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Cap铆tulo 396

    Capítulo 396


    #Capítulo 396 – O Longo Caminho para Casa


    “Chega de viagens”, resmungo baixinho, tentando embr meu bebezinho em meus bra?os e distraí-


    lo do barulho da estrada, “nunca mais”. , movendo uma de suas pe?as um espa?o para frente. “Pelo


    menos conseguimos a informa??o que procurávamos.”


    “Bem, isso eu nunca vou remar”, eu digo, virando a cabe?a e sorrindo para . Mas da próxima


    vez?


    sorri, antecipando o que vou dizer a seguir. “Vamos pegar um jato particr.” Cora ri, bn?ando a


    cabe?a para mim e recostando-se no encosto da cadeira na cozinha. Isso seria um desperdício de


    recursos, e provavelmente seria muito pouco voo ou algo assim para o templo da m?e”,  suspira.


    “Bem, ent?o nenhum dos nossos filhos”, bufo, inclinando-me para estudar o quadro, “vai ter que


    aprender a dobrar o tempo e o espa?o, porque n?o estou sofrendo isso de novo…”


    Mas antes mesmo que eu possa terminar a frase, Roger, no banco do motorista, sofre um enorme


    svanco e o tabuleiro do jogo voa no ar, pe?as se espalhando apesar de sua liga??o magnética. Eu


    gemo e recosto no meu assento enquanto Cora suspira e pega os peda?os, colocando-os de volta na


    caixa. Ambos sabemos que essa distra??o específica acabou. “Desculpe!” Roger chama por cima do


    ombro. “N?o vai acontecer de novo!” “Ele simplesmente sabia que eu estava batendo em você,”


    resmungo quando Sinir vem e se senta ao meudo. Por que você o deixou dirigir, afinal? Você é


    melhor nisso do que ele. “Oh, n?o, ele n?o está,” Cora murmura, defendendo seupanheiro, mas


    Sinir e eu a ignoramos.


    “Ele insistiu”, Sinir me diz um encolher de ombros, estendendo a m?o para o bebê. “E você


    sabeo ele fica quando sente que n?o está conseguindo a sua vez o brinquedo.”


    Eu rio um pouco, entregando o bebê ao meupanheiro, que sorri para seu filho mal-humorado. “Eu


    concordo,” Sinir diz, sorrindo para mim agora e estendendo a m?o para colocar uma mecha do meu


    cabelo atrás da orelha. “Próxima vez? Tudo luxo. Vamos deixar vocês bêbados no aeroporto para que


    nem se lembrem do voo, e depois passaremos o resto do tempo nos deleitando. “é melhor que isso


    seja uma promessa”, murmuro, encostando-me nele e fechando os olhos. “Você acertou, baby,” ele


    sussurra, beijando o topo da minha cabe?a. “Ei, ent?o,” Cora diz, e eu abro meus olhos para vê


    inclinada sobre a mesa, sua aten??o focada principalmente em Sinir. “Para onde estamos indo,


    afinal?” “Hum, em casa?” ele diz, franzindo a testa para . “Sim”,  diz, inclinando a cabe?a para o


    lado, “mas… tipo, um bunker em casa? Clínica terrivelmente desconfortável em casa? Sua casa, a


    casa de mil cadáveres? Sinir ri um pouco. “Eles se foram agora”, diz ele, acenando a m?o e


    sorrindo. “Temos um servi?o muito…particr que nos ajuda esse tipo de necessidade.”


    “Oh, estranho,” eu digo, sentando e olhando para ele curiosidade. “Como é aqu entrevista de


    emprego?”


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    “Informa??es acima do seu nível srial”, diz ele, sorrindo e dando um tapinha no meu joelho. “Ent?o,


    vamos para casa?” Cora pergunta, interessada. “Isso é… seguro?” “Bem,” Sinir considera


    seriamente, temos quase certeza de que o Culto em si n?o tem nenhum problema particr conosco –


    que eles estavam apenas servindo Xander, provavelmente porque ele lhes forneceu uma grande


    quantidade de dinheiro e recursos. Mas agora que prejudicamos seriamente os recursos e m?o de


    obra do Culto, e Xander fugiu”, ele dá de ombros, “n?o vemos nenhuma raz?o para n?o voltar para a


    cidade.


    Estamos de olho nisso, mas acho que é hora de re?armos nossas vidas.” “Tem que ser mais


    complicado do que isso,” eu digo, bn?ando a cabe?a e franzindo a testa para ele. “Xander n?o vai


    descansar…” “N?o, ele n?o vai”, Sinir concorda, olhando para mim seriamente. “Mas n?o estamos


    sem recursos, amor. Só fomos ao bunker porque n?o sabíamos o que estávamos enfrentando.


    Mas agora que o nosso inimigo está em fuga, é um bom momento para nos reagruparmos e


    concentrarmos na tarefa interrompida: garantir que este país esteja unido sob um único Rei.” “E esse é


    você, certo?” Cora pergunta, olhando para ele curiosidade. “Bem, esperamos que sim”, diz ele,


    sorrindo para . “Você tem alguma obje??o?”


