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via fol jogada for?a no sofá, a raiva que n?o havia mostrado diante de nca explodiu naquele momento.
inst
nente protegeu o seu venire
Thales percebeu sou gesto e seu olhar brilhou.
No entanto, ele ainda apertou o pesco?o de via e disse voz profunda: “Por que você ignora minhas pvras?”
Você ainda are viajar o mundo ? via, ainda n?o te conhe?opletamente vinte anos, n?o é?”
Os clios de via tremeram, por que ele sabia de tudo?
Ba de repente se lembrou que, ao acordar p manh?, seu celr estava totalmente carregado.
Ele monitorava seu celr e tinha acesso a tudo que enviava.
N?o é à toa que ele apareceu t?o oportunamente.
A respira??o de via estava dificultada, seu rosto gradualmente ficava vermelho, enquanto encarava intensamente o Thales, as bordas de seus olhose?ando a ficar vermelhas.
tinha olhos inocentes por natureza, que, ao contrário do que poderia ser considerado fofo, n?obinavam sua aparência. A primeira impress?o que todos tinham ao vê n?o era que era fofa, mas sim inocente.
Especialmente aqueles grandes olhos escuros, quando olhava para alguém, pareciam transmitir uma profundapaix?o.
Sua beleza era do tipo surreal, Thales tinha pensado em muitos adjetivos para descrevê, mas apenas “elfo” se adequava perfeitamente.
Como um elfo que saiu de um antigo conto, distante e surreal.
Portanto, sempre que Thales olhava para esses olhos, até a maior das raivas se dissipava.
Ele até pensava que, se <b> </b>andasse na rua, poderia ser raptada, ou que um sopro de vento, poderia se desvanecer junto a
vento<b>.</b>
Thales de repente somriu, e a raiva se dissipoupletamente sua risada, mas para via, esse sorriso era mais aterrorizante do que sua express?o irada.
Thales disse: “Mas, parece que n?o terá a chance de te levar embora.”
As pups de via se contraíram, e gesticulou fricamente: O que você vai fazer?
“Você saberá logo. Ele lentamente soltou o <b>pesco?o </b>de via, passando gentilmente pelos cantos de seus olhos, e seu gesto tomou–<b>se </b>novamente suave, “Quem n?o obedece, deve ser punido.”
O cora??o de via afundou severamente, olhou fixamente para Thales, e por um momento, sentiuo se n?o o conhecesse.
Thales já <b>havia </b><b>se </b>acalmado,o se a raiva em seu rosto fosse apenas uma ilus?o.
Ele desabotoou o crinho, ficou em silêncio por um momento, e ent?o se virou para via, dizendo: “Fique em casa.”
Dito isso, ele saiu sem olhar para trás.
Assim que ele saíu, a tens?o de via se dissipou, e se deitou no sofá, sem for?as.
sentiu uma dor ardente no cotovelo, via se sentou, levantou <b>a </b>manga para ver, e de fato, estava arranhada.
se perguntava se Bianca havia se machucado.
Pensando em Bianca<b>, </b> se lembrou do que Thales havia dito e rapidamente pegou o celr.
Mas… pensando que Thales havia mexido em seu celr, seus dedos ficaram rígidos por um bom tempo, sem conseguir pressionar nada.
No final, desistiu, jogando o celr no sofá e levantando a m?o para cobrir os olhos.
Thales nunca havia mostrado seudo cruel na frente d, ent?o n?o tinha ideia do que ele poderia fazer Bianca.
Mas logo descobriu.
Foi à noite, quando viu a notícia na televis?o, Bianca havia se envolvido em um acidente de carro enquanto corria outros.
via olhou para as fotos borradas da cena, suas pups dtaram e seu corpo tremia incontrvelmente.
Bianca e aquele grupo de herdeiros estavam correndo, e no caminho de volta, o carro entrou direto na multid?o que assistia.
Bianca… tinha tirado a vida de alguém.