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Cap铆tulo 424

    Capítulo 424


    #Capítulo 424 – A Marca E


    “Bem, isso é estranho,” murmuro, olhando através do meu telefone enquanto meupanheiro senta


    sem camisa ao meudo, terminando a última papda antes de dormir.


    “O que é estranho,” ele pergunta, embora eu possa dizer que ele está apenas parcialmente prestando


    aten??o. Mas franzo a testa, olhando para a mensagem de Cora. “Cora disse que vai passar alguns


    dias Roger.”


    “O que?” ele pergunta, sua cabe?a girando para mim, sua voz instantaneamente mais alerta. Ent?o ele


    pega seu próprio telefone da mesa de cabeceira. “Isso n?o pode estar certo”, diz ele, folheando suas


    mensagens. Roger n?o disse nada para mim.


    “Bem, tanto faz,” eu digo, dando de ombros. “Eles podem reservar algum tempo para si mesmos –


    “E,” Sinir suspira, e eu olho para ele surpresa. “Estamos nejando uma coroa??o e


    tentando governar um país. Estou dependendo dele para estar aqui!”


    Eu franzo a testa para ele e bn?o a cabe?a um pouco. “N?o seja t?o pouco romantico, Dominic,” eu


    repreendo. “Eles est?o apaixonados, v?o ter um filho. Além disso, Cora estava incrível nos vestidos de


    noiva hoje – acho que vou conseguir convencê a participar desse casamento. Se eles fazem isso


    por nós, por que n?o lhes daríamos alguns dias de folga?


    “ disse que ia fazer isso?” ele pergunta, levantando as sobrancelhas para mim.


    “N?o!” Eu digo, sorrindo enquantoe?o a digitar uma resposta no meu telefone. “ disse para


    esquecer isso.”


    “O que!?”


    “N?o se estresse”, eu digo, rindo e olhando para ele novamente. “Eu conhe?o ! Acho que  vai


    dizer sim. Devemos seguir em frente os nos.”


    Sinir apenas geme e bn?a a cabe?a, digitando sua própria mensagem, provavelmente para seu


    irm?o. Eu me concentro sozinho.


    Tudo bem, Cora! Leve o tempo que precisar. N?o se preocupe os acampamentos que Isabel,


    Hank e eu podemos contrr. Irei informá-lo sempre que você voltar.


    Feito isso, olho rapidamente para o bebê para ter certeza de que ele ainda está dormindo – e sorrio ao


    ver que ele está antes de me enrr aodo do meupanheiro, descansando minha cabe?a em


    seu peito e dando-lhe um beijinho enquanto ele termina. sua mensagem para Roger e pressiona


    enviar.


    “Você gritou ele?” Eu pergunto.


    “Sim”, ele responde antes de jogar o telefone dedo e passar o bra?o em volta de mim. “Tudo bem,


    n?o grite Cora,” murmuro, ficando sono. “Esse é o meu trabalho.”


    “Você acertou”, ele responde.


    Ficamos em silêncio por um longo momento antes de Sinir pigarrear. Abro os olhos, surpresa, antes


    de olhar para ele. “O que é?” Eu pergunto. Porque eu o conhe?o – sei que ele está exausto e que nós


    dois precisamos dormir o máximo que pudermos.


    Ent?o, se Sinir está pigarreando, querendo conversar sobre uma última coisa antes de dormir?


    Algo está acontecendo.


    “E…” ele diz, hesitante. “Quero que você confie em mim quando eu lhe contar o que tenho a dizer.”


    Sento-mepletamente agora, franzindo a testa para ele.


    “Diga-me,” eu exijo, ficando subitamente ansioso. “Agora mesmo.”


    “Volte aqui”, diz ele, puxando meu ombro. Mas eu apenas bn?o a cabe?a para ele, franzindo a


    testa, minha ansiedade piorando.


    “N?o até você me contar.”


    “E,” ele diz, sua voz baixa advertência.


    “Dominic!”


    Ele apenas me encara por um longo momento antes de perceber que n?o vou desistir, e ent?o fecha


    os olhos por um segundo, fortalecendo-se. “E, recebemos notícias dos Atxianos hoje. Eles… eles


    querem enviar uma delega??o para a coroa??o.”


    “O que!?” Eu suspiro, horrorizado.


    “Todas as outras na??es vizinhas est?o vindo”, diz ele rapidamente, “enviando uma delega??o, se n?o


    a própria realeza. Seria um insulto incrível n?o convidar também os Atxianos.


    “Espere,” eu digo, esticando um dedo para detê-lo. “Estou ouvindo você certo? Eles n?o apenas est?o


    vindo, mas você convidou aqueles fanáticos!? Para nossa CASA!?”


    “E,” ele rosna, abrindo os olhos e passando meu dedo, derrubando-o. “Tivemos que estender o


    convite – teria sido um ato de agress?o t?o óbvio se n?o o fizéssemos –”


    Zombo, pensando que talvez os Atxianos precisem de um pouco de agress?o em suas vidas, e


    come?o a me afastar de Sinir, chutando os cobertores. Mas antes que eu possa ir longe, ou?o-o


    rosnar e ent?o o sinto passar o bra?o em volta da minha cintura e me puxar, for?a, de volta para


    ele.