    “Será que o povo desta na??o sabe”, diz , “que o seu Reie todas as fichas? E n?o se preocupa


    em considerar se a cunhada queria algum?


    Sinir sorri e se inclina para frente. “Eles também sabem que a dita cunhadaeu todos os


    biscoitos de chocte


    Cora engasga, horrorizada. “Injusto!”  diz. “Esta cunhada está grávida!” “Suficiente!” Eu gemo,


    especialmente quando Rafee?a a se agitar mais nos bra?os de Sinir. Eu levanto minhas m?os


    até as têmporas e as esfrego suavemente enquanto minhapanheira e minha irm? ficam em


    silêncio, sorrindo uma para a outra. “N?o posso argumentar além de viajar emta de sardinha. Além


    disso, está fedorento aqui. “Trégua, ent?o,” Cora suspira. “Ent?o, casa?” Eu digo, igualmente curioso


    enquanto olho para meupanheiro. “Casa”, ele diz um aceno de cabe?a. “…por agora.”


    Eu franzo a testa para ele, intrigada, mas ele envia uma pequena pulsa??o pelo vínculo que me


    silencia, deixando-me saber que ele quer ter uma conversa privada em vez de uma Cora.


    Concordo a cabe?a e dou-lhe um beijinho no ombro antes de descansar a cabe?a no mesmo


    lugar. “Ent?o, o que você acha?” Cora pergunta, olhando para suas m?os novamente e abrindo-as e


    fechando-aso se pudesse ver seu presente brilhando ali. “Serei capaz de atirar raios nas


    pessoas? Ou n?o?”


    “Você pode fazer o que quiser”, digo apaziguadoramente para minha irm?, sorrindo, imaginando o


    quanto  gostaria de eletrocutar todo mundo que a irritasse. “Na verdade, eu queria fr você


    sobre isso”, diz Sinir. “Realmente?”


    pergunta, seus olhos se arregndo de curiosidade.” ro”, diz ele, dando de ombros e


    inclinando-se para envolvê maispletamente. “Considerando que provavelmente me tornarei o


    rei de uma na??o que terá muitas preocupa??es militares, me pergunto se você estaria disposto a


    considerar experimentar seu dom e vero ele poderia ser usado… bem,o um presente. tipo de


    arma.”


    “Realmente!?”  diz novamente, mais ansiosa agora. “Eu nunca pensei nisso dessa forma -“


    “Cora!” Eu repreendo, sentando-me direito e franzindo a testa entre meupanheiro e minha irm?.


    “Você é médico! Você n?o deveria pensar em machucar as pessoas seu dom!


    — Rxe, E —  murmura, recostando-se na cadeira e franzindo a testa para mim. “Na verdade,


    n?o vou atingir as pessoas raios, mas Sinir está certo – isso pode ser estrategicamente útil.”


    “Criando um furac?o diante do avan?o da Marinha”, oferece Sinir, virando-se para mim um


    encolher de ombros. “Ou mesmo, no dia de uma batalha, garantir que as outras tropas recebam chuva


    enquanto as nossas permanecem secas, isso poderia mudar a maré de qualquer guerra.” Fico um


    pouco pálido pensando nisso, olhando para meu bebê. Já estou farto de guerra e certamente n?o


    quero que ele seja criado em um mundo cheio d. “Você realmente acha que estamos caminhando


    para situa??eso essa?” Eu pergunto, minha voz suave. Sinir levanta a m?o e acaricia


    suavemente meu cabelo, simpatia ra em seu rosto. “Lamento dizer isso, amor”, ele responde


    gentilmente, “mas acho que sim.


    N?o chegaremos ao poder em tempos de paz. Podemos lutar por isso, mas… temos que lutar.”


    Suspiro, olhando para a mesa, preocupada novamente. “Mas pelo menos eles nos pegaram”, diz


    Cora, inclinando-se sobre a mesa e oferecendo a m?o. Eu olho para , sem realmente entender o


    que  quer dizer.  dá de ombros. “Você e eu queremos paz. Esses três também — diz ,


    bn?ando a cabe?a para indicar os homens Sinir. “Juntos, somos… uma espécie de for?a a ser


    reconhecida. Prefiro lutar p paz do que deixar que outros decidam por nós.” “Entendi”, murmuro,


    afundando na cadeira outro suspiro. “Eu só… quero mais para nossos filhos do que isso.”


    “Nós daremos a eles,” Sinir promete, e eu olho em seus olhos, querendo muito acreditar nele.


    “Juntos, faremos deste mundo o que deveria ser, para o bem deles e de todos os outros.” Lentamente,


    aceno a cabe?a, concordando o no. Pego a m?o oferecida p minha irm? e aperto-a. E


    o trailer continua andando p estrada, nos levando de volta à cidade onde tudoe?ou. A cidade,


    e aqu na??o, e o mundo que cabe a nós moldar se estivermos dispostos a lutar por isso.
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