Capítulo 399
#Capítulo 399 – Trazendo Ajuda E
Nossa primeira noite no palácio é t?o estranha para mim. Meus dois meninos est?o dormindo
profundamente um de cadado de mim – Sinir esparramado sobre nossa cama enorme (é muito
maior que uma King – eu nem sei mais se eles têm um nome para isso; tivemos que fazer um pedido
personalizado) e o ber?o de Rafe está bem perto do meu outrodo. Olho primeiro para minha
companheira e depois para meu bebezinho, sorrindo para cada um deles, maravilhada o quanto
eles já se parecem seus cabelos escuros e olhos arregdos, cada um emoldurado por cílios
escuros.
Meu sorriso se aprofunda enquanto olho entre eles. Quero dizer, é ro que Sinir n?o tem as
bochechas rechonchudas de Rafe, mas a semelhan?a ainda é estranha. Está muito, muito ro quem
é o pai deste bebê.
“é rude da sua parte, bebezinho”, eu sussurro, virando-me dedo e espiando o ber?o, “por n?o me
preocupar em parecerigo.” Ele suspira um pouco durante o sono e se mexe, ficando mais
confortável. é t?o fofo que acho que meu cora??o vai explodir ao vê-lo. Mas a vis?o do meu bebê
super fofo n?o pode fazer muito para me distrair de todos os pensamentos que est?o passando p
minha mente agora. Eu rolo de costas e olho para o teto distante, virando-os um por um.
Metade deles diz respeito ao casamento, o que me deixa muito entusiasmado. E penso que é uma
boa ideia – metade do problema de unir esta na??o é sugerir aos humanos e aos lobos que esta
na??o respeita ambos os tipos de pessoas – e que somos todos iguais. Um casamento entre eles –
especialmente t?o divulgadoo Sinir pensa que deveria ser – irá longe ambas as
pop??es ao sugerir que o
A família real, pelo menos, abra?a verdadeiramente esta ideia.
Tor?o o nariz e rio um pouco ao pensar em mim mesmoo parte de uma família real – n?o sou nem
de longe sofisticado o suficiente para tal título – mas ent?o suspiro novamente, distraído.
Porque o outro ponto de Sinir ainda é válido – eu sei, no meu cora??o, que quero ajudar os nossos
cidad?os, ajudar todos. E eu tenho esse incrível poder de cura que poderia usar nos hospitais do
nosso país para realmente ajudar fisicamente as pessoas…
Mas é isso que eu realmente quero fazer? Esse é o melhor uso dos meus dons? Ent?o, de repente,
lembro-me de alguém que poderia ajudar. O mais silenciosamente que posso, viro-me e abro a gaveta
aodo da mesa de cabeceira, retirando o celr que n?o tenho há semanas, desde que estivemos
no bunker. Eu ligo e, em seguida, rapidamente pego um nome familiar em meus contatos e envio uma
mensagem de texto:
Isabel! Tenho sido um péssimo amigo – mas agora estamos de volta, de onde tínhamos que ir. Você
tem um minuto amanh?? Fr?
Mordendo o lábio – porque realmente me sinto mal por negligenciar minha amizade, especialmente
depois que pedi a para ficar aqui em vez de ir para casa – envio minha mensagem e espero que
minha amiga possa me perdoar.
Mas, considerando o qu?o boa e gentil é, se n?o um pouco afiada às vezes, eu penso, sorrindo –
eu penso, e espero, que me perdoe.
Ent?o, me sentindo um pouco melhor por ter iniciado um no, finalmente adormeci.
Quando o rme de Sinir toca na manh? seguinte, ele geme enquanto r para desligá-lo, e ent?o
ele cai de volta em seu lugar e estende o bra?o para mim. Mas ele abre os olhos surpreso quando sua
m?o encontra… nada. Porque assim que ouvi o rme, engasguei e rolei para longe, pegando meu
telefone, desesperado para ver se Isabel respondia. Siiim,” eu sussurro, animado ao ver que tenho
uma mensagem esperando. “O que?” Sinir pergunta, grogue. “O que está acontecendo?” “Nada”,
murmuro, abrindo rapidamente minhas mensagens. Volta a dormir.” Ignorando-o, clico ansiosamente
para abrir a resposta de Isabel.
