Capítulo 429
#Capítulo 429 – Dando as Notícias E
Grito ao ouvir a batida na porta, pulo da cama e corro em dire??o a , t?o animada em ver minha
irm? que nem consigo pensar em me mover devagar.
Atrás de mim, ou?o Sinir se levantar e dar um pequeno rosnado. Sem sequer olhar, sei que ele está
parado os bra?os cruzados sobre o peito e os pés afastados, olhando para a porta. Mas! Esse é o
problema de Roger. N?o é meu.
Abro a porta e imediatamente me jogo nos bra?os da minha irm?. “Cora!” Eu grito, rindo. “Senti a sua
falta!”
“Foram dois dias, E!” ri, bn?ando a cabe?a e me abra?ando de volta.
“Três!” Eu insisto, franzindo a testa para .
“Bem, tanto faz”, diz, revirando os olhos. “Passamos mais tempo separados do que isso.”
“Sim, bem,” eu digo, me afastando e sorrindo para . “Senti a sua falta. N?o vá embora novamente.
Foi chato sem você.
“N?o posso acreditar nisso”, diz Cora, franzindo a testa para mim enquanto entramos na s. “Você
n?o foi para os campos e trabalhou? Isso nunca é – ”
Mas eu suspiro, minhas m?os voando para a boca assim que vejo.
Cora, surpresa, se vira para mim os olhos arregdos e ent?oe?a a procurar por algo que
esteja errado quando Roger entra na s também, fechando a porta atrás de si. Descobrindo primeiro,
Rogere?a a rir.
“O que!?” Cora pergunta, olhando entre seupanheiro e eu.
“Cora!” Eu suspiro, dando um passo à frente e agarrando a g de sua camisa, puxando-a para trás
para que eu possa ver –
Sua marca de acasmento – bem ali! No alto do ombro, quase no pesco?o!
“Oh,” diz, rindo e corando um pouco, estendendo a m?o para passar os dedos sobre ele e depois
lan?ando um pequeno olhar na dire??o de Roger. “Sim, ele decidiu colocar em um lugar bem visível,
n?o foi?”
“Com certeza, eu fiz,” Roger murmura, abaixando-se para me dar um beijo na bochecha antes de
passar para Sinir.
Eu os ignoro – e qualquer briga de garotos vai acontecer imediatamente quando eu jogo meus bra?os
em volta da minha irm?, gritando novamente de felicidade. ”
Cora!” Eu grito, bn?ando-a para frente e para trás em meus bra?os: “Estou t?o feliz por você!
Parabéns! O que aconteceu! Conte-me tudo!”
“Espere”, diz , incapaz de deixar de sorrir de felicidade, mas se afasta de mim e bn?a a cabe?a.
“Você – você n?o está bravo? Que fugimos, em vez de fazer o casamento que você nejou!
“Cora,” eu digo, meus ombros caindo em decep??o, “eu nunca me importei isso – e mesmo que
estivesse desapontado, eu nunca deixaria isso ofuscar minha felicidade por você! Isso,” eu digo,
apontando novamente para a marca d, “é uma coisa t?o maravilhosa e vocês dois esperaram tanto
tempo e foram t?o pacientes…”
Incapaz de me conter, grito novamente e envolvo minha irm? em outro abra?o.
“Bem, obrigada, E,” diz, me abra?ando for?a de volta. “Estamos muito felizes. Foram…
alguns dias realmente especiais.”
“Quero ouvir tudo”, digo, me afastando. Abro a boca para pedir mais detalhes, mas nós dois nos
distraímos quando ouvimos Roger e Sinir levantando a voz um para o outro.
“Você deveria estar aqui, Roger”, diz Sinir, todo o corpo tenso, olhando furiosamente para o
irm?o.
“Você n?o precisava de mim, Dom”, diz Roger, esticando a m?o desdenhosamente. “Cora e eu
precisávamos fazer isso -“
“Hum,” eu digo, me aproximando de Cora. “O que você acha de roubarmos o bebê e irmos… para
outro lugar?”
