Capítulo 87
Um choro alto e repentino imompeu, fazendo todos olharem na mesma dire??o.
An, cobrindo o rosto, agachou–se no ch?o, chorando copiosamente, enquanto Thales ainda brincava calmamente sua pist de brinquedo.
Ele tinha um olhar indiferente,o se n?o visse An chorando, sua aten??o totalmente voltada para a arma de brinquedo em suas m?os, <b>quase </bo se n?o faltasse nada para dizer que foi ele quem fez An chorar o brinquedo.
A ver isso, via instintivamente apertou as mangas de sua roupa, seu cora??o batendo mais rápido.
Eliana e Oscar foram os primeiros a correr até lá, Eliana levantou An nos bra?os, verificando apressadamente se havia ferimentos
<b>em </b>seu rosto.
“An, o que aconteceu você?<b>”</b>
An chorava sem conseguir respirar direito, o canto de seus olhos estava vermelho vivo. Ele era jovem e tinha a pele suave, o que fazia seu rosto inteiro ficar vermelho quando chorava, tornando <b>a </b>vermelho ao redor de seus olhos menos aparente
Mas foi justamente a pele enrugada nos cantos dos olhos de An que fez Eliana ficar furiosa
olhou furiosamente para Thales, “Thales, o que você pensa que está fazendo<b>?</b><b>”</b>
Foi só ent?o que Thales dirigiu seu olhar p
<b>Você</b>.”N?velDrama.Org owns ? this.
para , fndo um tom desinteressado: “é uma b de plástico, n?o dói,”
Ele cortou Eliana pvras ds, deixando–a sem f, sua raiva presou na garganta sem conseguir sair
Thales olhou para friamente, aquele olhar distante e desdenhoso,o se estivesse olhando para baixo em todos, ele disse: “Que tal <b>você </b>tentar?”
*Thales, você está indonge demais!” Eliana se levantou rapidamente, irritada: “Você tem trinta anos e está agiro dessa mancin uma crian?a de <b>sete </b>anos, que tipo de homem você é?“,
“Eliana, n?o exagera nas <b>pvras</b>, quando foi que eu agi de forma mesquinha? Pelo contrário, é <b>você </b>quem está fazendo um grande rde por uma simples b de plástico, quem realmente está agindo de forma mesquinha?”
Eliana estava t?o imitada que quase desmalou no local, incapaz de argumentar Thales, e muito menos de lutar contra ele, essa frustra??o a fez ferver de raiva<b>.</b>
Nesse momento, Marcelo se aproximou, abaixou–se para examinar os olhos de An e ent?o disse Realmente n?o é sério, acho melhor deixar pra lá.”
Eliana then?ou um olhar fulminante, querendo dizer que n?o deveria se fazer de importante, mas n?o queria ofender Gabripletamente.
respirou fundo, tentando conter sua raiva<b>, </b>e disse fnamente: Tudo bem, vocês s?o muitos contra um, n?o posso argumentar vocês, n?o deveria ter vindo hoje.”
Eliana, segurando o An choroso, aproximou–<b>se </b>de Reinaldo, Talvez seja melhor n?o me chamar para esses encontros no futuro, eu n?o sou digna, <b>vamos </b>embora agora.”
Reinaldo ficou pálido, mas antes que pudesse fr, Eliana já tinha saído An.
Dona Duarte suspirou, “Por que essa Eliana é t?o temperamental?”
Reinaldo a olhou de rnce e de repente se levantou, subindo as escadas, sem vontade de lidar mais aqus encena??es
“Marcelo, vamos dormir Gabri, que até ent?o n?o tinha se envolvido, disse uma express?o séria. <b>já </b><b>estava </b>iodada o que os criados haviam dito, e agora, Marcelo abertamente defendendo via, fez a semente da dúvida em seu cora??o crescer <b>ainda </b>mais
Gabri n?o se atrevia a pressioná–lo; ele erao o vento, dificil de segurar.
Gabri frequentemente sentia que ele poderia deixá a qualquer momento.
Depois de mais de dois anos de casamento, n?o o conhecia nem um pouco,
Ele era t?o fácil de lidar que parecia n?o se importar nada, nem temer perder algo, esse tipo de pessoa incontrolável fazia Gabri viver em constante ansiedade
Marcelo assentiu levemente e caminhou em dire??o <b>a </b>Gabri, subindo os escadas .
Ao passar por via, levantou a cabe?a encontrando seu olhar significativo,