Capítulo 91
Thales, no ouvir isso, fixou Sérgio um olhar prante. “O que você disse?”
Sérgio sentiu um arrepio súbito, o olhar de Thales o fez questionar se havia se expressado mal, se esqueceu de incluir um “se” hipotético.
Ele tentou se explicar: “Foi só uma pergunta casual, n?o precisa ter uma rea??o t?o forte.”
<b>“</b>N?o fa?o esse
use tipo de suposi??o.” Tholes rejeitou sua pvras friamente, uma postura extremamente firme.
Sérgio sentiu uma contra??o nervosa na pálpebra; ele parecia, de fato, n?o desejar que via estivesse grávida?
“Bem, fui eu quem falou demais! Sérgio somriu, parecendo que <b>a </b>decis?o de via em mame to informado sobre sua gravidez <b>estava</b>
Ele realmente tinha dificuldade em entender por que alguém n?o gostaria de seu próprio filho.
<b>via </b>havia se molhado na chuva na noite anterior, acordou no meio da noite febre e n?o saiu <b>da </b>cama o dia <b>todo</b>.
Ninguém sabia que estava na Casa de Duarte até a tarde, quando uma empregada entrou no quarto para fazer a limpeza rotineira <b>e </b>encontrou via deitada na cama.
Ao descobrir alguém
“Senhora, senhora?”
soba
as cobertas, a empregada se assustou.
via, meio sonolenta, abriu os olhos e viu a empregada uma express?o <b>de </b>choque se apoiou para se sentar.
“O que a senhora está fazendo aquí<b>?</b>” perguntou a empregada.
via fez um gesto, vendo a confus?o nos olhos da empregada, desistiu e digitou em seu celr para ler
-Eu vou ficar aqui por alguns dias.
A empregada ent?o entendeu e acenou a cabe?a rapidamente, “Ah, entendi. A senhora precisa de alguma coisa?”
via continuou digitando: Me traga doisprimidos para baixar a febre, por favor.
‘ro, já trago para <b>a </b>senhora”
A empregada colocou o que tinha nas m?os dedo e salu para buscar o medicamento.
via tocou sua testa sua m?o estava t?o quente quanto a testa, impossivel perceber qualquer diferen?a.
Mas estava se sentindo tonta e pesada, assimo na última vez que teve febre.
Logo a empregada voltou os remédios e água, entregou a via, que após tomar, voltou a dormir por algumas horas.
Quando acordou novamente, já eram cerca de sete ou olto da noite.
estava suada, o que indicava que a febre havia diminuído.
Ao descer, ouviu a voz de Gabri, que brincava o bebé no colo, o rosto radiante de alegria e ternura de uma m?e de primeira
viagem.
Ao ver via, Gabri ficou surpresa,o se n?o esperasse que via ainda estivesse all.
Gabri for?ou um sorriso, “via, você n?o voltou ontem à noite?”
via bn?ou a cabe?a.
Gabri lembrou<b>–</b>se ent?o das pvras da empregada, e seu sorriso for?ado desvaneceu um pouco, “Por que decidiu ficar aqui de repente?”
<b>via </b>gesticulou: Precisava mudar de ares.
Gabri sentiu um estremecimento, mudar de ares, por que tinha que ser justo aquí?
n?o disse isso em voz alta, pois sem provas, n?o queria fazer suposi??es que pudessem afetar seu rcionamento Marcelo.
“Quanto tempo pretende ficar?”
via: N?o sel, talvez so dois ou très <b>dias</b>
Justo nesse momento, Marcelo entrou, Gabri percebeu pelo canto do olho e seu rosto se luminou novamente, dizendo: “Isso mesmo, via acabou de perder um filho, está <b>frágil</b>, precisa mesmo se cuidar
Essas pvras n?o eram apenas para via cuvic mas também
Marcelo.
Se Marcelo ainda se interessasse por uma mulher que perdeu dois filhos, só poderia significar que algo estava errado ele
Capitulo 91N?velDrama.Org owns ? this.
Marcelo, ao ouvir, n?o mostrou nenhuma rea??o especifico, entrou calmamente.
Ainda vestido aquele traje tipico, os cabelos levemente enrdos caindo aosdos do rosto, um sorriso imutável, aproximou–se
de
Gabri
Depois de se sentar, Marcelo acariciou a face do bebé, perguntando um sorriso: “Ele deu trabalho hoje?”
Capitulo 92