Capítulo 419
#Capítulo 419- Venha jantar
Quando finalmente saio do meu quarto, Rafe amarrado ao meu peito, e corro pelos corredores até a
frente do palácio onde pedi a Cora que esperasse por mim, encontro-a sentada os bra?os
cruzados e uma express?o frustrada no rosto.
“Oh, ei, E,” diz, sorrindo para mim. “Por que demorou tanto.”
Eu apenas sorrio inocentemente para minha irm?, jogando meu cabelo por cima do ombro. “N?o sei o
que você quer dizer, Cora. Eu vim o mais rápido que pude.”
“Oh,” diz, levantando as sobrancelhas para mim. “Tenho certeza que sim.”
E ent?oecei a rir ao perceber que Cora – bem. Cora n?o costumava fazer piadas sujas no
passado, n?o é? “Parece que Roger está contagiando você”, digo, estendendo a m?o para ajudá a
se levantar, o que aceita.
“Ele está tentando”, diz, me dando uma piscad e se inclinando para dar um beijo na testa de
Rafe. “Você está pronto? Finalmente?”
“Oh, vamos lá, Cora,” eu digo, revirando os olhos enquanto nos dirigimos para a porta. “N?o foio
se a espera fosse t?o longa.”
“Quarenta e cinco minutos! Honestamente, E… n?o é mais uma rapidinha se demorar quase uma
hora…
“Cora!” Eu sibilo, cobrindo os ouvidos inocentes de Rafe e olhando para todas as pessoas que est?o
na frente do palácio. “Eles v?o ouvir você!”
ri. “Oh, vamos lá, E, todos eles também sabem. Você sabe quantas pessoas me perguntaram
onde Sinir esteve? Estou inventando desculpas para você há mais de meia hora e todos
perceberam…
“Oh meu Deus,” eu digo enquanto saímos p porta da frente e encontramos Conner esperando por
nós. “Vamos parar de fr sobre isso! Imediatamente!”
“Bom no”, diz , rindoigo enquanto descemos até os carros que nos esperam. Pegamos a
estrada rapidamente depois de colocar Rafe em seu assento de seguran?a, indo diretamente para o
Acampamento Humano. Quando chegamos, vejo que Sinir enviou novamente um rtivo exército
de guardas, e que Isabel e Hank est?o esperando por nós dodo de fora dos port?es.
Felizmente, hoje eles parecem estar conversando pacificamente, em vez de permanecerem
indiferentes. Sorrio para eles enquanto saio do carro, grata por Isabel cumprir sua pvra ao tentar
aceitar melhor os humanoso parte da equipe.
“O que o manteve?” Hank diz, aproximando-se de nós e sorrindo em sua sauda??o, mas –
caracteristicamente – mantendo as m?os nos bolsos e evitando nos dar um abra?o. Eu mesma resisto
ao impulso, sabendo que isso só o deixaria desconfortável.
Cora sorri e abre a boca para dizer exatamente o que nos prendeu, mas dou um passo à frente e
ven?o . “Estávamos odando Sarah esta manh?”, digo, sorrindo para Hank e Isabel, que foram
atualizados ontem à noite sobre tudo o que sabemos sobre Sarah e Jessica. “ teve a gentileza de
nos contar sua história.”
“Ah, que bom”, diz Isabel, acenando para nós. “Espero que isso tenha dado alguma reza a vocês
dois e que vocês possam ajudá da mesma forma que ajudou vocês.” se inclina para
murmurar para Rafe agora, cumprimentando-o. O bebê a agrada chutando alegremente e agitando as
m?ozinhas, fazendo-nos rir.N?velDrama.Org content rights.
Ent?o,o um grupo de oito – nove, se contarmos Rafe – vamos para o acampamento para
trabalhar. Seguimos novamente para a tenda de interna??o infantil, pois Isabel e Hank identificaram
casos importantes que precisam da minha aten??o imediata. Lá, caímos em nossas rotinas, todos
querendo ajudar o máximo de pessoas o mais rápido que pudermos, principalmente considerando a
demora em chegar aqui esta tarde. Fa?o uma careta quando penso na minha hora roubada, me
arrependendo. Amanh? tentarei chegar mais cedo para poder realmente ajudar no que puder.
Quando me levanto do meu terceiro paciente da tarde, fico surpreso quando Hank menciona Sarah
novamente.
