Capítulo 428
#Capítulo 428 – Nomes
Cora
Mateus? Roger tenta, passando o nome para o bebê e eu agarro sua m?o, e nós dois esperamos…
Mas nada.
“O bebê n?o gosta do nome Matthew”, sussurro, rindo um pouco. “Bem, foi apenas oe?o”, Roger
murmura, sorrindo para mim novamente. “Você experimenta um.”
“Tudo bem”, digo, inclinando a cabe?a para trás e respirando fundo. E ent?o passo um nome,
tentando… Oliver.
“Oliver!?” Roger explode em desgosto e eu suspiro, olhando para ele.
“Você está influenciando nosso filho!” Eu acuso, sentando-me para bater nele. “Eu n?o disse nada
quando você disse o estúpido Matthew!”
“Matty é um nome fofo”, ele protesta, rindo e bloqueando meu golpe. “Oliver é o nome de uma crian?a
vitoriana doente que quer mais mingau -”
Eu rosno e me deito, respirando fundo e me rpondo. “Bem, vamos ver o que o bebê pensa,”
murmuro, enviando outro olhar para Roger. E ent?o tento de novo, sussurrando Oliver? abaixo do
título. Mas nada volta.
“Bom bebê,” Roger murmura, beijando minha barriga novamente e me fazendo rir. “N?o deixe te
chamar assim. é terrível.”
“Ok, ok,” eu digo, respirando fundo. “Vamos tentar mais um.”
“Eu escolho?” Rogério pergunta.
“ro”, respondo, rxando. “Mas desta vez, escolha um que você realmente goste. Um que você
realmente gostaria que ele fosse chamado – seu favorito.”
“Tudo bem”, ele murmura.
E ent?o Roger passa outro nome no título, e eu sorrio, porque…
Porque eu amo isso.
E esperamos…
E ent?o Roger e eu suspiramos ao mesmo tempo em que sentimos o bebê responder.
Feliz!
“Oh meu Deus,” eu digo, rindo e me sentando enquanto Roger me puxa para ele, me puxando
rapidamente para seu colo.
“Nós acabamos de -” ele me encara, emocionado. Rindo, exultante, pego seu rosto em minhas m?os e
o beijo, e beijo, e beijo.
Porque… acho que acabamos de dar um nome ao bebê.
Roger e eu ficamos naqu praia quase até o sol nascer, e ent?o juntamos todas as nossas roupas
arenosas e o cobertor e voltamos para casa, onde fechamos as portas e dormimos por horas e
ignoramos o mundo inteiro.
Acordamos no início da tarde o dono do bangal? batendo na porta, nos trazendo uma cesta de
comida paraermos alguma coisa, e Roger foi buscá enquanto eu me enroscava mais na cama,
decidindo que nunca mais iria, sempre se levantando.
ro, eu tive que fazer isso, eventualmente, porque Roger n?o me deixouer todas as minhas
refei??es na cama, em vez disso insistiu que eu fosse sentar ele no sofá para o jantar borado
que ele preparou. Bem, bore para Roger, que nunca aprendeu a cozinhar. Mas a por??o de
sanduíches, sopa quente e biscoitos que ele preparou estava deliciosa e certamente acertou em
cheio.
Passamos mais dois dias assim, sobrevivendo o que quer que o senhorio nos trouxesse todos os
dias em cestos e, fora isso, deitados na cama conversando, fazendo um ao outro rir, mandando
mensagens para o bebê quando ele estava acordado para ver o que ele faria. E honestamente, o bebê
nunca fez muita coisa, mas isso nos fez rir.
E sexo, obviamente, muito disso também. Mas, honestamente, isso se confundia tudo o mais que
fazíamos, uma parte normal do dia, enquanto cochilávamos, íamos nadar e nos deitávamos ao sol. O
tempo todo foi… t?o natural e t?o fácil. Apenas Roger e eu simplesmente juntos, longe do mundo.
E foi maravilhoso. Mas depois do segundo dia, sabíamos que tínhamos que voltar – porque por mais
que gostemos um do outro, também gostamos das nossas vidas.
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“Faremos isso de novo, sim?” Roger murmura, me puxando para fora do pequeno bangal? depois de
termos feito as ms e trancado. “Semana que vem?”
Eu rio e deixo ele me beijar, deixo isso passar por mim. “Talvez n?o na próxima semana. Mas logo.”
Ele bn?a a cabe?a, me dando outro selinho, antes de olhar em volta. “Eu realmente gosto deste
lugar. Talvez o proprietário nos deixeprá-lo”, murmura Roger, olhando carinho para o
bangal?.
