Capítulo 416
Capítulo 416 – A História de Sarah
Quando Sarah e Jéssica se sentam à mesa, fico surpreso ao ver Henry assumir a lideran?a ao fr
com s. Pego uma xícara de café para mim e uma tig de frutas fatiadas – honestamente, vou
estar muito distraído paraer muito e ouvir interesse o início da conversa.
N?o sei por que estou t?o surpreso, mas Henry realmente me choca o qu?o charmoso ele é
Sarah e Jéssica, imediatamente deixando-as à vontade enquanto faz perguntas muito simples e fáceis
sobre quem s s?o e do que gostam. . Ele n?o se aprofunda em nenhuma das grandes quest?es
que tenho certeza que abordaremos em breve, onde eles viveram,o viveram e por que fugiram,
mas, em vez disso, fa?o um trabalho maravilhoso ao mostrar seu interesse em quem eles s?o.
pessoas.
Quando me sento em minha casa aodo de Sinir ee?o a saborear meu café, estou
interessado em vero Henry concentra sua aten??o em Jessica. é t?o jovem e tímida no
come?o, mas as perguntas dele sobre o que gosta – leitura e animais – e o que n?o gosta –
frio, tarefas domésticas – realmente permitem que Jessica se abra. Vejo Sarah sorrindo calorosamente
para sua irm? e depois para Henry enquanto também vê Jessica abandonar sua timidez e se
tornar a garotinha adorável e feliz que Sarah deve conhecer em casa.
“Sim!” Jéssica diz, entusiasmada. “Eu amo cachorros! Eu gostaria de ter um! Costumávamos ter um,
mas… — hesita e depois olha para Sarah, mordendo o lábio.
“Mestre Xander tinha muitos cachorros”, diz Sarah, sorrindo para nós. Havia um cachorrinho de quem
gostávamos mais que todos nós… o chamávamos de nosso cachorro. Frisky, dissemos que o nome
dele era.
“Porque”, diz Jéssica, rindo, “Ele sempre foi t?o brincalh?o! E ele gostava de se meter em encrencas.
Sorrio para a garotinha, rindo e imaginando-a o cachorrinho. Mas percebo que o rosto de Sarah
fica triste e desvia o olhar de Jéssica, n?o querendo que veja. Meu próprio rosto cai quando
percebo que… esta história n?o deve ter um final agradável. E que Sarah n?o quer que Jéssica se
lembre disso.
Felizmente, Henry intervém. “Bem”, ele diz, erguendo as sobrancelhas para Jéssica. Você sabia que
tem uma mam?e gata aqui no palácio? Quem teve seus gatinhos há cerca de um mês?
Os olhos de Jessica se arregmpletamente enquanto engasga a notícia. Henry se
inclina para frente, sorrindo para .” Você gostaria de brincar eles?
“Oh!” Jessica diz, juntando as m?os e segurando-as firmemente sob o queixo. “Sim por favor! Ah, eu
gostaria muito disso!”
Henry olha para meupanheiro, que sorri e acena a cabe?a, deixando-o saber que é uma boa
ideia – e ent?o Henry r para um canto da s, onde aperta um bot?o em um interfone e diz
algumas pvras para quem está no telefone. outro final.
Enquanto ele faz isso, olho para Jéssica, que está radiante de excita??o, e depois para meu próprio
bebê, que está sentado no meu colo e soprando bolhas, agarrando a toalha da mesa e explorando seu
mundo de maneira geral. Quando olho para Sarah, sorrio ao ver que seus olhos est?o em Rafe
também.
olha para cima e encontra meus olhos, seu próprio rosto se abrindo em um grande sorriso para
combinar o meu. E eu posso ver… uma espécie de orgulho ali, por ter sido capaz de ajudar
esse bebezinho, de mantê-lo seguroigo.
A gratid?o toma conta de mim primeiro e, depois, uma profunda determina??o de dar a essa mulher
tudo o que precisa para construir uma vida. me deu tudo – e estou determinado a retribuir.
Antes que eu possa dizer qualquer coisa, porém, uma jovem espia p porta e todos já podemos
ouvir os gatinhos miando. Jessica engasga e se levanta na cadeira, tentando ver melhor enquanto
Henry acena para a jovem e a direciona para o fundo da s.
“Oh, Sarah,” Jessica diz, sua voz cheia de súplica enquanto Sarah a repreende e a puxa para fora da
cadeira. “Por favor, por favor, posso ir brincar eles?”
“Se… estiver tudo bem?” Sarah pergunta, olhando para o resto de nós.
