l¨¢grimas
novamente.
via assentiu, mentiu para ambos, mas ao ver o canto dos olhos de Marisa brilhando .
CapÃtulo 73
Cap¨ªtulo 73
Ainda era o mesmo t¨¢xi de antes, via ajudou a Marisa a colocar suas coisas no porta¨Cms.
Marisa n?o tinha muitas coisas, aqueles cobertores mofados e roupas em frangalhos, tudo j¨¢ desgastado.
Mas Marisa n?o conseguia se desfazer ds, ap¨®s anos vagando, tinha desenvolvido um medo da pobreza.
temia que, ao ser expulsa novamente, n?o tivesse nada para cobrir seu corpo.
via conseguia entender seus sentimentos, ent?o empacotou todas as suas coisas e as levou de volta ¨¤ mans?o, colocando¨Cas no dep¨®sito.
Talvez fosse porque estava se recuperando de uma doen?a, mas, depois de colocar as coisas no lugar, via de repente sentiu mundo girar e seu corpo caiu, sem controle, ao ch?o.
Marisa, que acabara de trocar de roupa e sair, imediatamente jogou sua beng dedo e correu at¨¦ , ¡°via!¡±
via foi ajudada a se levantar, havia batido a cabe?a e estava doendo muito. Demorou um pouco, mas finalmente abriu os olhos.
O que aconteceu voc¨º?¡± Marisa, vendo que havia acordado, respirou aliviada, ¡°Como voc¨º desmaiou assim do nada?¡±
via levantou a m?o, sinalizando: Talvez anemia.
Ter passado por um aborto e depois adoecer, anemia era esperado.
¡°Ai, n?o se esforce mais, v¨¢ descansar. Vou preparar um Mint Tea para voc¨º.¡±
Marisa a ajudou a ir at¨¦ o sof¨¢, e via, olhando para a pessoa que se preocupava , mostrou um sorriso sincero e h¨¢ muito n?o
visto.
Marisavou o rosto, exibindo um semnte am¨¢vel e acolhedor, proporcionando a via uma grande sensa??o de seguran?a e calor. Aproveitando que Marisa foi preparar, via pegou seu celr para verificar o WhatsApp, mas Bianca ainda n?o havia respondido suas
mensagens.
olhou para a sac de , trocou o chip para o aparelho novo e guardou o antigo na caixa, colocando¨Ca na gaveta abaixo do centro de
mesa.
Ao abrir a gaveta, o acordo de div¨®rcio ainda estava l¨¢, quieto, de div¨®rcio por um momento, antes de fechar a gaveta novamente.N?velDrama.Org owns ? this.
usou o novo celr para enviar uma mensagem para Bianca e ligou para .
??, ????? ¨² ?? ? ? ¨±? ? ? ???? ?? ?? ? ?
Nos ¨²ltimos dias, Bianca estava frequentemente b¨ºbada, atendendo de maneira confusa, sem saber quem estava ligando.
¡°O que ¨¦? Voc¨ºs n?o v?o me dar um tempo?¡±
via ficou chocada o grito d, segurando o celr em sil¨ºncio.
Bianca percebeu algo, abriu os olhos e viu a t do celr, rxando um pouco.
¡°¨¦ via, desculpe. Um monte de gente me ligou nesse per¨ªodo, um bando de ¡®santinhos¡® da inte me aconselhando a me entregar, al¨¦m dos que me insultam e dos que v¨ºm para zoar.¡±
Bianca disse isso e riu algumas vezes, sua risada estava cheia de amargura.
¡°As pessoas, s¨® podiam realmente ver os dem?nios ao redor quando est?o em dificuldade, Kkkk~¡±
Ouvindo sua voz, via sentiuo se seu cora??o fosse picado por agulhas, mas n?o podia dizer nada, nem mesmo oferecer o consolo mais simples.
Bianca continuou: ¡°Essas pessoas,o conseguem se disfar?ar t?o bem no dia a dia? Agora, ouvis fr me d¨¢ nojo. Comparando, eu at¨¦e?o a ver o Thales bons olhos, que engra?ado!¡±
Comparado ¨¤qus faces dissimdas, pelo menos Thales era direto quando descontente.
Bianca pensou, esses anos, foi muito ing¨ºnua, pensando que podia facilmente distinguir entre as boas e as m¨¢s pessoas.
Agora eu sei, al¨¦m de boas e m¨¢s pessoas, existem dem?nios, de todos os tipos.¡±
¡°Sabe? Outro dia ¨¤ noite, enquanto caminhava, de repente um grupo de pessoas apareceu, elesne?aram a me atirar pedras e a tirar fotos, agindo em nome da justi?a mas fazendo coisaspletamente contr¨¢rias a , antes disso¡*
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nca hesitou um momento, ¡°Eu acabei de fr ao telefone aqu que se diz ser minha melhor amiga.¡±
via ouvia em sil¨ºncio, a voz de Bianca estava rouca, sem a despreocupa??o e liberdade de antes, sem o orgulho indom¨¢vel.
S¨® restava amargura e des??o.
estava triste, n?o s¨® porque tinha causado a morte de tantas pessoas, mas tamb¨¦m p trai??o daqueles amigos de outrora.
tinha sua parc de culpa sobre situa??o de Bianca agora.
nca deu um sorriso amargo, ¡° me traiu, Vivi¡ Por qu¨º isso aconteceu?¡±
Ao final, via p?de ramente perceber a voz embargada e o desespero de Bianca.
via sentiu um n¨® na garganta, as l¨¢grimase?aram a encher seus olhos, segurava o celr firmemente, abriu a boca, mas n?o conseguiu emitir som algum.
Depois de um longo tempo, a voz de Bianca voltou ao normal, disse: ¡°Eu vou me entregar, voc¨º quer ver me p ¨²ltima vez?¡±
¡°Se voc¨º vier, bate na t. Se n?o¡ ¨¦ s¨® desligar.¡±
n?o suportava mais essa tortura, preferindo viver na dor do que continuar causando sofrimento aos outros.
Assim, n?o arrastaria mais pessoas para seu infortunio.
via segurava o celr, sem desligar, mas tamb¨¦m sem tocar a t.
Bianca tamb¨¦m era uma v¨ªtima, n?o merecia sofrer tanto.
Apenas quando pessoas excessivamente bondosasetem erros, n?o ficariam em paz.
¡°O que voc¨º quer isso?¡± Bianca deu um sorriso amargo.
via levantou os dedos r¨ªgidos, depois de muito se debater interamente, finalmente tocou levemente a t.
Bianca finalmente sorriu, por um instante, seu sorriso era t?o radiante quanto antes.
via desligou o celr e se levantou, correndo para fora da mans?o.
Quando Marisa saiu Mint Tea, via j¨¢ havia sumido.
via pegou um t¨¢xi direto para a delegacia, temendo que se chegasse tarde, n?o veria mais Bianca.N?velDrama.Org owns ? this.
viu a moto familiar do outrodo da rua da delegacia, Bianca ainda vestia suas roupas casuais, sentada na moto, fumando.
via pagou o t¨¢xi e correu em dire??o a Bianca.
Chegando ofegante aodo de Bianca, apagou o cigarro p metade, olhando para via um sorriso zombeteiro.
Essa Bianca parecia uma pessoa diferente pouco antes.
ainda tinha aquele ar despreocupado e alegre.
¡°Voc¨º se arrumou toda para me ver?¡± Bianca brincou.
via olhou para baixo, para suas roupas, um su¨¦ter branco e cal?as da mesma cor, sua vestimenta maisum.
¡°Estou brincando.¡± Bianca apertou suas bochechaso sempre fazia, depois seu olhar caiu sobre o ventre de via.
Bianca levantou a m?o e tocou seu ventre, ¡°Ele est¨¢ se ?¡±
via a encarou, sem pvras.
Bianca n?o a repreendeu, ao inv¨¦s disso, conversaram sobre coisas cotidianas, o que deixava via ainda mais triste.
Vendo o olhar expectante de Bianca, via for?ou um sorriso e acenou a cabe?a levemente.
Ele era tranquilo, quando foi tirado, n?o fez barulho, n?o disse uma pvra.
nca passou a m?o para enxugar uma l¨¢grima no canto do olho de via, ¡°Por que est¨¢ chorando? N?o ¨¦ bom para o beb¨º chorar demais. Quando eu sair da pris?o, ele j¨¢ vai estar andando?¡±
via mordeu o l¨¢bio, as l¨¢grimas fluindo mais livremente.
A pessoa que mais amava havia the dado uma despedida de vida ou morte.
Uma era a de seu filho.
A outra, de sua melhor amiga.
Todas inam deix¨¢¨C
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via segurou a m?o de Bianca, sacudindo a cabe?a, tentando dizer¨Clhe para n?o se entregar.
Parecia que Bianca entendeu o que quer¨ªa dizer, e, um sorriso irritado, disse: ¡°Com tanto esfor?o para sair, perder essa chance significar¨ªa que seria dif¨ªcil voltar aqui para mim outra vez.¡±
via segurava¨Ca firmemente, impedindo¨Ca de ir.
Bianca, olhando para a determina??o d, abriu a boca, mas de repente n?o sabia o que dizer.
Nesse momento, a chuva j¨¢ tinha parado, o sol escondido atr¨¢s das nuvens brilhava fracamente.
D¨¦pois de um tempo, Bianca finalmente perdeu o sorriso no rosto e olhou profundamente para via. ¡°via, se n?o fosse pelo fato de algu¨¦m ter morrido, eu realmente estaria grata ao Thales. Ele me fez ver a verdadeira face de muitas pessoas.¡±
¡°Mas¡¡± sorriu, ¡°voc¨º n?o me fez me arrepender, ent?o o que eu fiz valeu a pena.¡±
via ainda n?o a soltou, embora houvesse uma grande disparidade de for?a entre s; Bianca poderia facilmente empurr¨¢ um mero gesto.
Mas Bianca n?o fez isso.
¡°Me solte.¡±
via bn?ou a cabe?a.Content ? N?velDrama.Org.
Isso fez Bianca rir novamente, mas nesse momento, um carro passou voando, e de sua jan, umata foi jogada, acertando a testa de Bianca precis?o.
N?o se doeu, mas o barulho foi alto.
Esse ataque, carregado de hostilidade e humilha??o, fez o ambiente silenciar instantaneamente.
via olhou para tr¨¢s, na dire??o do carro que j¨¢ estava distante, era um t¨¢xi.
Demorou bastante at¨¦ que Bianca se virasse, fndo casualmente para via, ¡°Voc¨º viu, essa ¨¦ a minha situa??o agora, uma ratazana atravessando a rua, todos querendo me bater.¡±
via a soltou, gestdo que n?o era culpa d.
¡°Eu tamb¨¦m tentei me convencer disso, mas voc¨º provavelmente n?o entende essa sensa??o, n?o ¨¦o matar peixes ou galinhas.¡±
Esse sentimento de culpa e panico panharia por toda a vida.
Afinal, mortos n?o poderiam ser trazidos de volta.
Sua fam¨ªlia, desgastada por nesses dias, s¨® podia imaginar o qu?o tristes estavam os familiares das v¨ªtimas.
via olhou para , incapaz de entender a situa??o desesperadora em que Bianca se encontrava, aqu desorienta??oo de uma mosca sem cabe?a.
Bianca continuou, ¡°Saia logo de perto do Thales, ele n?o ¨¦ uma boa pessoa. Os homens, ¨¤s vezes, gostam de se fazer de bobos, especialmente em amor, porque fingir ignorancia resolve noventa por cento dos problemas.¡±
Como se estivesse deixando umas ¨²ltimas pvras, deu v¨¢rios conselhos para via, que se tornou ainda mais relutante em solt¨¢.
