Capítulo 408
#Capítulo 408 Toque apenas o mais fraco
Cora
Depois de alguns minutos disso – ou talvez uma hora, sinceramente n?o seio o tempo funciona
aqui – a felicidade do bebê desaparece e depois se transforma em silêncio. Mas n?o de um jeito ruim
– é maiso se ele apenas…
“Ele adormeceu”, Roger murmura, rindo um pouco e caindo de volta na cama, me levando ele, já
que seus bra?os ainda est?o em volta de mim.
“é muito cedo para o bebê dormir…” murmuro, confuso. “Isso acontece por volta do sétimo mês -”
— Tudo bem, Dra. Cora — Roger murmura, e posso ouvi-lo revirando os olhos, embora n?o consiga
ver, o que me faz rir. “Considerando que estamos em uma praia mágica dos sonhos, transmitindo
nossas emo??es por um vínculo mágico nosso filho ainda n?o nascido, eu realmente n?o acho
que seu conhecimento médico esteja entrando em jogo aqui -”
“Oh, cale a boca,” murmuro, batendo em seu peito e suspirando de contentamento. Roger ri e respira
fundo meu cheiro.
“Isso foi incrível”, ele sussurra. Nunca esquecerei isso enquanto viver.”
“Você acha que só sentimos isso porque estamos aqui?” Eu pergunto, ainda igualmente emocionado.
“Ou sentiremos isso quando estivermos acordados também?”
“N?o sei”, responde Roger. “Mas talvez algo sobre estar no sonho tenha amplificado isso. Acho que
vamos descobrir.
“Sim”, eu digo, feliz, contente. Porque por mais que eu queira sentir isso o tempo todo, também me
contento em esperar, em vivenciar todas as partes dessa gravidez no seu tempo. “Acho que sim.”
E fecho os olhos e rxo contra meupanheiro, pequenos arrepios passam por mim enquanto ele
passa os dedos pregui?osamente p pele das minhas costas, nós dois ainda maravilhados a
magia daqu incrível primeira conex?o o bebê.
Mas de repente, algo muda. E abro os olhos para ver meu lobo parado ali na praia, a uma curta
distancia.
“Roger,” eu digo suavemente,e?ando a me sentar. Ele abre os olhos e olha para onde estou
olhando, também avistando meu lobo na areia, olhando para nós, a língua pendurada feliz na
boca.
“Oh,” ele diz, também se sentando e me segurando contra ele. “Uau, Cora… é linda.”
Mas n?o respondo enquanto olho para minha loba, para todos os milhares de tons de marrom que
percorrem seu pelo, do fulvo ao castanho. Porque eu sei que n?o está aqui para ser admirada –
embora também esteja gostando disso.
Venhaigo, diz – e eu sei, instintivamente, que Roger também a ouve. Eu tenho algo para te
mostrar.
Nós dois nos levantamos ansiosamente enquanto olhamos um para o outro, rindo. Porque nenhum de
nós sente um pingo de medo, mesmo que isso sejapletamente bizarro. Quando estamos de pé,
meu lobo dan?a em um círculo ansioso e depois trota para longe de nós ao longo da praia.
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Roger pega minha m?o e seguimos andando rapidamente, ambos morrendo de vontade de ver para
onde está nos levando.
Antes de chegarmos longe, outra sombra se desprende da floresta e vem saltando em nossa dire??o.
Roger ri enquanto seu lobo corre até nós e ansiosamente pressiona a cabe?a no peito de Roger,
aninhando-se contra ele.
“Isso é t?o legal,” Roger murmura, men?ando um sorriso antes que seu lobo venha pressionar seu
focinho em minhas próprias m?os.
Olá, diz o lobo gigante de Roger enquanto fico maravilhado seu tamanho, a maneirao
ele quase chega até meu ombro e consegue me envolverpletamente quando se enr em meu
corpo,o faz agora. Você é meu. Você deveria deixá-lo morder você!
Eu rio, arrulhando para o lobo “em breve, em breve” e passando as m?os por seu pelo quente. Roger
ri também e coloca o bra?o em volta do meu ombro quando seu lobo corre em dire??o ao meu.
“Eu disse que ele era chato”, Roger murmura.
“Ele é perfeito”, respondo, suspirando e virando meu rosto para um beijo. Mas antes que nossos lábios
possam se encontrar, meu lobo dá outrotido, nos chamando para frente. Confusos, mas satisfeitos,
Roger e eu re?amos.
