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Cap铆tulo 409

    Capítulo 409


    #Capítulo 409 – Montando a Equipe


    Cora


    Quando acordo na manh? seguinte, o sol do amanhecer já está entrando ps jans e estou


    absolutamente – sem dúvida – mais feliz do que nunca. Estou enrda aodo do meupanheiro,


    minha m?o ainda em seu peito, onde a coloquei quando adormeci, e quando olho para seu rosto? Eu


    o vejo já sorrindo para mim.


    Minha boca explode em um sorriso.


    “Bem,” ele diz, virando-se totalmente para mim agora e cutucando meu nariz o dele. “Foi um


    sonho incrível, n?o foi?”


    “Você acha que foi real?” Eu sussurro, desesperadamente, esperando desesperadamente que fosse.


    “Sim”, ele responde, bn?ando a cabe?a. “Eu n?o acho… bem, as coisas que você inventou, a praia,


    a paisagem… s eram todas muito estáticas, n?o?”


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    Eu suspiro um pouco, ofendido – “N?o era estático! Eraplicado e havia uma brisa que eu podia


    sentir o cheiro do sal…


    “N?o, Cora”, ele diz, rindo, “quero dizer, imutável. As coisas que mudaram – você, eu, o sentimento


    que o bebê passou para nós e os lobos? Tudo isso parecia muito real.


    “Sim,” eu digo, rxando novamente e me aconchegando, colocando minha cabe?a sob o queixo de


    Roger. “Eu acho que foi real também.”


    “Ele é um cachorrinho muito fofo”, Roger murmura, beijando meu cabelo sonolento. “Muito mais fofo


    que Rafe.”


    “Eu sei direito?” Murmuro, bocejando. Mas n?o precisamos contar isso a E e Dominic.


    “De jeito nenhum”, ele responde. “N?o há necessidade de ferir seus sentimentos. Eles descobrir?o em


    breve. Ficamos em silêncio por um momento antes de fazer minha próxima pergunta. “Isso foi…o


    você pensou que seria?” Eu pergunto, hesitante.


    “N?o”, Roger diz instantaneamente, rindo. “Honestamente, Cora, pensei que faríamos muito mais sexo


    -”


    E ent?oecei a rir também, porque era isso que eu também esperava. N?o sei o que Sinir disse


    ao irm?o, mas por tudo que E disse? Parece que o estado de sonho tem sido um lugar para eles


    realmente explorarem seu rcionamento de uma forma muito física – afinal, eles fizeram sexo lá


    primeiro, antes mesmo de fazerem seus corpos reais.


    E embora eu certamente possa ver Roger e eu usando o estado de sonho para esse tipo de


    explora??o no futuro? Uma parte de mim está muito, muito feliz porque a experiência minha e de


    Roger nos aproximou de uma maneira diferente.


    Porque agora me sinto muito maiso uma família do que antes de dormirmos. E n?o é que n?o


    éramos uma família antes – mas agora que nós… nós o sentimos? Conheceu-o, só um pouquinho?


    O bebê é t?o real para mim agora, já t?o vividamente ele mesmo, que n?o posso deixar de pensar


    neleo meu filho, e em mimo sua m?e, e em Rogero seu pai, e em nós – todos nós –


    como um família muito real.


    “Eu sei”, Roger diz, colocando um dedo sob meu queixo e virando meu rosto para o dele. “Eu sinto


    exatamente o mesmo.”


    Eu rio ent?o, curioso. “Espere,o você sabe o que estou sentindo?”


    “Você está passando o título”, ele murmura. “Você n?o está tentando?”


    “N?o intencionalmente,” eu digo. “Mas… eu estava pensando em você. E o bebê. Ent?o talvez


    simplesmente… tenha desaparecido. Ele bn?a a cabe?a, concordando, entendendo.


    Ent?o, curiosa, estendo a m?o e pego a m?o de Roger, apertando-a um pouco e passando uma


    pulsa??o curiosa pelo nosso vínculo de acasmento ele, vendo se consigo fazer isso


    intencionalmente. Ainda n?o estou acostumado essa coisa de lobo e n?o sei até que ponto sou


    bom nisso. “Você sentiu isso?” Eu pergunto.


    “Eu fiz”, ele murmura, satisfeito. “Você está curioso.”


    “Sim”, respondo, sorrindo feliz. E ent?o fecho os olhos e me concentro, ainda mantendo um toque no


    vínculo entre mim e Roger, mas também dando um pequeno toque no vínculo que agora sinto


    muito mais for?a entre mim e o bebê do que ontem. Dou apenas um empurr?ozinho.


    E para meu prazer chocado, o bebê responde, nos cutucando de volta.


    Meus olhos se abrem e antes que eu possa perguntar, vejo no rosto emocionado de Roger que ele


    também sentiu isso.


    E ent?o eu rio, olho para mim mesmo e dou outra pequena cutucada, desta vez uma pergunta


    anexada.


    …Feliz? Eu pergunto.


    Demora um pouco, mas ent?o a resposta chega e sinto-a tocar dentro de mimo um sino. Feliz!


    Meu garoto manda de volta, e eu rio e sinto quee?o a chorar de novo. Feliz feliz.


    E ent?o ele se encolhe novamente, satisfeito.


    “Ele está feliz”, Roger diz, engasgado, pegando meu rosto entre as m?os e me beijando novamente.


    “E acho que nunca fui mais feliz, nem em toda a minha vida.”


    “O mesmo”, respondo, rindo deo parece estúpido dizer isso de maneira t?o simples. “Roger, sinto


    exatamente o mesmo.”