E justo nesse momento, mais alguns t¨¢xis chegaram apressadamente, parando firmemente diante ds.
V¨¢rias pessoas sa¨ªram dos carros, cercando¨Cas rapidamente.
¡°Finalmente encontramos voc¨ºs, sua assassina, voc¨º acha que duzentos mil v?o resolver a morte da minha irm??¡±
O homem, mais de trinta anos, vestia¨Cse de forma extravagante, um tufo de cabelo vermelho na cabe?a, ramente n?o era uma pessoa s¨¦ria.
Bianca olhou ao redor, vendo tamb¨¦m alguns indiv¨ªduos de meia¨Cidade, provavelmente familiares das v¨ªtimas, quee?aram a chorar assim que chegaram.
¡°N?o se importa o lei por apenas ser rica? Matando em plena luz do dia e ainda fica livre, devolva a vida do meu filho!!¡±
¡°Oh, Deus, por favor, abra seus olhos e leve embora essas pessoas de cora??o m¨¢
via, vendo tantas pessoas agressivas, olhou para Bianca.
E Bianca parecia entorpecida, simplesmente olhando para eleso se assistisse a uma pe?a teatral.
Alguns homens, vendo que n?o reagia, tamb¨¦me?aram a ficar impacientes, ¡°Amarram¨Cna e a levem direto para a delegacia! N?o acredito que a pol¨ªcia n?o nos dar¨¢ uma explica??o hoje!*
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Cap¨ªtulo 76
Bianca desceu da motocicleta, prestes a fr, mas via de repente se colocou ¨¤ sua frente.
Bianca ficou ligeiramente surpresa, observando via ¨¤ sua frente.
via estendeu os bra?os, bloqueando as pessoas, ramente medo, de forma decidida, colocou¨Cse diante de Bianca,o um escudo.Content ? N?velDrama.Org.
E esse gesto foi naturalmente interpretadoo cumplicidade.
Os familiares ficaram ainda mais irritados, tentando empurrar via para
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Mas, sem imaginar, via agiu primeiro, empurrando um dos homens em panico.
usou toda a sua for?a, fazendo que o homem trope?asse alguns passos para tr¨¢s, caindo nos bra?os de outra pessoa atr¨¢s
dele.
¡°Desgra?ada! Voc¨ºs mataram e ainda acham que est?o certas?¡±
O homem tentou dar um tapa, via instintivamente levantou ¨¤ m?o para se defender, mas Bianca foi mais r¨¢pida, agarrando o pulso do homem e dando¨Clhe um tapa de volta.
Assimo havia feito Rosana antes, o homem ficou atordoado o golpe.
E isso enfureceu a todos.
¡°Isso ¨¦ um absurdo, vamos matar essas duas, vingar nossos familiares!¡±
Com rostos ferozes, avan?aram sobre as duas, e via abra?ou Bianca quase sem hesitar, virando suas costas para as pessoas.
j¨¢ havia causado problemas suficientes para Bianca, n?o podia permitir que se machucasse ainda mais.
Esse era o ¨²nico pensamento de via naquele momento.
No rosto entorpecido de Bianca, agora se via uma mistura de raiva e gratid?o, se virou, puxando via para tr¨¢s de si, e tirou um cassetete do bolso da motocicleta.
Com um movimento do bast?o, o vento forte assustou a multid?o.
Bianca falou friamente, ¡°J¨¢ que voc¨ºs me acusam de ser uma assassina, ent?o matar um ou cem morrer que venha, eu os enviarei para se reunirem seus familiares!¡±
¨¦ a mesma coisa, quem n?o quiser
Bianca sempre foi direta e n?o aceitava desaforo, mostrando naquele momento a aura de algu¨¦m que naturalmenteanda respeito. Eles queriam tirar vantagem do fato de serem muitos contra Bianca, mas n?o tinham coragem de matar, no entanto, acreditavam que Bianca teria essa coragem, sendo uma herdeira rica.
O l¨ªder do grupo obviamente hesitou, dizendo relutancia: ¡°Voc¨º est¨¢ indo longe demais! A delegacia est¨¢ logo ali, voc¨º ousa matar ainda?¡±
¡°Se eu ousaria ou n?o, por que voc¨ºs n?o tentam para ver?¡±
Quem teria coragem?
Todos se olhavam, sem saber o que fazer, relutantes em avan?ar, mas tamb¨¦m sem querer recuar.
A situa??o permaneceu tensa at¨¦ que o som de sirenes quebrou o impasse.
Afinal, eles estavam em frente a uma delegacia, era dif¨ªcil n?o serem notados.
¡°O que est?o acontecendo aqui?!¡± Com um grito, a multid?o se dispersou.
Os policiais tamb¨¦m viram o bast?o nas m?os de Bianca, e via, instintivamente, se moveu para tentar escond¨º¨Clo, numa tentativa falha de proteger Bianca.
Mas, no final, todos foram levados para a delegacia.
As pessoas exigiam justi?a, e aqueles que causaram o problema j¨¢ haviam sido capturados, a fam¨ªlia Tavares havia pago uma indeniza??o e isso deveria ser o fim do assunto.
Eles n?o acreditavam e queriam aproveitar a situa??o para ganhar mais dinheiro.
Felizmente, Bianca n?o havia agido, mas ainda assim, era necess¨¢rio que a familiar viesse busc¨¢s.
via sentava¨Cse ansiosamente no banco, pensando no que Thales diria se soubesse que foi procurar Bianca e acabou envolvida em uma confus?o¡
via fechou os olhos, n?o ousando pensar mais.
n?o esperava que as coisas sa¨ªssem do controle dessa maneira.
Enquanto estava angustiada, ouviu uma voz familiar.
Desculpe pelo transtomo causado a todos.
N?o ¨¦ transtomo, ¨¦ nosso dever. Mas essa menina aqui, t?o quieta e aparentemente inofensiva, e se envolveu em uma briga t?o s¨¦ria, ¨¦ incrivel de verdade.¡±
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Cap¨ªtulo 77
Enquanto conversavam, Thales e Lucas apareceram no campo de vis?o de via.
Ele estava vestido impecavelmente, coin um sobretudo marrom que chegava aos joelhos, destacando suas pernas longas e retas.
Thales baixou o olhar para via, e depois via, sentindo¨Cse culpada, baixou a cabe?a.
Seu rabo de cavalo estava solto, e mechas de cabelo cm sobre suas bochechas,o se fossem marcas irregres em jade branco, desordenadas e embara?osas.
Branca, por outrodo, franzia a testa, sem dizer uma pvra. Considerando o que havia acontecido antes, eo Thales n?o a havia iodado, n?o havia motivo para confront¨¢¨Clo.
Justamente quando a atmosfera estava ficando tensa, S¨¦rgio tamb¨¦m chegou.
Ao ver Thales e via, sua express?o mudou ligeiramente e ele se apressou at¨¦ Bianca, fndo em voz baixa: ¡°Bianca, voc¨º j¨¢ fez drama suficiente? Vamos embora!¡±
Bianca n?o queria retrucar, tamb¨¦m n?o tinha energia para isso.This content provided by N(o)velDrama].[Org.
S¨¦rgio a levou para sairem. Bianca passou por via,n?ando¨Clhe um olhar preocupado.
Somente depois de um tempo que Thales finalmente falou, ¡°Pretende passar a noite aqui?¡±
via, surpresa, olhou para ele, cuja express?o era indecifr¨¢vel.
hesitou por um momento antes de se levantar, nervosa.
Thales se virou para ir embora, o vento levantando seu sobretudo, trazendo consigo um aroma desconhecido que flutuava at¨¦ o nariz de via.
o seguiu silenciosamente, enquanto Lucas estava na porta do carro, acabou de abri quando Thales disse: ¡°Voc¨º pode sair.¡±
Lucas assentiu, fechou a porta do carro e deu passagem para eles.
No carro, via sentou silenciosamente, nenhum dos dois falou, mas a temperatura dentro do carro estava muito baixa.
mexia nos dedos, inquieta durante todo o trajeto.
Ao chegarem em Ilha B, Thales tirou seu sobretudo, e Marisa, mancando, saiu da cozinha. Seus olhos brilhavam de alegria cuidado.
Marisa, um pouco nervosa, limpou as m?os no avental antes de pegar o sobretudo de Thales.
¡°Eu estava justamente querendo perguntar a via quando voc¨ºs voltariam, para eu poder preparar o jantar.¡±
Thales observou o rosto da idosa por um momento, depois seu olhar caiu sobre a perna d, ¡°Voc¨º ¨¦ a empregada que contratou?¡±
O olhar direto de Thales fez Marisa corar, permaneceu parada, desconfort¨¢vel, olhando para via.
Ent?o for?ou um sorriso constrangido, ¡°Ah¡ sim, sim, eu¡ Pode deixar que eu n?o atrapalho o trabalho.¡±
via, mordendo o l¨¢bio, baixou a cabe?a, puxando discretamente Thales, esperando que ele n?o fosse muito severo.
via
Mas Thales praticamente a ignorou, dizendo a Marisa:¡°Voc¨º mal consegue andar direito,o vai trabalhar? Aqui n?o ¨¦ um asilo, voc¨º veio ao lugar errado.¡±
Thales deixou essas pvras para tr¨¢s, sem se importar a express?o de Marisa, e subiu as escadas.
via soltou a m?o, ficando parada e sem saber o que fazer, olhando culpa para Marisa.
Depois de um longo momento, Marisa, ainda em choque, apressadamente enxugou as l¨¢grimas que surgiram, for?ando um sorriso para via, ¡°via, ah, ent?o¡ eu n?o vou preparar o jantar esta noite, t¨¢?¡±
via sentiu um aperto no cora??o, segurando o bra?o de Marisa, bn?ando a cabe?a.
gesticulou: espera por mim.
¡°Deixa pra l¨¢, eu j¨¢ me acostumei aqu pequena cabana, est¨¢ tudo bem, eu volto pra l¨¢.¡±
Os olhos de via se encheram de l¨¢grimas, implorando novamente seus gestos: espera por mim.
Ser¨¢ que era realmente t?o impotente? N?o conseguir manter por perto as pessoas que importavam¡ Talvez o destino finalmente tiver pena d, ficando ao seudo¡
via virou¨Cse e subiu as escadas, parando em frente ¨¤ porta do escrit¨®rio de Thales, e bateu
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A porta do escrit¨®rio estava entreaberta, mal tinha batido duas vezes quando a porta se abriu.
Thales, uma m?o no bolso, estava encostado ¨¤ jan, fndo ao celr. Do outrodo da jan de vidro transparente, nuvens pesadas formavam um contraste forte de preto e branco, fazendo que a luz que ca¨ªa sobre seu rosto transmitisse uma esp¨¦cie de brilho cinzento e desdo.
¡°Se voc¨º n?o ¨¦ capaz de ocupar esta posi??o, ¨¦ melhor se demitir agora.¡±
Ap¨®s dizer isso, Thales desligou diretamente e virou a cabe?a em dire??o a via.
Ele n?o falou, apenas olhou para seus olhos escuros tranqumente, esperando que fsse primeiro.
via lutou consigo mesma por um momento, antes de gesticr a m?o: seria poss¨ªvel manter a Marisa conosco?
¡°Voc¨º veio at¨¦ mim apenas por isso?¡±
via baixou a cabe?a, seus cabelos soltos escondendo sua express?o.Content ? N?velDrama.Org.
continuou gestdo: voc¨º n?o se lembra d?
