Capítulo 400
#Capítulo 400 – O Centro de Refugiados E
— E — diz Sinir, virando seu rosto de volta para o meu, ainda chateadoo o inferno a
minha sugest?o de levar Rafeigo para o Centro de Refugiados. “é muito perigoso – n?o vou
deixar vocês colocarem vocês dois em perigo assim.”
“O que você vai fazer, Dominic”, digo, virando a cabe?a para odo sarcasticamente, “amarrar o bebê
no peito o dia todo? Trazê-lo para todas as suas reuni?es de estado? Ele desvia o olhar de mim,
cerrando a mandíb, sem dizer nada, porque sabe que tenho raz?o. O bebê tem que ficarigo –
ainda estou amamentando. — Exatamente — digo, soltando um pequeno suspiro e me puxando de
volta para o meudo da cama, onde posso ouvir Rafee?ando a ficar agitado. Nós ficaremos
bem!”
Já estou fora da cama e levantando Rafe, perguntando sobre sua manh? e trocando sua fralda antes
de Sinir fr novamente. “Você pode pelo menos levar Cora você?” ele diz baixinho. “E Roger,
se ele estiver livre?” Eu me viro e sorrio para ele, satisfeita por ele n?o estar brigandoigo nisso
mais do que está. “Na verdade, é uma boa ideia”, digo, sorrindo. “Cora será muito útil.”
“Sim”, ele suspira, virando-se para olhar para mim finalmente. “Além disso, pode eletrocutar
qualquer um que tentar tocar em você.” Eu rio, bn?ando a cabe?a e me virando para continuar
trocando o bebê. Quando termino, sinto Sinir se aproximar e passar os bra?os em volta da minha
cintura. “Eu só quero você em seguran?a, problema,” ele murmura em desculpas, beijando meu
cabelo e depois abaixando a cabe?a para pressionar sua bochecha na minha.
“Eu sei”, suspiro. “Eu prometo”, digo, virando-me em seus bra?os e segurando seu rosto as
palmas das m?os, “no momento em que sentir algo estranho, irei embora. Absolutamente prometo.
Tudo bem?”
“Tudo bem”, ele murmura, cutucando meu nariz o dele. “Mas estou colocando um rastreador em
algum lugar de suas roupas para que eu possa encontrá se precisar. E n?o estou dizendo qual pe?a
de roupa você n?o consegue se livrar d.” “Bem, ent?o,” murmuro, baixando minha voz. “Vou ter que
ficar nu.” Meupanheiro rosna e dobra os joelhos para poder agarrar a parte de trás das minhas
coxas, e ent?o, em um movimento rápido, ele se levanta, me puxando ele para que minhas
pernas fiquem enrdas em sua cintura. Eu rio, passando meus bra?os em volta de seu pesco?o e
avan?ando para um beijo.
“Por cima do meu cadáver”, ele murmura, vou deixar você ir a qualquer lugar nu. Exceto voltar para a
cama.
E ent?o meu doce e superprotetorpanheiro Alfa se inclina e s sua promessa um beijo.
“Estou feliz que você me pediu para ir, E,” Cora diz enquanto nós dois saímos do SUV dirigido por
Conner, o jovem ruivo que eu curei primeiro meus poderes. Fiquei satisfeito em ver Sinir
arranjado para ele ser nossabina??o de motorista e guarda-costas hoje – ele sempre foi um dos
favoritos. “Desculpa, Roger n?o p?de vir,” Cora continua, inclinando-se para me ajudar a apertar as
al?as do pequeno carrinho de Rafe. Rafe gorgoleja feliz ao ver sua tia, o que me faz sorrir. “Sim, o que
Roger está fazendo para n?o poder vir?” — pergunto, ajustando Rafe para que seu peso repouse
confortavelmente sobre meus ombros. Quando estamos todos prontos, Conner acena para nós e
seguimos em dire??o ao Centro de Refugiados, um prédio pequeno na periferia da cidade que parece
precisar de alguns reparos e de alguns recursos. “Ele está todo envolvido as coisas de Sinir”,
suspira, “estou surpresa que Sinir n?o tenha percebido isso.
