<b>Capítulo 26</b>
Bianca prendeu a respira??o, mas n?o tinha para onde desabafar.
“via, venha aqui.” Thales de repente chamou.
Bianca virou a cabe?a para olhar para via,n?ando–lhe um olhar fulminante, “N?o vá.”
via ficou parada ali, pérdida e desamparada, viu o frio nos olhos de Thales e lentamentee?ou a andar.
Mas Bianca a agarrou de repente, “Já que as coisas chegaram a este ponto, por que você ainda iria lá? Hoje, Thales tem que tomar uma posi??o, ou se divorcia ou termina aqu mulher. Com tantas pessoas olhando, você n?o pode ter um pouco de dignidade?”
via mordeu o lábio, olhando para Thales.
Thales estava uma express?o grave, sem dizer uma pvra, apenas olhando fixamente para .
Sérgio também estavae?ando a ficar irritado, ele repreendeu em voz baixa: “Bianca, você pode parar isso<b>? </b>Isso é problema deles, o que tem a ver você<b>?</b><b>”</b>
“via é minha amiga, o problema d é meu! Eu vou me meter até o fim, eles têm que se divorciar hoje…”
“Chega!”
“ft-<b>”</b>
Um tapa soou alto no escritório, silenciando todo o ambiente.
Sérgio usou toda sua for?a naquele tapa, deixando uma marca visível na face de Bianca.
olhou para Sérgio incréd, cujos olhos também demonstravam raiva pulsante, misturada uma sutileza de culpa eplexidade.
via também olhava fixamente para Bianca, e após um momento, se libertou do aperto de Bianca.
Bianca n?o falou mais nada, apenas olhou para as costas de via.
via caminhou em dire??o à porta, chegando diante de Thales, levantou o olhar para ele e depois para Rosana, aodo dele.
Rosana abra?ava Thales for?a,o se temesse que ele fugisse.
via for?ou um sorriso, eles eram o par perfeito, era a sobra.
Depois, via passou pelos dois, sem olhar para trás.
Sérgio puxou Bianca para sair<b>, </b>passando por Thales, Bianca disse um sorriso frio, “Thales, espero que você n?o se arrependa no futuro.”
A chuva ainda caía lá fora, uma chuva fina,o névoa flutuando sobre a cidade.
Rosana seguia Thales, sem ousar dizer uma pvra, podia sentir, Thales estava muito irritado.
Chegando ao estacionamento, Thales de repente parou, “Volte sozinha.”
“Você n?o vai me levar?” Rosana tentou segurar sua m?o, “Vamos para minha casa, eu cozinho para você.”
“Eu tenho coisas a fazer, volta sozinha.” Disse ele, retirando a m?o e entrando no seu carro.
via saiu da Ascens?o Mística e pegou um ?nibus na rua.Property ? N?velDrama.Org.
n?o sabia para onde aquele ?nibus ia, assimo sua vida, sem dire??o.
via tocou sua barriga suavemente<b>, </b>olhando p jan para as imagens turvas lá fora, seu olhar distante.
N?o importa qu?o longe o ?nibus vá, ele sempre chegará ao seu destino final.
O motorista olhou para várias vezes<b>, </b tantos lugares vazios, essa mo?a ficou de pé do início ao fim.
“Garota, chegamos ao ponto final.”
via voltou <b>a </b>si, agradecendo ao motorista um aceno de cabe?a, e ent?o desceu do ?nibus.
estava em um bairro antigo, os prédios n?o eram altos, apenas oito ou nove andares<b>, </b>muitas pessoas corriam para lá e para cá seus guarda–chuvas.
Seu cabelo estava cheio de gotas <b>de </b>chuva, caminhou por um bom tempo, parando em frente a uma casa de massas.
Era um pouco mais de quatro dá tarde, e n?o havia muitas pessoas na loja. O dono, vendo–a em pé lá fora em estadomentável, chamou–a para entrar.
via gesticulou, indicando que n?o entraria.
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Capitulo 26
Mas o dono pensou que n?o tinha dinheiro, epaix?o disse: “Entre, n?o vou cobrar de você
Uma tig de sopa de came quente foi colocada à sua frente, olhou para o sorriso bondoso do dono, seus lábios se moveram e, finalmente, as lágrimase?aram a cait.
Estranho que nunca conheceu podia lhe oferecer calor, enquanto a pessoa mais próxima a feria