Capítulo 42
“Por que n?o me respondeu as mensagens?
“O celr <b>d </b>foi confiscado pelo Thales, rxa, melhor você ficar em casa tranquilo, tenho mais o <b>que </b>fazer”
Sérgio desligou, <b>e </b><b>depois </b>voltou a olhar para o número do Thales, hesitou por um momento, mas no fim n?o fez a liga??o. Ele n?o tinha o direito de questionar Thales, além disso, ele tinha invadido uma propriedade privada anteriormente. Sérgio esperou quase meia hora, até que via foi trazida para fora, e ele correu para encontrá–lo, “Como está?”
<b>?</b>” Omédico disse: “ desmalou por causa de aritmia cardíaca, sorte que foi trazida a tempo. O que aconteceu
Sérgio n?o conseguiu explicar para o médico<b>, </b>ent?o perguntou de nova: “E o bebé, está bem?”
“Está bem, só teve um susto, precisa de cuidados agora. N?o deixe a gestante fazer atividades to estimntes da próxima vez.”
Sérgio somiu amargamente e concordou as a??es de Thales fizeram o médico pensar que ele era o verdadeiro vil?o.
Enquanto isso, Thales na empresa, também recebeu notifica??es da campanha e da <b>senha </b>sendo digitada, mas apenas deu uma olhada e jogou o celr para odo.
Lucas bateu na porta e entrou, notando que Rosana n?o estava lá, ele suspirou aliviado e entregou os documentos para Thales.
“Presidente Duarte, descobri que aqueles paises disseram que nossos produtos tém problemas de seguran?a, ent?o restringiram a entrada…”
Lucas falou, mas percebeu que <b>Thales </b>estava distraido, olhando para oputador e obviamente n?o estava ouvindo.
“Presidente Duarte?”
Thales voltou a si. “Hmm?”
Parecia que ele se lembrou de algo, e disse: “N?o precisa mais ir.”
Lucas ficou surpreso por um momento, ent?o lembrou que Thales tinha pedido para ele checar a mans?o depois que terminasse o trabalho, ele acenou a cabe?a, “Entendido, quer dar uma olhada nesse documento?”
“Deixe al” Thales se recostou e arendeu um cigaro desinteressadamente.
Lucas franzir a testa, percebendo que Thales parecia estar <b>fora </b>de si hoje, algo ium para ele, que geralmente n?o fuma no
escritório.
Lucas ent?o pensou que talvez fosse porque Thales tinha passado a noite procurando via sem dormic
Assim, Lucas sugeriu “Presidente Duarte, talvez você deves?e descansar um pouco.”
Thales olhou para ele, a fuma?a cido entre seus dedos, e depois desviou o olhar, recostando–se na cadeira e fechando os olhos,
“Pode sair”This content provided by N(o)velDrama].[Org.
Lucas deixou o documento sobre a mesa e saiu.
Pensando que, Rosana ausente, o Presidente Duarte nem mesmo queria trabalhar, ele n?o conseguia entender o que Rosana tinha
de t?o especial.
<b>No </b>hospital, via acordou lentamente, olhando fixamente para o teto branco por um momento, antes de se lembrar abruptamente de
algo.
se levantou <b>da </b><b>cama</b><b>, </b>tocou seu abdomen sem sentir nada anormal<b>, </b>e suspirou almada.
n?o sabia por que estava no hospital. Thales a deixou sair?
Lembrando–se deo ele <b>tinha </b>a empurrado sem piedade, seu rosto frio ainda parecia estranho para agora.
via n?o ficou muito tempo no hospital, levantou–se <b>da </b>cama e estava pensando emo voltaria pam casa quando encontrou Sérgio voltando do pagamento.
Sérgio parou, “Por que você já está de pé?”
via tocou seu bolso, parecendo ter deixado o celr na mans?o
<b> </b>tentou seunicar Sérgio sando–sinais, mas ele n?o entendeu, apenas adivinhou: “Você quer voltar?”
<b>via </b>na verdade queria perguntaro ficava no hospital, mas parecia que n?o importava, já que ele n?o entendia.
acenou a cabe?a.
Sérgio olhou para os papéis que acabara de preencher, suspirou. “Tudo bem, eu te levo para
Sérgio guardou os documentos e diriglu de volta para casa.
Mas assim que chegaram à porta, ambos viram um Bentley estacionado, o motor ainda ligado e as luzes traseiras acesas,o se estivesse esperando alguém.
Sérgio n?o parecia muito bem.
o Thales