O olhar de Thales permaneceu inalterado, ele respondeu friamente: ¡°E da¨ª se eu me lembrar? E se n?o me lembrar? Acaso devo garantir uma aposentadoria digna para todos os empregados da fam¨ªlia Duarte?¡±
Suas pvras impiedosas atingiram o cora??o de via.
levantou a cabe?a lentamente, encarando os olhos frios do homem, e por um momento, duvidou se esse homem tinha cora??o. Thales se aproximou d, inclinando¨Cse para perto, ¡°¨¦ poss¨ªvel ficar, desde que voc¨º corte r??es Bianca.¡±
via hesitou por um momento.
Ele sorriu levemente, um sorriso que carregava um frio sem fim, ¡°Escolha uma entre e Bianca.¡±
N?o ¨¦ de se admirar que ele tenha sido t?o tranquilo o caminho todo, sem se irritar. Ele j¨¢ tinha o pensamento sobreo punir.
Ele lhe apresentou um dilema, uma escolha imposs¨ªvel de fazer.
Thales a observava seus olhos ros, esperando silenciosamente que fizesse sua escolha.
Os dois mantiveram um olhar silencioso, enquanto o tempo passava lentamente no sil¨ºncio.
via ergueu o dedo, perguntando¨Clhe detalhadamente: voc¨º faria o mesmo para Rosana?
Seu olhar caiu sobre os dedos d, escurecendo por um momento antes de voltar a olhar para seu rosto.
¡°Voc¨º est¨¢ me questionando?¡±
via apertou os l¨¢bios, uma teimosia rara aparecendo em seu rosto p¨¢lido e limpo. via: Eu nunca pedi nada a voc¨º, nem uma vez sequer, n?o pode ser dessa vez?
S? I IF W
E
Thales segurou os dedos que movia, interrompendo seu gesto, e disse em voz baixa: ¡°N?o ¨¦ poss¨ªvel.¡±
E acrescentou, ¡°Justamente desta vez, n?o ¨¦ poss¨ªvel.¡±
via for?ou um sorriso seco, justamente essa ¨²nica vez que havia pedido.
¡°N?o se pode ser t?o gananciosa.¡± Ele segurou firmemente suas m?os, sem dar¨Clhe chance de seunicar, sua voz t?o profunda quanto antes, ¡°J¨¢ que ¨¦ t?o dif¨ªcil escolher, talvez eu devesse escolher por voc¨º.¡±
via arregalou os olhos, tentando se libertar do aperto de Thales.
Mas sua luta apenas fez que ele a segurasse mais firmemente, seus pulsos do¨ªam de serem apertados.
Em desespero, abriu a boca, tentando emitir algum som, mas n?o conseguiu produzir nenhum som.
O olhar de Thales se tornou mais frio, ele segurou suas m?os e a pressionou contra a borda da mesa.
A borda da mesa pressionava contra sua cintura, for?ando seu corpo a ficar reto, e uma dor familiare?ou a surgir em seu baixo
ventre.
Naquele momento, sua ¨²nica op??o foi abrir a boca para mord¨º¨Clo.
Mas no segundo seguinte, ele segurou o quetxo de via, pressionando¨Ca inteira contra a mesa.
Com uma m?o segurando seus pulsos e a outra levantando sua perna, ele se inclinou sobre , todo seu peso pressionado contra seu §ã§à§Ô§â§à.
¡°N?o quer que eu te toque?¡± I Eles estavam t?o pr¨®ximos que o h¨¢lito dele batia em seu rosto.
Uma dor aguda veio do baixo ventre de via,o se todos os seus ¨®rg?os estivessem sendo esticados at¨¦ o ponto de
Capitulo 78
rompimento.
Sua testa estava coberta de suor frio, seus l¨¢bios se moviam sem emitir som.
disse: por favor, n?o¡.
Maso se ele n?opreendesse, suas m?os j¨¢ estavam abaixando as cal?as d.
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via mordia os dentes, a dor fazia seu rosto ficar cada vez mal¡¯s p¨¢lido, fixando seu olhar naqus Iris profundas, gradualmente desistiu de resistir.
Thales n?o fez nenhum movimento adicional, ele observava via, at¨¦ que se acalmoupletamente, ent?o soltou as amarras que ¨¤ prendiam.
via deslizou da mesa, sentando¨Cse no ch?o sem for?as, segurava seu abd?men, temerosa de se mover.
A dor era aguda a cada movimento.
¡°Considere bem o que eu disse,¡± a voz do homem vinha de cima d.
Ele virou¨Cse para ir embora, mas sentiu a barra da cal?a repentinamente puxada, ao olhar para baixo, viu que era via segurando¨Co. via lentamente levantou a cabe?a, olhando para ele, era evidente, mesmo para um cego, que estava em grande dor.
tremia os l¨¢bios, respirando fundo duas vezes, tentando suprimir a dor.
via soltou¨Co, levantou a m?o, gestdo lentamente: Se voc¨º me odeia tanto, assimo tudo ao meu redor, por que n?o se divorcia de mim?
Seu olhar escureceu, ele de repente se agachou.
Thales levantou seu queixo, dizendo: ¡°Voc¨º realmente se esquece das coisas rapidamente, se lembra do que eu disse?¡±
via olhava para ele sem for?as, n?o tinha esquecido.
Ele disse para n?o ver Bianca, tamb¨¦m disse para n?o mencionar a pvra div¨®rcio¡®.
sempre contrariava suas pvras.
via sentiao se fosse um cachorro preso em uma gai, sem liberdade alguma, apenas implorando p miseric¨®rdia de seu dono.
via: ¨¦ isso, sua promessa de cuidar de mim pelo resto da vida? Me trancar em uma gai para sempre.
Thales observou as l¨¢grimas em seus olhos, algo brilhou rapidamente em seu olhar, mas foi t?o r¨¢pido que n?o conseguiu capturar. Ap¨®s um longo momento, ele disse: ¡°Se ¨¦ assim que voc¨º quer entender, tudo bem.¡±
As ¨²ltimas pvras ca¨ªramo um raio em sua cabe?a, deixando¨Ca tonta e confusa.
fechou os olhos, as l¨¢grimas deslizaram ps suas bochechas, seu rosto p¨¢lido era a express?o de sua resigna??o.
Ap¨®s um momento, via abriu os olhos, gestdo para ele: Se eu parar de ver Bianca, voc¨º pode ajud¨¢ a sair dessa situa??o?
¡°via, eu n?o estou negociando voc¨º.¡±
Thales recusou sem hesita??o, soltou o queixo de via e se levantou, dizendo: ¡°Parece que voc¨º j¨¢ fez
Dizendo isso, ele saiu do escrit¨®rio sem olhar para tr¨¢s.
sua escolha.¡±
via estava sentada no ch?o, cabe?a baixa, seus cabelos desordenados cobrindo grande parte do seu rosto. Thales desceu as escadas, Marisa estava justamente pegando suas coisas, ao ver Thales, ficou visivelmente desconfort¨¢vel, tentando esconder seus pertences.
Eles eram muito simples e sujos parabinar a elegancia daqu mans?o.
Thales pegou seu casaco no cabideiro,n?ando um olhar para , disse: ¡°N?o quero ver mais essa bagun?a.¡±
¡°Eu j¨¢ estava levando¡¡± Marisa parou no meio da frase, confusa Thales, ¡°Senhor, o que o senhor quer dizer?¡±
Thales respondeu calmamente: ¡°J¨¢ que permitiu que voc¨º ficasse aqui, tome conta d para mim.¡±
Marisa ficou parada, atordoada por um momento, at¨¦ que Thales se afastou, finalmente entendeu o que ele quis dizer.
Um sorriso amargo surgiu em seu rosto enrugado.
Marisargou seus pertences e subiu as escadas para encontrar via.
Ao chegar ¨¤ porta do escrit¨®rio, viu via desarrumada no ch?o, Marisa hesitou por um instante, ent?o apressou¨Cse em ajud¨¢ a se levantar.
¡°Vivi, o que aconteceu voc¨º?¡±
via lentamente abriu os olhos, sua testa e pesco?o estavam cobertos de suor frio,o se tivesse sido puxada da ¨¢gua.
ergueu a m?o dificuldade, tocando seu abd?men.
16:13Property ? N?velDrama.Org.
Fol ent?o que Marisa notou as manchas de sangue espalhadas p cal?a de via.
¡°Voc¨º¡¡± A express?o de Marisa mudou v¨¢rias vezes, sem tempo para pensar muito, imediatamente pegou seu celr antigo, preparando¨Cse para chamar uma ambulancia.
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Cap¨ªtulo 80
via segurava seu celr e bn?ava a cabe?a.
Voc¨º est¨¢ sangrando,o pode n?o ir ao hospital?¡±
via gesticulou: Estou no Chico, s¨® preciso de tomar um analg¨¦sico.
Vendo que n?o era muito sangue, Marisa estava melo c¨¦tica, mas ajudou via a se levantar e a levou de volta para o quarto.
buscou um analg¨¦sico e um absorvente para via, e depois foi at¨¦ a cozinha preparar uma caneca de Mint Tea.
Segurando o Mint Tea, o calor se espalhou das m?os de via
Mansa a observava, hesitante em fr.
Depois que via terminou de beber, Marisa pegou a caneca e
sua express?o facial finalmente melhorou um pouco.
perguntou: ¡°O que est¨¢ acontecendo entre voc¨º e Thales?¡±
N?o era dif¨ªcil perceber que a r??o entre eles n?o era t?o boa quanto pensava p atitude de Thales, havia uma sutileza indescritivel.
via bn?ou a cabe?a; n?o sabia.
tamb¨¦m n?o entendia o que estava acontecendo entre e Thales.
N?o sabia desde quando, mas para ele, se tornou uma presen?a despreocupada.
Desde que se casaram, ou talvez antes disso.
Ele havia se casado por causa do ¨²ltimo desejo de Rafael, renunciando a pessoa que amava; ele conseguia n?o a odiar, mas nunca mais consegu¨¬u trat¨¢ t?o bem quanto antes.
Provavelmente¡ era essa a r??oplicada e sutil entre eles.
via olhou para Marisa ao seudo, a anci? ainda estava ali, o que indicava que Thales j¨¢ havia aceitado que cortasse?os
Bianca.
Se continuasse agindo por conta pr¨®pria, no final, Marisa tamb¨¦m seria afetada.
estava em uma idade avan?ada e n?o aguentaria tal estresse.
via fechou os olhos, encostou¨Cse ¨¤ cabeceira da cama e ouviu silenciosamente o som da chuva l¨¢ fora.
ficou em casa por dois dias, sem entrar em contato Bianca, que apenas perguntou se Thales havia lhe causado problemas ao voltar.
via n?o ousou responder, s¨® podia optar por ignorar.
Quando voltou a navegar na inte seu celr, os incidentes envolvendo Bianca pareciam ter diminu¨ªdo consideravelmente.
Em contraste, o jogo V¨¦u do Drag?o de Ascens?o M¨ªstica de repente se tornaram popres na inte, gra?as a um trailer de Ano Novo.
Desta vez, eles gravaram um curta¨Cmetragem atores reais, contando a hist¨®ria de ¡®ra Luna¡®, nas redes sociais em poucos dias.
via tamb¨¦m visitou os perfis de v¨ªdeo e redes sociais de Rosana, vendo v¨¢rias fotos ostentando riqueza e demonstra??es de afeto.
uma m?o ou uma foto de meio corpo, sempre sem mostrar o rosto. Mas nas fotos, Thales aparecia no m¨¢ximo
Seus dedos eram longos e bonitos, e ele tinha ombrosrgos e pernas longas; mesmo sem mostrar o rosto, era capaz de provocar muitas fantasias.
via olhava essas fotos, absorta, notando cada gesto de indulg¨ºncia e prefer¨ºncia por Rosana, disposto a panh¨¢ em suasContent ? N?velDrama.Org.
travessuras.