    Quando o carro entra na garagem de Cora,  já está dodo de fora da porta uma caneca de


    chá para viagem nas m?os e um grande sorriso no rosto. Rafe dá um gritinho de antecipa??o quando


    o carro para e Corae?a a caminhar em dire??o a ele.


    Olho para meu bebê, amarrado na cadeirinha do carro, surpresa. “Você sabe quando sua tia está por


    perto?” Eu pergunto, curioso. Mas, obviamente, ele n?o responde.


    “Bem, você está muito inteligente e alegre hoje,” eu digo quando Cora abre a porta e espia dentro do


    carro, piscando um pouco surpresa para os dois homens extras na fileira de assentos atrás de mim, e


    depois para o guarda sentado aodo de Conner no banco do passageiro.


    “Estou mesmo”, diz Cora, sentando-se e fechando a porta atrás de si. “Hum, o que é tudo isso?”


    pergunta, um pouco hesitante antes de murmurar um olá para Rafe e se inclinar para beijá-lo na


    cabe?a.


    “Sinir queria que tivéssemos guardas extras,” eu digo, dando de ombros, envergonhado. “Você se


    importa? Eu disse a ele que ele poderia.


    “Sim”,  diz, depois de sorrir para todos e dizer olá enquanto Conner se afasta de casa. “Na


    verdade”,  continua, “Roger teve a mesma ideia. Eles coordenaram esta manh??


    “Provavelmente,” eu digo, revirando os olhos e fazendo minha irm? rir. Bn?o a cabe?a, pensando


    que nossos doispanheiros lobos às vezes realmente têm a mesma opini?o, mesmo sendo


    pessoas t?o diferentes.


    “Ent?o!” Continuo, inclinando-me para frente e sorrindo para Cora. “Por que você está t?o feliz esta


    manh??”


    “Eu te conto mais tarde”, diz , acenando para mim enquanto olha ao redor, para os quatro homens


    no carro.


    Sentindo que Cora quer manter em segredo o motivo de sua felicidade, meu sorriso se aprofunda.


    “Oh!” Eu digo, inclinando-me para frente, “ent?o você e Roger estavam…”


    E ent?o me inclino para frente, tentando sentir o cheiro d em Rafe, para ver se consigo provar que


    minhas suspeitas est?o corretas.


    “Eca, E!” Cora engasga, inclinando-se para me dar um tapa no bra?o. “Pare de fazer isso, n?o é da


    sua conta!” E ent?o  cora terrivelmente enquanto eu caio na gargalhada. Cora olha ao redor para


    todos os homens que fingem, cuidadosamente, que n?o conseguem nos ouvir.


    Mas eu apenas rio e me afasto da minha irm? para olhar p jan. “Tudo bem, tudo bem”, eu digo.


    “Mas vou arrancar todos os seus segredos de você em breve.


    é uma viagem alegre até o Acampamento Humano – – Cora está ramente em alta e eu também


    estou me sentindo bem. Mas as coisase?am a mudar à medida que nos aproximamos e


    conseguimos ver um pouco do que vamos trabalhar através da cerca à nossa frente.


    “Oh, meu Deus”, diz Cora, inclinando-se para olhar através do arame. “Isso parece… E, isso parece


    pior do que o que Isabel nos mostrou ontem.”


    “ disse que eu estaria”, respondo, fazendo uma careta também. Mas mesmo um olhar me diz que


    Cora tem raz?o – que Isabel pode ter subestimado a diferen?a entre estes dois campos de refugiados.


    Quando paramos no local ee?amos a sair do carro, Conner e o guarda da frente – Anthony, que


    também estava conosco no bunker 1, saem primeiro, olhando em volta para garantir que tudo está


    bem. Quando Rafe está amarrado seguran?a ao meu peito, Cora e eu saímos em seguida,


    seguidos pelos dois guardas extras. Um grande sorriso surge em meu rosto quando vejo o Dr. Hank


    parado desajeitadamente na entrada do acampamento, Isabel ao seudo.


    “Hank!” Eu chamo, acenando para ele enquanto me apresso, Cora seguindo lentamente atrás. Viro-me


    e vejo uma pequena carranca em seu rosto, mas ignoro enquanto dou um abra?o em Hank e sorrio


    para Isabel. “Ent?o, vocês dois já se conheceram?”


    “Simmm,”  diz, virando-se para levantar uma sobrancelha para mim. “Embora eu desejasse que


    você tivesse me dito que ele estava vindo.”


    “Me pediram para vir”, insiste Hank, franzindo a testa para Isabel.


    “Eu n?o disse que você n?o estava,” Isabel diz, olhando para ele frieza. Hesito agora, olhando


    entre eles. O que foi… o que há de errado?


    “Posso dar uma pvrinha, E?” Hank pergunta, apontando por cima do ombro para um espa?o


    vazio atrás dele onde podemos conversar a sós.


    “ro”, eu digo, me afastando dele. Mas ele suspira quando Conner e outro guarda também avan?am.


    “Está tudo bem,” eu digo, levantando a m?o para detê-los. Ambos hesitam, mas me soltam quando


    Hank e eu nos afastamos alguns metros. Afinal, Hank foi considerado uma pessoa confiável e


    certamente n?o uma amea?a. “O que… o que há de errado, Hank?”


    “Você está subestimando isso, E”, diz ele, franzindo a testa para mim e olhando para Cora, Isabel e


    todos os outros homens. “Entrando assim? Isso nunca vai funcionar.”
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