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Cap铆tulo 410

    Capítulo 410


    #Capítulo 410 E dentro do acampamento


    “Você, a futura rainha”, diz Hank, bn?ando a cabe?a para mim, “me pediu para estar aqui, e sua


    amiga Isabel já está me farejandoo se eu fosse algum tipo de presidiário? Só porque sou


    humano?”


    “O que?” Eu pergunto, confuso, olhando para . “Isabel Isabel está do nossodo nisso, Hank –


    quer ajudar os humanos também -”


    “N?o se trata do que  quer, ou  pensa que quer”, diz Hank, bn?ando a cabe?a e captando


    meu olhar, fazendo-me ouvi-lo. “é sobre gera??es de famílias que dizem aos lobos para se manterem


    separados dos humanos, para n?o lhes contarem os seus segredos. E depois trata-se do choque


    muito recente que os humanos experimentaram, ao perceberem que os lobos s?o reais – e ao verem


    o seu mundo totalmente destruído por esse conhecimento.”


    “Ent?o…” eu digo, franzindo a testa,e?ando a entender. “Você n?o quer ajudar? Voce quer ir


    embora?”


    “N?o”, ele diz, surpreso, “N?o, E, quero muito ajudar. Eu só acho que você precisa estar preparado


    para o tipo de recep??o que terá se entrar lá quinze lobos a reboque. Especialmente se eles,


    como Isabel, têm boas inten??es, mas ainda veem os humanoso inerentemente diferentes, na


    melhor das hipóteses, ou, na pior,o perigosos ou indignos de confian?a.”


    “Isabel n?o acha isso”, respondo, instantaneamente na defensiva.


    “ certamente n?o confiava em mim”, diz Hank, encolhendo os ombros e olhos de desculpas.” E


    novamente, E, você me pediu para estar aqui.


    Suspiro, murmurando que vou fr , mas ent?o outra coisa que ele disse soa na minha


    cabe?a. “Espere, quinze?” Eu pergunto, confuso e olhando por cima do ombro. “De onde você está


    tirando quinze lobos? Trouxemos apenas quatro guardas… e Isabel…”


    Hank suspira e depois acena para os dois carros pretos no estacionamento que eu n?o percebi. E


    ent?o, quando olho para eles, as portas se abrem e os homense?am a sair. Eu gemo,


    percebendo que Sinir enviou mais à nossa frente.


    “Tudo bem”, suspiro, olhando para Hank. “Eu entendi seu ponto. Como você acha que deveríamos


    fazer isso?”


    “Eu acho”, ele diz cuidadosamente, olhando para o nosso grupo, “você deveria deixar eu e Cora


    assumirmos a lideran?a. E deixe a grande maioria dos seus rapazes no port?o, dizendo-lhes para


    entrarem apenas em caso de emergência.”


    “Sinir vai pirar se eu entrar sem guarda”, digo, bn?ando a cabe?a.


    “Dois”, diz ele, erguendo o máximo de dedos para eu ver. “Um para você, um para Cora. E E?


    Escolha os legais, ok?


    E eu suspiro e aceno a cabe?a, e voltamos para o nosso grupo.


    Vinte minutos depois, após uma longa conversa e muita negocia??o, Cora, Isabel, Hank e eu


    entramos no acampamento três guardas atrás de nós – Conner, Anthony e um novo chamado


    Theo, que tem uma linha de rádio para os homens. esperando dodo de fora do port?o aberto o


    tempo todo. Ele também tem seu telefone constantemente na m?o e envia atualiza??es de texto para


    Roger e Sinir a cada dez minutos.


    “Você realmente n?o precisa fazer isso”, digo a Theo, apoiando a m?o em seu bra?o e olhando para


    ele. “Meupanheiro está apenas… exagerando.”


    Theo acena para mim e depois olha para o telefone. “Alpha Sinir disse que você diria isso”, ele diz


    com um pouco de desgosto. “E… ele também disse que você esqueceu seu telefone de novo, ent?o o


    fato de eu estar em contato constante ele é consequência disso.”


    “Oh, droga,” murmuro, franzindo a testa e puxando minha m?o, frustrada. “Eu esqueci meu telefone,


    n?o foi?”


    “Sim, você fez, Luna,” Theo diz, me dando um pequeno sorriso enquanto coloca seu próprio telefone


    na operadora presa ao seu cinto.


    “Tudo bem”, suspiro, virando-me para Hank e Cora, que est?o consultando Isabel. OK!” Eu digo.


    “Vamose?ar!”


    Ao contrário da última vez, Isabel n?o nos mostra o acampamento. Quando pergunto por quê,  me


    diz que, embora achasse que seria encorajador para os lobos me verem visitando,  teme que isso


    tenha o efeito oposto sobre os humanos – que eles possam nos ver movendo-nos pelo acampamento


    como uma espécie de ronda predatória. .


    “N?o podemos culpá-los por isso”, suspiro enquanto nos dirigimos diretamente para a tenda médica


    infantil. “O mundo deles foi t?o deslocado pelo segredo da existência dos metamorfos. Especialmente


    esses humanos.”


    “Além disso, os humanos s?o naturalmente mais cautelosos”, diz Isabel passivamente, “afinal, somos


    predadores de suas presas”.


    “Isabel,” eu digo, parando e colocando a m?o em seu bra?o. “Você realmente pensa isso sobre os


    humanos?”


