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Cap铆tulo 413

    Capítulo 413


    #Capítulo 413 – Tempo de Espera


    Sinir pisca para mim surpreso e confuso e depois suspira enquanto f honestamente.


    “Preparamos uma c de interrogatório -”


    “N?o”, respondo, apontando um dedo para seu rosto, que ele imediatamente afasta. “N?o”, continuo a


    insistir, dando um passo mais perto e franzindo a testa furiosamente para ele. Rafe, em meus bra?os,


    come?a a chorar ainda mais. “Aqueles dois passaram por um inferno e salvaram a vida de Rafe -”


    “N?o temos ideia de quem eles s?o, E”, Sinir rosna para mim, “eles podem ser qualquer um…”


    “Eles n?o s?o.” Eu respondo, interrompendo-o e fazendo-o gemer e inclinar a cabe?a para trás em


    frustra??o. “Eles s?o refugiados – duas pessoas que perderam tudo, se é que alguma vez tiveram


    alguma coisa, parae?ar. Entendo que precisamos ouvir a história deles, Dominic, mas devemos


    tudo a eles. Devemos a vida do nosso filho àqu mulher ali — continuo, apontando atrás de mim


    para onde sei que Sarah ainda está.


    “Ent?o, o que você quer que eu fa?a?” Sinir diz, for?ando-se a ser paciente enquanto levanta a


    cabe?a novamente e olha para mim.


    “Trate-oso nossos convidados de honra”, respondo. “Coloque-os em um quarto de hóspedes –


    guarde-o se for necessário! Bug para que você possa ouvir cada pvra que eles dizem, se você


    estiver t?o preocupado! Eu n?o ligo! Mas até sabermos mais, tratamo-loso os convidados de


    honra que sei que s?o. Alimente-os, deixe-os ficar limpos e aquecidos, deixe-os dormir e amanh?


    faremos perguntas. Tudo bem?”


    Sinir respira fundo, fechando os olhos e esfregando-os lentamente o polegar e o indicador de


    uma das m?os. Ent?o, depois de um momento, ele abaixa a m?o e olha para mim novamente. “Uma


    suíte de hóspedes, totalmente vigiada. Num nível mais baixo – nem perto de onde dormimos. E


    ninguém os vê até de manh?, nem mesmo você. Tudo bem?”


    Concordo a cabe?a bruscamente e ele se afasta, avisando sua equipe e bndo um novo no.


    Enquanto Sinir faz isso, volto para Sarah e Jessica, que est?o ansiosas Cora.


    Apressadamente lhes conto o no – que vamos deixá-los passar a noite para rxar e se refrescar,


    e ent?o os veremos novamente p manh?. Sarah me diz que entende e que está tudo bem, e eu


    pego sua m?o novamente, dando-lhe um aperto.


    “Obrigado, eu digo, sorrindo para . ” Para tudo. E também p sua paciência – eu sei que isso é…


    bem, que é estranho,” eu digo um encolher de ombros.


    “Está tudo bem, Luna,”  diz, me dando um sorriso suave e passando a m?o pelo cabelo da irm?.


    “Afinal, crescemos na casa de um duque. Sabemos o que é ter que atender às necessidades de uma


    família real.”


    E meu queixo cai a rev??o da mulher:


    Que  cresceu na casa do meu tio Xander. E  pode ser quem tem as respostas para todas as


    perguntas que temos sobre o que ele pretende fazer a seguir.


    Abro a boca para perguntar mais quando de repente Theo está ao meudo.


    “Se me permite, Luna,” ele diz formalmente, acenando para mim e depois para o resto do nosso


    pequeno grupo. “Estamos prontos para você.”


    E suspiro, acenando novamente para Sarah para que  saiba que estou dodo d.  acena de


    volta e ent?o,o grupo, todos v?o para o palácio para decidir nossos próximos passos.


    Cora e eu só tivemos vislumbres de nossospanheiros em tudo o que veio a seguir. Roger acenou


    com a cabe?a para nós dois, o rosto sério, quando passamos por ele no corredor. Cora mandou


    um beijo para ele e eu sorri um pouco, quando o vi estender a m?o no ar, fingindo agarrá-lo – um


    gesto que para os Betas quem ele estava fndo provavelmente parecia apenas ele se


    espregui?ando.


    Mas me alegra imensamente, toda a minha ansiedade e tristeza por Sarah e Jéssica, ver Cora


    t?o feliz. Eu bato n meu ombro enquanto caminhamos em dire??o aos meus aposentos


    pessoais e de Sinir –o Theo nos informou que Sinir nos pediu para fazermos – e  me dá


    uma piscad, o que me encoraja ainda mais a considerar que está tudo bem.


    Rxo ainda mais quando entramos na privacidade dos meus quartos. Cora e eu n?o fmos muito,


    ramente ambos perdidos em nossos próprios pensamentos enquanto  entra no chuveiro e eu


    dou um banho em Rafe. Ent?o Cora tira Rafe de mim enquanto eu tomo meu banho, levando-o para o


    quarto para ver se  consegue fazê-lo dormir.