Concordo a cabe?a ansiosamente, querendo que a menina se divirta. E ent?o Sarah deixa a irm?
correr para a s no fundo da s,pletamente distraída.
“Bem, isso foi muito bem feito”, murmuro para Sinir, olhando para Henry, que segue Jessica até o
fundo da s para garantir que esteja odada.
“Henry é cheio de tato,” meupanheiro murmura de volta, sorrindo orgulhosamente para seu pai.
“Você deveria ter visto as coisas inteligentes que ele fez para convencer Roger e eu a irmos para a
cama quando éramos crian?as. Fomos enganados a torto e a direito.”
“Espero que você se lembre dessas táticas”, suspiro, observando Henry voltar ao seu lugar à mesa.
Cora se levanta, pegando para Sarah mais uma xícara de chá enquanto Sarah olha para todos nós.
“Obrigada”, Sarah diz, especialmente para Henry, mas olhando para todos nós. “Eu estou grato por tê-
la fora do alcance da voz. Eu sei que você tem dúvidas e quero te contar tudo, mas…” olha para a
irm?, que está rindo loucamente enquanto está deitada no ch?o, deixando os gatinhos subirem em
cima d. “Bem, n?o acho que Jéssica precise reviver nada disso, ou ouvir detalhes que tentei muito
esconder d.’
“Nós entendemos”, diz Cora, colocando a xícara de chá fresco aodo de Sarah e sentando-se entre
Sarah e Roger.
Sarah respira fundo e aperta os lábios enquanto olha para nós. “Bem, ent?o,” diz, dando de
ombros. “Por onde possoe?ar?”
Sinir e Roger assumem um papel mais importante agora, caindo em alguns dos seus padr?es de
interrogatório que reconhe?o do nosso tempo no bunker,o em outros lugares. Mas estou muito
satisfeito em notar que ambos – apesar da sua ansia de obter de Sarah todas as informa??es que
desejam e precisam – têm o cuidado de serem calorosos, gentis eunicativos.
Henry intercede em certos momentos, pressionando Sarah por mais informa??es quando precisa, mas
fica em silêncio na maior parte do tempo.
Cora e eu, embora n?o fa?amos as perguntas, somos na verdade aqueles quem Sarah f,
embora Sinir e Roger sejam quem faz as perguntas. N?o é que negligencie os homens na s,
mas… n?o sei bem por que, mas enquanto nos conta sua história, descubro que seus olhos est?o
em nossos rostos, suas pvras dirigidas a nós. Talvez seja porque Cora e eu reagimos mais
emocionalmente à história, ofegando e inclinando-nos para frente, murmurando nossa empatia quando
as coisas ficam difíceis, mas de qualquer forma –
à medida que a história de Sarah se desenr, fica ro que se sente mais confortável em contá-
la para nós. E ent?o Sinir e Roger recostam-se nas cadeiras, deixando Cora e eu assumimos a
lideran?a.
E a história que Sarah nos conta… é t?o triste quanto pensei que seria.
“Eu nasci naqu casa”, Sarah diz baixinho, os olhos um pouco distantes. “N?o me lembro de ter
estado em outro lugar quando crian?a – na verdade n?o. N?o fui à esc, n?o tinha amigos –
honestamente, n?o tenho a certeza se sabia que existiam outras crian?as há muito, muito tempo.
Minha m?e só teve permiss?o de me manter – de nos manter – porque prometeu que poderíamos
ser criados para sermos obedientes. Que iríamos… substituí quando ficasse velha e enferma.
“E seu pai?” Henry pergunta, formndo a pergunta gentilmente para que Sarah possa respondê da
maneira que for confortável para .
“Eu nunca o conheci”, diz Sarah, olhando para nós, sem vergonha do fato, mas parecendo confusa
com ele. “Eu nem sei se Jéssica e eu temos o mesmo…” sua cabe?a abaixa enquanto limpa a
garganta um pouco antes de olhar para nós, respirando fundo. Mam?e sempre disse que nos contaria
quando tivéssemos idade suficiente para saber. Mas ent?o… morreu antes de termos idade
suficiente, eu acho.
Belonging ? N?velDram/a.Org.
Olho para Sarah, simpatia em meus olhos. Porque embora tivesse uma m?e que a amava e estava
presente em sua vida, sua realidade era, em muitos aspectos, muito mais brutal que a minha. Porque
tive a Cora ao meudo – e sempre tivemos esperan?a de uma vida diferente e melhor.
E Sarah, tem mais ou menos a minha idade e a de Cora agora, mas nós duas temos tanta coisa
que n?o tem. Meu cora??o dói por .
“Sarah,” Cora diz, voltando minha aten??o para . “O que aconteceu sua m?e?”