Capítulo 411
#Capítulo 411 – A Escritora E
“N?o,” eu digo, inclinando-me para passar a m?o no cabelo de Benny, “eu n?o posso mudar agora. Eu
tenho que ir ajudar outras crian?as.”
Ainda desconfiado, o garoto tira a m?o da minha e cruza os bra?os sobre o peito. “Me diga seu nome.
Quando minha m?e voltar, vou pedir para procurar você na inte. Ent?o saberemos se você é
ou n?o um lobo.”
Rindo, digo meu nome a ele e olho ao redor da tenda. “Onde está sua m?e, afinal?” Eu pergunto. “Eu
gostaria de conhecê.”
O garotinho fica quieto por um momento e depois encolhe os ombros. “ estará de volta a qualquer
minuto.”
“Oh,” eu digo, e ent?o sinto meu cora??o doer um pouco dentro de mim, embora eu fa?a o meu melhor
para manter minha voz alegre. “ simplesmente se afastou? Quando foi a última vez que você a viu?
“Dias de casal,” Benny murmura, olhando para seus cobertores por um segundo. Olho para Isabel,
que se aproximou e estava ouvindo. faz uma careta e depois bn?a a cabe?a, confirmando
minhas suspeitas. Este garotinho n?o vê a m?e há muito, muito tempo.
“Ok,” eu digo, estendendo a m?o e acariciando seu cabelo. “Vou trabalhar um pouco, ok? Mas voltarei
e visitarei você daqui a pouco, certo, garoto?
“OK!” ele responde, instantaneamente alegre e sorrindo para mim. “Você vai se transformar em seu
lobo ent?o?”
“Veremos”, respondo, rindo e piscando para ele. Ent?o ele acena para mim enquanto eu me levanto e
vou até Conner para instantaneamente pegar Rafe em meus bra?os, abra?ando meu bebê e passando
a ele todo o amor que tenho em meu cora??o através do vínculo ele.
Porque, honestamente, sinto que poderia passar o resto do dia chorando se me permitisse pensar
muito em Benny, que estava sufocando silenciosamente em sua cama enquanto esperava sua m?e
voltar.
Hank chama minha aten??o e se aproxima, olhando para Benny ao mesmo tempo.
“Ele sobreviverá?” Murmuro, baixando a voz o suficiente para que o garoto n?o possa me ouvir.
“Depois do que você acabou de fazer, E?” Hank pergunta. “Sim. Ele vai conseguir. Mas ele precisa
de mais do que apenas ajuda médica”, continua Hank. “Você sabe disso.”
“Eu conhe?o esse Hank”, respondo, e ent?o olho atentamente para Theo. “Eu preciso que você mande
uma mensagem para Sinir,” eu digo, minha voz assumindo mais oando de Sinir do que eu já
ouvi antes. “Diga a ele que precisamos triplicar tudo. Ou mais, se pudermos. Toda a ajuda médica que
está sendo enviada para essas pessoas, e para os assistentes sociais, e… e tudo mais. Tudo bem?
Diga a ele que eu disse imediatamente.
As sobrancelhas de Theo se erguem, mas ele faz o que eu digo. Meus olhos voltam para Hank,
embora eu esteja muito surpresa ao vê-lo sorrindo para mim.
“Bem”, ele diz, enfiando as m?os nos bolsos. “Olha quem acabou de se tornar uma rainha.”
Eu rio de surpresa, mas depois reviro os olhos para ele. “Ainda n?o,” suspiro, endireitando os ombros
ee?ando a olhar ao redor da s. “Quando eu for rainha, você saberá, porque usarei minha tiara
24 horas por dia, 7 dias por semana. é a única vantagem do trabalho.”
“N?o”, diz Hank, colocando uma m?o quente nas minhas costas e me guiando até o próximo paciente.
“A vantagem é poder fazer isso. E ordenar que seupanheiro envie milhares de dres em
suprimentos num piscar de olhos.
“Sim,” eu digo, sorrindo para Hank enquanto entrego Rafe para Conner. Depois volto ao trabalho,
sentando-me na cadeira de espera aodo de uma garotinha cortes e hematomas nos bra?os e
no rosto. “Oi, querida,” eu digo, dando-lhe um sorriso caloroso. “Qual o seu nome?”
O resto do dia e o início da noite passam de forma previsível. Cora e Hank consultam os médicos e
enfermeiras que já trabalham aqui para determinar o trabalho que devo fazer, e eu me curo, e Conner
protege Rafe, e Theo e Anthony protegem Cora e eu.
Quando consigo ver a escurid?o além das bordas da tenda, estou satisfeito o trabalho do dia –
ajudamos dezenas de crian?as e até trouxemos algumas de um lugar muito escuro. Olho ao redor da
s, exndo um suspiro de satisfa??o, mas pisco quando percebo uma mudan?a muito real nas
pessoas na tenda.
Quando entrei esta manh?, as pessoas – especialmente os adultos – tinham se afastado da minha
equipe e mal me notaram. Afinal, sou a menor pessoa aqui e tive um bebê amarrado ao peito. As
pessoas observavam cada movimento nosso olhos estreitos e desconfiados, sempre esperando
que o próximo sapato caísse – que revelássemos a maneirao iríamos machucá-los ou tirar algo
deles.
Mas agora, depois de um longo dia de trabalho para ajudar?
A suspeita estreita se foi, e agora muitos olhos est?o arregdos de admira??o, focados em mim
enquanto eu ando p tenda. Coro um pouco e abaixo a cabe?a, prendendo o cabelo atrás da orelha
enquanto seguro Rafe adormecido contra mim.
“O que?” Cora pergunta, percebendo minha mudan?a repentina de atitude.
