Capítulo 397
#Capítulo 397 – Um Novo Lar E
Alguns dias depois, depois que Sinir e eu tivemos algum tempo para refletir, consultar e decidir,
convidamos Roger e Cora para nossa casinha certa manh?. Nós dois estamos na frente esperando
por eles, Rafe todo vestido de azul e branco em meus bra?os.
Sorrio para meu bebê, muito feliz por finalmente estar de volta em casa, por poder vesti-lo todas
as roupas que eendei para ele durante minhas longas semanas de repouso na cama. Esse
garoto já tem um guarda-roupa incrível, mas é ro que ele n?o foi capaz de usá-lo – e, de forma
dolorosa, cresceu parte dele durante nosso tempo no bunker.
“Ele está ficando muito grande,” murmuro para Sinir, colocando meu bebê mais alto em meu bra?o.
“O que você está nele estáe?ando a aparecer.”
Sinir sorri e olha para o bebê. “Ele terá um metro e oitenta em pouco tempo. Meu pequeno
linebacker. “é melhor n?o ser,” resmungo, mas n?o consigo evitar sorrir para minha gracinha. “Ele
ainda precisa ser meu bebezinho de b de praia por um tempo. Pelo menos mais dezesseis anos.
“N?o conte isso,” Sinir suspira. “Tive meu surto de crescimento cedo. Ele será mais alto que
você na quarta série.” “N?o,” eu suspiro, girando para olhar para ele horror. Meupanheiro
apenas dá de ombros, rindo de mim e insinuando que isso é inevitável, mas ent?o ele levanta o queixo
em dire??o à entrada onde o carro de Roger está parando. Respiro fundo enquanto me viro para
observá-los, e ent?o considero algo em voz alta. “Você sabe”, eu digo, “na verdade nunca vi o
apartamento de Roger”.
Eles est?o hospedados lá há alguns dias, Cora feliz por abandonar seu apartamento bastante insípido.
“Você está melhor”, responde Sinir, erguendo as sobrancelhas. “Cidade de solteiro.” “cas de
neon?” Eu pergunto, franzindo o nariz. (Cole??o de copos de cervejaemorativos? — Tudo o que
você está imaginando — suspira Sinir, afundando as m?os nos bolsos enquanto Cora e Roger
estacionam e saem do carro, e pior. — Barf — murmuro, e ent?o Olho para meu bebê novamente.
“N?o se preocupe, Rafey. Nunca deixaremos você viver assim. “Oi!” Cora diz alegremente, vindo até
nós e me beijando na bochecha antes de pegar Rafe dos meus bra?os, arrulhar para seu afilhado e
dizer olá. “O quê, nada para mim?” Sinir diz, sorrindo – embora ele esteja ramente satisfeito por
, assimo nós, amar tanto o bebê, ele n?o está recusando a oportunidade de provocá. Cora
apenas acena desdém para Sinir enquanto Roger também me beija na bochecha e dá um
abra?o em seu irm?o. “Tem café da manh??” Rogério pergunta. “Cora n?o sabe cozinhar. Estou
morrendo de fome – n?oo há dias.”
“Minhas habilidades est?o em outro lugar!” Cora chama por cima do ombro, dan?ando um pouco para
mostrar a Rafe algumas das florzinhas que est?oe?ando a brotar no jardim. “ro”, diz Sinir,
rindo e apontando para a porta aberta atrás de nós. “Entre. Fizemos algumas altera??es e estamos
curiosos para ver o que você pensa.” “Realmente?” Roger pergunta enquanto nós três entramos
juntos, Cora seguindo atrás o bebê. “Você n?o ficou satisfeito o tema de sangue e terror que
usou em seu quarto?”
Mas seu queixo cai, sua atitude atrevida o abandona enquanto ele olha ao redor da s de estar na
entrada de nossa casa, que foipletamente redecorada em tons de azul e cinza luxuosos
móveis de couro marrom. “Uau,” ele diz, seus olhos se arregndo. “Vocês realmente trabalharam
rápido algumas mudan?as”, “Vocês gostaram ds?” Pergunto ansiosamente, enrndo meu
bra?o firmemente em torno de Sinir enquanto Cora vem para o meudo.
“Adorei”, diz , olhando em volta para as antigas gravuras de pássaros Audubon que usamos para
decorar as paredes. “é t?o… simples e chique. Mas também quente. olha para mim amor e
ciúme nos olhos. “Você é t?o boa nessas coisas, E”, suspira. “Eu gostaria de poder fazer isso.”
“é um presente,” eu digo, rindo enquanto jogo meu cabelo por cima do ombro. “Venha olhar para
cima!” E ent?o eu agarro a m?o d e puxo e o bebê atrás de mim. Posso ouvir Roger e Sinir
nos seguindo. “Vejo que você manteve o elevador de escada”, Cora murmura, rindo um pouco. “Bem,
isso é útil para Henry”, digo quando chegamos ao topo da escada,n?ando um sorriso por cima do
ombro. “Além disso, muito divertido.” Ent?o eu a puxo para o quarto, que também foi totalmente refeito
em mil tons de branco, bege e blush. Cora engasga ao ver a cama gigantesca seu edredom muito
macio, o aconchegante tapete de pele branca e até areira elétrica que instmos em uma das
paredes. “Oh meu Deus,” suspira, entrando na s e se virando. Ent?o vê o armário que
tínhamos. totalmente reformado para odar melhor as roupas de duas pessoas.
