Capítulo 15
já tinha o bebê dele em seu ventre, mas aos olhos dele, ainda era aqu crian?a que adorava assistir desenhos animados. Thales pareceu perceber algo e virou–se para olhá.
“N?o gosta de assistir?” Ele estendeu a m?o, acariciou o rosto d, a ponta dos dedos passando ps bordas de seus olhos. via voltou a si, for?ou um sorriso, acenou a cabe?a e gesticulou: Gosto.
rapidamente virou a cabe?a para ver a televis?o, levantou a m?o para tocar a bochecha, sentindo o toque frío de uma lágrima. O celr aodo dele continuava tocando, soando a cada dez minutos.
Após dois episódios, ele finalmente atendeu o telefone.
A voz de Rosana veio do outrodo: “Onde você está?”
“Em casa.”
Essas duas pvras bloquearam Rosana. A pvra “casa” soava ir?nica,o um espinho cravado no cora??o de Rosana.
“Em casa, ent?o o que é o meu lugar? Um hotel?” A voz de Rosana estava embargada, Deus sabe o quanto se sentia ciumenta e enfurecida toda vez que ouvia a pvra “casa” quando ele dizia que estava em casa.
Thales franziu a testa, “O que aconteceu dessa vez?”
“Você n?o prometeu que n?o a veria por um mês? Como pode quebrar sua pvra!” A voz de Rosana já estava carregada de choro.
O volume da televis?o estava alto, via n?o podia ouvir a conversa no celr, mas p tonalidade de Thales, podia dizer que ele estava fndo Rosana.
Ele suspirou silenciosamente: “Vamos fr disso quando você estiver melhor.”
Após dizer isso, ele n?o deu a Rosana chance de responder e desligou o telefone.
Elergou o celr e continuou assistindo desenhos animados via.
Ele assistia aten??o, mesmo que ele n?o gostasse, ainda assim assistiria , sem fazer outra coisa.
via sabia que ele teria paciência para fazer coisas tediosas só quando ele estava de bom humor.
Nesse momento, ele parecia uma pessoapletamente diferente daquele que estava no clube, um segundo atrás t?o frio , e agora de volta para assistir desenhos animados .
Ele sempre foi imprevisível.
Apesar de ele a trataro uma crian?a que n?o cresceu, ainda ansiava por essa ternura ilusória.
encostou a cabe?a no ombro dele, inndo o cheiro dele, que era o aroma dos seus detergentes fragrancia de gardênia que adicionava às roupas durante avagem.
Ele estava usando as roupas que haviavado.
Thales levantou a m?o, afagou a cabe?a d e a envolveu naturalmente seus bra?os.
via aconchegou–se em seus bra?os, ouvindo seu cora??o bater, cheirando o aroma familiar, e por um momento, quis dizer a ele.
Estou grávida.
Nós vamos ter um bebê.
Você vai gostar dele?
via fechou os olhos, e as lágrimas caíram silenciosamente.
sabia ramente que ele n?o iria.
As lágrimas caíram em sua roupa, umedecendo seu peito.
Ele baixou a cabe?a, perguntando suavemente: “Por que está chorando de novo? Por causa da Bianca?”
via levantou a m?o para enxugar as lágrimas, bn?ando a cabe?a.
Ele levantou o queixo d, beijou seus lábios, “Eu n?o vou dificultar as coisas para desde que você obede?a e n?o encontre mais .” via apertou os lábios, sem tomar uma posi??o.
Ele beijou seus lábios novamente, e enquanto beijava, acabou deitada no sofá, até que a m?o dele deslizou sob sua roupa, via subitamente acordou. agarrou a m?o dele.
Thales hesitou por um momento, olhando para sem entender.
via levantou a m?o e gesticulou: Estou menstruada.Property ? N?velDrama.Org.
Seus olhos escuros a fixaram intensamente, e depois de um tempo, ele finalmente falou em um tom baixo e rouco, “Por que n?o disse antes?” via: Desculpe.
Ele fechou os olhos, demorando um momento para respirar fundo e ent?o se sentou. Percebendo sua express?o descontente, gesticulou: Eu, eu posso te ajudar m?o.
Elen?ou um olhar para os dedos d se movendo.
Nesse aspecto, ele havia ensinado muito bem a via, entendia de tudo.
Sabia fazer tudo.