Capítulo 404
#Capítulo 404 – Equilíbrio E
“Dominic,” murmuro, estendendo a m?o para ele. “N?o”, ele responde, dando um passo para longe de
mim e bn?ando a cabe?a. “Você está levando isso longe demais, E – eu sei que você quer
ajudar, mas n?o posso permitir que você se coloque em risco desse jeito!” Ele gagueja por um
momento, afastando-se de mim e abaixando a cabe?a, levantando a m?o para cobrir o rosto.
Estendo a m?o para ele, buscando-o através do nosso vínculo, sem entender essa rea??o e
precisando saber –
Ele abre seu cora??o para mim quando eu gentilmente pe?o que ele supere o vínculo. Ele me deixa
ver todo o seu medo, toda a sua ansiedade, toda a culpa que já r dentro dele quando ele sequer
pensa na possibilidade de perder Rafe e eu, quando ele poderia simplesmente nos manter t?o
seguros.
E meu cora??o se parte, pelo que parece ser a octogésima vez hoje, enquanto olho para as costas do
meupanheiro, seus ombrosrgos.
“Sinto muito, Dominic,” eu sussurro, diminuindo a distancia entre nós e passando meus bra?os em
volta de sua cintura por trás, descansando minha cabe?a em suas costas, fechando os olhos. “Eu ouvi
que você sente seu medo por mim. Mas eu… eu n?o posso deixar de fazer isso…”
“E,” ele diz, sua voz embargada a tens?o de sua preocupa??o, de n?o entender por que estou
for?ando tanto isso.
Mas antes que ele possa continuar, respiro fundo e passo a ele meus próprios sentimentos pelo
vínculo e junto eles, as lembran?as que tenho de hoje. Da pequena Leah, de seu rosto pálido e
encovado, e deo sua pele parecia fresca depois que passei uma hora segurando sua m?o. E o
pequeno Philip, que perdeu uma m?o e cuja ferida estava gravemente infionada…
Quem nunca terá essa m?o de volta, mas que agora viverá, receberá uma prótese e viverá uma vida
plena –
E as lembran?as de uma dúzia de outras crian?as que ajudei – que precisam de mim, que n?o est?o
seguras a menos que eu esteja lá para ajudás. A simples ideia de que algum dia eu desistiria disso
só para me manter seguro?
é absolutamente impensável para mim.
“Você está esquecendo quem escolheuo seupanheiro, Dominic,” murmuro, meus bra?os
ainda em volta dele. Por favor, por favor, n?o me pe?a para me afastar deles. N?o posso fazer isso –
n?o quando sou o único que pode ajudá-los dessa maneira. O único que pode realmente acabar
a dor deles.”
Sinir se vira para mim ent?o, ficando t?o perto que sou capaz de manter meus bra?os em volta de
sua cintura, e ele coloca seu bra?o livre em volta dos meus ombros, Rafe ainda enrdo no outro.
Quando olho para ele, vejo que seus olhos est?o molhados de lágrimas. Estico a m?o para limpar
suavemente as quee?am a cair em seu rosto. “Tudo bem, E”, diz ele, a voz rouca. Mas
ent?o ele bn?a a cabe?a para mim, n?o cedendopletamente. “Eu vejo isso agora – eu entendo
e… e você está certo, impedi-lo disso seria pedir que você traísse quem você é. E quem você é é a
raz?o p qual eu te amo. Entendo.”
Concordo a cabe?a, olhando para ele, enviando uma pulsa??o de amor e gratid?o por nosso
vínculo. Porque estou realmente muito grata por estar um homem que entende quem eu
realmente sou, até o amago do meu ser. E mais do que isso, um homem que está disposto a ceder,
embora nunca tenha sido uma pessoa particrmente dócil, quando eu lhe digo o que preciso.
“Mas estamos fazendo isso nos meus termos”, ele continua, um pouco de seu rosnado voltando à sua
voz, mesmo que ainda esteja cheia de emo??o, preocupa??o e lágrimas. “Tudo bem?” “Tudo bem,” eu
sussurro, concordando livremente porque sei que ele já cedeu muito. é o meu mandato agora. “Seus
termos, Dominic. Qualquer coisa que você diga.” “Certo, o que quer que eu diga,” ele rosna, um pouco
brincalh?o, e eu sorrio para ele, amando isso – amando ele. E fico na ponta dos pés, inclinando a
cabe?a para trás, na esperan?a de um beijo – que ele me dá, livremente. Um bom longa que me diz o
quanto ele me ama, mas também o quanto pretende me proteger, me manter segura. Mesmo que eu
insista em entrar diariamente em zonas essencialmente de guerra.”
Problemas, porpleto,” ele suspira quando eu finalmente me afasto, apenas alguns centímetros.
“Você já sabe disso há muito tempo, grande e assustador Alfa,” murmuro de volta, dando-lhe um tapa
no traseiro que o faz pr um pouco e depois rir. “Pensei que você já estaria acostumado isso.”
“Sim,” ele suspira, me deixando rxar um pouco. “Eu também.” E ent?o ele se assusta um pouco
enquanto eu me afasto ainda mais, olhando para sua camisa branca e impecável que agora está…
bem, n?o t?o engomada, ou t?o branca, mas em vez disso coberta por uma fina camada de sujeira
marrom.
“O que diabos você fezigo…” ele murmura. “é muito sujo nesses acampamentos”, suspiro, me
afastando e cruzando os dedos. “Sinto muito – a camisa era cara? Eu n?o queria… E ent?o ele ri, me
dando meu próprio tapa na bunda e apontando para a porta do nosso armário, que também leva
deliciosamente ao banheiro. “Tome banho imediatamente”, ele suspira, “garota imunda”.
