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Cap铆tulo 417

    Capítulo 417


    #Capítulo 417- Vingan?a E


    Cora pergunta a Sarah sobre sua m?e de uma forma franca e curiosa que acho que permite que


    Sarah endireite a coluna e responda impassivelmente,o se  estivesse entregando um rtório


    a um médico em vez de ter que contar uma dura verdade a uma rainha que provavelmente irá chorar. .


    E sorrio um pouco para minha irm?, grata por  ter dado a Sarah o que  precisa quando eu n?o


    posso.


    “Ele bateu n”, diz Sarah, e meu cora??o se contorce quase fisicamente dentro de mim. “…


    estava envelhecendo e n?o conseguia fazer suas tarefaso costumava fazer. E…” Sarah morde o


    lábio e olha apenas para Cora agora, dizendo a  o que  n?o seria capaz de dizer para o resto de


    nós, n?o enquanto mantivesse a cabe?a erguida. “E elee?ou a olhar para mim, do jeito que


    olhava para minha m?e. E  tentava me afastar dele, arrumar outras tarefas em outras partes da


    casa. E quando ele descobriu o que  estava fazendo ele…


    A voz de Sarah falha aqui e tenho que desviar o olhar d para que meus olhos n?o se encham de


    lágrimas. Sinir coloca a m?o em meu joelho, querendo me dar conforto, mas n?o para me distrair


    da história de Sarah.


    Sarah respira fundo antes de continuar. “Ele disse a  que  era uma idiota e uma prostituta, por


    tentar manter sua propriedade longe dele. E que ele pudesse fazer o que quiséssemos todos nós,


    tirar nossos corpos, nossas vidas. E ent?o,”  dá de ombros, olhando para a toalha de mesa. “Ele


    fez. Ele tirou a vida d ent?o, para mostrar a … e para me mostrar.


    Obrigo-me a olhar para Sarah agora, que olha para Cora e depois para mim. E espero que  veja,


    brilhando em meus olhos, meu profundo e renovado desejo de vingan?a. Porque n?o há


    absolutamente nenhuma maneira de deixar esse homem viver.N?velDrama.Org content rights.


    “Esse foi o momento”, diz , acenando para mim e depois olhando para Sinir também, embora um


    pouco mais tímida agora. ” Quando a m?e morreu? Eu decidi que… que se ele pudesse tirar de mim o


    que eu mais amava, eu também poderia tirar o que ele mais queria. O bebezinho – eu poderia… eu


    poderia tirar isso dele. E foi o que fiz ou tentei.


    “Você conseguiu”, diz Sinir calmamente, ao meudo.


    “N?o”,  diz, bn?ando a cabe?a veementemente e olhando para as m?os. “Você estaria seguro de


    qualquer maneira – você teria descoberto.”


    “O bilhete”, diz Roger, inclinando-se em torno de Cora para olhar ramente para Sarah, para ter


    certeza de que  o ouve. “Isso nos deu uma vantagem que… sem isso, Sarah, eles poderiam muito


    bem ter levado Rafe. Temos uma grande dívida você.”


    “N?o”,  diz instantaneamente, ficando vermelha. “Eu n?o… eu n?o quero nada. E n?o quero que


    você pense que fiz isso para que você me desse alguma coisa.


    “Nós n?o pensamos isso, Sarah,” eu digo suavemente, abra?ando meu bebê e me inclinando para


    frente para olhar para . “Mas queremos ajudar vocês, assimo queremos ajudar os outros


    refugiados. Embora eu admita”, minha boca se abre em um pequeno sorriso, “eu quero ajudar você


    um pouco mais do que os outros. Porque estou muito, muito grato. Quero dizer, o que você gostaria –


    você pode ter qualquer coisa!” Meu rosto se abre em umrgo sorriso quando aponto para a


    companheira da minha irm?. “Você pode até levar Roger! Ele é o menos útil-


    Cora dá um pequeno grito de protesto quando Sinir cai na gargalhada e Roger se vira para me


    encarar, a boca aberta. Sarahe?a a rir também ao perceber minha piada e bn?a a cabe?a,


    com bastante veemência, dizendo n?o.


