Capítulo 88
via ainda n?o tinha conseguido reagir quando Marcelo já havia desviado o olharo se o contato visual de antes fosse apenas uma ilus?o d.
Dona Duarte perguntou a Thales se ele queria morar all, e Thales recusou sem hesitar
Ele jogou a arma de brinquedo no lixo, mas a arma era longa demais e acabou derrubando a lixeira
“Vamos.” Ele olhou para via.
via apertou os lábios, levantou–se e foi até ele, saindo da mans?o juntos.
A hoite estava profunda, e a chuva c ainda mais forte.N?velDrama.Org owns ? this.
Thales abriu o guarda–chuva, e as gotas batiam na superficie, soando particrmente ras na noite
via observava o perfil dele oculto na escurid?o, sem saber o que sentir. Apesar de ele ter sido t?o rude antes, ele a defendeu depois, inclusive desafiando Eliana.
O que esse homem estava realmente pensando?
n?o conseguia entender, nem um <b>pouco</b>.
De repente, via parou de anda a chuva deixou de ser bloqueada pelo guarda chuva, caindo sobre instantaneamente e emba?ando sua vis?o.
Thales parou, deu um passo para trás e recolocou o guarda-chuva sobre , “O que foi?”
via olhou para ele. A luz do pátio estava envolta p chuva pesada, e quando alcan?ava seu rosto, era quase imperceptivel. o encarou por um longo tempo antes de finalmente gesticr Por qué?
Thales inclinou a cabe?a, uma express?o de dúvida passou por seus olhos,o se perguntasse o que
via: Por que você fez bomigo?
Thales a encarou fixamente, <b>sua </b>voz indistinta sob a chuva forte, “Isso n?o é o que se espera?”
quer dizer,
via bn?ou a cabe?a: N?o, se você é muito bom uma mulher, pode acabar se apaixonando por você.
Thales n?o disse nada, apenas a olhou
via também n?o recebeu a resposta dele, talvez,o Bianca havia dito, os homens prefessem se fazer de desentendidos em assuntos do cora??o, pois assim podem evitar noventa por cento dos problemas,
Ele desviou o olhar d, olhando para a chuva e o céu notumo escuro, onde n?o havia nada.
Assimo seu olhar<b>, </b>um <b>vazio</b>.
“é assim?” Sua voz soou ainda mais suave do que antes, n?o parecendo estar fndo via, mas sim consigo mesmo, Ent?o, ele finalmente olhou para via e disse, “Eu entendi.”
Essas simples pvras exibiram frieza <b>e </b>desapegopletamente, fazendo via de repente sentir o peso da chuva sobre <b>sual </b>cabe?a,o se estivesse esmagando seu cora??o.
sentiu um impulsa de chorar
Essas pvras eram uma evas?o do que havia dito, e também uma recusa aos sentimentos que n?o havia expressado.
Ele realmente….n?o estava disposto a dar nenhum amor a .
via apertou os dedos, as unhas cravando na palma da m?o, a dor se espalhando por seus membros e invadindo seu cora??o, fazendo cada respira??o puxar seu peito dolorosamente.
tensionou a garganta, reprimindo o impulso de chorar.
Ent?o, deu um passo para trás, saindo da prote??o do guarda–chuva dele, deixando a chuvavar seu rosto.
gesticulou: Eu n?o vou volta quero continuar morando aqui.
Thales n?o avan?ou para protegê da chuva novamente, apenas observou silenciosamente enquanto era encharcada, Tem certeza?”
via assentiu: Pelo menos aqui é ghimado
“Certo, ent?o fique aqui por alguns dias. Ele estendeu <b>o </b>guarda–chuva par vio, vendo que <b> </b>n?o o sceltava<b>, </b>segurou sua m?o e colocou o guarda chuva n.
“Eu vou Indo<b>”</b>
via segurou o guarda–chuva<b>, </b>observando ele desaparecer na chuva sem olhar para trás
levou a m?o ao peito, a água da chuva escorrendo pelo seu rosto e entrando em sua boca, parecendo ter um gosto ácido.