“Isso é incrível”, Roger concorda, entrando na s e olhando em volta o que só consigo
considerar ciúme em seus próprios olhos. Bato palmas um pouco, pndo ao vê-los admirar o
espa?o. “Embora eu tenha que admitir”, diz ele, voltando-se para o irm?o. “Isto n?o pareceo você
sentiu no último quarto.”
Sinir apenas encolhe os ombros, um pequeno sorriso nos lábios. “Decidimos que era hora de
mudar.” “E”, diz Cora, franzindo a testa enquanto espia o armário – que agora tem um lustre, uma
esta??o para joias e um espelho de corpo inteiro… mas n?o há roupas nele, nem uma única pe?a.
“Por que… por que isso está vazio?” volta para o quarto também. “E onde est?o todas as coisas
de Rafe? Seu trocador – seu ber?o…” E eu grito um pouco quando a vejo descobrindo nossa
surpresa.
“Decidimos”, repete Sinir, “que era hora de uma grande mudan?a”.
Cora nos encara confusa. Mas Roger engasga, juntando tudo mais rápido que seupanheiro. “Oh,
meu Deus,” ele geme, trope?ando um passo para trás e olhando ao redor da s novamente. Centra-
se, em particr, na pintura que colocámos por cima dareira. é sutil ainda em cores ras para
combinar o resto da s – mas retrata ramente uma tempestade de ver?o acima de uma
floresta. “N?o, pessoal – vocês n?o -” ”
O que?” Cora pergunta novamente, vindo para o meudo, e eu pego a m?o d. “Estamos nos
mudando para o palácio, Cora,” eu digo suavemente, sorrindo para . “Queremos… fizemos tudo
isso por você.” “O que!?” engasga, aparentemente incapaz de pensar em outras pvras enquanto
leva a m?o trêm à boca. “O que você é, o que você…” E ent?o se vira na s, olhando em volta
para tudo – todas as coisas que escolhi só para . E sinto um arrepio de alegria irradiar do meu
cora??o ao ver os olhos da minha irm? se encherem de lágrimas.
“Vamos pegar todas as coisas do bebê para você”, digo baixinho, “um pouco mais tarde. Mas
pensamos… por enquanto, você pode querer apenas odar vocês dois…” “é demais,” Roger diz,
sentando-se na cama enquanto continua a olhar ao redor do quarto, bn?ando a cabe?a. “Dominic –
nós n?o podemos…” “Você tem que fazer isso,” Sinir diz um encolher de ombros. “A papda
está toda terminada. Está fora do meu controle agora – problema seu.”
Ele bate as m?oso se estivesse tirando o pó, provando seu ponto de vista enquanto sorri para
seu irm?o. “E,” Cora diz, um pequeno solu?o preso em sua garganta enquanto se aproxima
de mim e me deixa envolvê em meus bra?os.
“Estou t?o feliz por poder lhe dar umr, Cora”, sussurro para . “O que sempre quisemos quando
crian?as. O que nós dois temos agora.
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Com isso, realmentee?ou a chorar, e eu rio e a seguro perto, sentindo algumas lágrimas
escorrendo pelo meu rosto também. Olho para Roger, me sentindo um pouco desanimada ao vê-lo
enxugando os próprios olhos. “Obrigado, Dominic,” ele diz, e eu sorrio o fato de que o irm?o que
normalmente n?o conseguimos cr n?o tem mais nada a dizer. “Isso foi… isso foi t?o legal.” “Nós
amamos você, irm?o”, diz Dominic, dando tapinhas em suas costas e olhando para ele. “Mas você tem
que dar o meu nome ao garoto.” “Sem chance!” Cora protesta em meio aos solu?os, n?o deixando
isso passar. “Nome do meio”, Roger murmura, sorrindo para seu irm?o. “ro que sim.” E Dominic ri,
e eu também.
Nossos olhares se encontram e nem preciso transmitir nenhuma emo??o ao vínculo para saber que
ele sente exatamente o mesmo que eu: t?o grato por nossos irm?os, t?o animado por eles, e t?o, t?o
feliz por poder dar-lhes o seu amor. primeira casa para criar o filho.
“Obrigada por me tirar daquele apartamento,” Cora murmura em meu pesco?o, me fazendo rir. “Foi t?o
ruim.” “Qual deles?” Eu pergunto, sorrindo. “Seu ou dele?” “Ambos”, suspira. “Isso significa que
vocês dois est?o se mudando para o palácio?” Roger pergunta, se recuperando e respirando fundo.
Sim”, responde Sinir, passando um bra?o em volta dos ombros de seu irm?o, “logo depois do café
da manh?.”
“Ah, ent?o realmente temida”, diz Cora, levantando a cabe?a e olhando um pouco ansiosa para a
porta. “Vocês dois”, eu digo, bn?ando a cabe?a e andando até lá. Vocês v?o ter que
aprender a se alimentar. E o bebê. “Vamos tocar de ouvido”, admite, sorrindo, e ent?o todos
descemos as escadas para nossa última refei??o em nossa casa.
Ou, penso, sorrindo para mim mesmo, o primeiro de muitos na casa de Roger e Cora.