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Cap铆tulo 405

    Capítulo 405


    #Capítulo 405 – nos de travesseiro E


    Suspiro, fechando os olhos por um segundo. “Esqueci tudo sobre os Atxianos”, murmuro.


    “Você teve um longo dia”, responde Sinir, embora isso n?o seja realmente uma desculpa. N?o para


    uma Rainha, que precisa equilibrar tudo. Levo um momento para organizar meus pensamentos antes


    de abrir os olhos e olhar para ele novamente.


    “O que eu quero”, digo calmamente, “é uma grande equipa para resolver muitos dos problemas


    globais os refugiados. Médicos, advogados, assistentes sociais, qualquer pessoa que possa


    ajudar-nos ae?ar a resolver os grandes problemas que existem, a fazer que estes campos


    funcionem n?oo um espa?o de conten??o, maso um sistema que ajuda as pessoas a


    voltarem às suas vidas, ou ae?arem novas.”


    Penso mais na pergunta dele de quanto tempo acho que isso vai demorar. “Mas uma vez feito isso…”


    Dou de ombros um pouco, “n?o precisarei de uma equipe t?o grande, uma vez feito isso. Mas ainda


    quero sistemas que ajudem as pessoas e quero operá-los. Isso seria… possível?


    “Acho que é muito possível”, diz Sinir sério, estendendo a m?o para acariciar meu cabelo. “E eu


    acho que é muito bom você querer fazer isso. Quando você quere?ar?”


    “Amanh?,” eu digo, meus olhos se arregndo. “Preciso ir ao Acampamento Humano – preciso ver se


    alguém lá precisa ser curado imediatamente, especialmente as crian?as –”


    Sinir ri, bn?ando a cabe?a para mim. Dou um pequeno grito de protesto por ele querer me


    atrasar, mas ele bn?a a cabe?a, deixando-me saber que o estou interpretando mal. “Vou me


    certificar de que você tenha os guarda-costas para fazer isso, logo p manh?. Os advogados e


    assistentes sociais – v?o demorar um pouco mais. Esta tudo certo?”


    “Sim!” Eu respiro, de repente incrivelmente animado. E ent?o meus olhos se enchem de lágrimas


    novamente enquanto sorrio para meupanheiro, enquanto me aproximo da cama gigantesca até


    que nosso bebê esteja francamente espremido entre nós, querendo estar perto de meupanheiro e


    de nosso filho ao mesmo tempo. “Obrigado, Domingos.”


    “ro, E,” ele diz, me beijando na testa. Ficamos assim por um longo momento, transmitindo amor


    entre nossos?os em um ciclo constante, cada um de nós se conectando Rafe para que ele


    sinta isso também. Ele nos dá um pequeno balbucio de satisfa??o em resposta.


    “Embora E,” Sinir murmura, me fazendo olhar para ele.


    “O que?” Eu pergunto, curioso e um pouco preocupado. “Desta vez?” ele diz, inclinando-se para


    segurar meu olhar, certificando-se de que ele me ouve. “Você está pegando seu telefone.”


    E eu rio, bn?ando a cabe?a e colocando minha cabe?a sob seu queixo, perfeitamente feliz e


    animada nossos novos nos. Ok, amor,” eu suspiro, contente. “Vou levar meu telefone. Eu


    prometo.”


    Cora


    Estoupletamente exausto naqu noite quando destranco a porta da nossa casinha – mas


    mesmo que esteja quase exausto demais para sentir meus próprios pés embaixo de mim, n?o posso


    deixar de sorrir quando minha chave gira na fechadura. Minha chave, penso, sorrindo. Minha


    fechadura. Minha casa!


    Quando abro a porta e olho em volta, ainda n?o consigo acreditar – que E e Sinir nos deram esta


    casa, que  é realmente nossa. Noe?o parecia que Roger e eu estávamos apenas morando


    aqui, que era apenas um empréstimo ou algo assim.


    Mas à medida que cada dia passa e nos sentimos cada vez mais rxados aqui….


    Bem. Come?a a se estabelecer. Que esta é minha casa, meupanheiro.


    E sorrio para minha barriga, passando a m?o sobre , embora n?o esteja aparecendo. Porque daqui


    a alguns meses vamos trazer um bebezinho para cá. E ele vai crescer chamando este lugar der.


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    E é uma antecipa??o t?o rica e maravilhosa que… bem, perco um pouco o f?lego, estou t?o feliz. Mas


    inspiro profundamente e olho para cima quando ou?o meupanheiro no topo da escada.


    “Ei”, Roger diz, sorrindo ammente ee?ando a correr por eles, ansioso para estar ao meudo.


    Ele me alcan?a quase que instantaneamente, fechando a porta atrás de mim no mesmo momento em


    que passa o bra?o em volta da minha cintura e me beija.


    E passo meus bra?os em volta do pesco?o dele e o beijo de volta, sorrindo enquanto fa?o isso –


    porque isso também parece um pouco irreal, especialmente depois das coisas horríveis que vi hoje.


    Roger, meu, meupanheiro – me esperando, em nossa casa.


    Como diabos eu tive tanta sorte?


    “Onde você esteve, linda?” Roger murmura, afastando seu rosto do meu apenas alguns centímetros,


    seus bra?os ainda em volta da minha cintura. “Fiquei surpreso que você n?o estivesse em casa


    quando cheguei aqui.”