E via de repente se lembrou de que nunca havia tirado uma foto s¨¦ria Thales.
Nem mesmo uma foto de meio corpo.
Enquanto via olhava essas fotos, Gabri surpreendentemente enviou uma mensagem inesperada.
Gabri: Papai quer que voc¨ºs venham jantar no Ano Novo, n?o se esque?am.
Reinaldo,o patriarca da fam¨ªlia Duarte, tinha autoridade absoluta.
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via fixou o olhar naqu mensagem, seus olhos brilhamam por um momento.
instintivamente tocou seu abdomen, que eoinda d levemente.
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via n?o esperou Thales, pegou um t¨¢xi sozinha para ir at¨¦ a Casa de Duarte.
O entardecer em S?o Siena estava nebuloso, todas as constru??es estavam emba?adas e invis¨ªveis.
Ao chegar, Fl¨¢via, carregando frutas que impulso na rua, entrou no lugar.
De qualquer forma, n?o importava o que prasse, Dona Duarte nunca aprovaria.
A familia Duarte estava em festa hoje, o p¨¢tio e a entrada estavam cheios de carros.
Reinaldo e sua ex¨Cesposa t¨ºm uma filha, chamada Eliana Duarte, que casou cedo em um casamento arranjado, e , seu marido e seus dois filhos vieram visitar.
Thales e Gabri s?o irm?os, ambos filhos de Dona Duarte.
Tinha tamb¨¦m um filho mais novo, que Reinaldo trouxe de fora, dizem que sua m?e biol¨®gica morreu de embolia amni¨®tica ao dar ¨¤ luz, e ent?o ele foi criado na fam¨ªlia Duarte.
Dona Duarte, que sempre cuidou dele, naturalmente n?o era t?o dedicada ao filho de outro, que desde pequeno foi criado sem muitas responsabilidades ou educa??o.
Assim que Fl¨¢via entrou, ouviu o barulho das crian?as brincando.
O som inocente de suas risadas,o agulhas finas, perfurava o cora??o de Fl¨¢via, causando uma dor sutil no peito.
estava segurando um guarda¨Cchuva, parada no p¨¢tio, quando dois meninoseram em sua dire??o, e um deles, de sete anos, bateu em suas pernas.
Fl¨¢via trope?ou, quase caindo no ch?o.
¡°A muda chegou!¡±
¡°A muda chegou!¡±
O menino c¨ªrcva ao seu redor, gritando ¡°muda¡± em voz alta, usando um tom inocente para expor a fenda alheia, sem entender que suas pvras poderiam ferir.
Fl¨¢via n?o lhe deu aten??o, passando pelo menino em dire??o ¨¤ s de estar
O menino correu at¨¦ tentando pegar as frutas que segurava, mas via segurou firmemente a sac, sem soltar.
*D¨¢ pra mim!¡±Property ? N?velDrama.Org.
O menino, frustrado, olhou para Fl¨¢via raiva, mas
Carou calmarmente, sem ceder
Assim que entrou na mans?o, podia sentir a hostilidade no at, que tamb¨¦m fazia crescer o ressentimento em seu cora??o.
segurava a sac firmeza, indecisa se o que bloqueara seu cora??o era dor ou rancor
Por que eles podiam ser t?o felizes?
S¨® porque era muda, seus dois filhos morreram nas m?os dessa familia
Porque era muda, era culpada, merecia um fim tr¨¢gico.
O menino, frustrado, puxava a sac for?a, chegando a chutar as pernias de Fl¨¢via
soltou a sac, desviando do p¨¦ dele, e o menino, sem apoio, calu no ch?o, derrubando as frutas que se espalharam pma.
O menino, machucado, sentouse no ch?o molhado, chorando alto.
Seu choro trouxe as pessoas da s de estar
Eliana correu at¨¦ ele, ajudando¨Co a se levantar batendo ama de seu corpo. ¡°An, voc¨º est¨¢ bem?¡±
An, chorando, apontou para Fl¨¢via, remando de sua injusti?a.
Todos olharam para Fl¨¢via, olhares de censura,o se fosse uma criminosa imperdo¨¢vel
apertou o guarda chuva os n¨®s dos dedos brancos.
Gabri, meio brincando, meio s¨¦ria disse Fl¨¢via, voc¨º ¨¦ adulta,o pode intimidar uma crian?a assim?¡±
na, segurando sua raiva assumiu uma postura de irm? mais velha: ¡°Eu ouvi o que aconteceu, uma crian?a n?o entende, mas
voc¨º? N?o deveria saber melhor do que brigar uma crian?a¡±
mais velha do que via, 35 anos, mas parecia ter apenas vinte e poucos anos de t?o bem cadada
cham do
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J¨¢ que n?o era seu pr¨®prio filho, naturalmente n?o se importava tanto assim.
Eliana pegou a crian?a nos bra?os,n?ou um olhar frio para via e entrou em casa.
L¨¢ fora, a chover, e todos foram entrando.
via permaneceu parada, observando a familia entrar.
Marcelo se agachou para pegar uma sac de frutas que estava no ch?o, recolheu as frutas que haviam ca¨ªdo e as colocou de volta na sac, aproximando¨Cse de via.
¡°via, estas frutas est?o todas machucadas, voc¨º ainda as quer?¡±
via desviou o olhar, virando¨Cse para o homem. O rosto dele ainda exibia aquele sorriso perfeitamente equilibrado, nem muito intimo, nem distante.
Seu sorriso erao uma m¨¢scara, escondendo sua verdadeira face, inalcan?¨¢vel para os outros.
via estendeu a m?o para pegar a sac de frutas, agradecendo um aceno de cabe?a.
Quando pegou as frutas, seus dedos acidentalmente ro?aram a pele dele. Marcelo colocou a m?o para tr¨¢s, seus dedos levemente acariciando a ¨¢rea,o se estivesse saboreando o toque recente.
Levantando a cabe?a, via notou o brilho em seus olhos, e seus l¨¢bios se apertaram num gesto contido.
Ap¨®s um momento, selecionou uma ma?? intacta da sac e a ofereceu.
Marcelo arqueou uma sobrancelha, ¡°Para mim?¡±
via acenou a cabe?a.
Ele riu suavemente, estendendo a m?o para pegar a ma??, ¡°Obrigado, via.¡±
via baixou o olhar, apertando os dedos ao redor da sac.
Marcelo disse, ¡°Vamos entrar, o pai est¨¢ nos esperando l¨¢ dentro.¡±
Ele caminhou ¨¤ frente, e via seguiu.
Gabri, ao ver os dois entrando juntos, escureceu o rosto, mas foi apenas por um instante, logo retomando seu sorriso habitual.
¡°Marcelo, parece que Breno fez coc? de novo, voc¨º pode trocar a fralda dele?¡±
Gabri pegou a crian?a do carrinho e a entregou a Marcelo.
*Certo, vou verificar.¡± Marcelo pegou a crian?a, mantendo seu sorriso inalterado.
Quando ele subiu, Reinaldo olhou para via, perguntando,/E o Thales, por que n?o veio voc¨º?¡±
via bn?ou a cabe?a, sinalizando: N?o sei, ele deve estar ocupado.
Reinaldo franziu a testa, e depois perguntou a Gabri, ¡°Gabri, voc¨º n?o avisou ele?¡±
Gabri respondeu rapidamente, ¡°Eu mandei uma mensagem para ele ¨¤ tarde,o eu saber o que ele est¨¢ fazendo.¡±
Talvez esteja panhando o amor da sua vida na virada do ano, pensou, mas n?o disse, embora todos soubessem.
¡°Esse moleque.¡± Reinaldo disse desaprova??o, e continuou, ¡°Liga para ele.¡±
Gabri assentiu, pegando o celr para ligar para Thales.
Enquanto esperavam a liga??o, de repente umaranja atingiu via. olhou para cima e viu An fazendo caretas para .
Reinaldo tamb¨¦m viu e dirigiu um olhar fulminante para o menino, que correu para os bra?os da m?e assustado.
¡°Eliana, voc¨º precisa disciplinar esse menino, ele n?o tem modos!¡±
Eliana empalideceu e explicou, ¡°Ele ainda ¨¦ pequeno, eu vou ensinar o tempo.¡±
¡°Sete anos e ainda pequeno? Quando Thales tinha a idade dele, j¨¢ passava no TOEFL. E o seu filho?¡±
Eliana for?ou um sorriso, dividida entre a divers?o e a irrita??o.
n?o sabia se Reinaldo estava se gabando ou se realmente achava que todas as crian?as deveriam ser , Dona Duarte tamb¨¦m sorriu orgulho, mas ao pensar que seu filho t?o talentoso teve que se contentar via, sua raiva ressurgiu.Content ? N?velDrama.Org.
Dona Duarte se virou para via e disse baixinho, ¡°Por que essa cara de funeral? V¨¢ ajudar na cozinha.
Foi nesse momento que Thales finalmente atendeu, captando tudo o que Dona Duarte havia
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via apertou os l¨¢bios e se virou, retirando¨Cse.
chegou ao banheiro, mas viu Marcelo l¨¢ dentrovando as m?os.
Ao v¨º¨C, Marcelo puxou duas toalhas de papel descart¨¢veis para secar as m?os, ¡°Entre, eu j¨¢ terminei.¡±
via esbo?ou um leve sorriso e acenou a cabe?a, entrando.
¡°Est¨¢ um pouco escorregadio no ch?o, tenha cuida¡¡± Antes que pudesse terminar a frase, via j¨¢ havia escorregado para tr¨¢s.
Desesperada por algo a que se agarrar, em meio ao caos, agarrou o bra?o de Marcelo,
Com reflexos r¨¢pidos, Marcelo estendeu as m?os para segur¨¢, envolvendo sua cintura em um abra?o, posicionando via de maneira bastante ¨ªntima em seus bra?os.
via segurou firmemente seu bra?o, levantando o olhar para Marcelo.
Marcelo, ligeiramente surpreso, sentiu a m?o em sua cintura aquecer subitamente.
Gabri estava certa, via tinha olhos que cativavam, seus olhos ros e puros pareciam conter uma profundidade sem fim.
N?o havia sedu??o, mas instigava o desejo de perturbar aqu reza.
Como muitos se sentem ao ver filhotes ador¨¢veis, um impulso incontrol¨¢vel para atormentar, despertando um instinto violento.
A express?o habitual de Marcelo apresentou uma pequena fissura.
Naquele momento, dois empregados passavam e, ao verem a posi??o ¨ªntima dos dois, exmaram surpresos.
Ao se darem conta, sa¨ªram correndo, envergonhados.
Marcelo imediatamente soltou via, um ar um tanto desconfort¨¢vel, ¡°Est¨¢ tudo bem?¡±
via tamb¨¦m deu um passo para tr¨¢s, distanciando¨Cse dele, e bn?ou a cabe?a: Estou bem, obrigada.
Marcelo acenou a cabe?a levemente e saiu do banheiro.
Ouvindo o som da porta se fechando, Marcelo parou por um momento e olhou para tr¨¢s para a porta fechada do banheiro.
O sorriso em seus l¨¢bios se atenuou.
Aqu muda n?o tinha medo dele.Property ? N?velDrama.Org.
Interessante.
Em uma mans?o deste tamanho, as fofocas nunca ficam contidas, e logo a hist¨®ria de via e Marcelo abra?ados no banheiro se espalhou.
¡°Eu disse,
celo sempre teve um olhar estranho para a muda, sabia que tenha algo?
