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Cap铆tulo 427

    Capítulo 427


    #Capítulo 427 – Um presente de acasmento


    “O que?” Roger pergunta, ficando subitamente rígido e levantando a cabe?a, seus instintos alfa


    provavelmente antecipando algum tipo de ataque. “N?o”, eu digo, olhando boquiaberto para o céu.


    “Roger, olhe -“


    E ele se vira para seguir meu olhar, sua boca se abrindo ao ver. O que parecem ser mil estrs


    cadentes cruzam o céu num piscar de olhos, uma após a outra, perseguindo-se umas às outras


    através da escurid?o acima do mar.


    “Oh meu Deus,” ele murmura, sua cabe?a caindo para trás enquanto ele olha para cima.


    Instintivamente, diminuo a pequena distancia entre nós para que meu corpo fique perfeitamente


    pressionado contra o dele, e pego sua m?o, e nós dois ficamos olhando.


    O corpo dele,o o meu, ainda está vibrando a alegria disso – das promessas, do sexo, da


    marca??o, de tudo isso – mas isso – a admira??o que ambos sentimos Ficamos ambos em silêncio


    por um longo tempo enquanto olhamos para cima para o céu, maravilhado.


    “Cora”, Roger diz depois de um longo momento, virando um pouco a cabe?a para mim, mas incapaz


    de desviar os olhos dos meteoros que brilham no céu. ” Você fez isso?”


    “O que?” Eu pergunto, chocado.


    “Quer dizer”, ele diz lentamente, “tenho quase certeza de que foi você quem causou o vento e o


    terremoto…


    “O quê?” Eu suspiro.


    Ele se vira para mim de verdade agora, umrgo sorriso surgindo em seu rosto quando seus olhos


    encontram os meus. “Quer dizer, eu sei que estou bem, Cora, mas você deve ter notado-


    “Um terremoto?”


    “O ch?o tremeu, Cora! O que voce achou que era?”


    “Achei que fosse só uma – uma pequena sacudida! N?o é um terremoto.”


    “Bem, sim, só um pequenino”, ele responde, ainda rindo, dando-me um pequeno encolher de ombros.


    “Quero dizer, n?o acho que você destruiu nenhuma cidade – embora, quero dizer, posso me esfor?ar


    mais da próxima vez –”


    é a minha vez de rosnar agora, batendo no peito dele. “Você n?o pode levar o crédito pelo meu


    presente, cara -”


    “Quero dizer,” ele rosna, virando-se para mim e me agarrando p cintura, me puxando contra ele


    novamente, est?mago contra est?mago, “eu recebo algum crédito


    Eu rio de novo, beijando-o, a alegria me percorrendo enquanto ele me beija de volta. Mas ent?o ele se


    afasta um pouco, olhando nos meus olhos por um longo momento antes de olhar para o céu


    novamente. “Mas, fndo sério”, ele diz, “você acha que foi você quem fez isso?”


    “Sinceramente, n?o sei”, digo, olhando novamente para o céu, onde os meteoros continuam a passar,


    deixando para trás suas longas caudas de luz dourada. Eles est?o mais lentos agora, mais pacientes,


    menos uma corrida frenética de estrs. Agora eles parecem demorar, querendo dar um show. “Quero


    dizer… isso,” eu digo, apontando para eles, “meio quebina o que eu sinto. Ent?o,” dou de


    ombros, “…talvez.”


    “Vento, chuva, granizo… agora terremoto e meteoro?” Ele levanta as sobrancelhas, impressionado, e


    eu sorrio ao ver isso. “é melhor que ninguém te irrite, Cora”, diz ele, considerando. “Ou teremos um


    asteróide e outro evento que acabará espécies,o os dinossauros.”


    “Sim”, eu digo, dando-lhe um empurr?o brincalh?o. “Ent?o, tenha isso em mente, senhor.”


    Ele ri, virando-se para mim novamente e encostando o nariz no meu. “Oh, pretendo irritar você todos


    os dias”, ele murmura, sorrindo. “Gosto de levar você para a cama quando você está raiva.”


    Eu cerro os dentes para ele ent?o, fazendo-o rir, convidando-o. Porque, honestamente, ele n?o me


    irrita – na verdade n?o.


    Roger nem todo mundo o entende, masigo ele segue uma linha muito tênue de provoca??es,


    levando-me ao limite dos meus limites, mas nunca indo longe demais. E eu? Eu sou muito sério? Eu


    preciso disso na minha vida.


    E ele está certo. Isso nos torna ótimos na cama.


    “Tudo bem,panheiro,” murmuro, rindo e virando a cabe?a para que ele possa estudar seu


    trabalho manual em meu pesco?o. “Como é? Você fez bem ou errou e me deu uma nota desleixada?


    “Hmm”, diz ele, levantando a cabe?a para estudá-lo. “N?o, é muito bonita, Cora. Você vai gostar. E


    coloquei no alto, onde todos possam ver…”


    Eu rio dele ent?o, virando a cabe?a para trás, sorrindo. “Ciúme”, acuso, estreitando os olhos de


    brincadeira para ele.


    “Mmm, sim”, ele murmura, abaixando a cabe?a agora para dar um beijo na minha víc. “Eu quero


    que todos saibam que você é meu. Você pode simplesmentee?ar a usar uma camiseta que diz


    ‘tire as m?os’?


