Capitulo 48
via olhava para sua <b>m </b>vazia, restavam apenas duas pe?as
de
<b>roupa</b>
Intima
puxou levemente o canto da boca, optando pelo silêncio.
A mulher n?o sabia que aqus poucas pe?as de roupa que segurava nas m?os poderiam pagar a entrada de uma casa.
Atualmente, via n?o tinha animo pam se preocupar roupas, sua maior preocupa??o era a bebé que carregava em seu
ventre
Quando todos se foram, via se apoiou e foi em busca de um médico.
Este hospitalunitário n?o era grande. Podia ser considerado no máximo uma clinico. Tinha apenas dois andares. O andar de batxo era para ambtório e o andar de cima era para infus?o ou intera??o, Havia apenas cinco médicos e trabalhavam em turnos.
chegou ao ambtório e, vendo que n?o havia pacientes lá dentro, bateu na porta e entrou
O médico a olhou surpreso, já que na noite anterior, quando via foi trazida<b>, </b>todos os médicos foram chamados para fazer hora extra e, naturalmente, ele a reconheceu.
deveria ter sido transferida para um hospital maior, maso via n?o tinha familiares, optaram por deixá naqu clinica para
tratamento.
“Como você está se sentindo?” *O médico perguntou, levando ca e papel em dire??o a via.
pegou a ca e escreveu no papel: Doutor,o está o meu bebe?
O médico, ao ler o que <b> </b>escreveu, ficou em silêncio por um momento e disse: “Tenho que lhe <b>dizer </b><b>que </b>seu feto está em péssimas condi??es. Mesmo que supere o perigo desta vez, haverá vários problemas no futuro.”
Depois de uma pausa, o médico continuou “é rendado que você fa?a o aborto, o que é bom para você e para o bebé.”
Ao ouvir isso, via n?o sabia se deveria <b>ficar </b>feliz por seu filho ainda estar vivo ou triste pelos perigos no futuro.
continuou escrevendo: Por qué?
Com paciência, o médico explicou: “O mau desenvolvimento fetal pode estar rcionado aos seus hábitos de vida diários, dieta etc. Juntamente o acidente de ontem, a situa??o plorou. Ent?o, é melhor fazer um aborto agora. Quanto mais tempo demorar, mais doloroso será o seu aborto no futuro<b>.</b>
via pressionou os lábios, sem se apressar em concordar o médico.
Tudo o que fez foi por o bebé, ele era sua esperan?a. Se fosse para abortar, n?o teria arriscado tudo quebrando o vidro na noite
anterior.
escolheria morrer junto seu bebê.
O médico continuou tentando convencê, mas via escreveu no papel: Eu quero
mantê–lo.
O médico franziu a testa, “Você é teimosa, mas se lembre, quem sofrerà as consequências será você
via assoc
via assentiu, escrevendo: Eu sei, obrigada, Doutor. Posso enfrentar qualquer consequência.
Vendo essa resposta, o médico suspirou, “Bem, se é assim que você quer, n?o insistirei mais. Descanse um pouco e depois vá para casa. Você precisará de um hospital maior, nossa clinica n?o tem recursos para cuidar do seu caso.”
“Você tem dinheiro?”
via ficou surpresa, n?o tinha dinheiro, estavapletamente sem nada, até seu celr havia ficado na despensa da mans?o. ficou parada na entrada do hospital por um momento, debatendo consigo mesma, antes de decidir voltar para buscar seu celr.
Caminhou de volta, sentindo uma dor leve no baixo ventre.
via n?o podia andar rápido, ent?o parando <b>de </b>vez em quando, até que finalmente chegou à mans?o por volta das quatro da tarde.Property ? N?velDrama.Org.
Nesse horário, Thales n?o deveria estar em casa.
Ent?o entrou sem hesitar, digitou a senha, abriu a porta e foi direto para a despensa, onde encontrou seu celr entre um monte de livros desorganizados.
Pegou o celr e subiu à procura do carregador, mas assim que abriu a porta do quarto.