Capítulo 13
Bianca falou que ia procurar um médico, mas foi agarrada por via.
Bianca ficou surpresa, “Você… n?o vai ficar, vai? Por que teria um filho desse canalha?”
via bn?ou a cabe?a, gestdo: ele n?o vai querer.
“Ent?o está resolvido, faz um aborto.”
via moveu seus dedos de forma rigida: eu quero.
Bianca n?o entendeu muito bem, “Por quê?”
via: ele é meu.
Bianca ficou em silêncio por um momento, sem saber o que dizer, apenas se sentou novamente.
é, esse filho n?o é apenas de Thales, é também de via.
Agora, via n?o tinha mais ninguém, nem mesmo seu marido se importava , anseiava por ter alguém que fosse realmente seu. precisaria tanto de amor, seja ser amada ou amar alguém, sempre deveria haver algo para depositar esse amor.
Bianca estendeu a m?o, tocou sua bochecha suavemente, e disse: “Ent?o tenha o bebê, se for o caso, eu te ajudo a Suas pvras fizeram via ficar os olhos marejados.
criar”
via olhou fixamente para Bianca, a cabe?a ainda enfaixada, os olhos cheios de carinho e ternura incrivelmente sinceros.
via nunca imaginou que teria alguém disposto a arriscar a vida por .
“N?o chore, sen?o o bebê também vai ficar triste.”
via engoliu em seco, engolindo o nó em sua garganta, e for?ou um sorriso.
assentiu a cabe?a, já decidida em seu cora??o que iria se divorciar de Thales.
Somente o divórcio, poderia ter seu próprio bebê.
se lembrou de que ingenuamente tinha pensado que Thales a amaria mais e a atitude dele e de Dona Duarte mudaria ao mostrar o exame de pré–natal quando estava grávida no ano passado.Property ? N?velDrama.Org.
Mas a realidade lhe deu um tapa na cara.
Thales, de forma desinteressada, jogou o exame no sofá, onde pousou levemente, assimo seu cora??o, que caiu do céu para o lodo.
Ele esfregou as têmporas, dizendo: Que inc?modo.
Incómodo.
Ele nem sequer considerava isso uma vida, apenas um ?nus.
Dona Duarte até fez que a segurassem, for?ando–a a deitar na mesa de cirurgia, uma inje??o de anestesia e, ao acordar, tudo que restou foi uma cama fria e um corpo
vazio.
Depois de ficar no hospital por uma manh?, a febre já havia passado à tarde.
Bianca a panhou para fazer um examepleto novamente, o feto estava um pouco instável, mas o resto estava normal.
“Você precisa ter cuidado no início da gravidez, esse feto é realmente resistente, mas n?o se faria mais, sen?o pode n?o ter tanta sorte na próxima vez.”
a
A médica falou seriamente, advertindo–a, e via sabia o que queria dizer, sentindo suas orelhas esquentarem embara?o, e assentiu timidamente.
-A médica prescreveu um monte de medicamentos para estabilizar a gravidez, e via saiu do hospital eles, o céu após a chuva estava incrivelmente fresco,o se pudesse cheirar o aroma da terra.
via olhou para o céu, o sol escondido atrás das nuvens, aparecendo timidamente.
Algumas poucas aves migratórias circvam <i>no </i>céu, depois voavam para o horizonte infinito, desaparecendo de vista.
Fazia muito tempo que n?o olhava para o céu, era t?o azul, t?o vasto,
Bianca ia levá de volta em sua moto, mas Sérgio interveio, e no final foi Sérgio quem a levou de volta.
Chegando lá, via n?o desceu do carro, mas pegou seu celr, abriu o bloco de notas e mostrou a mensagem preparada para Sérgio.
—
Por favor, senhor Sérgio, mantenha minha gravidez em segredo.
Sérgio olhou para a mensagem por um momento, depois olhou para via, seus olhos implorando.
“Entendido.”
Depois de receber a resposta de Sérgio, via lhe agradeceu um aceno de cabe?a, depois abriu a porta do carro e desceu.
Ao chegar em casa, via colocou os medicamentos na gaveta abaixo da mesa de centro, e pegou o ultrassom para examinar.
No meio da imagem, havia dois pequenos contornos, passou os dedos pelo contorno daqu forma ainda indefinida do bebê, os cantos de sua boca se elevando
inconscientemente.
A partir de agora, n?o precisava mais pensar sobre o significado da vida.
Porque sua vida agora tinha um significado.
“O que você está olhando?”
Enquanto estava distraída em seus pensamentos, uma voz magnética soou atrás d.