! Onde diabos você estava!? Estávamos todos t?o preocupados! Por favor, venha me ver – eu
mesmo quero abra?á-lo e ter certeza de que você está bem. Estou no Centro de Refugiados – passe
por aqui a qualquer hora depois das 8, alguém irá levá-lo até mim.
Come?o ansiosamente a digitar minha resposta, mas, antes de chegar longe, ou?o um rosnado atrás
de mim e sinto um bra?o gigantesco envolvendo minha cintura. Eu suspiro e grito de choque quando
Sinir me puxa, rindo, p cama para me odar firmemente contra seu peito.
“Que diabos é isso?” ele rosna em meu ouvido, fingindo estar raiva. Meupanheiro? Me
negligenciando p manh??
“Ohh, pobre e assustador Alfa”, provoco, virando-me em seus bra?os para que meu est?mago fique
pressionado contra o dele, fazendo beicinho zombeteiro em seu rosto. “Você precisava do seu beijo e
aconchego matinal, ou ent?o n?o podee?ar o dia?”
“Com certeza, n?o posso”, ele rosna, mostrando os dentes para mim – um ato que provavelmente faria
alguns homens se encolherem, mas que só me faz rir. Teremos que introduzir alguma disciplina nesta
casa… você tem deveres, pequena Rainha…
“Ohhhh, pequena rainha,” eu digo, me apertando mais contra ele e passando meus bra?os em volta de
seu pesco?o para que todo o meu corpo fique nivdo contra o dele.
“Gosto desse novo apelido. Muito elegante.” “Você sabe,” ele murmura, abaixando a cabe?a para
arrastar beijos ao longo do meu pesco?o e descendo por seu ombro, a barba por fazer me fazendo
estremecer. “Eu poderia pensar em algumas outras coisas para ligar para você.” “Ah, sério”, suspiro,
“rndo um ombro para trás para que Sinir possa continuar seu caminho descendo p minha
víc e descendo, até que seus lábios pressionem a pele logo acima dos meus seios. “Como o
que?” “Garota má”, ele oferece, olhando para mim.
“Por pegar seu telefone logo p manh?. Me deixando ciúmes de quem quer que seja quem
você está fndo. E ent?o ele baixa o olhar, continuando seu caminho. Estreme?o um pouco ao sentir
seus lábios contra minha pele, enterrando meus dedos em seu cabelo preto e sedoso e deixando
minha cabe?a inclinar um pouco para trás de prazer.
“N?o há raz?o para ficar ciúmes”, murmuro. “é só Isabel. Vou visitá hoje no Centro de
Refugiados.” “O que?” ele pergunta, levantando a cabe?a, toda a divers?o desaparecendo de sua voz.
Eu fico imóvel, franzindo a testa para ele, me perguntando o que deu errado. O que é?” “Você está
indo para o Centro de Refugiados?” Viro minha cabe?a para odo. “Isso é ruim?”
“é muito perigoso, E”, diz Sinir, olhando fixamente para mim. “Essas pessoas est?o
desesperadas – s far?o qualquer coisa para melhorar suas situa??es, s podem tentar tirar
vantagem de você…”
“Baby,” murmuro, colocando a m?o em sua bochecha e franzindo a testa ainda mais enquanto procuro
seu rosto. “é exatamente por isso que eu deveria ir. Eles precisam de ajuda – eu posso ajudá-los…”
Ele suspira e abaixa a cabe?a por um momento, pensando no assunto. Espero, tentando ser paciente,
mas incapaz de evitar me sentir um pouco frustrada. Ainda ontem ele me disse para encontrar meu
próprio caminho, e hoje ele está tentando me dizer que o caminho que escolhi é muito perigoso?
“Eu só… quero que você esteja segura”, diz ele, levantando a cabe?a e me olhando nos olhos. Minha
frustra??o desaparece instantaneamente porque eu entendo – eu realmente entendo.” Estaremos
seguros,” eu sussurro, passando a m?o sobre a barba por fazer de seu rosto. “Isabel vai todos os dias
– e n?o me colocaria em uma situa??o se pensasse que eu…” “Espere, nós?” Sinir diz,
sentando-sepletamente agora e olhando para mim severidade. “Quem somos ‘nós’?” “Rafe e
eu”, digo, sentando-me sobre os cotovelos e olhando para meupanheiro gigantesco elevando-se
acima de mim.
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Ele ri, zombeteiro, e olha: Você n?o vai trazer o bebê. ausente.
Eu rio de volta. “Apenas tente me parar!”