Capítulo 45
As lágrimas de via misturadas a saliva escoriam por seu queixo, umedecendo a palma da m?o do homem, de modo que já n?o se podia distinguir se era saliva ou lágrima.
Um dos vándalos olhava para olhos cada vez mais ardentes. Ele bellscou a lingua d, duvidoso, e disse. “Por <b>que </b>n?o consegue fr a lingua?”
“O que importa se tem lingua ou n?o, vemos cuidar do que interessa!” outro vándalo respondeu impacientemente, “Estou perdendo a paciència <b>aqui</b>,”
“Qual a pressa!” O vándalo retirou a m?o, limpando os dedos na roupa de via, o olhou para , lágrimas escorrendo pelo rosto, “Vamos encontrar um lugar seguro.”
Apesar de ser muda, a movimenta??o constante de carros e a possibilidade de encontrar alguém <b>que </b>se intrometa nos nos eram um incómodo.
via, desesperada, olhava ao redor. Além de algumas pessoas indiferentes sob a ponte, quase ninguém passava por ali
Thales havia deixado for por melo més, e isso era apenas a primeira noite. Thales havia provado para que, longe dele, n?o era nada
Qualquer um poderia humilh?
Os dois vándalos a arrastaram para um lugar ainda mais escuro, e, sem for?as para resistir, via trope?ava enquanto era <b>puxada </b><b>para </b>dentro de um parque<b>.</b>
Aqu hora, no parque estava deserto, apenas algumas luzes fracas espalhadas, incapazes de <b>revr </b>toda a sua extens?o.
via foi levada para um canto do parque, <b>cercado </b>por árvores de clusia, um local que parecia apropriado para atos nefastos.
Os homens exibiam um somso sinistro e ganancioso, pressionando–a contra o ch?o, m?os e pés imobilizados. sacudia a cabe?a fricamente, abrindo a boca em tentativas vás de gritar por so, mas nenhum som saia.
A incapacidade d de gritar apenas os encorajava mais.
Um deles sentou–<b>se </b>sobre suas pemas, segurando–as firmemente enquanto rasgava empolga??o a <b>roupa d</b>.
O’butro segurava suas m?os por mais que lutasse, n?o conseguia evitar que suas roupas fossem rasgadas, e um arrepio de frio a cobriu, provocando arrepios pelo corpo.
Orosto pendurado sobre ria de forma ternivel,o se fosse um dem?nio. fechou os olhos, enquanto as lágrimas deslizavam ps suas bochechasProperty ? N?velDrama.Org.
O v?ndalo que
estava sobre suas pernas levantou–se para retirar suas cal?as, mas suas m?os encontraram um liquido pegajosa.
Ele levantou a m?o, olhando–a sob a luz, e viu que seus dedos estavam cobertos de sangue.
“Caralho<b>!</b>”
O outro também se assustou, e ambos se inclinaram para ver melhor. Era a cal?a branca que Thales the dera de aniversário.
Suas pernas estavam manchadas de sangue, uma vis?o chocante.
“ está menstruada?”
“Com <b>tanto </b>sangue assim?”
Eles trocaram olhares, sentindo um misto de medo e sobriedade.
Um deles, engolindo em seco, disse resignadamente. “Melhor deixar pra lá, <b>né</b>?”
“Essa muda deve ter sido usada por <b>outro </b>cara.e engravidado. Nojento, vamos embora<b>!</b><b>”</b>
“Você tem raz?o, melhor n?o pegar alguma doen?ar
Eles associaram imediatamente a situa??o ao <b>fato </b>de estarem prestes aeter aquele ato, considerando que uma pessoa surda <b>e </b>muda certamente teria <b>sido </b>abusada por muitos.
Os dois, sentindo–se azarados, levantaram–se e cuspiram em via, jogando as roupas rasgadas <b>sobre </b> antes de sairemendo do <b>parque</b>.
rosto de via estava pálido, suor frio escorrendo p testa. tentou se levantar, mas a dor era intensa, e caiu de volta
rárias vezes.
estendeu a m?o, tentando agarrar os homens, mas eles correram rápido demais.
Os dedos de via se fecharam lentamente, as unhas afundando na terra, e a <bma </b>úmida espremia–se entre seus dedos
Ninguém veio salvá
16:06
Ninguém velo salvar seu bebe
Sua consciència se tomava cada vez mais turva, as luzes distantese?avam a se