“Ent?o, está bem?” ele pergunta, folheando o prontuário do próximo paciente.
“Quem?” Eu pergunto, confuso.
“Sarah”, ele murmura. “E Jéssica”, ele acrescenta, um pouco depois. Sorrio um pouco, observando-o
enquanto ele intencionalmente n?o olha para mim, folheando páginas que sei que ele já leu.
“ está bem, Hank,” eu digo, mantendo minha voz propositalmente alegre. ” vai ficar no palácio
por um tempo – pelo tempo que quiser, na verdade, até decidir onde quer morar. Jéssica parece
muito feliz – conheceu alguns gatinhos e vaie?ar a frequentar a esc.”
“Bom”, diz Hank, deixando a prancheta cair ao seudo e olhando deliberadamente para longe de
mim, na dire??o do nosso próximo paciente. N?o posso evitar que meu sorriso cres?a um pouco
enquanto me pergunto o quanto Hank tem pensado na linda e ferida mulher de cabelos escuros cuja
irm? salvamos ontem.
Mas, ao estudá-lo, considero que honestamente poderia acontecer de qualquer maneira. Ele é muito
enigmático, n?o é? Ele está perguntando por curiosidade profissional a um médico a respeito de um
paciente? Ou…
“O próximo caso é aqui”, diz ele, afastando-se. Olho para Conner, que sorri para mim enquanto o
seguimos. Eu rio um pouco, pensando que se Conner também estiver percebendo…
Bem.
Talvez haja uma pequena intromiss?o a ser feita.
“Sabe, Hank”, digo quando chegamos à próxima cama do hospital, pegando os prontuários de sua
m?o e folheando-os, embora n?o tenha ideia do que dizem. “Você deveria vir jantar algum dia. No
palácio. panhe-nos,o velhos amigos.
“Alcan?ar?” ele diz, sua voz seca. ” Velhos amigos?”
“ro”, eu digo, olhando para ele os olhos arregdos.
“E,” ele suspira, rindo um pouco enquanto bn?a a cabe?a para mim. “A ideia dos velhos tempos
comigo e sua família significa que ou vou ver você morrer lentamente na cama ou levar um soco
na cara por crimes que n?oeti. Ent?o… talvez vamos usar issoo desculpa.
Eu rio aqui, genuinamente surpresa seu senso de humor. Quero dizer, ele acertou em cheio e
definitivamente percebeu minha estratégia.
“Bem, ent?o venha para novos tempos, Hank,” eu digo, sorrindo para ele. “Será divertido. Quero
dizer… Sarah pode estar lá.
“Dê-me isso,” ele murmura, pegando o gráfico em minhas m?os, procurando uma distra??o desta
conversa para que eu n?o perceba o pequeno rubor em suas bochechas.
“Ei, eu estava lendo isso!” Protesto, rindo e segurando o prontuário fora do alcance dele.
“Você nem entende o que diz”, ele repreende, olhando para mim um pouco, mas incapaz de evitar o
pequeno sorriso que surge no canto de seus lábios.
“Bem, uma garota pode aprender, n?o é?” Eu digo, elevado. Mas entrego o gráfico para ele uma
piscad. “Pense nisso”, eu digo. E ent?o olho para Conner. “Você também pode vir! Será uma festa!”
“Oh”, ele diz, genuinamente surpreso o convite enquanto tira o bebê de mim. “Hum, n?o tenho
certeza se isso é apropriado, Luna… quero dizer. Eu n?o posso… sair o rei.”
“Por que n?o?” Eu pergunto, confuso.
“Porque ele é o rei, E,” Hank responde, revirando os olhos para mim novamente bom humor.
“Você está acostumado demais ele para ver o qu?o intimidante ele é literalmente para todo
mundo.”
“Ohhh,” eu digo, acenando a m?o atrás de mim enquanto descarto o que eles est?o dizendo.
“Dominique é legal!”
“Legal”, ou?o Conner murmurar para Hank atrás de mim. “ acabou de descrever o Alfa mais
poderoso do reino – talvez o mundo seja legal.”
“Sim, é… E.” Hank suspira.
Mas eu os ignoro, sorrindo para a garotinha de cabelos castanhos que olha tristemente para mim. “Oi,
querida,” eu digo a , estendendo a m?o e oferecendo minha m?o. “Meu nome é E. O que é seu?”