“Você n?o quer assistir aos fogos de artifício?” Cora diz, virando a cabe?a para odo e sorrindo para
mim.
“Quero me concentrar em você”, digo, cutucando-a o cotovelo e sorrindo. “Além disso, eles
precisam… de um minuto para resolver isso. Vamos.”
Ent?o, rapidamente, atravesso a s novamente o mais silenciosamente que posso, alcan?ando o
bebê, que está deitado em sua moch, mexendo em alguns brinquedos. Ele dá um gritinho de
felicidade quando eu o pego, o que me faz sorrir.
Viro-me ent?o para Cora, apontando para uma porta destedo da s. Franzindo a testa, porque
nunca passou por isso antes, me segue curiosidade. Observo o rosto d enquanto abro a
porta e passamos. Fico satisfeito quando vejo sua express?o passar da curiosidade para a admira??o
quando entramos em uma pequena s de estar perfeita.
“Oh,” diz, olhando em volta as sobrancelhas levantadas. “Nossa, eu n?o tinha ideia de que
isso estava aqui…”
“Acabamos de consertar”, digo, fechando a porta atrás de mim. “O gosto de Damon era…” Eu fa?o
uma careta e bn?o minha cabe?a. “Mas por aqui!” Continuo caminhando até o centro da s e
apontando para outra porta, “tem mais quartos, para as crian?as! Ent?o, temos nossa própria pequena
suíte familiar aqui, o que eu acho muito legal.”
“Eu amo isso!” Cora diz, rindo e afundando no sofá, enrndo as pernas debaixo d de uma forma
que me faz sorrir, porque parece t?o aconchegante, e é exatamente isso que eu quero. Sei que
vivemos num palácio e que há uma sensa??o de requinte em todo o local, mas queria muito criar
dentro dele um espa?o onde eu e a minha família pudéssemos sentir-nos confortáveis, em casa.
E a rea??o imediata de Cora, enroscando-se nos travesseiros? Isso confirma que me saí bem em meu
design.
“Ent?o,” eu digo, virando Rafe para que ele possa ver sua tia enquanto eu mesma sento no sofá.
“Conte-me tudo!”
faz, ent?o. Bem, posso dizer que p alguns detalhes que s?o mais pessoais – apenas entre
e Roger, mas meus olhos previsivelmente se enchem de lágrimas assim que e?a a me
contaro eles foram para a praia e as promessas que fizeram um ao outro. , e a chuva de
meteoros.
— Nossa, Ells — diz Cora, rindo e bn?ando a cabe?a para mim. “Vou parar de contar a você sobre
minha vida se tudo o que isso fizer for fazer você chorar.”
— é melhor n?o — grito, fungando forte e enxugando o rosto a palma da m?o.
“Aqui”, diz Cora, suspirando e inclinando-se para tirar o bebê de mim para que eu possa assoar o nariz
e me rpor. Eu sorrio enquanto a vejo colocar o bebê no colo, sorrindo para ele e dando-lhe uma
pequena conversa de bebê que o faz rir e alcan?á.
Mordo o lábio, adorando ver Cora o bebê, e ent?o me encosto nos travesseiros, sem pedir por ele
de volta. Ainda n?o.
“Ent?o, isso é tudo?” Eu pergunto, curioso, meus olhos est?o todos secos. “A história toda?”
“Umm,” diz, desviando o olhar.
“O que!” Eu rio, chutando o pé para empurrá no joelho. “Diga-me!”
— Você vai desmoronar, Ells — diz , revirando os olhos e abra?ando Rafe contra .
“Bem, isso só me faz querer saber mais”, digo, rindo e me inclinando para frente ansiosamente.
“Ok, bem,” diz, sorrindo – e eu sei que também mal pode esperar para me contar. “Nós… meio
que demos um nome ao bebê.”
Eu suspiro, uma inspira??o longa e profunda enquanto me sento ereto, apertando as m?os no peito.
“Você fez!?”
Rindo, Cora acena a cabe?a. “Lembrei-me do que você disse sobre…o você nomeou Rafe?