“Isso é fofo, querido”, suspiro, mas depois coloco a m?o na barriga. “Mas, considerando que esse
carinha está vindo junto? Vamos querer mais espa?o.”
“Verdade” Roger diz, levantando as sobrancelhas. “E considerando o que a deusa disse naqu noite
no barco?…”
Eu abro um sorriso. “Você está pensando mais?”
“Estou pensando muito mais”, ele bn?a a cabe?a, ansioso. “E vou gostar muito do processo, Cora
–”
“Ah, ro,” eu digo, rindo e revirando os olhos, afastando-o um pouco. “Você apenas faz os bebês, eu
vou criá-los, carregá-los e depois criá-los
Ele ri, passando um bra?o em volta do meu ombro enquanto nos dirigimos para o carro. “N?o, vou ser
um pai muito envolvido. Você vai ver. Você mal terá que levantar um dedo.”
“Bom,” eu digo, ficando na ponta dos pés para beijar sua bochecha enquanto ele abre a porta do meu
carro para mim. “Ou podemos simplesmente passar todos eles para E,” eu digo, encolhendo os
ombros.
“ gostaria disso?” Roger pergunta, colocando nossa pequena bagagem no porta-ms antes de
passar para odo do motorista.
“Seria o sonho d”, digo, revirando os olhos e sentando no carro, fechando a porta atrás de mim
enquanto Roger sobe em seu assento. “E, carregada quatro de seus próprios filhos e tantas
sobrinhas e sobrinhos quanto pudermos passar para criar? estaria no céu.
“Parece um acordo”, diz ele, meio sério e sorrindo para mim enquanto afiv o cinto e liga o carro.
“Eu sei”, digo, sorrindo para ele e acariciando minha barriga ternura. “Temos sorte. Temos uma
boa família.”
“Boa família”, ele concorda, “e cada vez maior e melhor”. E ent?o Roger me beija na bochecha antes
de sairmos do nosso aconchegante bangal? dos sonhos e irmos para casa. à medida que nos
aproximamos da cidade, porém, fa?o uma pequena careta, olhando entre Roger e meu telefone.
“O que é?” ele pergunta, percebendo até meus movimentos sutis.
“Hum!” Eu respondo, fazendo uma pequena careta. “Você… checou seu telefone? Nos últimos dois
dias?
“N?o”, ele diz, franzindo a testa para mim. “Eu sabia que Dominic iria me inundar um monte de
coisas nas quais n?o quero pensar, e que E enviaria uma mensagem para você se algo de ruim
acontecesse. Por que?”
Eu rio um pouco, levantando as sobrancelhas para ele. “Bem, aparentemente ele está chateado,” eu
digo, sorrindo.
“Oh Deus,” Roger suspira, tirando seu telefone do console central do carro, onde aparentemente o
deixou durante todo o tempo que estivemos fora. Ele me entrega para que eu possa avaliar enquanto
ele dirige, mas quando toco na t e pressiono os bot?es, nada acontece.
“Você deixou morrer!?” Eu pergunto, horrorizado.
“Bem, n?o éo se n?o pudéssemos ressuscitá-lo”, ele murmura, apontando para a corda
cuidadosamente enrda no pequeno po?o abaixo do painel. Rindo, pego o acorde e o conecto,
esperando até o telefone ligar. Quando isso acontece, meus olhos se arregm.
“Ohhhh, cara”, eu digo, folheando as mensagens.
“Isso é ruim?” ele pergunta, fazendo uma careta.
“Bem, acho que você deveria redirecionar o GPS”, murmuro, folheando as dezenas de mensagens.
“Nada realmente horrível aconteceu ou algo assim, mas… sim. Ele quer ver você. Agora.”
“Bem,” Roger suspira, olhando para mim e mudando de faixa para que possamos ir para o palácio em
vez de para a casa. “Foi bom estar acasdo você, Cora.”
“Três dias de felicidade”, digo, apertando os lábios e fingindo estar triste enquanto dou um tapinha em
seu joelho.
“Lembre-se de mim para a crian?a”, ele murmura, saindo. “Diga a ele que eu era um bom homem.”
“N?o me fa?a mentir para o bebê, Roger,” suspiro, guardando seu telefone e pegando o meu para
poder enviar uma mensagem para E e dizer que estamos a caminho. “Eu direi a ele que você foi
adequado, na melhor das hipóteses.”
Roger apenas ri,o eu sabia que faria, e pega minha m?o, apertando-a levemente.