    E ent?o a boca de Isabel se abre um pouco e  cora. “Oh meu Deus,”  murmura, bn?ando a


    cabe?a. “Eu… acabei de ouvir o que disse. Perdoe-me, E”,  continua, ramente arrependida e


    envergonhada, “eu… eu cresci em uma casa de lobos. Eu realmente entendo que humanos e lobos


    s?o iguais, passei minha vida inteira lobos.”


    “Está tudo bem,” eu digo, inclinando a cabe?a para odo. “Tenho certeza de que você n?o está


    sozinho nisso. E que muitos humanos têm muitas ideias sobreo s?o os lobos. Mas…”


    “N?o”,  diz, me interrompendo e bn?ando a cabe?a ansiosamente. “Entendo. Preciso… passar


    algum tempo pensando nessas no??es preconcebidas.”  olha agora para onde Conner, Cora e


    Hank est?o esperando por nós na entrada da tenda. Os bra?os dos dois médicos est?o cruzados de


    frustra??o, ramente ansiosos parae?ar a trabalhar. “E eu acho que n?o fui… muito legal


    seu amigo humano lá,”  murmura antes de olhar para mim. “Sinto muito, E. Você vai me perdoar?


    “N?o há nada a perdoar”, digo, sorrindo para . “Seu cora??o está no lugar certo, Isabel. Eu conhe?o


    você e sei que podemos simplesmente seguir em frente.”


    Sorrindo para mim e bn?ando a cabe?a, Isabel pega meu bra?o e nos juntamos a Conner, Cora e


    Hank, os dois guardas seguindo atrás. Sem dizer uma pvra, todos nós entramos na tenda e meu


    cora??o afunda instantaneamente o que vejo.


    “Oh meu Deus,” murmuro, uma m?o imediatamente indo para minha boca enquanto a outra pressiona


    meu bebê mais contra meu peito.


    A tenda está cheia até a borda crian?as chorando e apenas um número muito pequeno de


    adultos andando p s. Cerro os dentes de frustra??o porque estas pobres pessoas ramente


    precisam de muita ajuda e certamente n?o têm recebido a sua parte justa. T?o ruim quanto era a


    tenda médica infantil no Wolf Camp?


    Este é…cinco vezes pior.


    “Temos quee?ar a trabalhar”, diz Cora, olhando para mim raiva. Eu aceno, concordando


    completamente enquanto Hank se afasta, já em busca de a??o.


    “Mesmo no antigo?” Murmuro, buscando sua orienta??o, e  bn?a a cabe?a uma vez antes de


    sair, Isabel indo . Um dos guardas a segue enquanto Conner chega ao meudo.


    “Estou você, Luna?” ele pergunta.


    “Você estáigo, Conner,” eu digo, e ent?o aceno para Theo também, que também está designado


    para o meu dever. E, issoo pvra final,e?amos.


    As horas passam rapidamente à medida que avan?amos p tenda. Seguimos nossos métodos


    antigos, Cora e Hank discernindo os piores casos e eu cuidando deles primeiro. Os guardas ficam


    dedo o melhor que podem, deixando-nos consultar e curar, e ao longo do dia vejo suas express?es


    mudando. No início eles estavam hesitantes, cautelosos, enquanto os humanos quem


    trabalhávamos nos encaravam e abra?avam as crian?as protetoramente.


    Mas ent?o, quando nossos guardas Theo e Anthony veem o trabalho que estamos fazendo – veem o


    alívio que trazemos para as crian?as, veem a mudan?a no rosto de seus pais ao verem seus filhos


    receberem uma nova vida – meus guardas ficam mais tranquilos. express?es e suas posturas.


    Depois que abro os olhos e sorrio para um garotinho chamado Benny, cuja respira??o estava


    ofegante, mas que agora está sorrindo e respirando facilidade, Theo olha para mim maravilhado e


    acena a cabe?a, bn?ando a cabe?a ansiosamente. Sorrio para ele, feliz por ele estar


    realmente no time agora, tanto em espírito quanto em miss?o. Atrás dele, segurando Rafe nos bra?os,


    Conner sorri e me faz um sinal de positivo o polegar.


    Fa?o um movimento para me levantar, sorrindo para os dois guardas, mas o garotinho segura minha


    m?o.


    “Ei!” ele diz, sorrindo para mim.


    “Ei”, respondo, rindo e me sentando para sorrir para ele. “Como você está se sentindo?”


    “Melhor,” Benny diz rapidamente, obviamente ansioso para deixar aquele assunto t?o chato. “Ei, você


    é um dos lobos?”


    “Eu estou,” eu digo, rindo.


    “N?o, você n?o está,” ele diz, estreitando os olhos para mim, ainda segurando minha m?o.


    “Por que você n?o acha?” — perguntei, sorrindo e inclinando a cabe?a para odo, encantada por sua


    natureza ousada e franca.


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    “Porque”, ele responde uma carranca, “você é bonita. E t?o pequeno.


    Eu rio e tor?o o nariz para ele. “Os lobos existem em todas as formas e tamanhos. Meupanheiro é


    muito grande. Você acreditaria que ele era um lobo, se o visse. Mas minha irm? é humana”, digo,


    apontando para Cora, que está verificando os sinais vitais de um jovem em uma cama próxima.


    “Isso é impossível”, diz Benny, estreitando os olhos para mim. “Se sua irm? é uma pessoa, você


    também é uma pessoa!”


    Eu rio e bn?o minha cabe?a. “N?o neste caso,” eu digo, sorrindo para ele. “Eu prometo, sou um


    shifter.”


    “Prove”, diz o garotinho, agora sorrindo abertamente para mim e revndo a falta de um dente da


    frente que é t?o fofo que parte meu cora??o. “Transforme-se em um lobo!”
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