Eu rio e dou uma piscad para ele enquanto me afasto da porta, “você gosta de mim imundo”, digo
por cima do ombro, “e você sabe disso”. “N?o dê ouvidos à sua m?e”, murmura Sinir, fingindo cobrir
os ouvidos de Rafe. Eu rio quandoe?o a entrar no banheiro. “Ainda n?o terminamos de
conversar!” ele chama atrás de mim. “N?o pensei que estávamos!” Ligo de volta e ent?o – feliz – tiro a
roupa, ansioso por um bom, longo e quente banho.
Cerca de uma hora depois, depois de tomar banho eer aida que Sinir pediu para mim,
finalmente estamos na cama no escuro. Ou, a quase escurid?o quando acendi uma pequena v
aroma de magnólia na mesinha de cabeceira, querendo poder ver as mudan?as em seu rosto
enquanto conversávamos.
Ele é t?o lindo, penso, sorrindo para ele por cima do nosso bebê, que descansa entre nós,
balbuciando pvrinhas sem sentido e agarrando os pés enquanto r de costas. Por que eu n?o iria
querer olhar para ele sempre que pudesse?
Talvez intuindo minha linha de pensamento, meupanheiro sorri de volta para mim e estende a
m?o. estendeu a m?o, deixando lentamente o polegar deslizar sobre a linha da minha bochecha. Viro
um pouco a cabe?a e beijo aquele polegar, esperando que ele saiba o quanto eu o amo. Mas… bem,
acho que sim. Porque eu sei o quanto ele me ama – ele me mostra todos os dias. Espero
sinceramente fazer o mesmo por ele.
“Ent?o qual é o seu no, problema,” ele murmura, sua voz profunda t?o ressonante que quase posso
sentir suas vibra??es através do colch?o. Rafe se vira para o pai, rindo um pouco de alegria ao ouvir
isso. Sorrio e acaricio a barriga do meu bebê, satisfeita o quanto ele adora o som da voz do pai.
“Preciso de uma equipe”, sussurro, olhando para cima e encontrando seus olhos. “Um grande
problema”, ele concorda. “Eu n?o vou deixar você ir lá de novo apenas Conner, E. Eu sei que
você acredita no que há de bom em todos, mas existem pessoas por aí que poderiam machucar
você.”
“Ok,” eu concordo, bn?ando a cabe?a uma vez. “Mas… posso ficar Conner?” “Você gosta
dele?” Sinir pergunta, inclinando a cabe?a para odo. “Devo ficar ciúmes?” E eu rio,
estendendo a m?o e dando-lhe um tapinha no ombro. “N?o seja ridículo”, murmuro. “Mas n?o, ele foi
muito bom e prestativo hoje. E ele é legal, e Rafe também gosta dele. Eu dou de ombros. “Mas… eu
n?o quero atrapalhar a carreira dele. Seria ruim trazê-loigo? “N?o necessariamente”, responde
Sinir, pensando enquanto f.
“Seria um desvio de seus nos atuais, mas”, ele dá de ombros, “se ele proteger bem a Rainha, pode
ser um bom sinal a seu favor. Você gostaria que eu fsse ele? “Muito,” eu digo, minhas
sobrancelhas subindo. Tudo bem”, ele murmura. “Quem mais?” “Cora”, eu digo rapidamente, embora
morda o lábio. “Se puder ser afastada da Clínica, o que… bem, o que Roger pode gostar. Mas
também…” Eu rio um pouco, olhando para minhapanheira. “Eu também quero Hank, se puder tê-
lo.” “Quanto tempo você prevê que este projeto levará?” Ele murmura, franzindo a testa para mim.
“Hank pode estar disposto a deixar a clínica por alguns dias para ajudar numa situa??o de emergência
de refugiados, mas é muito apaixonado pelo trabalho que realiza lá. N?o o vejo saindo sem querer.”
“Bem, eu n?o quero pedir a ele para fazer isso”, suspiro, olhando para o teto enquanto penso nisso.
“Isabel, certamente, eu preciso. E quanto a Tiago? Você… você teve uma boa conversa ele hoje?
“Sim,” Sinir diz, e eu volto meus olhos para ele. “Embora eu tenha medo de que eu mesma o
queira, E, a menos que você consiga apresentar um bom argumento sobre por que ninguém mais
pode ocupar o lugar dele em sua equipe. Quero que ele treineo embaixador.” “Realmente?” Eu
pergunto, meus olhos se arregndo um pouco. “Mas ele é… militar…” “Ele também é inteligente,”
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Sinir rebate, “e charmoso, bom as pessoas e confiável. E poderemos estar numa situa??o no
futuro em que um embaixador que conhe?a os caminhos da guerra será uma grande vantagem. “Você
quer mandá-lo para Venda?” Eu pergunto baixinho. Lentamente, Sinir bn?a a cabe?a. “Ou o
maior problema”, ele murmura, “ainda está Atxia”. E fico frio ao perceber que… bem, que
esquecipletamente sobre Atxia – essa for?a incrível que surge atrás de nós. Mas quando olho
nos olhos do meupanheiro, percebo que ele n?o se esqueceu disso – nem por um segundo. E
isso, mesmo que Sincalir esteja preocupadoigo? O foco principal de sua preocupa??o está nesta
outra na??o que ainda abriga meu tio, e pode muito bem estar nejando apoiar Xander em seu
desejo de levar nosso filho.