¡°Sim, sim, ele nunca olhou para a Srta. Gabri daquele jeito, aquele olhar era mel.¡±
¡°Verdade, mas a senhora n?o pode fr, mesmo que algo tenha acontecido¡ n?o ousaria dizer.¡±
¡°Que pena, eu at¨¦ vi o Sr. Marcelo sendo um pouco atrevido antes.¡±
As conversas fervilhavam de entusiasmo, sem notarem Gabri parada atr¨¢s ds.
Foi s¨® uma ds perceber, que se levantou num pulo, gaguejando um ¡°Se¡ Srta. Gabri.¡±
Gabri os olhava friamente, ¡°O que est?o fndo?¡±
¡°Nada, nada.¡±
¡°Nada? Continuem, eu ainda n?o ouvi o suficiente.¡± Gabri cruzou os bra?os, encostada na porta, observando¨Cos sorriso que n?o era bem um sorriso.
As empregadas ficaram p¨¢lidas, olhando umas para as outras, sem ousar fr.
Gabri disse: ¡°Contem tudo o que viram, detalhe por detalhe.¡±
¡°Est¨¢vamos apenas fndo bobagens./
Antes que a empregada pudesse terminar, Gabri mudou a express?o, ¡°Bobagens? Voc¨ºs se atrevem a fr bobagens sobre isso, n?o querem mais trabalhar, ¨¦?¡±
olhou para s um sorriso frio, e ent?o disse repentinamente: ¡°Falem, quero ouvir tudo o que viram e ouviram.¡±
Uma das empregadas engoliu em seco, contando a hist¨®ria tremor na voz.
A express?o de Gabri era uma mistura de cores, n?o que n?o confiasse em Marcelo.
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Mas depois de mais de dois anos de casamento, nunca conseguiu entender realmente quem ele era. Ele sempre usava uma m¨¢scara perto d, parecendo ¨ªntimo, mas na verdade havia uma parede espessa entre eles.
Uma parede invis¨ªvel e intoc¨¢vel, mas que sempre os separava, impedindo¨Ca de se aproximar.
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Toda vez que Marcelo e via estavam juntos, sentia um p¨¢nico surgir em seu sexto sentido, um p¨¢nico sem maston aparente
Gabri frequentemente pensava que talvez fosse porque via fingiu ser pobre e enganou¨Ca, quando crian?a, levando Thales embora uma vez, e por isso estava sempre assustada.
Agora at¨¦ os empregados tinham visto, as evid¨ºncias eram irrefut¨¢veis, que desculpa poder¨ªa usar para acalmar a inquieta??o em seu cora??o?
Gabri advertiu: ¡°Essa hist¨®ria morre aqui, se eu ouvir qualquer um de voc¨ºs fndo sobre isso novamente, n?o me culpem por ser
cruel!*
Depois de deixar essas pvras, se virou e saiu.
voltou para a s de estar, onde Marcelo estava conversando tranqumente os outros, sem sequer olhar para Gabri.
Gabri sentou¨Cse aodo dele, e justo quando estava prestes a fr, Thales chegou dodo de fora.
Sua apari??o instantaneamente mudou a atmosfera do lugar, e as vozes gradualmente se tornaram mais baixas.
Thales chegou, venha aqui.¡± Dona Duarte o cumprimentou calorosamente, era s¨® quando v¨ªa Thales que mostrava tal alegria
irradiante.
Thales respondeu secamente, olhando ao redor, e perguntou: ¡°Onde est¨¢ a via?¡±
O sorriso no rosto de Dona Duarte congelou, esse era seu filho, mas assim que entrou, perguntou p muda, fazendo que o fogo ardesse em seu cora??o.
Marcelo disse: ¡°via deve estar ocupada na cozinha agora.¡±
Thales sorriu friamente: ¡°Est¨¢ sem empregados em casa?¡±
Dona Duarte ficou descontente,n?ando um olharteral para Marcelo, suspeitando que ele estivesse deliberadamente causando problemas.
¡°Thales, via s¨® foi ajudar na cozinha, n?o ¨¦o se a estiv¨¦ssemos mandando para a guerra. Por que tanta tens?o? Quem n?o sabe poderia pensar que estamos maltratando sua esposa.¡±
Thales olhou para , fndo calmamente: ¡°Com tantas pessoas aqui, por que ningu¨¦m mais vai ajudar? Ou ser¨¢ que o jantar n?o pode ser feito sem via?¡±
Havia uma press?o intimidadora em suas pvras, e Dona Duarte ficou ainda mais surpresa por ele defender via na frente de todos, sem lhe dar nenhum respeito.Property ? N?velDrama.Org.
¡°Thales, o que voc¨º quer dizer isso? Est¨¢ dizendo que estou intencionalmente dificultando as coisas para ?¡±
¡°Eu n?o disse isso, apenas acho que n?o h¨¢ necessidade de cham¨¢ se n?o gostam de sentar ¨¤ mesa juntos.¡±
¡°Voc¨º¡¡±
Dona Duarte estava prestes a replicar quando Reinaldo falou voz firme: ¡°Chega! Eu os chamei para jantar, n?o para discutir!¡±
¡°Se querem discutir, saiam. Injustific¨¢vel!¡±
Com Reinaldo fndo, todos se cram, e Dona Duarte mordeu o l¨¢bio em frustra??o, amaldi?oando internamente o velho.
Quando via apareceu os pratos, de repente ouviu Thales chamando¨Ca.
hesitou, olhando para ele antes de colocar os pratos na s de jantar e se aproximar.
Thales segurou sua m?o, olhando¨Ca profundamente, ¡°Por que n?o me chamou para virmos juntos?¡±
via baixou os olhos, sem responder.
Afinal, quando precisava dele, ele nunca estava l¨¢, ent?o qual era o ponto de chamar?
¡°Chega, ¨¦ hora de jantar.¡± Reinaldo disse.
Todose?aram a caminhar em dire??o ¨¤ s de jantar, e via mal tinha dado alguns passos quando An surgiu de algum lugar uma pist de brinquedo na m?o.
¡°biu!¡±
¡°Te matei! Muda idiota!¡±
O menino exibiu um sorriso que ele achava ser de justi?a, mas que na verdade era sinistro, apertando o gatilho em dire??o a via, e a b de pl¨¢stico atingiu precisamente o canto do seu olho.
Pega de surpresa, uma dor aguda a invadiu, e via escureceu a vista, segurando o olho enquanto se curvava lentamente.
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Tudo aconteceu de forma t?o repentina que, quando a b atingiu o rosto de via, n?o emitiu som algum, e todos pensaram que a crian?a estava apenas se divertindo.
¡°via!¡± Thales, era ro que viu e immediatamente a segurou.
via estava t?o atordoada a dor que quase n?o conseguiu se manter de p¨¦.
Foi s¨® quando Thales chamou por que as pessoas ao redor se viraram e, tardiamente, perceberam que An havia atingido via. Eliana puxou An para perto de si, fingindo estar zangada enquanto o repreendia, ¡°Que coisa, An! Pare de fazer bagun?a.¡±
Ahan resistiu, ainda tentando disparar novamente em via, mas foi prontamente impedido por seu pai.
¡°Sem gracinhas, me d¨º esse brinquedo.¡± Oscar Vaz tentou pegar a arma de brinquedo das m?os de An, mas ele a segurou firme e n?o quis entregar.
¡°¨¦ minha!¡±
Thales afastou as m?os de via e examinou seus olhos, por sorte o tiro foi apenas perto do canto do olho, mas aquele olho estavapletamente vermelho.Property ? N?velDrama.Org.
Ele olhou dedo para An, que foi assustado pelo seu olhar g¨¦lido e esqueceu de reagir.
Eliana, tentando amenizar a situa??o, rapidamente veio verificar o olho de via e logo disse, ¡°Parece que n?o ¨¦ nada s¨¦rio, ¨¦ s¨® uma arma de brinquedo, n?o deve doer tanto assim.¡±
O olho de via estava t?o vermelho que n?o parec¨ªa normal, e o local atingido estava um pouco roxo.
Thalesn?ou um olhar para Eliana, ¡°Como voc¨º sabe que n?o d¨®i?¡±
¡°¨¦ s¨® um pequeno proj¨¦til de pl¨¢stico, quanto pode doer? Thales, eu sei que voc¨º se preocupa via, mas n?o precisa fazer tempestade uma crian?a, certo?¡±
¡°Ent?o voc¨º?¡± Thales disse sarcasmo, ¡°Como sua m?e, sendo respons¨¢vel, o que pretende fazer para resolver isso?¡±
Eliana ficou sem pvras, segurando a raiva e disse, ¡°¨¦ s¨® uma arma de brinquedo, precisa disso tudo¡¡±
¡°Precisa.¡± Thales a interrompeu sem piedade.
¡°Voc¨º¡¡± Sem ter o que fazer, Eliana se virou para buscar apoio em Reinaldo, ¡°Pai, n¨®s finalmente voltamos para casa, e ¨¦ assim que voc¨º nos trata?¡±
¡°Se n?o quer ver a gente, n?o precisava ter nos chamado. Isso aqui n?o ¨¦ jantar, ¨¦ s¨® receber desprezo. No fim das contas, somos estranhos, todos podem nos intimidar.¡±
Dona Duarte n?o gostou do que ouviu, ¡°Eliana, voc¨º n?o est¨¢ certa ao dizer isso. Se te consider¨¢ssemos uma estranha, n?o ter¨ªamos te chamado. Voc¨º pode estar chateada, mas n?o generalize, quando eu te tratei mal?¡±
¡°Chega! N?o acabaram de fazer drama?¡± Reinaldo tamb¨¦m perdeu a paci¨ºncia, ¡°Por causa de uma bobagem dessas, querem montar um teatro? Chamei voc¨ºs para jantar e agora sou o culpado!¡±
Quando Reinaldo falou, todos se cram.
Mas mesmo fndo tanto, ele n?o mencionou o fato de via ter sido atingida, o que acabou parecendo indiferente.
Reinaldo ent?o disse, ¡°Eu s¨® quero saber se jantar ou n?o?¡±
via, de cabe?a baixa, ficou quieta, a p¨¢lpebra ardendo intensamente. O proj¨¦til de pl¨¢stico realmente n?o do¨ªa, mas dependia de onde atingia.
N?o era tanto a dor f¨ªsica, mas a dor de se sentir isda e negligenciada por todos.
Thales ent?o disse, ¡°Ainda h¨¢ necessidade de continuarmos este jantar?¡±
Reinaldo o olhou friamente, ¡°O que voc¨º disse?¡±
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Thales o enfrentou calmamente, repetindo pvra por pvra, ¡°Eu disse que este jantar n?o ¨¦ mais necess¨¢rio. Voc¨º realmente acha que, essa atmosfera, podemos sentar tranqumente ¨¤ mesa paraer?¡±
Havia uma certa l¨®gica nas pvras de Thales, quase todos presentes estavam emocionalmente abdos, tornando o jantar desconfort¨¢vel.
Foi ent?o que Oscar se levantou, tentando suavizar a situa??o, ¡°¨¦ apenas um pequeno mal¨Centendido, somos uma fam¨ªlia, n?o vamos deixar uma pequena coisa estragar nossa harmonia.¡±
¡°Uma pequena coisa?¡±
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Oscar franziu levemente as l¨¢bios, ¡°E o que voc¨º acha ent?o?¡±
Thales o encarou por um momento, de repente somriu: ¡°Parece que eu estava fazendo tempestade em copo d¡¯¨¢gua ¡±
¡°Eu n?o quis dizer isso¡
¡®N?o iam jantar? Ent?o por que n?o vamos?¡± Thales o interrompeu, seu semnte voltou ao normal,o se a pessoa que havia se imitado n?o fosse ele
Marcelo somriu: ¡°Ent?o vamos ao restaurante primeiro, n?o h¨¢ motivo para todos ficarmos aqui parados¡±
Gabri segurou seu bra?o, olhou para ele, seu rosto parecia um pouco p¨¢lido,
F
Thales virou¨Cse para via, seus dedos tocaram levemente o lugar onde estava machucada, ¡°Ainda d¨®i?¡±
via olhou para seu rosto, o cuidado em seus olhos parecia genuino
Ele sempre foi assim, ¨¤s vezes parecia estar t?o perto,o a lua refletida na ¨¢gua, que achava que poderia tocar apenas estendendo a m?o.