Mas quando ele assumir o papel de Rei, Roger –o seu Beta, dará um passo à frente para
administrar os assuntos da matilha em que Sinir estava mais focado.” “Ele… quer fazer isso?” Eu
pergunto, hesitando. Quero dizer, Roger é inteligente e trabalhador, mas Sinir sempre gostou mais
do trabalho burocrático do que Roger. “Acho que n?o”, Cora suspira para mim, bn?ando um pouco
a cabe?a.
“Ele ainda está descobrindo seu lugar. é algo sobre o qual fmos muito.” “Bem, espero que ele n?o
esteja infeliz”, murmuro, subitamente preocupada meu cunhado. Roger é um osso duro de roer,
mas sei que ele tem um grande cora??o por trás de toda a sua bravata. E também sei que ele é t?o
dedicado ao irm?o que fará tudo o que Sinir pedir, mesmo que isso n?o o deixe feliz.
“Ah, n?o se preocupe muito ele”, diz Cora uma risadinha enquanto nos aproximamos das
portas do Centro. “Ele tem um novopanheiro, um novo bebê chegando e novos?os ambos
– está tudo pronto.”
“Isso é t?o fofo,” murmuro, realmente fndo sério enquanto abro as portas. Mas quaisquer
sentimentos calorosos e confusos que Cora acabou de me transmitir s?o eliminados o que vejo
diante de mim. O escritório está… uma bagun?a. Cora, Conner e eu olhamos lentamente em volta,
observando tudo que está diante de nós. Telefones. est?o tocando sem parar, a papda está
empilhada a mais de um quil?metro de altura e uma longa f de pessoas serpenteia p s,
esperando que duas pessoas apressadas na recep??o possam atendês.
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Infelizmente, essas pessoas também est?o trabalhando ao telefone. Ao olhar ao redor, também vejo
que o quarto precisa de uma boa limpeza. Eu n?o sou exatamente um maníaco por limpeza… ent?o,
se eu estou percebendo? Está sujo. Eu fa?o uma careta, a culpa revirando meu est?mago. Essas
pessoas merecem coisa melhor. “Siga-me”, murmura Conner, assumindo a lideran?a. Cora e eu
seguimos atrás dele. “Ei!” alguém na f grita, pensando que estamos cortando. “A linhae?a lá
atrás!” “Desculpas!” Conner chama quem quer que seja, exibindo seu sorriso encantador.
“N?o estamos furando a f – assunto oficial.” “Eles ainda deveriam nos ver primeiro!” Alguém chama,
desta vez um homem. Mas Conner apenas faz uma pequena careta e o ignora, conduzindo Cora, Rafe
e eu para trás da mesa. Uma garota que trabalha na mesa – de cabelos escuros e lindos olhos
castanhos – se levanta em estado de choque e surpresa ao nos ver chegando.
“Você n?o pode voltar aqui”, murmura, colocando a m?o sobre o receptor do telefone para que a
pessoa quem está fndo n?o possa ouvir. “Você tem que esperar na f” “Esta é E
Sinir”, responde Conner, afastando-se um pouco para que possa me ver mais reza. E a
irm? d, Cora… Sinir? Ele diz issoo uma meia pergunta, já que Cora e Roger ainda n?o
foram acasdos ticamente. Cora apenas revira os olhos e bn?a a m?o,o se n?o soubesse
e se importasse ainda menos. Dou um pequeno aceno estranho para a menina, cujos olhos se
arregm, movendo-se entre mim e o bebê.
Sinto uma timidez repentina tomar conta de mim quando percebo que… bem, que me reconhece.
é ro que há muito tempo sei que Sinir é uma pessoa pública e que,o seupanheiro, as
pessoas provavelmente sabem quem eu sou. Mas até agora Sinir tem feito um trabalho t?o bom em
nos manter afastados do mundo e da mídia que esta é a primeira vez que tenho consciência de ser
reconhecido publicamente. “Ai meu Deus”, murmura a garota, desligando o telefone sem se despedir.