    Deixo escapar um pequeno grito de surpresa quando Sinir se levanta sobre mim, rapidamente


    juntando meus dois pulsos em uma de suas m?os e levantando-os sobre minha cabe?a antes de usar


    seu corpo para me prender no colch?o.


    “O que!” Eu suspiro, e ent?o franzo a testa para ele, raiva. “O que você está fazendo!? Saia de


    cima de mim, Dominic!


    Belonging ? N?velDram/a.Org.


    “Sem chance, pequena rainha,” ele murmura, olhando para mim, um pouco de escurid?o em seus


    olhos. “Estoue?ando a pensar que você precisa de um pequeno lembrete de quem é o Alfa neste


    rcionamento e o Rei nesta na??o”, diz ele, firmeza.


    Eu olho para ele, me contorcendo um pouco embaixo dele, mas ele se mantém firme. “Estou


    autorizado a ter minhas opini?es!” Eu estalo,e?ando a ficar chateado. “N?o preciso concordar


    com tudo o que você diz e faz!”


    “Você n?o precisa concordar isso”, ele rosna, aproximando seu rosto do meu. “Mas você tem que


    apoiar isso,panheiro. Precisamos apresentar uma frente unida.”


    Abro a boca para protestar, mas ele me silencia um olhar. Amargo, fecho a boca.


    “Pronto”, diz ele, lento, satisfeito. “Eu ou?o você, E,” ele continua suavemente. “Agrade?o sua


    contribui??o, mas isso é sério. N?o posso permitir que você questione minhas decis?es. Estou


    fazendo o que sei ser certo para nós dois – para nossa família. E você precisa confiar em mim.


    Aperto a mandíb enquanto olho para ele por um segundo, mas ent?o algo em mim cede. Volto


    minha aten??o para minha loba ent?o, vendo-a se pressionando perto do ch?o mesmo enquanto um


    pequeno grunhido r em seu peito – porque mesmo que  n?o goste,  respeita o domínio do


    nossopanheiro.


    E  confia nele. Confia que ele lutará por nós e cuidará de nós, e nunca tomará uma decis?o que


    nos coloque em perigo.


    E ao vê submeter-se, sei que está certo. Eu levanto meu queixo, olhando diretamente nos olhos do


    meupanheiro, deixando-o sentir minha submiss?o no vínculo, mesmo quando meu rosto lhe diz


    que n?o estou feliz isso.


    Apenas o canto da boca de Sinir se abre em um pequeno sorriso enquanto ele abaixa o rosto e


    ro?a seus lábios brevemente nos meus. E ent?o ele pega a outra m?o, aqu que n?o prende meus


    pulsos acima da minha cabe?a, e a percorre ao longo do meu nco, mergulhando para agarrar minha


    bunda a palma da m?o.


    “Ver? Quando você faz o que eu digo… há rpensas.”


    N?o posso evitar quando meus olhos se fecham quando o sinto apertar minha bunda, assumindo o


    controle do meu corpo. Minha cabe?a cai um pouco para trás, expondo meu pesco?o para ele. Sinir


    aproveita imediatamente isso, pressionando sua boca ansiosamente em meu pulso,mbendo minha


    pele, deixando seus dentes rasparem contra minha carne. E eu gemo quando ele deixa seu corpo


    pressionar mais contra o meu, deixando-me sentir o peso dele me prendendo.


    Ele rosna ao ouvir meu gemido, faminto por isso, amando isso. E eu também adoro isso – porque, por


    mais teimoso que eu possa ser, há algo muito bom nisso – algo talvez biológico em me submeter ao


    meu Alfa que me faz querer ceder-lhe o controle total.


    “Diga,” ele rosna, movendo a m?o lentamente por todo o meu corpo, sobre meu peito e pesco?o até


    que ele pega meu rosto em sua m?o e vira-o para ele para que eu possa sentir sua respira??o contra


    meus lábios.


    “Eu me submeto,” gemo, sentindo o prazer estremecer através de mim enquanto sinto oprimento


    dele se esfor?ando contra o tecido de sua calcinha, pressionando forte e insistentemente contra minha


    entrada. “Eu confio em você, Dominic – eu – eu sei que você está fazendo isso por nós. Para todos


    nós.”


    E ele rosna em consentimento antes de deslizar a m?o livre pelo próprio corpo, pressionando a cueca


    boxer para baixo para que possa se libertar. Ent?o, quando estou ofegante por falta dele, ele se


    pressiona contra mim, me enchendo t?opletamente que um gemido sai da minha garganta


    quando o sinto deslizar contra todas as partes doloridas dentro de mim que querem ele inteiro, mais


    dele, o tempo todo.


    “Boa menina,” ele murmura antes de pressionar sua boca na minha e me reivindicar – reivindicando


    tudo de mimo seu antes de nos perdermos um para o outro. E eu me entrego de boa vontade,


    confiando nelepletamente,o sei que ele confia em mim. Meu Alfa, meupanheiro.
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