Mas quando realmente tentaria alcan?¨¢¨Ca passo a passo, fazendo¨Ca pr voluntariamente no abismo.N?velDrama.Org owns ? this.
Levando¨Ca a mergulhar na ¨¢gua, em busca da lua que n?o pode ser agamada, at¨¦ sufocar nas mar¨¦s.
Enquanto ele observa de longe, assistindo¨Ca afundar reza.
via desviou o olhar,
suas longas pestanas cairam, escondendo seus pensamentos, bn?ou a cabe?a.
Thales n?o disse mais nada, segurando sua m?o, eles foram para o restaurante.
Todos ¨¤ mesa estavam pensamentos divergentes, e naturalmente a refei??o n?o tive a atmosfera harmonisa que deveria.
Thales parecia j¨¢ ter esquecido o incidente a arma de brinquedo, conversando calmamente Oscar sobre assuntos dom¨¦sticos, perguntando sobre a situa??o do neg¨®cio da filial
A familia Duarte tinha um grande patrim?nio, e n?o estava ro se Reinaldo queria distribuir as oportunidades igualmente entre as mais jovens, ou se tinha outras inten??es.
O Grupo Duarte n?o delegou ramente o poder a ningu¨¦m.
Mesmo Thales, que era um filho t?opetente e orgulhoso em seus olhos, s¨® recebeu o titulo de CEO e vinte por cento das a??es, o verdadeira poder ainda estava firmemente em suas m?os.
Embora ele tenha recuado para os bastidores, raramente interferindo nos neg¨®cios da empresa, ainda mantinha o controle absoluto sobre
A filial que Oscar gerenciava era o presente que Reinaldo deu ¨¤ sua filha, dez por cento das a??es do Grupo Duarte.
E quando Gabri se casou, foi a mesma coisa, dando a uma filial que detinha dez por cento das a??es.
No entanto, Gabri n?o gostava de lidar os neg¨®cios da empresa, sendo Marcelo quem cuidava de tudo, al¨¦m de tamb¨¦m ocupar o cargo de vice¨Cpresidente.
Talvez o mais transparente fosse o filho mais novo de Reinaldo, que n?o trabalhava na empresa e n?o tinha muitas a??es, passando seus dias emzer e n?o levando a s¨¦rio, sem ningu¨¦m para repreend¨º¨Clo.
Portanto, esta grande familia tinha muitasplica??es Internas.
Depois do jantar, a familia sentou¨Cse junta, fndo sem muita conex?o,
Thales sentou¨Cse sozinho, n?o participando da conversa deles, mas somu e acenou para An.
An olhou para ele caut, talvez por ¨¦le somir t?o amigavelmente, An ganhou coragem e caminhou em sua dire??o.
¡°O que voc¨º quer?¡± An o encarou diretamente.
Thales olhou para a arma de brinquedo em sua m?o, somndo: ¡°Vejo que voc¨º joga t?o bem, pode me ensinar?¡±
Os olhos de An brilharem de orgulho,
¡°Voc¨º ¨¦ t?o bobo, nem sabe jogar, eu de ensina.
O ingenuo An explicou seriamenteo brincar a arma de brinquedo, enquanto Thales manteve o sorriso, ouvindo stentamente
¡°Deixe¨Cme tentar¡± Thales pegou a arma de brinquedo de sua m?o, una passou generosamente.
¡°¨¦ assim?¡± Thales armou a seguran?a, apontou a arma para An, um leve sorriso nos l¨¢bio
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Um choro alto e repentino imompeu, fazendo todos olharem na mesma dire??o.
An, cobrindo o rosto, agachou¨Cse no ch?o, chorando copiosamente, enquanto Thales ainda brincava calmamente sua pist de brinquedo.
Ele tinha um olhar indiferente,o se n?o visse An chorando, sua aten??o totalmente voltada para a arma de brinquedo em suas m?os, quase em seu rosto.
¡°An, o que aconteceu voc¨º?¡±
An chorava sem conseguir respirar direito, o canto de seus olhos estava vermelho vivo. Ele era jovem e tinha a pele suave, o que fazia seu rosto inteiro ficar vermelho quando chorava, tornando a vermelho ao redor de seus olhos menos aparente
Mas foi justamente a pele enrugada nos cantos dos olhos de An que fez Eliana ficar furiosa
olhou furiosamente para Thales, ¡°Thales, o que voc¨º pensa que est¨¢ fazendo?¡±
Foi s¨® ent?o que Thales dirigiu seu olhar p
Voc¨º.¡±N?velDrama.Org owns ? this.
para , fndo um tom desinteressado: ¡°¨¦ uma b de pl¨¢stico, n?o d¨®i,¡±
Ele cortou Eliana pvras ds, deixando¨Ca sem f, sua raiva presou na garganta sem conseguir sair
Thales olhou para friamente, aquele olhar distante e desdenhoso,o se estivesse olhando para baixo em todos, ele disse: ¡°Que tal voc¨º tentar?¡±
*Thales, voc¨º est¨¢ indonge demais!¡± Eliana se levantou rapidamente, irritada: ¡°Voc¨º tem trinta anos e est¨¢ agiro dessa mancin uma crian?a de sete anos, que tipo de homem voc¨º ¨¦?¡°,
¡°Eliana, n?o exagera nas pvras, quando foi que eu agi de forma mesquinha? Pelo contr¨¢rio, ¨¦ voc¨º quem est¨¢ fazendo um grande rde por uma simples b de pl¨¢stico, quem realmente est¨¢ agindo de forma mesquinha?¡±
Eliana estava t?o imitada que quase desmalou no local, incapaz de argumentar Thales, e muito menos de lutar contra ele, essa frustra??o a fez ferver de raiva.
Nesse momento, Marcelo se aproximou, abaixou¨Cse para examinar os olhos de An e ent?o disse Realmente n?o ¨¦ s¨¦rio, acho melhor deixar pra l¨¢.¡±
Eliana then?ou um olhar fulminante, querendo dizer que n?o deveria se fazer de importante, mas n?o queria ofender Gabripletamente.
respirou fundo, tentando conter sua raiva, e disse fnamente: Tudo bem, voc¨ºs s?o muitos contra um, n?o posso argumentar voc¨ºs, n?o deveria ter vindo hoje.¡±
Eliana, segurando o An choroso, aproximou¨Cse de Reinaldo, Talvez seja melhor n?o me chamar para esses encontros no futuro, eu n?o sou digna, vamos embora agora.¡±
Reinaldo ficou p¨¢lido, mas antes que pudesse fr, Eliana j¨¢ tinha sa¨ªdo An.
Dona Duarte suspirou, ¡°Por que essa Eliana ¨¦ t?o temperamental?¡±
Reinaldo a olhou de rnce e de repente se levantou, subindo as escadas, sem vontade de lidar mais aqus encena??es
¡°Marcelo, vamos dormir Gabri, que at¨¦ ent?o n?o tinha se envolvido, disse uma express?o s¨¦ria. j¨¢ estava iodada o que os criados haviam dito, e agora, Marcelo abertamente defendendo via, fez a semente da d¨²vida em seu cora??o crescer ainda mais
Gabri n?o se atrevia a pression¨¢¨Clo; ele erao o vento, dificil de segurar.
Gabri frequentemente sentia que ele poderia deix¨¢ a qualquer momento.
Depois de mais de dois anos de casamento, n?o o conhecia nem um pouco,
Ele era t?o f¨¢cil de lidar que parecia n?o se importar nada, nem temer perder algo, esse tipo de pessoa incontrol¨¢vel fazia Gabri viver em constante ansiedade
Marcelo assentiu levemente e caminhou em dire??o a Gabri, subindo os escadas .
Ao passar por via, levantou a cabe?a encontrando seu olhar significativo,
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via ainda n?o tinha conseguido reagir quando Marcelo j¨¢ havia desviado o olharo se o contato visual de antes fosse apenas uma ilus?o d.
Dona Duarte perguntou a Thales se ele queria morar all, e Thales recusou sem hesitar
Ele jogou a arma de brinquedo no lixo, mas a arma era longa demais e acabou derrubando a lixeira
¡°Vamos.¡± Ele olhou para via.
via apertou os l¨¢bios, levantou¨Cse e foi at¨¦ ele, saindo da mans?o juntos.
A hoite estava profunda, e a chuva c ainda mais forte.N?velDrama.Org owns ? this.
Thales abriu o guarda¨Cchuva, e as gotas batiam na superficie, soando particrmente ras na noite
via observava o perfil dele oculto na escurid?o, sem saber o que sentir. Apesar de ele ter sido t?o rude antes, ele a defendeu depois, inclusive desafiando Eliana.
O que esse homem estava realmente pensando?
n?o conseguia entender, nem um pouco.
De repente, via parou de anda a chuva deixou de ser bloqueada pelo guarda chuva, caindo sobre instantaneamente e emba?ando sua vis?o.
Thales parou, deu um passo para tr¨¢s e recolocou o guarda-chuva sobre , ¡°O que foi?¡±
via olhou para ele. A luz do p¨¢tio estava envolta p chuva pesada, e quando alcan?ava seu rosto, era quase imperceptivel. o encarou por um longo tempo antes de finalmente gesticr Por qu¨¦?
Thales inclinou a cabe?a, uma express?o de d¨²vida passou por seus olhos,o se perguntasse o que
via: Por que voc¨º fez bomigo?
Thales a encarou fixamente, sua voz indistinta sob a chuva forte, ¡°Isso n?o ¨¦ o que se espera?¡±
quer dizer,
via bn?ou a cabe?a: N?o, se voc¨º ¨¦ muito bom uma mulher, pode acabar se apaixonando por voc¨º.
Thales n?o disse nada, apenas a olhou
via tamb¨¦m n?o recebeu a resposta dele, talvez,o Bianca havia dito, os homens prefessem se fazer de desentendidos em assuntos do cora??o, pois assim podem evitar noventa por cento dos problemas,
Ele desviou o olhar d, olhando para a chuva e o c¨¦u notumo escuro, onde n?o havia nada.
Assimo seu olhar, um vazio.
¡°¨¦ assim?¡± Sua voz soou ainda mais suave do que antes, n?o parecendo estar fndo via, mas sim consigo mesmo, Ent?o, ele finalmente olhou para via e disse, ¡°Eu entendi.¡±
Essas simples pvras exibiram frieza e desapegopletamente, fazendo via de repente sentir o peso da chuva sobre sual cabe?a,o se estivesse esmagando seu cora??o.
sentiu um impulsa de chorar
Essas pvras eram uma evas?o do que havia dito, e tamb¨¦m uma recusa aos sentimentos que n?o havia expressado.
Ele realmente¡.n?o estava disposto a dar nenhum amor a .
via apertou os dedos, as unhas cravando na palma da m?o, a dor se espalhando por seus membros e invadindo seu cora??o, fazendo cada respira??o puxar seu peito dolorosamente.
tensionou a garganta, reprimindo o impulso de chorar.
Ent?o, deu um passo para tr¨¢s, saindo da prote??o do guarda¨Cchuva dele, deixando a chuvavar seu rosto.
gesticulou: Eu n?o vou volta quero continuar morando aqui.
