17kNovel

Font: Big Medium Small
Dark Eye-protection
17kNovel > Minha Esposa Muda > Capítulo 67

Capítulo 67

    17:51


    <b>Capitulo </b>67


    <b>Dona </b>Duarte <b>e </b>Gabri estavam em um <b>alvoro?o </b>tentando acalmar a <b>crian?a</b>, mas n?o conseguiam <b>de </b><b>jeito </b>nenhum.


    <b>Gabri </b><b>perguntou</b>: <b>“</b><b>O </b>que aconteceu, <b>por </b>quee?ou a chorar t?o intensamente de repente?”


    <b>Deve </b><b>ter </b>se <b>assustado</b>, essa muda, toda vez que aparece n?o traz nada de bom!<b>” </b>disse Dona Duarte, ramente <b>irritada</b>.


    <b>via </b><b>foi </b><b>arrastada </b>para um pequeno quarto, equipado tudo necessário<b>, </b>inicialmente preparado <b>para </b>Gabri<b>, </b>mas <b>agora </b>também <b>destinado </b><b>a </b>via


    Foi nesse <b>quarto </b>que a história se repetiu.


    via foi pressionada contra a mesa de cirurgia, e um médico de máscara se aproximou uma seringa. via arregalou <b>os </b>olhos, <b>fixando</b><b>–</b><b>se </b>na ponta da agulha que brilhava sob a luz.


    lutou desesperadamente enquanto o médico segurava sua m?o e dizia: “Se a agulha entortar, quern sofrerá é você.”


    via <b>n?o </b>conseguia ouvir, tentando se libertar das m?os dos servos que a prendiam.


    erao um animal encurrdo, lutando até o fim.


    O médico observava as veias em sua testa se sobressairem,  abria a boca tentando gritar, mas <b>o </b>rosto ficava vermelho p incapacidade de emitir sons<b>, </b>tremendo inteira.


    Seus olhos cinzentos fixavam–<b>se </b><b>no </b>médico<b>, </b>cheios de súplicas.


    O médico franziu <b>a </b>testa, de repente se sentindo um <b>pouco </bpadecido.


    Daiana lembrou aodo: “Doutor, fa?a <b>isso </b>rápido.”


    O médico desviou o olhar, n?o querendo encarar o rosto de via, levantou sua roupa <b>e </b>enfiou a agulha em sua espinha.


    Uma dor fria e familiar se espalhou,o se n?o fosse na espinha, mas <b>no </b>cora??o.


    Era uma dor que cortava <b>a </b>alma.


    finalmente desistiu, toda luta e esperan?a desaparecendo a propaga??o do anestésico.


    Ninguém se importava <b>o </b>cora??o partido de uma muda, nem se uma muda sentia dor.


    Sem gritar,o os outros poderiam sentir sua <b>dor</b>?


    As m?os de via, agarradas à beira da cama, de repente rxaram, pendendo sem for?as.


    ficou quieta, encarando o teto, lágrimas escorrendo pelos cantos dos olhos, molhando em seu cabelo.


    ?? ? ?? ????? ?? ? ? ? 。 ? ?? ? ? ? ? ? ?? ? ? ?? ???? ??? ? ??? ? ?? ??? ? ??? ?? ??


    Até perder a consciência, seus lábios ainda se moviam levemente.


    O médico observava seus lábios e de repente pareceu entender o que  queria gritar.


    estava chamando: Thales, salve–me.


    Sim<b>, </b>só Thales poderia salvá.


    Mas ele n?o veio.


    Seu celr havia caído no jardim<b>, </b gotas de chuva caindo na t, brilhando na escurid?o da noite.


    <b>A </b>chamada era de Thales.


    O fraco toque do celr era quase inaudível sob a chuva suave.


    Após alguns piscar de luzes<b>, </b><b>o </b>celr voltou ao silêncio.


    Na s, Dona Duarte finalmente conseguiu acalmar a crian?a, olhou para a porta.


    <b>Gabri </b>percebeu sua preocupa??o e disse:/“M?e, você está preocupada que meu irm?o volte?<b>”</b>


    Dona Duarte suspirou, “N?o sei por que, mas sinto uma inquieta??o.”


    Gabri sorriu, e?ando <b>o </b>bra?o de Dona Duarte: “N?o se preocupe, onde ele teria tempo para se preocupar aqu muda agora<b>? </b>Estáemorando o aniversário de Rosana.”


    Ao ouvir <b>o </b>nome Rosana, Dona Duarte mostrou um vislumbre de desdém,  n?o gostava <b>de </b>via, e também sua opini?o sobre


    Rosana n?o <b>era </b>melhor.


    “Ele realmente n?o me dá <b>em </b>paz!”This content provided by N(o)velDrama].[Org.


    Gabri disse: “O que podemos fazer <b>se </b>ele gosta d? Pelo menos Rosana é melhor que uma muda, n?o é?”


    Dona Duarte ficou séria e <b>n?o </b>respondeu<b>, </b><b>“</b>Ele só está tentando me contrariar. Rafael morreu há anos, eu <b>disse </b>para ele <b>se </b>divorciar e casar alguém de igual posi??o. Ele n?o se divorcia, e ainda mantém uma mulher inaceitável por <b>perto</b><b>!</b><b>”</b>


    17:51


    <b>Isso </b>n?o é <b>provoca??o</b><b>?</b><b>”</b>


    <b>Gabri </b><b>deu </b>de ombros<b>, </b><b>resignada</b>.


    Mas <b>meu irm?o </b>também deveria ter <b>um </b><b>filho</b>. Ele <b>disse </b>que <b>n?o </b>gosta de crian?as, <b>mas </b>sempre traz um <b>monte </b>de coisas todas as <b>Vezes </b>que vem ver Breno.


    <b>Dona </b>Duarte ficou pensativa, parecendo lembrar–se de algo, um olhar um tanto mncólico.


    <b>”</b>
『Add To Library for easy reading』
Popular recommendations
The Wrong Woman The Day I Kissed An Older Man Meet My Brothers Even After Death A Ruthless Proposition Wired (Buchanan-Renard #13)