“N?o tenho ideia do que está acontecendo”, diz Roger, sorrindo.
“Eu acho que vai ser bom,” eu digo, olhando para o meu lobo. “ está muito animada.”
Nós dois aceleramos nossos passos quando minha loba para aodo de um pequeno peda?o de
arbustos verdes e novamente gira em seu círculo ansioso. Seu empinar fica ainda mais ansioso à
medida que nos aproximamos.
Venha, venha, diz, a língua pendurada enquanto o lobo de Roger fica orgulhoso em seu
ombro. Queremos mostrá-lo para você.
E ent?o um gemido sai da minha boca quando caio de joelhos na frente do pequeno feixe de pelos
que dorme ali na praia à minha frente, aninhado amorosamente em uma pequena cama macia de
folhas. Roger quase desmaia ao meudo, suas m?os batendo for?a na areia – acho que o
salvando de cair de cara no ch?o em estado de choque.
“Oh,” eu digo, minha voz tremendo e todo o meu corpo tremendo enquanto estendo a m?o para o
cachorrinho lobo incrivelmente perfeito e minúsculo dormindo na nossa frente. “Ah você…”
E quando estendo meus dedos, eu mal sinto o ro?ar de pelo contra eles – embora n?o
completamente,o se ele ainda estivesse meio fora do sonho – ou mais da metade –
Você n?o pode tocá-lo ainda, minha loba diz, sua voz cheia de amor e orgulho. Ele n?o é grande o
suficiente. Mas logo.
Roger geme sem pvras enquanto estende a m?o também, para tentar tocar o cachorrinho, e sinto
seu próprio choque, decep??o, alegria e admira??o quando ele também mal sente o fantasma de pelo
nas pontas dos dedos.
Porque mesmo que ainda n?o tenhamos conhecido nosso bebê, este… este é o lobo dele, a alma
dele. E ele é t?o, t?o lindo…
Lágrimas escorrem pelo meu rosto novamente quando me deito aodo do filhote, enquanto estudo
cada centímetro dele, e sinto Roger se enrndo ao meudo para fazer o mesmo.
“Ele se parece você”, digo em meio às lágrimas.
“Como ele pode se parecerigo?” Roger diz, sua própria voz cheia de emo??o, “ele é um… um
lobo…”
“O lobo dele se parece o seu lobo, seu idiota,” murmuro, rindo e esticando um único dedo
novamente para tra?ar a linha do focinho do lobo do meu filho, que mal consigo sentir. Seu narizinho
ainda está rosado desde a juventude, nem mesmo ficando pretoo ficará quando ele for mais velho
e suas orelhinhas agora s?o apenas 1 triangulo preso contra seu cranio –
Mas ele está todo peludo e quente, e suas costelinhas sobem a respira??o, e suas patinhas s?o
as coisas mais fofas que eu já vi –
Ele é um bom cachorrinho, ou?o o lobo de Roger nos dizer, orgulhoso. Eu gosto dele.
Nós dois rimos disso – da maneira simples e direta que o lobo de Roger afirma as coisas – e eu
olho por cima do ombro para ver meu próprio lobo empinando e se pressionando perto do lobo de
Roger, levantando o focinho para bater o nariz no dele, concordando o lobo de Roger. sentimento.
“Eu também gosto dele”, digo, descansando a cabe?a para que meu nariz fique a centímetros do do
bebê.
“Sim”, diz Roger, aninhando-se atrás de mim e olhando para mim para que ele também possa olhar
para o filhote o quanto quiser. “Vamos manter este, certeza.”
Eu rio do meupanheiro por seu senso de humor estranho e seco que sempre me mantém em
dúvida e ent?o, para minha tristeza, o mundo lentamentee?a a desaparecer enquanto o sonho
chega ao fim.
“Ah, n?o”, eu choro, repentinamente frenética, querendo ficar aqui para sempre – por dias, por
semanas, se pudermos, para vê-lo crescer, talvez vê-lo abrir os olhos –
“Está tudo bem,” Roger murmura em meu ouvido, dando um beijo em minha bochecha. “Nós
voltaremos.”
“Isso mesmo, bebezinho”, digo, voltando-me para meu filho, que dorme pacificamente. “Nós
voltaremos. Nos veremos aqui em breve.”
“Nós amamos muito você”, Roger murmura.
E ent?o sua voz desaparece, e a vis?o desaparece, e tudo o que resta é descanso.