Thales n?o avan?ou para proteg¨º da chuva novamente, apenas observou silenciosamente enquanto era encharcada, Tem certeza?¡±
via assentiu: Pelo menos aqui ¨¦ ghimado
¡°Certo, ent?o fique aqui por alguns dias. Ele estendeu o guarda¨Cchuva par vio, vendo que n?o o sceltava, segurou sua m?o e colocou o guarda chuva n.
¡°Eu vou Indo¡±
via segurou o guarda¨Cchuva, observando ele desaparecer na chuva sem olhar para tr¨¢s
levou a m?o ao peito, a ¨¢gua da chuva escorrendo pelo seu rosto e entrando em sua boca, parecendo ter um gosto ¨¢cido.
CapÃtulo 89
Cap¨ªtulo 89
Eleprovou sua resposta a??es.
via sabia que sua vida na Casa de Duarte n?o seria f¨¢cil, e ainda assim, desta vez, ele escolheu concordar.
ficou olhando fixamente para a dire??o em que ele desapareceu, a amargura se espalhando em seu cora??o. O que realmente queria provar?
Queria provar que ele realmente havia entendido suas pvras, provar sua indiferen?a?
via voltou para a mans?o, ap¨®s o escandalo dessa noite, todos foram para seus quartos dormir.This content provided by N(o)velDrama].[Org.
tamb¨¦m retomou ao seu quarto, pegou algumas roupas e foi tomar um banho.
Quando via fechou os olhos, muitas coisas passaram por sua menteo um filme, o bom e o ruim¡ Somando tudo, seus vinte anos na familia Duarte foram um verdadeiro fracasso.
n?o sabia de onde velo, nem quem era.
Recordando o passado, no dia em que abriu os olhos, viu o rosto de Rafael. Antes disso, sua mem¨®ria era um vazio.
Rafael the disse que seu nome era via, que era uma ¨®rf? e que daquele momento em diante vivenia ele.
Assim, de maneira confusa, chegou ¨¤ familia Duarte, tomando¨Cse algu¨¦m que n?o podia ser considerado parte da familia.
- de forma confusa, passou esses vinte anos
Nunca sentiu que o destino foi gentil , at¨¦ mesmo a ¨²nica luz que tinha se tomou obscum e distante.
Clube Boate.
O ambiente no camarote estava animado, muitas mo?as vestindo roupas provocantes, dan?ando sob as lukes coloridas.
Daniel ha muito tempo n?o bebia t?o abundantemente, de pegou o microfone e se juntou ¨¤s mo?as na dan?a.
No entanto, ele dan?ava de forma reservada e rigida, o que parecia bastante c¨®mico.
S¨¦rgio e Thales estavam sentados juntos, observando calmamente o grupo de bs mulheres dan?ando, sem muita express?o em
seus rostas.
S¨¦rgio deu um gole em sua bebida e disse: ¡°O problema a alfandega foi resolvido. Durante o processo, descobri algo interessante.¡±
Thales cruzou as pemas,n?ando¨Clhe um olhar indiferente, ¡°Oh?¡±
S¨¦rgio abaixou a voz ¡°As pessoas que est?o contra voc¨º n?o parecem estar no ramo de logistica, mas sim de desenvolvimento tol¨®gico. N?o acha isso estranho?¡±
¡°Eu sei, diga algo ¨²til.¡±
S¨¦rgio ficou surpreso ao perceber que Thales j¨¢ sabia, por isso o deixou lidar a situa??o.
A empresa advers¨¢ria n?o estava baseada no pais, mas escolheu atacar a familia Duarte, o que indicava uma vingan?a privada, ou melhor, um ataque direcionado a Thales.
Existem muitas maneiras de atacar a familia Duarte, ent?o por quee?ar p empresa de logistica sob a gest?o de Thales?
Isso acabou arrastando tamb¨¦m sua familia Tavares para a situa??o.
S¨¦rgio hesitou antes de fr. ¡°Esta informa??o pode ser muito ¨²til para voc¨º. Agora que te contel, n?o acha que deveria retribuir o favor?¡±
Por causa do assunto Bianca, embora n?o fosse o suficiente para falir a familia Tavares, definitivamente foi um grande golpe.
Ele precisava da ajuda de Thales, caso contr¨¢rio, se algu¨¦m aproveitasse a oportunidade, a familia Tavares poderia cair em perigo
extremo.
¡°Se ¨¦ ¨²til ou n?o, s¨® saberei depois que voc¨º fr, disse Thales, brincando despreocupadamente um isqueiro, a luz intermitente refletindo em seu rosto enigm¨¢tico
S¨¦rgio disse: ¡°Seu cunhado, Marcelo, uma vez terceirizou um projeto para uma empresa que ¨¦ subsidi¨¢ria dessapanhia¡±
Thales parou por um momento, depois se vrou para S¨¦rgio, ¡°¨¦ mesmo?¡±
S¨¦rgio essentiu, ¡°Quando voc¨º verificar, ver¨¢.¡±
¡°O projeto terceirizado fol atrav¨¦s das contas do Grupo Mirante, sl Gabri, n?o era?¡±
to me engano, essa empresa era o presente que seu pai deu a
CapÃtulo 90
Cap¨ªtulo 90
Thales n?o falou, ficou olhando fixamente para algum lugaro se estivesse pensativo.
¡°O que voc¨ºs est?o conversando?¡°, Daniel se aproximou e sentou se aodo de S¨¦rgio.
S¨¦rgio somriu e disse: ¡°Estamos fndo sobre as garotas,o est¨¢, est¨¢ se divertindo?¡±
Daniel deu uma risada e disse: ¡°ro que estou, Thales, voc¨º tem alguma grande noticia hoje? Voc¨º at¨¦ chamou tantas garotas para nos panhar na bebida? Antigamente voc¨º nem deixava chamar.¡±
Thales olhou para ele calmamente. ¡°Chamel para voc¨º, n?o desperdice.¡±
*:0 que quer dizer que n?o desperdice? Eu ainda sou um jovem inocentel
Thales deu uma risada baixa, sem prestar muita aten??o nele.
S¨¦rgio, no entanto, n?o p?de deixar de responder, ¡°S¨¦rio? Voc¨º f sobre querer garotas o tempo todo, ainda se diz inocente,o posso acreditar nisso?¡±
Daniel corou, ele disse firmeza: ¡°rol Voc¨º acha que souo voc¨ºs? Por fora s¨¦rios, mas por dentro¡¡±N?velDrama.Org owns ? this.
Ele parou de fr ao perceber que havia fdo demais e imediatamente cobriu a boca.
S¨¦rgio ergueu uma sobrancelha, dando uma olhada discreta para Thales.
Ele tinha um somiso que parecia melo ir¨®nico, um tanto inquietante.
Daniel rapidamente mudou de assunto, ¡°Ent?o, Thales, voc¨º brigou a Rosana e velo aqui para se distrair?¡±
¡°Por que? Eu preciso ter brigado para vir aqui me distrair? Thales respondeu.
¡°Ah¡ N?o ¨¦ bem assim.¡± Daniel co?ou a cabe?a, sem saber o que dizer a seguir
Mas Thales estava realmente estranho esta noite, embora Daniel n?o conseguisse identificar exatamente o que estava diferente.
S¨¦rgio tentou suavizar a situa??o: ¡°Voc¨º, um virgem inocente, n?o entende as coisas dos adultos, ent?o n?o fique perguntando ¨¤ toa
Daniel ficou ainda mais vermelho e olhou para S¨¦rgio, ¡°Eu sou jovem inocente, n?o virgem virgem!¡±
¡°Qual ¨¦ a diferen?a?¡±
¡°ro que tem, o primeiro n?o se deu bem f
fisicamente, o segundo nunca namorou, voc¨º n?o entende?¡±
S¨¦rgio riu e bn?ou a cabe?a, n?o querendo discutir.
Ele de repente se lembrou de algo e meio que brincando perguntou a Thales, ¡°Voc¨º tamb¨¦m n?o ¨¦ mais t?o jovem, n?o pensa em ter um filho?¡±
¡°¨¦ necess¨¢no?¡±
Essa resposta realmente pegou S¨¦rgio de surpresa, ele persou por um momento antes de dizer. Isso que voc¨º disse n?o est¨¢ certo, filho ¨¦ a continua??o da vida, ¨¦ esperan?a e vinculo,o voc¨º pode pensar que filho ¨¦ algo desnecess¨¢rio?¡±
¡°Vinculo¡?¡± Thales pareceu um pouco mnc¨®lico, ¡°N?o ¨¦ apenas um obst¨¢culo?¡±
¡°Thales,o uma crian?a pode ser um obst¨¢culo? T?o pequenina, o que poderia te impedir? Olha, voc¨º ¨¦ casado e n?o tem filhos. isso n?o ¨¦ uma familiapleta.¡±
¡°Quando voc¨º viu outras familias filhos, n?o sentia um pouco de inveja?¡±
Thales n?o disse nada, e n?o se sabia o que estava pensando.
Daniel puxou a manga de S¨¦rgio e sussumou em seu ouvido: ¡°S¨¦rgio, por que ele est¨¢ t?o estranho?¡±
S¨¦rgio moveu os l¨¢bios, mas n?o respondeu a Daniel.
Thales estava um pouco estranho esta noite, ele tamb¨¦m percebeu.
N?o parecia que ele havia brigado Rodana, se tivesse brigado , talvez estivesse bebendo para esquecer, em vez de sentar aqui pensativa.
Ele n?o tocou na bebida esta noite.
E a conversa sobre ter filhos, ele pare de fato n?o estar t?o contra, parecia estar pensando em multas coisas, mas definitivamente n?o era um desgosto por crian?as
Sergio perguntou novamente, ¡°E se por acaso a via engravidasse, o que voc¨º faria?¡±
CapÃtulo 91
Cap¨ªtulo 91
Thales, no ouvir isso, fixou S¨¦rgio um olhar prante. ¡°O que voc¨º disse?¡±
S¨¦rgio sentiu um arrepio s¨²bito, o olhar de Thales o fez questionar se havia se expressado mal, se esqueceu de incluir um ¡°se¡± hipot¨¦tico.
Ele tentou se explicar: ¡°Foi s¨® uma pergunta casual, n?o precisa ter uma rea??o t?o forte.¡±
¡°N?o fa?o esse
use tipo de suposi??o.¡± Tholes rejeitou sua pvras friamente, uma postura extremamente firme.
S¨¦rgio sentiu uma contra??o nervosa na p¨¢lpebra; ele parecia, de fato, n?o desejar que via estivesse gr¨¢vida?
¡°Bem, fui eu quem falou demais! S¨¦rgio somriu, parecendo que a decis?o de via em mame to informado sobre sua gravidez estava
Ele realmente tinha dificuldade em entender por que algu¨¦m n?o gostaria de seu pr¨®prio filho.
via havia se molhado na chuva na noite anterior, acordou no meio da noite febre e n?o saiu da cama o dia todo.
Ningu¨¦m sabia que estava na Casa de Duarte at¨¦ a tarde, quando uma empregada entrou no quarto para fazer a limpeza rotineira e encontrou via deitada na cama.
Ao descobrir algu¨¦m
¡°Senhora, senhora?¡±
soba
as cobertas, a empregada se assustou.
via, meio sonolenta, abriu os olhos e viu a empregada uma express?o de choque se apoiou para se sentar.
¡°O que a senhora est¨¢ fazendo aqu¨ª?¡± perguntou a empregada.
via fez um gesto, vendo a confus?o nos olhos da empregada, desistiu e digitou em seu celr para ler
-Eu vou ficar aqui por alguns dias.
A empregada ent?o entendeu e acenou a cabe?a rapidamente, ¡°Ah, entendi. A senhora precisa de alguma coisa?¡±
via continuou digitando: Me traga doisprimidos para baixar a febre, por favor.