“Eles est?o todos apenas… olhando para mim”, murmura, sentindo-se estranho. I Cora olha em volta e
depois ri. O quê, você n?o esperava toda a adora??o e admira??o do herói quando decidiu vir e usar
seus poderes de semideusa em um bando de mortais desavisados?
“Poderes de semideusa,” eu digo, zombando um pouco. “N?o seja ridículo, Cora –”
“Bem, é isso que eles s?o, E”, diz , rindo de mim novamente. “Quero dizer, você precisa que eu
comece a fazer chover para provar meu ponto?”
“Eu preferiria que você n?o fizesse isso,” eu digo arrogantemente, rindo um pouco. “Mas ainda assim,”
eu digo, baixando a voz e me aproximando d. “Quero dizer… eu sou apenas uma garota. Estou
apenas ajudando da melhor maneira que posso,o qualquer outra pessoa faria…
“N?o é mais, Ells”, diz Cora, dando um tapinha na minha bochecha um suspiro. “Você é uma
rainha lobo parte deusa.”
“Sim,” suspiro, torcendo os lábios, mas ent?o olho para um pouco. “Bem, você é uma estranha
m?e loba híbrida que em breve será uma duquesa ou algo assim, uma vez que Sinir tenha todos os
títulos descobertos.”
“E um médico”, diz Cora, piscando para mim e passando para o próximo caso. “N?o se esque?a
disso!”
“Eu n?o vou!” Suspiro, seguindo atrás d. “Porque você certeza n?o vai me deixar!”
Nós dois ainda estamos rindo enquanto dou um beijinho na bochecha de Rafe – abra?ado nos bra?os
de Conner e depois me sento na cadeira esperando aodo da cama do meu próximo paciente –
aquele que me disseram ser o último dos pacientes. dia.
“Oi,” eu digo alegremente, olhando para a garotinha – provavelmente cerca de oito anos de idade
e depois para a mulher que provavelmente é sua m?e, embora pare?a um pouco jovem para isso.
Ainda assim, p afinidade entre eles – ambos longos cabelos castanhos escuros e pele ra –
sei que s?o uma família. “Meu nome é E. Ouvi dizer que você n?o está se sentindo bem.
“N?o”, a menina murmura, movendo as m?os até a barriga e franzindo a testa. “Estou doente.”
Olho para Cora, que acena para mim. Eles me informaram, é ro – a menina n?o está apenas
doente, tem algum tipo de infec??o bacteriana que aumentou a ponto de amea?ar a saúde de seus
órg?os internos. Mesmo assim, gosto de conversar meus pacientes antes dee?ar, para
estabelecer uma conex?o eles.
“Lamento ouvir isso,” eu digo, oferecendo minha m?o e esperando que coloque a sua n. A
garota hesita, mas deixo a palma da m?o aberta ali, caso mude de ideia. “Vou tentar fazer você se
sentir melhor, se você me permitir. Tudo bem?”
A garota olha para a mulher que está , que bn?a a cabe?a, embora eu perceba que está
me olhando intensamente. A garota olha para mim e também acena a cabe?a.
“Qual o seu nome?” Eu pergunto, sorrindo para .
“Jessica”, responde, apenas um sussurro.
“Jessica”, repito, meu sorriso se rgando. “Bem, vamos ver o que podemos fazer. Apenas rxe.” E
ent?o respiro fundo, fecho os olhos e caio no meu estado meditativo.
é um caso maisplicado do que uma ferida aberta, já que a bactéria se espalhou por todo o
sistema gastrointestinal. Mas depois que o presente fez seu trabalho, varrendo-a e consertando todas
as coisas que considerava erradas, ele retorna para mim e eu abro os olhos. Cerca de vinte minutos
se passaram.
Sorrio para Jéssica, meus olhos percorrendo seu rosto, que já parece melhor, menos pálido, menos
dolorido e preocupado.
“Como você está se sentindo?” — pergunto baixinho, e para meu prazer coloca as m?os nas
minhas agora. “Muito melhor. E…” hesita, olhando para a mulher aodo d, fome. Posso
comer alguma coisa?”
“ro que pode”, digo, sorrindo e olhando para Cora, que me faz sinal de positivo e se vira para
perguntar a uma das enfermeiras que passa porida. “Há mais alguma coisa que você queira?” Eu
pergunto, curioso.
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Jessica bn?a a cabe?a negativamente, sorrindo para mim, mas a mulher aodo limpa a garganta.
Curioso, volto meu olhar para .
“Obrigada, Luna,” diz, me surpreendendo um pouco ao usar um título de lobo, o que nenhum outro
humano fez. “Muito obrigada por ajudar minha irm?”, diz , a voz embargada. Estendo a m?o
para a outra m?o, sorrindo para enquanto as lágrimas escorrem pelo seu rosto.
“ro”, digo, apertando a m?o d quando me dá. “Estou muito feliz por ter conseguido ajudar.
Qual o seu nome?” Eu pergunto.
“Eu sou Sarah”, diz baixinho, me dando um sorrisinho tímido. “Mas na verdade, Luna, nós… já
estamos conectados, de uma forma estranha. Eu… eu sei tudo sobre você. Tenho ouvido fr de você
durante toda a minha vida.
“Realmente?” Eu pergunto, meus olhos se arregndo de surpresa.
“Sim”, diz, rindo um pouco e bn?ando a cabe?a ansiosamente. “E, na verdade, hum,” hesita
agora, olhando ao redor antes de se inclinar para sussurrar. “Algumas semanas atrás, na verdade…
deixei uma carta na sua porta.”
Meus olhos se arregm em choque e de repente aperto a m?o da mulher for?a, sabendo de
repente quem é.
Ou, se n?o for quem é, exatamente o que fez para salvar a vida do meu filho.