    “Ah, ro”, eu digo, rindo ainda mais agora. “Tenho certeza de que isso será muito bom para os


    humanos que estamos tentando convencer de que realmente acreditamos que os humanos e os lobos


    s?o iguais – para o único humano em nossa pequena família de lobose?ar a andar por aí


    uma camiseta que diz ‘Propriedade de Roger Sinir.’


    “Ah, gostei desse novo texto”, diz ele, sentando-se um pouco e sorrindo para mim. “Posso conseguir


    um para cada dia da semana -”


    Estou rindo ainda mais agora, bn?ando a cabe?a para ele. “Só se você usar um quebine”,


    respondo, “rosa, ‘Propriedade de Cora’, estampado na frente e atrás.”


    “Seria útil, honestamente”, diz ele, a voz cheia de malícia enquanto aproxima seu rosto do meu


    novamente. “Já tenho que espancar as mulheres um peda?o de pau – isso cortará meu trabalho


    p metade -”


    Eu grito ent?o, batendo nele a m?o: “Cale a boca! Você n?o precisa rejeitar as mulheres – ”


    “Eu fa?o!” ele insiste, rindo ainda mais agora. “Sério, a cada cinco minutos! Desculpe, sou um homem


    casado, sinceras desculpas, eu sei, é uma perda para a mulher, ter um espécimeo eu fora do


    mercado de namoro – ”


    Belonging ? N?velDram/a.Org.


    Eu rosno ent?o, enquanto rio, agarrando-o for?a e puxando-o contra mim, deixando minhas


    unhas afundarem um pouco em sua pele. “Você é um mentiroso,” murmuro, trazendo meus lábios aos


    dele, “mas se você for?ar, eu realmente farei você usar a camisa. Porque você é meu, Roger Sinir.


    E n?o estoupartilhando.”


    “Bom, Cora Sinir,” ele murmura antes de me beijar, um beijo longo e arrebatador. “E eu também


    n?o.”


    “Bom”, respondo, fechando os olhos e respirando fundo, rxando, a felicidade ainda correndo


    através de mim – profunda e verdadeira.


    Só ent?o, sinto… uma batida curiosa no meu segundo vínculo e abro um sorriso. Roger ri de novo,


    olhando para minha barriga, e sei que ele também sente isso.


    “O bebê acordou,” murmuro.


    “Provavelmente o terremoto”, ele responde, “difícil de dormir”.


    Eu rio de novo e envio meu próprio sentimento ao longo do vínculo o bebê. Feliz? Feliz! Vem a


    resposta, fazendo-nos rir.


    “Eu me pergunto se isso significa que ele será um garoto feliz”, Roger murmura, sorrindo um


    contentamento profundo que eu também sinto, “ou se ele simplesmente… n?o tem um alcance


    emocional muito amplo”.


    “Ele é tipo uma coisinha agora!” Protesto, colocando a m?o na barriga. “Ele é do tamanho de uma b


    de gude. Ele n?o tem espa?o para nenhuma emo??o além de felicidade. E nem éo se ele


    conhecesse a pvra – ele está apenas nos dizendo que está satisfeito.”


    “Bem, vamos ver o que mais podemos obrigá-lo a fazer”, diz Roger, movendo-se mais para baixo, de


    modo que seu rosto fique mais perto da minha barriga agora.


    Eu rio dele, bn?ando a cabe?a, mas brincando. “Ele n?o é umbrador, Roger”, murmuro, “ele n?o


    faz truques”. Mas meupanheiro me ignora.


    “Querida,” ele diz, elevando a voz, o que me faz rir ainda mais, porque sei que n?o é assim que


    funciona. O bebê – ele provavelmente n?o conseguirá ouvir nada fora do meu corpo até muito mais


    tarde na gravidez. Mesmo assim, Roger está me fazendo rir, ent?o eu o abro m?o.


    “Querido”, diz Roger,n?ando-me um olhar feliz, “vou dizer alguns nomes e quero que você me diga


    de qual você gosta”.


    Rindo, espero, mas nenhuma resposta vem.


    “Eu n?o acho que ele queira jogar,” eu digo, sorrindo para meupanheiro.


    “ro que sim”, Roger diz, sorrindo para mim e depois se concentrando na minha barriga novamente.


    “Querido, o que você acha de Edgar?”


    Nós dois esperamos, mas nada acontece. Estendo a m?o e Roger me dá a sua, os olhos ainda na


    minha barriga.


    “Vamos tentar desta forma”, murmuro. E ent?o fecho os olhos e envio a pvra pelo vínculo, para que


    o bebê e Roger possam ouvi. Edgar?


    Há uma longa pausa… e nada.


    “Sabia que o garoto tinha bom gosto”, Roger murmura, orgulhoso.


    “Ok, bem, experimente um que você realmente goste”, pe?o.


    “Você vai fazer isso também?” ele diz, olhando para mim.


    “Eu vou,” eu digo, apertando sua m?o. “Eu prometo. Mas os meus s?o realmente bons, ent?o vou


    tentar primeiro para que você sinta que tem algo a dizer.


    Roger ri e depois abaixa a cabe?a para beijar minha barriga antes de passar outro nome ao longo da


    linha.
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