<b>Capítulo </b><b>75</b>
via segurou <b>a </b>m?o de Bianca, sacudindo a cabe?a, tentando dizer–lhe para n?o se entregar.
Parecia que Bianca entendeu o que quería dizer, e, <b </b>um sorriso irritado<b>, </b>disse: “Com tanto esfor?o para sair, perder essa chance significaría que seria difícil voltar aqui para mim outra vez<b>.</b><b>”</b>
<b>via </b>segurava–a firmemente, impedindo–a de ir.
Bianca, olhando para a determina??o d, abriu a boca, mas de repente n?o sabia o que dizer.
Nesse momento, a chuva já tinha parado<b>, </b>o sol escondido atrás das nuvens brilhava fracamente.
Dépois de um tempo, Bianca finalmente perdeu o sorriso no rosto e olhou profundamente para via. “via, se n?o fosse pelo fato de alguém ter morrido, eu realmente estaria grata ao Thales. Ele <b>me </b>fez ver a verdadeira face de muitas pessoas.”
“Mas…” sorriu, “você n?o me <b>fez </b><b>me </b>arrepender, ent?o <b>o </b>que eu fiz valeu a pena.”
via ainda n?o a soltou, embora houvesse uma grande disparidade de for?a entre s; Bianca poderia facilmente empurrá <b </b>um mero gesto<b>.</b>
Mas Bianca n?o fez isso.
<b>“</b>Me solte.”
via bn?ou <b>a </b>cabe?a.Content ? N?velDrama.Org.
Isso <b>fez </b>Bianca rir novamente, mas nesse momento, um carro passou voando, e de sua jan, umata foi jogada, acertando a testa de Bianca precis?o.
N?o se doeu, mas o barulho foi alto.
<b>Esse </b>ataque, carregado de hostilidade e humilha??o, fez o ambiente silenciar instantaneamente.
via olhou para trás, na dire??o do carro que já estava distante, era um táxi.
Demorou bastante até que Bianca se virasse, fndo casualmente para via, “Você viu, essa é a minha situa??o agora, uma ratazana atravessando a rua, todos querendo me bater.”
via a soltou, gestdo que n?o era culpa d.
“Eu também tentei me convencer disso, mas você provavelmente n?o entende essa sensa??o, n?o éo matar peixes ou galinhas.”
Esse sentimento de culpa e panico panharia por toda a vida.
Afinal, mortos n?o poderiam ser trazidos de volta.
Sua família, desgastada por nesses dias, só podia imaginar o qu?o tristes estavam os familiares das vítimas.
via olhou para , incapaz de entender a situa??o desesperadora em que Bianca se encontrava, aqu desorienta??oo de uma mosca sem cabe?a.
Bianca continuou, “Saia logo de perto do Thales, ele n?o é uma boa pessoa. Os homens, às vezes, gostam de se fazer de bobos, especialmente em amor, porque fingir ignorancia resolve noventa por cento dos problemas.”
Como se estivesse deixando umas últimas pvras, deu vários conselhos para via, que se tornou ainda mais relutante em soltá.
<b>E </b>justo nesse momento, mais alguns táxis chegaram apressadamente, parando firmemente diante ds.
Várias pessoas saíram dos carros<b>, </b>cercando–as rapidamente.
“Finalmente encontramos vocês, sua assassina, você acha que duzentos mil v?o resolver a morte da minha irm??”
O homem, mais de <b>trinta </b>anos, vestia–se de forma extravagante, um tufo de cabelo vermelho na cabe?a, ramente n?o era uma pessoa séria.
Bianca olhou ao redor, vendo também alguns indivíduos de meia–idade, provavelmente familiares das vítimas, quee?aram a chorar assim que chegaram.
“N?o se importa o lei por apenas ser rica? Matando em plena luz do dia e ainda fica livre, devolva a vida do meu filho!!”
“Oh, Deus, <b>por </b>favor, abra seus olhos e leve embora essas pessoas de cora??o má
via, vendo tantas pessoas agressivas, olhou para Bianca.
E Bianca parecia entorpecida, simplesmente olhando para eleso <b>se </b>assistisse <b>a </b>uma pe?a teatral.
Alguns homens, vendo que n?o reagia, tambéme?aram a ficar impacientes, “Amarram–<b>na </b><b>e </b>a levem direto para a delegacia! N?o acredito que a polícia <b>n?o </b><b>nos </b>dará uma explica??o hoje!*