¡®ro, j¨¢ trago para a senhora¡±
A empregada colocou o que tinha nas m?os dedo e salu para buscar o medicamento.
via tocou sua testa sua m?o estava t?o quente quanto a testa, impossivel perceber qualquer diferen?a.
Mas estava se sentindo tonta e pesada, assimo na ¨²ltima vez que teve febre.
Logo a empregada voltou os rem¨¦dios e ¨¢gua, entregou a via, que ap¨®s tomar, voltou a dormir por algumas horas.
Quando acordou novamente, j¨¢ eram cerca de sete ou olto da noite.
estava suada, o que indicava que a febre havia diminu¨ªdo.
Ao descer, ouviu a voz de Gabri, que brincava o beb¨¦ no colo, o rosto radiante de alegria e ternura de uma m?e de primeira
viagem.
Ao ver via, Gabri ficou surpresa,o se n?o esperasse que via ainda estivesse all.
Gabri for?ou um sorriso, ¡°via, voc¨º n?o voltou ontem ¨¤ noite?¡±
via bn?ou a cabe?a.
Gabri lembrou¨Cse ent?o das pvras da empregada, e seu sorriso for?ado desvaneceu um pouco, ¡°Por que decidiu ficar aqui de repente?¡±
via gesticulou: Precisava mudar de ares.
Gabri sentiu um estremecimento, mudar de ares, por que tinha que ser justo aqu¨ª?
n?o disse isso em voz alta, pois sem provas, n?o queria fazer suposi??es que pudessem afetar seu rcionamento Marcelo.
¡°Quanto tempo pretende ficar?¡±
via: N?o sel, talvez so dois ou tr¨¨s dias
Justo nesse momento, Marcelo entrou, Gabri percebeu pelo canto do olho e seu rosto se luminou novamente, dizendo: ¡°Isso mesmo, via acabou de perder um filho, est¨¢ fr¨¢gil, precisa mesmo se cuidar
Essas pvras n?o eram apenas para via cuvic mas tamb¨¦m
Marcelo.
Se Marcelo ainda se interessasse por uma mulher que perdeu dois filhos, s¨® poderia significar que algo estava errado ele
Capitulo 91N?velDrama.Org owns ? this.
Marcelo, ao ouvir, n?o mostrou nenhuma rea??o especifico, entrou calmamente.
Ainda vestido aquele traje tipico, os cabelos levemente enrdos caindo aosdos do rosto, um sorriso imut¨¢vel, aproximou¨Cse
de
Gabri
Depois de se sentar, Marcelo acariciou a face do beb¨¦, perguntando um sorriso: ¡°Ele deu trabalho hoje?¡±
Capitulo 92
CapÃtulo 92
Cap¨ªtulo 92
Gabri somriu enquanto entregava o beb¨¦ para ele, ¡°Hoje ele fol muitoportado, nem chorou muito. Olha s¨®, ease pequeno sem cora??o,e?a a sorrir assim que te ve voltar.¡±
O beb¨¦, sem dentes na boca, somia para Marcelo sons de alegria.
No entanto, apesar disso, o somiso no rosto de Marcelo permanecia inalterado, mesmo diante de seu pr¨®prio filho, ele ainda mantinha aquele samiso mascarado.
via observava a alegria daqu familia, seus dedos inconscientemente tocavam seu ventre, sentindo
de dentro.
queria tanto manter aquele beb¨¦, conseguiu evitar Thales, fuglu daqueles dois brutamontes¡.
Mas n?o conseguiu escapar das garras da familia Duarte¡
Gabri ainda encontrava uma maneira de feria, da, voc¨º ainda ¨¦ jovem, ter¨¢ outros filhos.¡±
via olhou para Gabri, cujo sorriso estava cheio de esc¨¢rnio e zombaria.
sentindo cada vez a solid?o que vinha
via for?ou um sorriso, sem responder e foi sentar¨Cse no sof¨¢, servindo¨Cse de um copo d¡¯¨¢gua.
superou todas as adversidades.
Vendo¨Ca assim, Gabri sentiu uma imita??o s¨²bita, levantando¨Cse de repente, ¡°Marcelo, fique de olho no Breno, vou ao banheiro.¡±
¡°Tudo bem, v¨¤ l?¡±This content provided by N(o)velDrama].[Org.
Marcelo segurava Breno, jeitando o cobertor sobre ele, enquanto via bebia ¨¢gua aodo, o sil¨ºncio na s era quase assustador.
Felizmente, os sons do beb¨¦ preenchiamo ambiente, evitando que se tomasse ainda mais constrangedor.
De repente, Marcelo virou¨Cse para olhar via.
Sensitiva, via tamb¨¦m virou¨Cse para encar¨¢¨Clo, e seus olhares se encontraram.
via rapidamente desviou o olhar, baixando a cabe?a para beber sua ¨¢gua.
¡°via, onde est¨¢ Thales?¡± Marcelo perguntou.
hesitou, olhou para ele brevemente, e bn?ou a cabe?a indicando que n?o sabia.
Marcelo falou. Ele n?o foi para a empresa hoje, pensel que estivesse voc¨º
via baixou os olhos, desde quando ele faltava ao trabalho para estar ?
Isso s¨® acontecia Rosana.
Onterp, sendo Ano Novo, ele certamente foi celebrar Rosana.
Com isse em mente, via pegou seu celr e abriu o Facebook
queria saber onde Thales estava, bastava checar o perfil de Rosana, que erao um localizador para Thales.
Para sua surpresa, Rosana n?o tinha postado nada no Facebook ontem?
via pensou que era um erro de carregamento, e atualizou a p¨¢gina v¨¢rias vezes, mas realmente n?o havia novas postagens. A ¨²ltima era de v¨¢rios d¨ªas atr¨¢s.
ent?o abriu o Twitter, e a situa??o era a mesma, sem novas postagens.
Parecia que Marcelo ia dizer algo, mas ent?o seu celr tocou, era Thales ligando.
Ele hesitou, colocou o beb¨¦ de volta no carrinho, e atendeue.
¡°Alo, Thales?¡±
¡°Agora? Ok, entendi.¡±
via, instintivamente, virou¨Cse para olh¨¢¨Clo, vendo a express?o s¨¦ria no rosto de Marcelo, tamb¨¦me?ou a se sentir ansiosa.
Depois de desligar, Marcelo levou o caminho de beb¨¦ em dire??o a via, ¡°via, por favor, pode cuidar dele um momento? Preciso cair rapidamente.¡±
via ficou surpresa, olhando para o beb¨¦.
O beb¨¦ era branguinho e macio, blhos pretos e redondos, e um rostinho cheio de vida.
via desviou o olhar, n?o querendo ver mais o beb¨¦.
Cada vez que via esse beb¨¦, se lembrava do seu pr¨®prio filho asformado em uma massa deformada.
Marcelo, discretamente, afastou um pouco m o carrinho, ¡°Delxel aqui, s¨® precise olhar de longe¡±
CapÃtulo 93
Cap¨ªtulo 93
Gabri sentiu uma raiva s¨²bita subir ¨¤ cabe?a e avan?ou a passosrgos, agarrando o caminho de beb¨¦
¡°Marcelo, a via acabou de perder um beb¨¦,o voc¨º pode deix¨¢¨CBreno?¡±
O que queria dizer, sem dizer, era e se a via tivesse pensamentos de vingan?a e acabasse machucando a crian?a?
Era evidente que tamb¨¦m sa o que a familia d tinha feito a via para agir essa suspeita.
Marcelo olhou para Gabri e sorriu, ¡°Eu preciso sair um pouco, v¨¢ dormir cedo e n?o me espere.¡±
¡°Vai sair de novo? N?o vai voltar esta noite? Gabri mostrou un vislumbre de desapontamento. Ele saia cedo e valtava tarde todos os dias, e n?o sabia o que ele fazia fora
Gabri at¨¦ tinha investigado, mas ele n?o tinha outras mulheres, ele mal interagia mulheres, mesmo aqus que eram suas clientes eram mras
Ele era meticuloso em suas a??es, deixando Gabri sem qualquer pista para seguir, mas ainda assim a fazia viver em constante ansiedade.
¡°Depende, ¨¦ o Thales quem me chamou¡±
¡°Oh
acreditava que Marcelo n?o mentiria sobre isso, e Thales tamb¨¦m n?o seria t?o generoso a ponto de cobri¨Clo.
Marcelo n?o disse mais nada, apenas olhou novamente para via, ¡°via, voc¨º quer irigo?¡±
¡°Por que voc¨º a levaria?¡± Gabri ficou um pouco imitada.
¡°via provavelmente quer ir para casa. Depois de ver Thales, n?o seria bom eles voltarem juntos?¡±
Marc somlu gentilmente, um ar de tranquilidade em seu rosto.
Gabri apertou a m?o no caminho de beb¨¦, as veias das costas das m?os saltadas, incapaz de for?ar um sorriso, ¡° disse que iria ficar aqui por alguns dias¡±
¡°E mesmo?¡± Marcelo reagiuo se s¨® ent?o tivesse entendido, ¡°Ent?o, fui eu quem falou demais.¡±
via rapidamente gesticulou: eu vou voc¨º.
Gabri perdeupletamente a calma,n?ando um olhar fulminante para via, incapaz de manter at¨¦ mesmo as apar¨ºncias
A muda que acabara de dizer que ficaria aqui, agora estava pronta para ir assim que Marcelo chamou. O que pretendia?
Provoca??o intencional ou medo de ficar e enfrentar problemas?
via n?o olhou para o olhar assassino de Gabri, olhou para Marcelo,o se perguntasse sobre sua decis?o.
Marcelo acenou a cabe?a, ¡°Ent?o vamos juntos.¡±
via somu levemente, gestdo: Obrigada.
¡°De nada.¡±
Gabri observou a intera??o entre os dois, seu rosto passando por uma gama de emo??es, bastante espetacr. Se olhares matassem, via j¨¢ teria morrido centenas de vezes.Content ? N?velDrama.Org.
via seguiu Marcelo para fora da mans?o, sem se importar Gabri, cujo rosto estava contorcido de raiva atr¨¢s d.
Ao entrar no carro e antes de fechar a porta, ouviu vagamente o som de algo se quebrando na s de estar atr¨¢s d.
via olhou instintivamente para Marcelo, que permaneceu calmo,o se n?o tivesse ouvido ou simplesmente n?o se importasse.
Durante a viagem, os dois n?o conversaram via n?o estava preocupada que ele pudesse the fazer algo.
N?o havia necessidade, Marcelo n?o the daya a impress?o de ser algu¨¦m ganancioso ou libidinoso.
o temia apenas porque o modoo ele a olhava emo um predador escondido no escuro, observando sua presa.
E n?o sabia que tipo de predador se escondia na escurid?o, talvez um lobo, talvez uma raposa, ou talvez um falc?o.
O que temis era esse terror do desconhecido e misterioso.
Marcelo estacionou o carro na empresa e, ao descer, ainda fez quest?o de abrir a porta para via
Mas via j¨¢ estava saindo.
Ele disse: ¡°via, voc¨º vernigo ou prefere esperar aqui embe?¡±
via olhou ao redor, a essa hora a maioria das pessoas da empresa j¨¢ havia saldo, a recep??o estava vezia e a ilumina??o fraca dava zo lobby um ar especialmente desdor,
Els gesticulou: Eu espero no lobby.
¡°Ok, ent?o vou subir¡±
via acenou a cabe?a, observando¨Co desaparecer na curva do elevador.
Marcelo chegou ao escrit¨®rio do presidente e baleu na porta, que estava aberta, ent?o ele entrou diretamente
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