    Quando saio do armário um pijama confortável e vejo Cora também confortável leggings


    emprestadas e um moletom zíper, n?o consigo deixar de rir.


    “O que?”  pergunta, sorrindo para mim enquanto se afasta do ber?o de Rafe.


    “Eu estava t?o nervoso há quinze minutos,” eu digo, bn?ando a cabe?a e atravessando a s até


    , meus chinelos confortáveis     mal fazendo barulho no ch?o. “Entrei imediatamente no panico que


    senti quando descobrimos que Rafe estava sendo amea?ado. E agora… bem, agora que estamos de


    pijama, esperando que nossospanheiros resolvam isso, eu me sinto… meio bobo.


    Olho para meu bebê, que mal estáe?ando a adormecer, enquanto Cora coloca um bra?o em volta


    dos meus ombros.


    “N?o”,  diz, “você fez a coisa certa. Sinir e Roger n?o os viram naquele centro de refugiados –


    eles n?o teriam percebido que pessoas delicadas estavam trabalhando. Aqueles dois precisavam


    que você fosse duro aodo deles. Como você é para todos que precisam de você.


    Suspiro enquanto olho para o rosto da minha irm?. “Você é muito legaligo,” eu digo calmamente.


    “Muito encorajador.”


    “Bem, acho que há uma boa chance de Sinir gritar você em breve”, diz , franzindo o nariz e


    apertando meus ombros. “Ent?o, só estou tentando equilibrar para que você tenha uma boa noite de


    sono.”


    Uma governanta chega ent?o, trazendo nosso jantar, e Cora e eu levamos nossas bandejas para a


    cama, onde poderemos ficar de olho em Rafe quando ele sair. Comemos nossaida em silêncio


    por um segundo antes de respirar fundo, fechando os olhos e me for?ando a rxar.


    O que eu realmente preciso, francamente – antes que Sinir chegue e tenhamos que ter uma grande


    conversa sobre o que faremos a seguir, e reviver todo o drama daqueles dias horríveis quando


    descobrimos que alguém estava vindo atrás de Rafe – é uma distra??o.


    E de repente, lembro-me deo Cora estava feliz esta manh?.


    “Ent?o,” eu digo, sorrindo enquanto abro os olhos e olho para .


    “O que é essa nova express?o?”  diz, recostando-se caut enquanto percebe meu sorriso.


    “Eu n?o gosto disso.”


    “Eu só estava me perguntando,” digo, meu sorriso se aprofundando, “por que você estava t?o feliz


    esta manh?.”


    “Oh,”  diz, e um enorme sorriso surge em seu rosto também.


    “Ver!” — digo, rindo e apontando meu garfo para , minha ansiedade amplificada pelo fato de que


    estou usando-o para me afastar por um momento das minhas preocupa??es. “Eu sei que algo estava


    acontecendo! Derramar!”


    “Bem”, diz Cora, organizando seus pensamentos e pegando uma pequena xícara de pudim de


    chocte que está no canto de sua bandeja.  pega uma pequena colherada e leva-a à boca antes


    de sorrir e encontrar meus olhos. Roger e eu fizemos toda aqu coisa de estado de sonho ontem à


    noite.”


    Eu grito um pouco de excita??o e Cora ri, mas depois me dá um tapa no joelho, acenando para meu


    bebê quase dormindo.


    “Oh, ele está acostumado isso,” eu digo, acenando para Rafe – que, na verdade, n?o se mexe e


    se inclina ansiosamente para minha irm?. “Como foi? Você viu a floresta? Vocês… fizeram coisas?


    “Na verdade, n?o”,  diz, rindo e também inclinando-se ansiosamente para frente. Mas, quando


    faz isso, de repente me inclino para trás. “O que!?” Eu suspiro. “Você fez o estado de sonho e n?o


    ficou nu!? Qual era mesmo o objetivo…


    Belonging ? N?velDram/a.Org.


    “E”,  diz, rindo e revirando os olhos. “Você poderia apenas ouvir?”


    E eu fa?o isso, pegando minha própria xícara de pudim eendo-a ansiosamente enquanto absorvo


    os detalhes do sonho de praia da minha irm?, meus olhos ficando cada vez mais arregdos


    conforme  avan?a.


    “Oh meu Deus!” Fico sem f?lego quando  me conta sobreo sentiu seu vínculo o bebê p


    primeira vez – e a primeira emo??o que surgiu, e foi a felicidade. Meus olhos se enchem


    instantaneamente de lágrimas p quinta ou sexta vez naquele dia.


    “Caramba, E,” Cora diz, inclinando-se para frente e enxugando meu rosto, embora  n?o consiga


    evitar o sorriso. “Você deve estar t?o desidratado o tempo todo -”


    Mas eu bato em sua m?o, enxugando meus próprios olhos e ignorando seusentários. “O que


    aconteceu depois?” Eu pergunto.


    E Cora se inclina para frente, ansiosa para me contar a parte realmente boa.
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