Como você experimentou nomes diferentes e ele realmente respondeu quando você disse Rafe?
Meus olhos instantaneamente se enchem de lágrimas a lembran?a e v?o para meu filho, meu
bebezinho. E eu rio e aceno a cabe?a, “ele chutou”, eu digo, mordendo o lábio. “E ele fez isso de
novo e de novo quando repetimos.”
“Bem”, diz, dando de ombros. “Estávamos brincando o vínculo e o bebê ficava nos dizendo
que estava feliz, ent?o tentamos… perguntar nomes a ele. E ele n?o gostava de Matthew ou Oliver –”
Eu tor?o o nariz agora, porque eu realmente n?o gosto de nenhum deles – n?o s?o nomes feios,
apenas n?o para esse bebê
“Mas ele gostou…”
E ent?o sorri um pouco maliciosamente para mim enquanto prendo a respira??o, esperando,
desesperada para saber – “…o nome que escolhemos.”
“Cora!” — grito, inclinando-me para frente para bater for?a na perna d, fazendo-a gritar e
depois rir enquanto segura Rafe for?a em seus bra?os. “é melhor você me contar agora mesmo!”
Eu levanto minha m?o para bater n novamente e, enquanto fa?o isso, a porta do quarto se abre,
Roger e Sinir entrando, as sobrancelhas levantadas. Ambos estremecem quando minha m?o
pousa na coxa de Cora um tapa satisfatório, fazendo-a rir ainda mais e chutar a perna para mim
novamente. Até Rafe participa, rindo um pouco nos bra?os de Cora.
“Hum, se você pudesse, por favor, parar de abusar do meupanheiro,” Roger diz, estendendo a
m?o e dando um passo à frente.
“Dominic!” Protesto, olhando desesperadamente para minhapanheira, que sorri p s. “Eles
deram um nome ao bebê e n?o me disse o que é!”
Sinir ri e levanta as sobrancelhas para Cora. “Isso é frio, Cora”, ele diz, “você sabe que nomes de
bebês s?o a erva-dos-gatos d. Isso vai matá.
“Sim, bem,” Cora diz, sorrindo enquanto Roger se move para se sentar no bra?o enrdo do sofá
atrás d, colocando a m?o firme em seu ombro. “Acho que se eu aguentar, vai me dar algo
brilhanteo suborno.”
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“Você pode ficar minha coroa!” Eu choro, fndo sério. “Apenas me diga!”
“E,” Sinir repreende, vindo para o sofá, onde se aproxima para que ele possa se sentar atrás
d e possa se recostar nele. “Nem mesmo é seu para dar.”
“é por isso que podemos recuperá-lo”, sibilo, olhando para ele por cima do ombro. Cora e Roger riem
de nós, mas mantêm a boca fechada.
“Nós só queremos que isso seja entre nós três, só por um tempinho”, diz Roger, sorrindo para sua
companheira, e uma sensa??o quente e calorosa percorre meu corpo quando o vejo olhando para
daquele jeito todo o amor. em seu cora??o ramente em seu rosto.
“Na verdade”, diz Cora, olhando para mim olhos provocadores. “Acho que vou contar ao Rafe.
Afinal, ele deveria ser o primeiro a saber o nome de seu melhor amigo.”
Minha boca se abre em protesto quando Cora se inclina para frente e sussurra algo no pequeno
ouvido de Rafe. Para minha surpresa, ele parece ouvir a pvra e ent?o abre um sorriso olhando para
Cora.
“Isso mesmo!” Cora diz, rindo e sorrindo para o sobrinho, “esse é o nome do seu primo!”
“Volte para a mam?e, querido,” murmuro, pegando meu bebê e pegando-o de volta antes de me
apoiar novamente em Sinir, que envolve seus bra?os em volta de mim em apoio moral. “Conte-me o
segredo da tia, agora mesmo!”
Rafe olha para mim seus grandes olhos verdes inocentes, uma bolha no lábio. E n?o posso fazer
nada além de rir.