“Desculpas, minha rainha – Luna um…” se curva em uma pequena reverência, simultaneamente
batendo no bra?o do homem loiro e magro aodo d, que lhe dá um olhar sujo antes de seus
próprios olhos se arregrem. Um sussurro percorre a s e eu brinco ansiosamente o pezinho
de Rafe enquanto um arrepio de ansiedade percorre meu corpo. Eu n?o tinha… percebido que seria
assim. Mas ent?o Rafe dá um grito de felicidade, olhando alegremente para todos, e eu sorrio para
ele, percebendo que ele está certo. Bem, ele n?o queria estar certo.
Mas ele ainda é. E sinto meu próprio sorriso surgir em meu rosto enquanto olho para todos e afasto
minha própria timidez e ansiedade, tentando, em vez disso, ser gentil, caloroso e acolhedor. é disso
que essas pessoas precisam agora, em vez de eu me encolher de ansiedade. “Olá,” eu digo,
direcionando minha aten??o para a garota atrás do balc?o. “Por favor, n?o se preocupe nada
disso.
Viemos para ajudar. Mas estamos procurando Isabel? “Oh,” o jovem loiro diz, suas sobrancelhas
subindo. “Sim, está nos acampamentos. saiu cedo esta manh?. “Onde est?o eles?” Eu
pergunto. “N?o muito longe”, ele responde, mas depois hesita. “Mas eu… eles n?o s?o legais, Luna,”
ele diz, deixando suas pvras vagarem no final. “N?o tenho certeza se você quer.” “N?o é legal,
podemos lidar isso,” Cora diz alegremente,n?ando-lhe um sorriso e depois olhando para a
garota de cabelos escuros.
” Você pode nos dar instru??es? Tenho certeza de que conseguiremos.” “ro”, diz a garota, as
m?os tremendo um pouco enquanto examina a papda em sua mesa, procurando um mapa.
Enquanto faz isso, olho ao redor da s para todas as pessoas silenciosas que percebo que est?o
olhando diretamente para mim. E fico um pouco intimidado ao ver a variedade de express?es em seus
rostos. Alguns est?o interessados, alguns parecem felizes, mas outros ainda parecem muito, muito
bravos.
Ou pior, triste e traído. Eu fa?o o meu melhor para manter meus próprios sentimentos e apresentar-
lhes uma atitude alegre, esperando que esteja certo. N?o é que eu queira sorrir diante da dor deles,
mas… se eu puder deixá-los ver que estou trabalhando? Que estou tentando, e que coisas boas est?o
por vir? A esperan?a n?o é um remédio t?o bom quanto qualquer presente da Deusa? Volto para a
mesa quando ou?o um farfalhar de papel e vejo Conner estendendo a m?o para pegar um mapa da
garota. “Posso fazer mais alguma coisa para ajudá-lo?” pergunta, dirigindo suas pvras para mim
com um sorriso ainda tímido, mas agora um pouco ansioso.
“N?o”, eu digo, dando-lhe um grande sorriso e bn?ando a cabe?a. “Mas eu gostaria que você
fizesse uma lista das melhorias que você faria neste lugar. Abiglist – n?o se contenha, ok?”
A garota olha para a colega e os rostos de ambos se iluminam, o que faz que uma pequena
mancha quente queime na minha barriga. “Tudo bem”, concorda. Alguém virá buscá-lo esta tarde”,
digo, acenando para eles, deixando-os ver que é uma promessa. “E ent?oe?aremos a melhorar
este lugar.” Os dois est?o sorrindo ammente para mim agora enquanto me despe?o e depois saio
p porta minha irm?, meu bebê e meu guarda-costas.
Algumas pessoas acenam para nós enquanto avan?amos e eu aceno de volta, mas quando passamos
ps portas a única coisa que se inst em mim é a determina??o. “Temos que fazer algo para ajudar
essas pessoas”, digo a Cora enquanto nos dirigimos para o carro. acena estoicamente ao meu
lado, concordando. “Mas E”, diz, hesitando um pouco, “acho que isso aí? Está apenas
arranhando a superfície.” E quando entramos no carro ee?amos a ir embora, percebo que
concordo. E que estou um pouco de medo do que veremos a seguir.