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Cap铆tulo 403

    Capítulo 403


    #Capítulo 403 – Um Rei Irritado E


    “Oh, E,” Cora suspira, seus ombros caindo quando  vê minha rea??o às suas pvras.  vem


    até mim e me envolve em um grande abra?o. “Sinto muito”,  murmura em meu cabelo, “eu n?o


    deveria ter dito isso assim.” “N?o,” fungo, você está certo – eu deveria ter ouvido –”


    “Tudo bem. Você se despediu d”, diz Cora, afrouxando o aperto e me virando para a garotinha


    dormindo em sua cama. “ n?o iria sobreviver, E,” Cora sussurra enquanto olhamos para a garota.


    “Nem mais alguns dias, talvez nem durante a noite. E olhe para  agora.


    As lágrimas est?o escorrendo livremente pelo meu rosto agora. “ é perfeita,” murmuro, e Cora


    assente.


    “Ent?o, você fez uma coisa boa”,  suspira, enxugando minhas lágrimas seu jeito brusco, “mas


    ainda temos trabalho a fazer. Tudo bem?”


    “Ok,” eu digo bn?ando a cabe?a e olhando ao redor da s. “Quem é o próximo?” “Um garotinho”,


    diz, olhando para sua prancheta. “Chamado Filipe.” “Um menino doce!” Eu suspiro, e ent?o enterro


    meu rosto em minhas m?os ee?o a chorar de novo, pensando em meu doce bebê – e se ele ficar


    doente – “E,” Cora suspira ao meudo, e eu a ou?o respirar fundo para se acalmar. .


    “N?o vamos superar isso se você continuar chorando o tempo todo.” “N?o posso evitar”, fungo,


    olhando para  e enxugando novamente as lágrimas, que parecem continuar caindo. “Você acha


    que… se essas crian?as n?o tiverem umr, Sinir irá…” “Se você for para casa esta noite e pedir a


    Sinir para adotar todas essas crian?as,”  diz lentamente, levantando as sobrancelhas e


    bn?ando a cabe?a para mim, embora incapaz de evitar que um sorrisoe?asse em seus lábios,


    “ele vai pirar, E.” “Mas -” “


    Siga em frente, garoto!  ri, me dando um empurr?ozinho entre as omotas para me manter em


    movimento. “Vamos ajudar Philip!”


    “Philip”, digo, respirando fundo e bn?ando a cabe?a firmemente, tentando afastar meu impulso


    maternal de salvar, manter e criar todos os filhos, embora seja muito difícil. N?o precisamos ir muito


    longe, mas enquanto caminhamos pego meu bebê dos bra?os de Conner, mesmo sabendo que terei


    que devolvê-lo em cerca de dois segundos.


    “O que você acha, querido,” murmuro para Rafe, olhando para baixo e observando-o dormir, o calor


    rastejando através de mim e afastando minha tristeza enquanto olho para seu rostinho perfeito.


    “Deveríamos trazer para casa cerca de uma dúzia de novos irm?os órf?os para você hoje? Você acha


    que o papai vai ficar bravo?


    Conner deixa Cora primeiro e depois nos leva de volta ao palácio. Para minha extrema decep??o, fui


    convencido a n?o trazer nenhuma crian?aigo esta noite, ent?o somos só eu e Rafe no carro


    ele. Conner me surpreende ao dirigir até os fundos do palácio e apertar um bot?o no topo do carro,


    abrindo umarga porta preta.


    “Oh,” eu digo, inclinando-me para frente curiosidade. “Ent?o há uma garagem…”


    Conner ri um pouco e confirma minhas suspeitas. Quando ele estaciona em uma vaga muito perto do


    que presumo ser a entrada, coloco a m?o em seu ombro. “Você se saiu muito bem hoje, Conner,” digo


    suavemente. “Obrigado, Luna,” ele diz, men?ando um sorriso. “Você deveria…” e hesito aqui, sem


    saber o que dizer. “Eu deveria o quê?” ele pergunta, curioso. “Bem, eu sei que você faz parte do


    exército,” digo, tirando minha m?o e torcendo meus dedos ansiosamente, “e eu sei que você


    provavelmente tem todo tipo de ambi??es nisso, mas… bem, se você gostaria de fazer parte da minha


    equipe, mesmo que por enquanto, e me ajudar a continuar fazendo esse trabalho, ficaremos muito


    felizes em ter você.”


    Eu sorrio para ele, esperando que seja uma oferta que ele considere, e esperando ainda mais que isso


    n?o atrapalhe seus próprios nos. “Vou pensar sobre isso, Luna”, diz ele, encontrando meus olhos


    com um sorriso muito genuíno. “Eu prometo que vou.” E ent?o nós dois acenamos um para o outro e


    saímos do carro, eu desamarrando o bebê e deixando a cadeirinha onde está – porque ele vai precisar


    d amanh? de qualquer maneira.