    “Eu sei,” suspiro, bn?ando um pouco a cabe?a. “Foi… um dia mais louco do que pensei que seria.”


    “Sério”, diz ele, surpreso. “O que aconteceu?” E ent?o ele me solta, indo até a porta para girar a


    fechadura e depois pegando minha m?o, me levando para a cozinha, onde tenho certeza de que há


    algum tipo deida esperando por mim.


    “Fomos para o campo de refugiados, aquele dos lobos”, digo a ele, sorrindo de prazer quando minhas


    suspeitas s?o confirmadas. Roger abre a gdeira e tira alguns pacotes do meu macarr?o tandês


    favorito. Elee?a a colocá-los em uma tig para mim enquanto me sento à mesa e continuo.


    “Havia tantas crian?as lá que precisavam de ajuda. E curou aqueles que mais precisavam – mas


    foi… foi muito.”


    “Estou surpreso em ouvir isso”, responde Roger, trazendo-me minhaida junto um copo


    grande de água fria. “Bem – ou talvez n?o ouvir. Mas estou surpreso por n?o saber que era t?o ruim


    que tantas crian?as estivessem sofrendo. Esse parece ser o tipo de coisa que Sinir estaria no topo.”


    “Estamos fora há muito tempo e estamos distraídos”, digo,e?ando a sorver o macarr?o


    ansiosamente, tanta fome que n?o consigo evitar de fazer bagun?a. Mas no meu cora??o, eu sei


    que Roger n?o está nem aí, ent?o me permito aprofundar e me entregar. “Acho que Sinir n?o tinha


    todos os seus sistemas de informa??o instdos para lhe fornecer todos os detalhes.”


    “Vocês v?o voltar?” Roger pergunta, curioso, e ou?o um pouco de hesita??o em sua voz.


    “Sim”, respondo, continuando aer enquanto olho para ele. “Amanh?, se pudermos. Mas para os


    campos humanos. Há simplesmente… tanta coisa para fazer. Tantas pessoas que precisam de ajuda


    imediata – e E realmente pode fornecer atendimento imediato que outros médicos n?o conseguem.


    E  precisa de mim”, digo, dando de ombros, “ou ent?o  terá um cpso emocional por causa de


    cada crian?a.” Eu sorrio, lembrandoo  estava hoje. “E tente adotá-los.”


    Roger ri disso, bn?ando um pouco a cabe?a, porque ele conhece a personalidade de E bem o


    suficiente para entender exatamente o que quero dizer. Mas ent?o ele olha silenciosamente para o


    ch?o, levantando minhas suspeitas.


    “O que?” — pergunto,rgando o garfo e esperando. Porque eu sei que há algo que ele n?o está


    dizendo. Roger apenas suspira e olha para mim.” Você n?o consegue adivinhar?


    “Você está preocupado”, respondo, bn?ando um pouco a cabe?a. “Isso é muito perigoso.”


    “Sabia que você era inteligente”, diz ele uma piscad atrevida. Abro a boca para protestar, mas


    Roger apenas levanta a m?o, me pedindo para esperar. E, obrigando meu queridopanheiro, eu


    fa?o. Depois de um momento elee?a de novo.


    “Eu confio em você, Cora”, diz ele, respirando fundo. “Mas você está grávida. E mesmo além do bebê,


    você está ciente de que eu…” ele dá de ombros e eu já sorrio, antecipando a piada, “gosto um pouco


    de você”.


    Eu rio alto e ele sorri para mim, sustentando meu olhar. “Cora, depois de tudo que passamos, você


    sabe que eu iria me matar se alguma coisa acontecesse você, certo? Ent?o, você se importaria


    se eu pedisse a Sinir para garantir que você irá para esses campos uma guarda pesada?


    Abro a boca para concordar instantaneamente, mas hesito.


    “O que?” Roger pergunta, me encorajando a fr.


    “N?o me importo os guardas”, digo honestamente, “mas estamos indo para o acampamento


    humano. E… eu me pergunto se é bom aparecermos uns vinte lobos para ajudar um grupo de


    pessoas que ramente desconfiam dos lobos.


    “Um bom argumento”, diz ele, bn?ando a cabe?a e olhando um pouco para longe. “Vou fr sobre


    isso Sinir. Mas você se importa, no geral? ele pergunta, olhando para mim novamente, “a ideia


    de uma guarda aumentada?”


    “Eu n?o”, eu digo, sorrindo para ele e dando de ombros. “Embora eu imagine que Sinir já tenha


    nejado isso.”


    “Isso é o que é bom em ter um irm?o Alfa”, diz Roger, rindo um pouco. “Ele resolve seus problemas


    antes mesmo de você saber que eles existiam.”


    “Ele também dá casas para você”, aponto, pegando meu copo de água e tomando um grande gole.


    “Sim…” Roger diz, hesitando e esfregando a nuca, olhando para o ch?o.


    “O que?” — pergunto, percebendo uma hesita??o na voz de Roger que é nova para mim. Eu me


    levanto, termino meu macarr?o e vou ficar aodo do meupanheiro na casa dele, encostado na


    bancada de granito. “O que está errado?”


    “Você está pronto para ficar chateado?” Ele pergunta, olhando um pouco para mim através dos cílios.


    Cruzo os bra?os, sem dizer nada, apenas esperando que meupanheiro continue.
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