    Mas ao ver Sarah recusar minha oferta, Roger volta seu choque para .


    “Espere, você também n?o me quer!?” ele engasga, e todos nóse?amos a rir ainda mais quando


    ele afunda de volta em sua cadeira, brincando agora e exagerando sua fúria para o bem do clima na


    s. Porque… francamente, precisamos rir.


    E quero que Sarah saiba que a ouvimos, mas… bem, quero dar a  um pouco da esperan?a que


    Cora e eu sempre tivemos. Que as coisas podem melhorar – e ir?o. E talvez issoece hoje,


    uma pequena risada às custas voluntárias de Roger. Viro um olhar de desculpas para ele, mas ele


    apenas me dá uma piscad, entendendo, e me volto para Sarah.


    “Vamos conversar sobre isso, ok?” Eu digo, ainda segurando meu bebê for?a. “Mas… nós


    seremos amigos agora, Sarah. Bons amigos, amigos para a vida toda. E os amigos ajudam uns aos


    outros a se reerguerem.”


    O sorriso de Sarah é lento, mas quando atinge toda a sua extens?o, juro que meu cora??o pode


    explodir de alegria. Porque vejo ali aqu esperan?a que procurava.


    E pretendo manter cada parte da minha pvra. Sarah terá uma vida boa e eu vou ajudá a


    consegui.


    “Ohhhh, Sara!” Jéssica geme, correndo dois gatinhos, um em cada m?o, os olhos cheios de


    preocupa??o e angústia. “Por favor, por favor, podemos ficar eles?”  olha para a pequena b


    de pêloranja e depois para a cinza, a voz um pouco frenética. “Eu os amo tanto – você n?o


    pode me deixar ficar eles!”


    “Oh, Jéssica,” Sarah suspira, estendendo os bra?os e envolvendo-os em torno de sua irm? mais nova.


    “Ainda nem temos uma casa para levá-los…”


    “E eles s?o muito jovens”, Henry acrescenta, olhando seriamente para Jessica, “para deixar a m?e.


    Talvez em algumas semanas, quando estiverem prontos? Você e sua irm? podem conversar sobre


    isso de novo?


    Jéssica geme de tristeza a ideia de deixar os dois gatinhos, me fazendo rir um pouco.


    “Bem, você pode ficar aqui até encontrarmos uma casa para você”, eu digo, cruzando um pouco os


    dedos debaixo da mesa enquanto fa?o essa oferta um tanto imprudente, sem sequer perguntar ao


    meupanheiro. “Ent?o você ainda pode vê-los todos os dias, Jéssica. Quando você n?o está na


    esc, é ro.”


    “Esc?”  diz, olhando para mim os olhos arregdos. “Eu – eu posso ir para a esc?”


    “Sim!” Digo surpreso e olhando para Sarah, que me dá um grande sorriso e bn?a a cabe?a


    animadamente. “Sim, Jéssica. Esc todos os dias e gatinhos à noite. Isso parece um bome?o


    para sua nova vida?


    E uma pequena lágrima escorre p bochecha de Sarah enquanto Jéssica diz um veemente sim,


    abra?ando os gatinhos perto de seu peito. Olho para Sinir ent?o, esperando que ele diga.


    Mas ele já está bn?ando a cabe?a, o que me faz sorrir. E ent?o ele se inclina para frente, dando um


    beijo na minha testa. Meu doce e bompanheiro, ele murmura para mim sobre nosso vínculo. Você


    será uma rainha maravilhosa.


    E o calor se espalha por mim a ideia disso – porque se ser rainha significa que posso fazer coisas


    assim? Ent?o estou definitivamente a bordo e animado.


    Mas esse calor é perseguido um pouco p raiva, p tristeza e p raiva.


    Porque mesmo que possamos ajudar Sarah e Jessica… Xander ainda está por aí no mundo, e mais


    homens gostam dele. E temos trabalho a fazer para tirá-los dessa situa??o.


    Trabalho que estou muito, muito determinado a prosseguir.
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