    Conner me conduz pelos corredores sinuosos abaixo do palácio até um elevador, no qual subimos. Ele


    aperta um bot?o e tira um cart?o do bolso e, quando chega ao segundo andar, fico muito surpreso ao


    nos encontrar no corredor onde ficam meus quartos pessoais. “Oh,” eu digo, minhas sobrancelhas


    arqueando quase até a linha do cabelo. “Bem, isso é terrivelmente conveniente, n?o é?” “Só o melhor


    para a nossa rainha”, diz Conner, gestdo para que eu possa sair na frente dele. Eu sorrio para


    ele e fa?o isso, mas franzo a testa e me viro quando ele permanece no elevador. “Você n?o vem?”


    N?o,” ele diz, sorrindo para mim e encolhendo os ombros. “Tenho que voltar para o quartel, Luna.


    Tenho que descansar um pouco para estar bem amanh?.


    Reviro os olhos para mim mesma – é ro. O que eu estava pensando, que ele viria sairigo e


    com Sinir? Dou tchau para ele e desejo-lhe uma boa noite de sono, considerando que terei que


    entregar meu próprio rtório a Sinir, embora tenha imaginado que Conner cuidaria disso.


    Mas ainda. Eu posso lidar isso, certo? Contanto que eu n?o adorme?a em pé primeiro. Mas


    quando abro a porta da nossa suíte, já posso dizer que Sinir está louco. Franzindo a testa, fecho a


    porta atrás de mim, olhando para onde ele está sentado em sua nova mesa perto da jan, já olhando


    para mim os bra?os cruzados. “O que é?” Eu pergunto, confuso.


    “E,” Sinir responde, levantando-se e caminhando até mim enquanto aponta para a escurid?o do


    lado de fora da jan. “Você ficou fora o dia todo – e embora eu n?o me importe isso, você n?o


    atendeu o telefone o tempo todo -”


    “Meu telefone,” eu digo, franzindo a testa para ele e passando o bebê para os bra?os que ele estende,


    perguntando silenciosamente por ele. “Eu nem acho que trouxe


    “Sim,” Sinir rosna, franzindo a testa para mim enquanto levanta Rafe em seu ombro ee?a a


    acariciar suas costas amorosamente, dando-lhe as boas-vindas em casa e me dando um serm?o ao


    mesmo tempo. “Percebi que você deixou seu telefone para trás depois de entrar em panico por três


    horas porque algo havia acontecido você.”


    “Por que você simplesmente n?o contatou Conner?” “Eu fiz!” “Bem, ent?o qual é o problema?” —


    pergunto, exausto e cruzando os bra?os sobre o peito, realmente sem entender e, honestamente,


    talvez cansado demais para tentar.


    “O problema,” ele rosna, virando-se para dar um beijo na bochecha de Rafe e passar os olhos sobre


    ele, garantindo que ele está bem – o que, é ro, ele está. “é que eu estava hesitante sobre você ir


    para o Centro de Refugiados, e muito menos ficar lá o dia todo…”


    “Bem, n?o fomos ao Centro o dia todo,” murmuro, afastando-me dele e indo para o nosso amplo


    armário, que é basicamente um segundo quarto onde guardamos todas as nossas coisas em lindos e


    arrumados armários e prateleiras. “Fomos para o Wolf Camp quase imediatamente.” “O QUE!” Viro-me


    para encarar meupanheiro onde ele está na porta. “Eu n?o sei por que você está pirando,


    Dominic,” eu respondo,e?ando a perder um pouco a paciência. “Estávamos totalmente bem e -”


    “é incrivelmente perigoso nesses campos”, diz Sinir, avan?ando para se aproximar de mim. “Eu n?o


    quero você e Rafe lá onde qualquer coisa poderia acontecer…”


    “Que pena”, eu digo, contestando oando em sua voz e cruzando os bra?os, olhando para ele


    teimosamente e bn?ando a cabe?a lentamente. “Porque vamos voltar amanh?. Na verdade, n?o


    voltamos – estamos indo para o Acampamento Humano.” E ent?o vejo o rosto de Sinir ficar um


    tom de vermelho que eu nunca vi antes. Pisco de surpresa, dando um passo para trás enquanto o vejoTêxt ? N?velDrama.Org.


    ficar… cada vez mais irritado. Minha respira??o fica presa na garganta – n?o porque eu realmente


    tenha medo de saber que ele nunca me machucaria – mas eu simplesmente nunca… o empurrei t?o


    longe.
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